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Ser Mulher – Ciclo menstrual no pós-parto

Após a mulher dar à luz, seu corpo passa por um processo para “retornar” ao que era antes de engravidar. Nesse processo o útero diminui, entre outras coisas. O Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, na série “Ser Mulher”, tenta explicar de forma simples, o que acontece no corpo da mulher nessa etapa.

A gravidez é um momento lindo, mas muito difícil para a mulher. As mudanças no corpo da mulher, nos hormônios, tudo é muito incomodo para ela. Verdade seja dita, mas ficar gravida não são apenas flores. Muitas mulheres já assumem abertamente que odiaram essa sensação das mudanças do corpo. E após o parto, as mudanças não cessam. Na verdade, essa etapa é marcada por duas características totalmente interligadas: uma é o retorno do útero e ovário à condição inicial, de antes da gravidez, e a segunda é sobre à lactação. Vamos entender o que ocorre no corpo da mulher que acabou de ter neném, para ele voltar às condições “normais” de antes da gravidez.

gravidez-resultados-testesEsse período que popularmente é conhecido como quarentena, pois dura em torno de 40 dias ocorre o chamado “puerpério”. Se você nunca ouviu falar nesse nome, não tem problema, você provavelmente sabe o que é, só não está ligando o nome à pessoa. O puerpério é o sangramento via vaginal que ocorre na mulher logo após ela parir. E apenas para esclarecer, não é a mesma coisa que menstruar. É importante ressaltar que nesse período o sexo não é recomendado, pois o organismo da mulher está se refazendo, e além de causar dor para ela, as chances de uma gravidez nesse período são muito grandes.

Esse sangramento, ou seja, o puerpério tem fluxo intenso inicialmente, e coloração avermelhada. À medida que o útero se contrai e vai voltando ao tamanho normal, o fluxo diminui e a cor muda: se torna rosa, passando por marrom até ficar amarelado. Se o parto foi normal, o fluxo pode ser mais intenso, já que a retirada da placenta estimula a expulsão dos tecidos restantes, promovendo a regeneração uterina. Porém, após o fim do puerpério é natural ficar sem ovular e, portanto, sem menstruar também durante alguns meses.

Esse processo de bloqueio da ovulação ocorre no organismo por conta de hormônios produzidos durante lactação. A menstruação, em geral, volta ao normal, quando o bebê não mamar tanto, pois esses hormônios do aleitamento diminuem, e o corpo passa a ovular e, consequentemente, a menstruar.

Mas é importante ressaltar que na medicina nada é exato como na matemática. Algumas mulheres podem começar a ovular, mesmo enquanto amamentem, ou até mesmo enquanto ainda estão no puerpério, correndo o risco de engravidar nesse período.

imagesSe não há desejo de engravidar novamente, nesse período o mais eficaz é utilizar um método contraceptivo. O ideal, sem dúvida, é o uso de preservativo, já que o anticoncepcional, nesse caso, não é indicado, por conta da lactação e amamentação.

É importante também ficar atenta a qualquer alteração do sangramento. Se ele estiver muito intenso, com coágulos grandes, cheiro ruim ou se a mulher apresentar ter febre e calafrios é sinal de que alguma coisa está errada, e deve-se procurar o médico imediatamente.

Consulte um médico de sua confiança e leia as dicas do Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

 

É possível driblar os desafios da maternidade em tempos atuais

ser mulherTraumas vivenciados durante a infância podem refletir no desenvolvimento de algum aspecto da vida adulta deste indivíduo que sofreu essa situação. Era isso que o criador da psicanálise Sigmund Freud defendia com a descoberta do inconsciente. O que isso poderia influenciar, então, no processo da educação dos filhos e da maternidade? Essa afirmação gerou certo receio e ansiedade nas mães. Até porque a presença materna influencia muito nessa etapa de vida do pequeno, que absorve a voz, expressão do rosto, gestos e movimentos mais sutis, entre outros aspectos que configuram cerca de 80% dessa comunicação inicial.

Esse vínculo materno construído inicialmente deve ser rompido em algum momento para que a criança, então, perceba que há um mundo no entorno dela e que é possível buscar outros laços afetivos além da genitora. Entender todo esse processo influencia muito em ser mãe atualmente, porque toda atitude é pensada levando em consideração a consequência futura. Nesse caso, se a mãe for muito protetora com o filho, vai reforçar a ideia de um apego excessivo. Por outro lado, o pouco contato vai refletir também em problemas na vida do pequeno.

A missão da maternidade moderna é justamente buscar um equilíbrio entre as formas de relação e os vários campos de atuação, como trabalho e também maternidade. Esse é um processo contínuo, demorado, mas que pode contribuir imensamente para a vida de um adulto pleno, feliz e saudável. Buscando auxiliar o leitor com informações pertinentes a este assunto o blog Homeopatia e Saúde, vinculado à Clínica Similia, do Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e também a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, que é pediatra e homeopata, apresenta aqui dados relevantes sobre o tema.

Mudanças

k19229617Em um momento da vida chegamos a refletir: como é que nossas avós e bisavós davam conta de criar tantos filhos? Não raro eram cinco, dez proles em uma casa. Atualmente, segundo um levantamento do IBGE, o número de filhos por família é de 1,6. Muitas mudanças ocorreram ao longo dos anos e as dificuldades também parecem ser outras, até mais complicadas, porque a vida moderna impõe que a mulher concilie a vida profissional – que antigamente era restrita ao lar – o trabalho doméstico, o relacionamento com o cônjuge e a responsabilidade adicional de criar o filho.

O impacto dessa transformação pode ser ainda maior se a gravidez não foi planejada, o que ocasiona uma verdadeira mudança brusca no comportamento e também padrão de vida da mulher – por isso se faz tão importante ter o apoio incondicional da família nesse momento. Ter um bebê a caminho é a certeza de que tudo o que foi trilhado até então terá de ser readaptado para a nova realidade.

Em contraponto, quando a gravidez é algo planejado entre o casal, pode gerar mais felicidade que desespero como a situação anteriormente descrita em um primeiro momento pode causar. A preparação já foi computada e as mudanças são menos bruscas, porque os pais já estavam se preparando para este momento.

Necessidade

Chegar a esse equilíbrio pode ser muito difícil, até porque não sabemos qual é o limite ideal de atenção dispensada ao filho, não é mesmo? Criar outro ser humano, sendo responsável por sua educação e desenvolvimento, é de uma responsabilidade tremenda, principalmente porque não há fórmula mágica ou um manual de instruções que nos auxiliem nessa missão. A tarefa dos pais é descobrir, no dia a dia, o melhor caminho para criar seus filhos. Para as mães existe um processo mais complicado em relação a isso porque o vínculo é construído desde a gestação, uma vez que ela carrega no ventre a criança por nove meses. Posteriormente, os pais também constituem vínculos mais fortalecidos.

Nesse ponto, embora a criança seja dependente de outras pessoas para sobreviver, é importante que ela desenvolva certa independência. Nesse ponto, são as pequenas dificuldades ou traumas e frustrações que vão contribuir com esse crescimento. Causar esse tipo de desconforto no pequeno, de não atender a todas as solicitações, é um caminho inclusive saudável para o próprio desenvolvimento e senso de liberdade dele.

Conciliação

Trabalhar fora é completamente normal hoje em dia para as mulheres, e é importante se preparar para o final da licença maternidade, quando as diversas atividades desempenhadas começam a voltar para o lugar. Não se culpe por ter de deixar a criança aos cuidados de outras pessoas ou não tente compensar sua ausência em decorrência do trabalho com presentes em excesso ou muita liberdade para que o filho faça o que bem entender. Há outras formas de conciliar esses aspectos da vida sem prejudicar o desenvolvimento dos pequenos, sem deixar de lado os dois sonhos, de ser uma profissional bem-sucedida e mãe. Qualidade do contato com os filhos é mais importante do que quantidade.

Ser Mulher – TPM

Quase 80% das mulheres de todo o mundo, depois que têm a menarca (a primeira menstruação), estão habituadas a sentir os incômodos da famosa e temível TPM. A tensão pré-menstrual atinge, de algum modo, essas mulheres em idade fértil. No texto desse mês da série SER MULHER do Blog Homeopatia e Saúde vamos entender o que é e como viver sem sentir os transtornos da TPM. Leia, compartilhe e comente.

Durante aproximadamente 28 dias, o corpo da mulher sofre diversas alterações que preparam o útero para receber um bebê. Nos primeiros 14 dias ocorre o período de ovulação e, junto com ele, a elevação dos níveis de estrógeno. Esse hormônio é um dos responsáveis por controlar o bem-estar. Nos 14 dias seguintes, a parede do útero começa a engrossar, como se estivesse preparando uma “cama” para o possível bebê. Nessa fase ocorre uma queda nos níveis de estrógeno e elevação nas taxas de progesterona.

Essa alteração, quando muito brusca, já pode causar uma série de sintomas como ansiedade, alterações do humor, dores nos seios e outros tantos conhecidos das mulheres. Passada essa segunda etapa do ciclo, o endométrio – parede que recobre o útero – começa a descamar e ser eliminado na forma de menstruação, gerando com ela uma outra queda hormonal, dessa vez na progesterona e no estrógeno. Por isso em algumas mulheres os sintomas podem ser ainda mais intensos durante a menstruação.

TPM-1024x713Dessa forma, a TPM é caracterizada como todos esses sintomas que podem ocorrer antes e durante a menstruação, causados pela queda brusca dos níveis de estrógeno e progesterona.

A SPM – Síndrome Pré-Menstrual – ou Tensão Pré Menstrual é o nome dado ao conjunto de alterações que a mulher sobre durante o ciclo. Já foram relatados mais de 150 sintomas relacionados à síndrome. E, ainda bem, nem todas as mulheres sentem a mesma coisa, ou tudo.

Existem tantos sintomas, que para facilitar os pesquisadores juntaram os sintomas em grupo. Eles podem variar de pessoa para pessoa e também de ciclo para ciclo:

Tipo A – ansiedade. Causada pela queda do hormônio estrogênio, que ajuda a baixar o estresse, e maior liberação de adrenalina e cortisol, dupla que contribui para o estresse. Os principais sintomas são: ansiedade, tensão, dificuldade para dormir, irritabilidade e alterações de humor.

Em alguns casos a mulher também pode se sentir mais desatenta e atrapalhada, derrubando coisas, batendo em objetos.

Tipo C – relacionada principalmente a compulsão alimentar. Ela recebe a classificação C porque vem do inglês craving, que significa desejo. Os principais sintomas são:  compulsão por doces ou salgados gordurosos, vontade de comer guloseimas ou comidas diferentes, dores de cabeça. Esse tipo está relacionado com os mecanismos de recompensa que temos no cérebro. Quando você come um alimento rico em açúcar ou gordura, algumas áreas no seu cérebro são ativadas, dando a sensação de prazer. Como durante a TPM os hormônios estão alterados, esse mecanismo pode gerar uma reação exagerada, causando uma sensação de prazer ainda maior.  MAIS CUIDADO. LEIA AS DICAS NO FIM DESSE TEXTO.

Tipo D – Relacionada com os sintomas depressivos. Os principais são raiva sem razão, sentimentos perturbadores, pouca concentração, lapsos de memória, baixa autoestima e sentimentos violentos. Essas sensações são causadas geralmente pela redução de serotonina e à resposta exagerada que o corpo pode dar diante às oscilações hormonais normais do período.

Tipo H – Tem esse nome porque está relacionada à palavra “hidratação”. A TPM H está relacionada principalmente com a retenção de líquidos e suas consequências. Sintomas são ganho de peso (por conta da retenção de líquido), inchaço abdominal, sensibilidade e inchaço em mamas, inchaço nas extremidades do corpo, como mãos e pés.

Tipo O – O agrupamento de sintomas menos comuns, mas que também podem estar relacionados à TPM. Esses sintomas são: alteração nos hábitos intestinais, aumento da frequência urinar, fogachos ou sudorese fria, dores generalizadas, incluindo cólicas, náuseas, acne, reações alérgicas e infecções do trato respiratório.

TPM

Como EVITAR?

Existem algumas atitudes e dieta que a mulher pode seguir para evitar os sintomas da TPM. Segundo o Ginecologista e Homeopata Dr. Eliezer Berenstein, algumas orientações principalmente no período de 10 a 15 dias antes da menstruação, têm obtido resultados bastante satisfatórios. Então prestem atenção às dicas:

– Diminuição da carne vermelha, do açúcar refinado, dos doces em geral e particularmente do chocolate.

– Redução no consumo de chá, café e refrigerante, evitando assim a ingestão de cafeína.

– Evitar ao máximo a ingestão de gorduras, laticínios e sal.

– Não fazer uso de álcool e fumo.

– Jovens que praticam exercícios físicos regulares e com supervisão têm apresentado melhora nos sintomas da TPM. Os exercícios aeróbicos são os mais indicados, levando a uma maior sensação de bem-estar geral, e consequentemente estimulando a melhora da auto-estima refletindo num convívio social mais adequado.

– Manter um ritmo regular de sono e procurar ter sempre um período, por menor que possa parecer, de relaxamento diário.

O Dr. Eliezer completa: “Quem tem sintomas muito acentuados, recomenda-se que organize as atividades escolares, esportivas, sociais e outras de maior importância para os melhores períodos do ciclo”, conclui o médico.

Dr. Eliezer explica que cada uma viverá sua fisiologia e as suas próprias patologias na sua maneira particular, com seus sintomas comuns às desordens hormonais e individuais de acordo com sua própria características. “Mas vale lembrar que a homeopatia, por tratar da saúde como um todo, tem resultados bem satisfatórios na ajuda e controle da TPM”, explica o ginecologista.

 

Na Hora do Parto – Parte 2

O último texto da série Ser Mulher, o Blog Homeopatia e Saúde começou a abordar as várias formas da mulher trazer à vida seus filhos. Falamos sobre o perigoso número o de partos cesarianos em comparação com o parto natural e do parto sem dor realizados no Brasil. (Leia). No texto que segue, vamos entender outros aspectos dessa hora tão importante para a mulher e para o bebê. Leia e compartilhe, pois, a informação pode ajudar na escolha de quem precisa.

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“Multiplicarei os sofrimentos de teu parto; darás à luz com dores” (Gên.3:16).

 

 

Humanizando

Tendo em vista que a dor é parte do processo de trazer uma criança ao mundo, a humanização dessa etapa tão importante da vida da mulher vem ganhando força nas conversas e consultas das gestantes. Mas nem tudo que é dito é verdade.

Para a Doula Maria Elaine Valadão dos Santos, o termo “humanização” vem sendo deturpado. “Humanizar vai muito além das velas, do som ambiente e do obstetra ‘gente boa’. Tem a ver com respeito à vida e ao momento da mulher como um todo, desde informação real, baseada em evidências científicas de observação da fisiologia humana, à recepção menos traumática do bebê durante seu nascimento”, explica Elaine. Ela acredita que não interferir nas escolhas da mulher é parte do processo de humanizar o parto. “Humanizar é prestar assistência profissional ao parto sem interferir. Afinal, são 200 mil anos de técnicas aprimoradas pelos nossos ancestrais até que estivéssemos falando em humanização, ” conclui a doula.

Para o Dr. Eliezer Berenstein, parto humanizado é todo o parto em que saúde emocional do casal é absolutamente preservada, seja via abdominal ou vaginal. “A vinda do bebe ao mundo é respeitada e transformada em uma experiência amorosa e segura. Alguns procedimentos são comuns no parto humanizado, como evitar a colocação do foco cirúrgico diretamente nos olhos do bebe e evitar tramas acústicos, mantendo a sala com música suave e vozes aconchegantes. Manter o cordão umbilical até que o bebê assuma sua respiração. Não virar o bebê de cabeça para baixo e preconizar o contato pele a pele com a mãe e a amamentação na primeira hora de vida”, completa o obstetra.

Doula x Parteira

downloadNesse processo de humanização o papel da doula ganha espaço nos pré-natais e até mesmo nas salas de parto. A palavra “doula” vem do grego “mulher que serve”. Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto. A doula não é a parteira, é apenas uma conselheira, acompanhante que, por ter experiência de auxiliar dezenas de mulheres, consegue ter a mente mais clara para aconselhar e tomar decisões de emergência.

Nossa entrevistada explica que um parto nunca pode ser realizado por uma doula. “Doulas são acompanhantes treinadas em oferecer apoio físico, emocional e informativo durante a gestação, parto e puerpério. Não somos profissionais que executam procedimentos durante o parto, sejam eles os mais simples”, recomenda Elaine.

download (1)Já as parteiras podem contribuir e até mesmo realizar um parto simples. Especialista em partos normais, essa profissional – que normalmente têm formação de enfermeira obstetra ou obstetriz – é cada vez mais requisitada nos grandes centros por mulheres em busca de uma experiência natural e afetiva no nascimento dos filhos. Tudo isso, é claro, sem abrir mão da segurança.

Para a enfermeira obstetra Fernanda Alves Blanca, integrante da equipe do Dr. Eliezer Berenstein, a figura da parteira é da verdadeira heroína, principalmente fora dos grandes centros do Brasil. “Vemos com bons olhos quando profissionais capacitados dedicam-se a esta especialidade, principalmente quando visto a obstétrica abandonada dos sertões brasileiros, onde a figura das parteiras são a realidade. Entendemos que há a obstetrícia de baixa complexidade e previsão de parto otimista (mães e fetos saudáveis) e a gravidez de alta complexidade por patologias da mãe ou feto capazes de complicar o parto a ponto de se necessitar de uma equipe especializada multidisciplinar. Para essa segunda hipótese, o médico é imprescindível”, completa Fernanda.

A Homeopatia

A homeopatia pode contribuir nesse processo todo, pois pode acompanhar a saúde da mãe e do bebê que ainda está no ventre. Algumas medicações homeopáticas não têm contraindicação para gestantes e podem ajudar a manter a energia e a imunidade da gestante, bem como diminuir a ansiedade e o nervosismo da mãe.

Procure sempre um médico se sua confiança e oriente-se antes de decidir qual a melhor forma de trazer seu bebê ao mundo.

Na Hora do Parto – Parte 1

O Brasil é recordista mundial de parto cesariana. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) 55% dos partos no Brasil ocorrem por meio de cesarianas desnecessárias. A série Ser Mulher do Blog Homeopatia e Saúde tenta entender os motivos desse número e alertar sobre como escolher a melhor forma de trazer ao mundo seu filho.

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 “Multiplicarei os sofrimentos de teu parto; darás à luz com dores” (Gên.3:16),

 

 

Seja pelo conceito popular de associar o parto normal à dor da mãe, pela ideia equivocada de que o parto cesariano é muito mais rápido ou pela influência do médico que tem vantagens no procedimento cirúrgico, o parto cesariano é hoje o mais comum no Brasil.

Para os médicos, a preferência da cirurgia pode ser explicada por vários motivos: comodidade de agenda, pois eles podem “marcar” e atender diversos procedimentos (como exames, outros partos, consultas, etc.); vantagens econômicas, pois o reembolso do parto cirúrgico ainda é maior que o natural tanto pelos convênios quanto pela rede pública para todos os componentes da equipe médica, uma vez que o a cesariana exige uma equipe de pessoas maior que o parto natural; dispensa de plantões para “esperar” a hora da criança nascer; etc..

Por outro lado, com o avanço da medicina e o aperfeiçoamento das técnicas anestésicas, as cirurgias foram ganhando qualidade e o parto abdominal foi uma das técnicas que mais se aperfeiçoou. As primeiras cesáreas eram feitas com anestesia geral e corte da região umbilical. O fechamento da pele era com pontos de fio de algodão ou agrafes (aço), que também eram bastante dolorosos. “Hoje, as cesáreas são minimamente invasivas. É apenas um pequeno corte na região inferior do abdome com a paciente acordada, sendo acompanhada pelo seu parceiro o tempo todo. A cirurgia somente afasta os tecidos e retira o bebe por um canal que se assemelha ao canal do parto. A mãe, livre da dor, acaricia seu bebe nos primeiros momentos de sua vida, amamenta na sala de parto e, algumas horas depois, está tomando banho e passeando pelo hospital. O fechamento da pele é feito com cola cirúrgica, que fica praticamente invisível após alguns dias”, explica Dr. Eliezer Berenstein, ginecologista e feminólogo.

 

 

 

 

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A ciência traiu os dogmas religiosos e ofereceu a mulher o parir sem dor

Muito falado, mas pouco praticado por aqui, o parto natural sem dor já é uma realidade muito praticada em outros países. É uma opção para as mamães que querem trazer seus filhos de forma natural, mas não querem sentir dor. Segundo o site “Mãe me Quer” o parto sem dor utiliza um medicamento chamado “Epidural”. Esse medicamento não é uma anestesia, está em uma categoria antes, uma “analgesia”. Essa técnica permite o alívio da dor em todas as fases do parto, sem que isso implique na sensibilidade física e nem com a consciência da mãe durante o procedimento.

“Numa anestesia geral, o anestésico é injetado na circulação sanguínea. Atravessa a placenta e atinge o bebé. Na analgesia epidural isso não acontece. O anestésico local atravessa a barreira da placenta numa quantidade desprezível, não comprometendo o bem-estar do bebé. As fibras nervosas que transmitem os estímulos dolorosos da região inferior do organismo, são bloqueadas diretamente, não sendo necessário administrar medicamentos através da circulação sanguínea.” – Informações do site “Mãe me Quer”.

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Qual a melhor opção?

Cada mãe é única e, mesmo para mulheres que já são mães, cada gestação é única também.  Existem vários fatores a serem observados para a escolha do melhor procedimento. Segundo a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, durante todo o pré-natal o obstetra observa para fazer o prognóstico indicando a melhor opção de parto. “O pré-natal deve ser iniciado assim que confirmada a gravidez. O médico que acompanha a gestante será capaz de fazer um prognóstico da possibilidade materna e fetal para o parto natural”, diz. Ela afirma que apenas 15¨% dos partos têm indicação médica de necessidade de cesariana e “essas indicações variam de causas maternas, como patologias pregressas ou desenvolvidas durante a gestação, situações anatômicas – relativas ao útero ou a vagina -, etc. ou situações relativas a criança, como má formação, posição incorreta no útero ou posição placentária, etc.”, exemplifica Dra. Ana.

O Dr. Eliezer Berenstein acrescenta à lista alguns motivos que levam os obstetras a indicarem a cesariana. “Os fatores maternos mais comuns que levam a indicação da cesárea são síndromes hipertensivas, cardiopatias, anemias, diabetes, doenças autoimunes, trombofilias e desnutrição. Entre os fatores observados na criança estão o peso e idade gestacional, além da posição” explica Dr. Eliezer. Ele completa: “apesar do assunto ser controverso, bebês de extrema maturidade e bebês que passam da data do parto são salvos pela cesárea”.

O parto natural é – ou deveria ser – a primeira opção das gestantes. A melhor opção, quando a saúde da mãe e do bebê permite. Pensando no parto natural sob o efeito da analgesia epidural – Parto Natural sem dor – além dos fatores já apresentados pela Dra. Ana Lucia e pelo Dr. Berenstein, acrescenta-se à lista de contra-indicações gestantes que apresentam problemas com coagulação sanguínea, doenças no sistema nervoso central ou quem utiliza medicamentos com efeitos sobre o sistema de coagulação sanguínea.

A escolha do procedimento não é de responsabilidade apenas da mãe e nem apenas do médico. Ela deve ser feita em conjunto, respeitando todos os indicadores de saúde da mãe e do bebê. E pode ser mudada até na hora do parto. É importe, nesse processo, que a mãe escolha um médico de confiança que irá lhe assistir durante esse momento tão especial.

No próximo texto da série Ser Mulher, o Blog Homeopatia e Saúde trará a segunda parte dessa matéria. Vamos entender o que é parto humanizado, como a figura da parteira tem voltado a tona, mesmo nas grandes cidades e como a homeopatia pode auxiliar nesse processo.


Dr. Eliezer Berenstein – Ginecologista e feminólogo, dedica-se à saúde integral – física, psíquica, emocional, espiritual, existencial – da mulher e ao desenvolvimento de uma nova abordagem clínica – baseada em grande medida numa atuação criativa por parte dos médicos e numa participação ativa da paciente durante o seu processo de cura.

Dra Ana Lucia Dias Paulo – Pediatra e Homeopata, que exercita a medicina em clínica médica e pediátrica desde 1984. Curso de Especialização em Acupuntura pelo Center AO, em convênio com a UNIFESP. Professora convidada de diversas associações e instituições de ensino da Homeopatia, bem como, conferencista em inúmeros eventos relacionados (congressos, cursos etc.).

Ser Mulher: Gravidez depois dos 40 – Cuidados são indispensáveis

ser mulherUma juventude saudável é a receita para a gestação no período mais maduro da vida feminina. Mesmo com a natureza biológica minimizando as condições hormonais favoráveis à maternidade, bons hábitos e um pré-natal assistido trarão menos riscos.

Que a espera de um bebê é um momento fantástico e especial para toda mulher, não dá para questionar. Mas, os cuidados que envolvem a gravidez não podem ser deixados para segundo plano. Biologicamente, o nível de fertilidade feminina é um aliado para as futuras mamães, afinal ele mede o quão grande são as possibilidades para gerar um embrião. A Menacme corresponde ao período fértil da mulher, que vai da primeira menstruação (menarca) a última menstruação (menopausa). A Nubilidade, por sua vez, é a idade em que a faculdade procriadora alcança sua plenitude. Isto significa que entre os 16 aos 35 anos, hormonal, emocional e socialmente a gestação é mais saudável.

Segundo a FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), em seu Manual de Assistência Pré-natal, “a idade materna avançada deve ser considerada mais como um Indicador de Risco (termo que se refere à identificação de população com maior risco de ter determinada doença) do que um Fator de Risco (termo que se refere a uma variável envolvida na fisiopatologia de uma doença)”. Entretanto, com os métodos de evolução tecnológica que predominam também sob os tratamentos ginecológicos, de acordo com a American Society for Reproductive Medicine, aproximadamente 1/3 das mulheres entre 35 e 39 anos e 2/3 das mulheres acima de 40 anos apresentam dificuldade para engravidar, sendo a maioria dos casos de infertilidade tratados com sucesso.

 

Pré Natal é essencial em qualquer idade

 
downloadConforme outros dados fornecidos pelos Dr. Eliezer Berenstein, ginecologista, feminólogo e homeopata, alguns autores associam a idade materna avançada a várias complicações na gestação, incluindo: abortamento espontâneo, anomalias cromossômicas, gestações múltiplas, síndromes hipertensivas, diabetes gestacional, trabalho de parto prolongado, complicações no período expulsivo do trabalho de parto, sangramentos anormais, baixo peso ao nascer, óbito fetal e maior mortalidade neonatal.

Dando continuidade às suas considerações, o Dr. Eliezer reforça, ainda, que o acompanhamento pré-natal dessas gestantes normalmente não precisa ser diferente do acompanhamento das demais grávidas. “Condutas comuns a um pré-natal de qualidade inclui o controle clínico e medicamentoso de doenças preexistentes antes e durante a gestação; o uso de ácido fólico 90 dias antes da concepção e até o 3º mês da gestação; alimentação adequada; atividade física regular com orientação; proibição de drogas ilícitas e tabaco. Tais práticas associadas ao planejamento da gestação podem minimizar os possíveis riscos inerentes à gestante com mais de 35 anos”, explica o Dr. Eliezer.

Tratamentos para fertilidade aliados à Homeopatia

f1c89ff3-fad1-4b0a-84e9-8b0d38f514f5Dentre os tratamentos disponíveis na atualidade os mais indicados são: a estimulação da ovulação até aos processos de reprodução assistida, inseminação artificial ou fertilização assistida. Para todos esses procedimentos, o auxílio homeopático integrativo é considerado vital. “O equilíbrio da energia vital pelo medicamento de fundo é um aliado para potencializar as respostas ovarianas”, defende o Dr. Eliezer.

O ideal é cuidar do corpo em toda juventude, pois será o fator determinante para uma boa gestação após os 40 anos. Mantenha bons hábitos alimentares e procure o quanto antes um profissional da área para auxiliar na melhor conduta no decorrer da gravidez.

SER MULHER

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O mês de março é marcado internacionalmente pelo dia internacional da mulher. Embora a pauta feminina mais importante seja a luta contra o machismo, a saúde e o bem estar nunca devem ser deixados de lado

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Marcado pelo Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8, o mês de março deve ser lembrado pela luta das mulheres por espaço e igualdade numa sociedade tipicamente machista.

A data remete a uma greve ocorrida em 1857 numa fábrica  de tecidos, em Nova Iorque, quando operárias foram covardemente assassinadas por terem iniciado uma paralisação. Elas reivindicavam, entre outras coisas, redução da jornada de trabalho de 16 para 10 horas diárias e melhores condições de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência: as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas num ato totalmente desumano.

A data foi estabelecida anos depois, em 1910, numa conferência na Dinamarca e é, até hoje, marcada por luto, lutas e discussões acerca do papel da mulher em nossa sociedade.

Sempre pensando em Saúde e Bem Estar de nossos leitores, em novembro de 2014 o Blog Homeopatia e Saúde criou a série Ser Mulher, que aborda questões de saúde, bem estar e homeopatia, voltadas totalmente para o público feminino.

Para celebrar o mês internacional da mulher, preparamos uma retrospectiva dos assuntos postados na série. Confira:

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Em nosso primeiro post, abordamos a questão do Pré-natal feito com um homeopata. Numa entrevista super descontraída com a blogueira, advogada e mãe, Edilene Gualberto, conhecemos as principais diferenças entre o pré-natal alopático e o homeopático, comentado por alguém que viveu as duas experiências em suas duas gestações. Edilene, que tinha em seu histórico uma primeira gestação onde o pré-natal foi com médico alopata e parto cesáreo, conta que sentiu uma enorme diferença no pré-natal “tanto pelo fato da homeopatia, quanto pela questão da humanização e da consulta particular (que foge daqueles 10 minutos rápidos e vira um bate papo de aproximadamente uma hora)”. Atribui o sucesso de seus dois partos naturais após uma cesárea a essa busca por um pré-natal homeopático e humanizado: “Para quem prefere o parto natural e humanizado, tudo que for natural é melhor, então, como benefício do pré-natal homeopático eu identifico a naturalidade e a tranquilidade de saber que está tomando algo que não afetará em nada seu filho”.

No segundo post, foi a vez de falar sobre Depressão pós-parto, doença séria e silenciosa que se caracteriza pela agravação do Baby Blues (quadro de tristeza comum entre 50 a 80% de puérperas, mas que se persistente, deve ser tratado com carinho e muita atenção). O texto aponta as principais diferenças  entre Baby Blues e Depressão pós-parto e atenta para o fato de que, enquanto o primeiro pode ser chamado de “fisiológico” – sumindo do mesmo jeito que apareceu –, o segundo pode ser devastador e transformar-se numa doença crônica.

Mais uma vez, a homeopatia se mostra como medicina eficiente, tanto na prevenção como no tratamento da Depressão pós-parto, principalmente por ser uma opção natural e sem contra-indicações.

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Em Janeiro, foi a vez de falarmos sobre a Primeira Menstruação, ou menarca, com informações que vão desde a preparação para este marco na vida da mulher, até dicas de saúde, higiene e orientações valiosas para os pais. Entre outras coisas, falamos a questão da abordagem, da fertilidade e de como preparar a jovem para esse rito de passagem.

Em Fevereiro, as DST’s femininas foram a pauta da série Ser Mulher, focando principalmente na prevenção como maior aliada. O post vem recheado de dicas e informações sobre as principais doenças que podem contaminar as mulheres durante o ato sexual e reforça a campanha do uso de preservativo em todas as relações íntimas.

E não para por aí! Ao longo de todo esse ano de 2015, continuaremos com posts carinhosamente selecionados, sempre visando sua saúde, bem estar e qualidade de vida. Toda primeira segunda feira do mês, temos um post novo da Série Ser Mulher.  Acompanhe-nos.

Celebre com saúde, este mês é seu mulher!

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Depressão Pós-parto – Como a Homeopatia pode te ajudar a sair dessa

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Aprenda a diferenciar “Baby Blues” de “Depressão pós-parto” e veja como a homeopatia possui a resposta eficaz para esse transtorno, no segundo post da série Ser Mulher

Estima-se que entre 50 e 80% das mulheres passem por episódios de tristeza após o parto – o chamado Baby Blues. O problema é quando esse quadro não melhora após aproximadamente 15 dias: pode ser depressão pós-parto.

A gravidez é um período de muitas mudanças na mulher, principalmente por causa das alterações hormonais – comuns nesta fase. É muito corriqueiro no período gestacional o relato de mulheres que sofrem com variações de humor, irritação, ansiedade ou tendência a chorar por qualquer motivo.

Essa instabilidade emocional pode piorar com a chegada do bebê: a acentuada queda dos hormônios sexuais realça episódios de sentimento de tristeza inesperados. De 50 a 80% as mulheres que acabaram de dar à luz podem desenvolver uma tristeza típica do pós-parto conhecida como Baby Blues.

Este quadro de tristeza, relacionado com a nova vida que vem com o bebê (onde a mãe agrega para si inúmeras novas responsabilidades e uma nova vida) costuma curar-se sozinho após uma ou duas semanas.

 

Mas como diferenciar o Baby Blues da Depressão Pós-parto?

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Há alguns casos em que em vez de melhorar o quadro vai piorando e impede a mulher de desenvolver sua maternidade, tornando-a incapaz de exercer as tarefas mais simples do dia a dia, interferindo na vida de toda a família ou das pessoas mais próximas. Nesse caso, um profissional deve ser consultado o mais rápido possível, pois pode tratar-se de Depressão Pós-parto.

Se durante a gravidez o organismo da gestante produz uma quantidade elevada de hormônios, algumas horas após o parto o nível desses hormônios cai de forma rápida e intensa – esse é um dos motivos que  podem colaborar para o desencadeamento de transtornos emocionais no pós-parto.

A diferença básica entre Baby Blues e Depressão pós-parto é que, enquanto o primeiro pode ser chamado de “fisiológico” – sumindo do mesmo jeito que apareceu –, o segundo pode ser devastador e transformar-se numa doença crônica.

 

Quem pode desenvolver pode desenvolver depressão pós-parto?

Mulheres com histórico de depressão antes da gravidez, ou de depressão gestacional, são mais suscetíveis a desenvolver a doença, porém, alguns eventos durante a gestação podem levar a mulher a desenvolver depressão no período que segue após o nascimento do filho.

Em entrevista ao site Minha Vida o Psicólogo Maurício Pinto alerta que “a depressão pós-parto pode ter origem pré-parto, quando a mulher pode sentir-se mais feia, gorda, não desejada pelo parceiro. Somadas a algumas intercorrências durante a gestação como: crises conjugais, o momento pessoal, problemas financeiros ou falta de apoio, podem tornar esta fase um pouco mais complicada, causando insegurança e carência na mulher”.

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Como a Homeopatia pode ajudar nesse quadro?

A Homeopatia tem um efeito bastante eficaz no tratamento da Depressão Pós Parto, atuando diretamente nas emoções. Já na consulta homeopática acontece uma minuciosa entrevista, na qual é possível detectar desequilíbrios emocionais existentes, promovendo tratamento para os desequilíbrios detectados.

Por ser um tratamento à base de elementos da natureza, os medicamentos homeopáticos podem ser utilizados com tranquilidade pela paciente, pois não interferem na qualidade da produção de leite e, por conta disso não prejudicam a amamentação – que pode até ser uma aliada na cura da doença, uma vez que fortalece o vinculo entre mãe e bebê.

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Quanto mais rápido a paciente procurar ajuda, mais terá chances de curar a doença em curto período, recuperando seu equilíbrio e assumindo o seu novo papel como mãe.

Não sinta vergonha em falar com seus amigos e parentes caso desconfie que esteja passando por isso. Lembre-se que a depressão não é culpa de ninguém e que com apoio e carinho fica mais fácil vencê-la.

Pré-natal e homeopatia

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Na primeira postagem da série Ser Mulher, entenda como a homeopatia auxilia de maneira eficaz e natural, o período gestacional. Ela promove o bom desenvolvimento do feto na medida em que orienta, ampara e prepara a mulher para a grande missão de ser mãe.

 

Todos sabem da importância do pré-natal como garantia de que mãe e filho mantenham-se saudáveis durante a gestação. Nas consultas que acompanham o período gestacional o obstetra fará o acompanhamento do desenvolvimento do bebê e da saúde da mãe, o diagnóstico de intercorrências clínicas e/ou obstétricas, além de preparar futuros pais (sim, é muito bom que o pai participe do pré-natal, juntamente com a mãe) para o parto, assim como para a amamentação. Por isso, seria muito bom que o acompanhamento pré-natal começasse antes mesmo da concepção.

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Pouca gente sabe, mas, o pré-natal realizado por um obstetra homeopata traz inúmeros benefícios à saúde gestacional, além de tratar de forma natural desconfortos comuns do período como: náuseas, insônia, constipação intestinal, câimbras, hipertensão arterial, ansiedade e vários outros. Sem contar que ajuda a gerar um bebê menos propenso a adoecer.

A investigação detalhada da vida da mãe e do pai da criança, a escuta sobre peculiaridades da saúde física, mental e espiritual ajudam o obstetra homeopata a construir uma espécie de perfil daquela gestação e, com a ajuda da homeopatia, oferecer um pré-natal específico para cada caso.

 

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O médico feminólogo, especialista em ginecologia e obstetrícia, homeopatia e sexualidade humana Dr. Eliezer Berenstein, explica que no pré-natal cada detalhe é importante: “A mulher deve ter conhecimento de todas as patologias que ela teve durante sua vida. É importante relatar esses fatos para seu ginecologista antes de pensar em engravidar. Algumas doenças que são benignas durante nossa vida assumem papel importante e diferente durante a gravidez, podendo afetar mamãe e bebê”.

Para Berenstein “Gestar para o ser humano é criar expectativas. Dessas inúmeras expectativas que se tem se o bebê vai ser de um jeito ou de outro, o casal acaba projetando uma série de fantasias e expectativas para depois que o bebê nasce. E, com isso, perdem muito o trajeto da gravidez em si. O casal acaba tendo uma gravidez imperfeita na espera de um bebê perfeito”. Portanto, o médico considera de suma importância durante o pré-natal, tratar a sexualidade da gravidez, a preparação o corpo para o parto e, mais do que tudo, incorporar a presença do parceiro na gestação. Esse compartilhamento é o que se busca num parto humanizado, onde o pai da criança deixa de ser um mero expectador e passa a ser parte atuante da gestação, do parto e do pós-parto.

Parto Humanizado: o pré-natal homeopático em pró do parto natural


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ART 1 MAMÁS BLOGUERAS - RECIEN NACIDO - EMBARAZO - Nace un bebé y nace una cadena

Quando se descobriu grávida pela segunda vez, Edilene Gualberto procurou saber sobre a humanização do parto, para “não cair na cesárea novamente” como ela mesma diz.
Mãe de 3 filhos, advogada e blogueira do blog Etc & Mãe, buscou por um médico no Google e, confiando na intuição e nas informações que conseguiu, chegou até sua obstetra e homeopata Betina Bittar.

Como Edilene descreve: “Foi amor a primeira vista e ela acompanhou minha segunda e terceira gestações, bem como o segundo e o terceiro partos”.

Edilene que tinha em seu histórico uma primeira gestação onde o pré-natal foi com médico alopata e parto cesáreo, conta que sentiu uma enorme diferença no pré-natal “tanto pelo fato da homeopatia, quanto pela questão da humanização e da consulta particular (que foge daqueles 10 minutos rápidos e vira um bate papo de aproximadamente uma hora)”.

Aponta como principal diferença o fato de “que todas as minhas queixas ela tratava da maneira mais natural possível, explicando que quase todas eram comuns da gestação e que remédios não eram indicados, mas que havia coisas mais naturais que poderiam amenizar. Para mim, era sempre mais seguro, pois tomava as medicações sem preocupações de prejudicar o bebê”.

Na terceira gestação repetiu a escolha e foi muito feliz, considera-se mãe realizada (como  descreve em seu blog) e atribui o sucesso de seus dois partos naturais após uma cesárea a essa busca por um pré-natal homeopático e humanizado: “Para quem prefere o parto natural e humanizado, tudo que for natural é melhor, então, como benefício do pré-natal homeopático eu identifico a naturalidade e a tranquilidade de saber que está tomando algo que não afetará em nada seu filho”.