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Criança Prodígio

As crianças de hoje são mesmo mais inteligentes, mas, ser um prodígio na primeira infância,  não significa exatamente que seu filho  crescerá e se tornará um gênio. O estímulo desde o nascimento é importante para o desenvolvimento intelectual do seu filho, e, na medida certa só faz bem. 

Baby Einstein

Não à toa ouvimos sempre pessoas comentarem acerca de um bebê: “nossa como ele é esperto” ou “daqui a pouco as crianças vão nascer falando”. E, de fato, as crianças de hoje são mais inteligentes que suas antecessoras e isto se deve a pais mais bem informados e aos estímulos que as crianças recebem desde o nascimento.

E até a comunidade científica acha isso: estudos recentes do Instituto Tecnológico de Massachusetts, nos Estados Unidos, mostraram – através de um estudo dirigido –  que assim como adultos, os bebês menores de 1 ano usam a lógica para prever a sequência de uma ação.

E a coisa toda começa bem antes do nascimento: já foi o tempo em que achávamos que os bebês nasciam com  o cérebro ‘zerado’, estudos recentes indicam que o período entre a gestação e os dois primeiros anos do bebê são os mais importantes para o desenvolvimento  cerebral e das conexões neurológicas que influenciam a inteligência de uma criança por toda a sua vida. Neste tamanho, as crianças aprendem por observação, repetição e imitação e é aí que entram os pais.

Ao estimular o filho na dose certa os pais colaboram na formação do universo cultural, psíquico e afetivo. Os estímulos devem ser feitos de forma lúdica, sem pressa,  despretensiosamente, sem esperar a transformação de uma criança em gênio.

Cabe lembrar que bebês muito espertos para sua idade, muitas vezes quando crescem, tornam se crianças com os níveis normais de QI. E que tais estímulos devem ser feitos na dose certa.

Fail! 

Se algumas interações dos pais torna os filhos mais inteligentes, do contrário, pode criar uma criança com distúrbios como ansiedade e depressão na vida adulta.

A regra é simples: brinque estimule, mas saiba a hora de parar. Se no meio da brincadeira seu bebê começar a chorar pare. As brincadeiras devem ser feitas apenas se ele demonstrar reciprocidade para com elas.

Para os mais crescidos, cuidados com celulares e tablets que em excesso são prejudiciais à saúde física e emocional, sendo diretamente relacionados como causadores de obesidade, depressão, ansiedade e baixa auto-estima nos pequenos. O uso diário, deve ser controlado e nunca, exceder 4 horas.

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De grão em grão

Para cada fase do seu filho, existem brincadeiras e atitudes que podem estimular a inteligência, sem interferir no seu desenvolvimento ou trazer sofrimento ou traumas.

Veja algumas dicas de brincadeiras adequadas para cada idade, nos dois primeiros anos de vida (retiradas do blog Maternidade no Blog, inspiradas no livro: Brincadeiras criativas para bebês inteligentes):

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1)      Caretas

Fazer caretas para o bebê é uma das brincadeiras mais utilizadas pelos pais, amigos e familiares. É uma brincadeira simples que estimula o desenvolvimento da visão e do foco do bebê, alem de melhorar a comunicação e aumentar os laços afetivos.

2)      Sons

Colocar música, fazer sons com objetos ou cantar e conversar com o bebê, alem de acalmar e relaxar o bebê, ajuda-o a se acostumar com o barulho e a localizar de onde vêm os sons e estimula a memória.

3)      Observação

Quando nasce, o bebê não consegue focar em muitos detalhes, enxerga apenas contrastes. Com o tempo a visão do bebê estará se desenvolvendo, portanto colocá-lo sempre em locais diferentes para que ele possa observar coisas diferentes, fará com que ele fortaleça os músculos oculares.

4)      Conversar

Conversar com o bebê é uma atividade muito simples e pode ser feita a todo o momento. Como benefícios dessa atividade temos que o bebê fica mais calmo, reconhece a voz, ajuda no desenvolvimento da linguagem, na interação social e na criação de laços.

5)      De bruços

O bebê pode ser colocado de bruços a partir de duas semanas, mas sempre sobre supervisão (nunca deixar o bebê de bruços se não tiver alguém por perto). É uma brincadeira que ajuda no fortalecimento dos músculos do pescoço, do tronco e da parte superior das costas, alem dos músculos abdominais e alivio de gases e cólicas.

6)      Prestar atenção

O bebê vai adorar ver os pais fazendo qualquer coisa, pois por mais trivial que sejam as tarefas, para ele tudo é novidade. Os músculos oculares do bebê se desenvolvem à medida que focaliza e observa. Ficar sentado lhe observando promove a compreensão do mundo e diminui o refluxo porque ele está sentado além de aliviar sintomas de resfriado, pois a posição ereta ajuda a liberar o muco das vias respiratórias.

7)      Móbiles

Observar coisas fortalece os circuitos neurológicos na região do cérebro que controla o pensamento, ou seja, estimula o desenvolvimento  cerebral além de fortalecer os músculos oculares.

8)      Toque

Juntar vários tipos diferentes de tecidos e dar para o bebê brincar, ajudando-o a segurá-los. Isso estimulará a descoberta de novas coisas e no desenvolvimento do lóbulo parietal do cérebro, alem de aumentar a sensibilidade e melhorar a coordenação entre olhos e mãos.

9)      Banho

Se for possível tomar banho junto com o bebê, isso aumentará os laços criados entre vocês além de gerar confiança dele na água e ajudar no desenvolvimento muscular.

10)   Exercícios com as pernas e braços

Movimentar as pernas e os braços do bebê enquanto conversa e canta com ele ajuda no desenvolvimento muscular e melhora a habilidade motora e a coordenação. É uma brincadeira que promove a interação. Também desenvolve a memória do bebê que aprenderá palavras através das musicas cantadas para ele.

 

 

Autoestima – a construção começa na infância

Na difícil tarefa de criar os filhos muitos pais, mesmo sem querer, acabam destruindo a autoestima do filho, tornando-o sério candidato à baixa autoestima na vida adulta 

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Criar um filho exige muito mais que alimentação, roupas e presentes. O adulto que queremos que nosso filho seja um dia começa a ser moldado na infância, e, sim somos diretamente responsáveis pelo tipo de pessoa que nosso filho irá se tornar.

Chamamos de autoestima o sentimento de valor que uma pessoa tem sobre si mesma. Na missão de moldar essa confiança nos filhos, alguns pais escorregam e, por vezes sem querer, conseguem reproduzir o efeito contrário e criar uma criança que crescerá achando que é incapaz, com tendência a se desprestigiar.

Você está fazendo isso certo?
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Não existe fórmula mágica para se criar uma criança, mas é sabido que alguns ‘ingredientes’ não podem faltar: afeto, atenção, liberdade e sinceridade são muito mais importantes na construção do caráter do que coisas materiais. As crianças são muito sensíveis e, qualquer sinal de desequilíbrio vindo dos pais, faz com que ela perca o controle também.

A construção desde cedo da autoestima contribui para o desenvolvimento de uma criança mais tranquila, que lida melhor com frustrações, com maior capacidade de aprendizado e criatividade extrema. Na vida adulta, isso reflete em pessoas independentes, determinadas e seguras. Do contrário, a baixa autoestima apresenta indivíduos que sofrem por terem medo de errar, sem coragem de ousar por estarem presas a modelos sociais.

Mas, nem tudo são flores. Como colaborar para a formação positiva da autoestima de nossos filhos?

Devemos lembrar que as crianças são reflexo dos pais. Então, trabalhar a própria autoestima e buscar o equilíbrio e a aceitação sobre si próprio é, efetivamente, a principal atitude a ser tomada.

Muitas vezes, na hora da raiva, acabamos dizendo coisas duras demais para os pequenos que são muito sensíveis. Tomar cuidado redobrado com o que dizemos aos nossos filhos, evitam os traumas que em alguns casos, são irreversíveis.

Por outro lado, os elogios sinceros – e seu filho sabe quais são de verdade – são o maior incentivador da autoestima que uma criança pode ter.

A regra é simples: meça muito bem as palavras e sempre que merecido, elogie!

Cala a boca já morreu!

A melhor maneira de preservar seu filho é mantê-lo longe dos seus problemas de adulto e desenvolver com ele uma relação de confiança e respeito. O pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, listou no portal UOL 10 coisas que os pais jamais devem dizer às crianças. A lista,você confere aqui.

 

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Enalteça as qualidades de seu filho, o prêmio vem à longo prazo mas seu valor é imensurável!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um tapinha não dói?

Como construir uma relação de respeito com seu filho e educá-lo sem precisar apelar para violência física, verbal ou psicológica. 

Bater educa? Imagem meramente ilustrativa

Bater educa? Imagem meramente ilustrativa

Foi aprovada no último dia 21 a Lei da Palmada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados. A lei, que foi rebatizada de “Menino Bernardo” ainda tem que passar pelo Senado e divide opiniões. Existem pais defensores do tapinha no bumbum como forma de educar seus filhos e outros que são absolutamente contra.

Para especialistas bater no filho para conseguir com que ele te obedeça é uma armadilha ilusória de que você está no controle, mas que na verdade acarreta aspectos negativos na formação do seu filho como ser humano. A psicóloga infantil Daniela Freixo de Faria fala em seu canal no youtube que as crianças de hoje tem uma intolerância maior a falta de respeito e que viver o respeito em casa é extremamente positivo pois traz para o ambiente familiar harmonia, amor e superação de desafios.

Seu filho te respeita? E você, respeita seu filho? 

Seu filho é seu espelho: toda ação e comportamento que ele apresenta é, na verdade, reflexo de como os pais se comportam. Ensinar a respeitar vai além de conter as birras, muitas vezes, somos exemplo de falta de respeito: como nos comportamos no trânsito, como tratamos as outras pessoas, como cuidamos do meio ambiente e dos animais. Nossos filhos observam-nos o tempo todo e desta observação formam seu olhar sobre o certo e o errado.

Imagem reprodução

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Uma relação baseada em respeito mútuo, demora (até anos) para ser construída, mas ela leva para o ‘respeitar e ser respeitado’, ensina a criança a perceber quando está desrespeitando outras pessoas e ensina aos pais que as crianças são seres com sentimentos e que precisam ser respeitadas desde sempre.

E não para por ai: gritos, ameaças, humilhações e xingamentos são tão nocivos quanto bater numa criança.

Em entrevista ao portal ‘mulher’ do UOL o pediatra Moises Chencinksi explica que  “Se não se bate mais, por ser politicamente incorreto, e de fato inadequado, busca-se outras formas de ‘opressão’ para ‘educar’: gritar, castigar, xingar, ofender, humilhar…”
Partindo dessa lógica o especialista  propõe um questionamento: quem gosta de ser humilhado? Quem aprende algo assim? Quem pode ser feliz sendo tratado dessa forma?

Educar sem bater é possível!

Você pode até achar que uma agressão leve como um tapa no bumbum não faz mal, afinal de contas, quando a criança é corrigida com um ‘tapinha’ você consegue que ela pare de fazer o que estava te incomodando.

Segundo a terapeuta Daniela Freixo, a grande verdade por trás desse tapa é que a criança só para por que tem medo e isso só fará com que os tapas e a cena se repitam.
O caminho da educação pela violência gera medo, distanciamento e mentiras. Ensina à criança, principalmente que: ela deve temer os pais e que deve resolver seus problemas com o emprego de violência.

Imagem: Reprodução do blog pensaralem

Imagem: Reprodução do blog ‘pensaralem’

Respire fundo e conte até dez

Embora pareça difícil, a missão de educar sem desrespeitar não é impossível. O melhor mesmo é contar até dez e usar o diálogo como seu aliado. Vale sair de perto e dizer à criança que só voltará a conversar com ela quando ela (e você) se acalmar.
A rede “Não bata, eduque” defende a educação positiva e dá algumas dicas do que fazer para não precisar recorrer às palmadas na hora de educar seus filhos:

1. Se acalme – Respire fundo antes de chamar a atenção de seu filho ou filha. Evite discutir os problemas enquanto estiver com raiva, porque nesses momentos podemos dizer coisas inadequadas para a aprendizagem das crianças, que podem magoá-las tanto quanto nos magoariam se fossem dirigidas a nós.

2. Sempre tente conversar com as crianças, mantendo abertos os canais de comunicação – Entender porque algo está acontecendo ao conversar com a criança é o primeiro passo para encontrarem a solução juntos.

3. Seja o exemplo – É preciso que você mantenha um comportamento que possa ser seguido pela criança. Por exemplo, beber suco diretamente da garrafa irá ensiná-lo que esse é um comportamento adequado. Assim como falar mal das pessoas depois de encontrá-las. Seu filho aprenderá muito mais com o seu exemplo do que com o que você diz a ele sobre o que é certo ou errado.

Isso vale também para os pequenos atos de higiene do cotidiano: escovar os dentes, lavar as mãos antes de comer, etc. É mais fácil para a criança criar e manter essa rotina se você também a realiza.

4. Jamais recorra a tapas, insultos ou palavrões – Como adultos não queremos ser tratados assim quando cometemos um erro. Então não devemos agir assim com nossos filhos. Devemos tratá-los da maneira respeitosa como esperamos ser tratados por nossos colegas, amigos ou pessoas da família, quando nos equivocamos. Precisamos compreender que as crianças são seres humanos como nós adultos.

5. Não deixe que a raiva ou o stress acumulados por outras razões se manifestem nas discussões com seus filhos – Seja justo e não espere que as crianças se responsabilizem por coisas que não lhes dizem respeito.

6. Converse sentado, somente com os envolvidos na discussão – Isso contribui para uma melhor comunicação. Mantenha a calma e um tom de voz baixo, segure as mãos enquanto conversam. Ocontato físico afetuoso ajuda a gerar maior confiança entre pais e filhos e acalma as crianças.

7. Considere as opiniões e ideias dos seus filhos – Muitas vezes as explicações sobre o ocorrido não são nem escutadas pelos pais. É importante ouvir o que as crianças têm a dizer. Tome decisões junto com eles, comprometendo-os com os resultados esperados. Se o acordo funcionar, dê parabéns. Se não funcionar, avaliem juntos o que aconteceu para melhorarem da próxima vez. A conversa é fundamental.

8. Valorize e elogie as atitudes positivas – Ela colocou a roupa suja no cesto de roupas, fez um desenho para você, amarrou o calçado sozinha ou colocou no lugar algo que você pediu? Elogie. Todas essas pequenas coisas são frutos de um esforço da criança, e o elogio é um estímulo.

9. Busque expressar de forma clara quais são os comportamentos que não gosta e te aborrecem – Explique o motivo de suas decisões e ajude as crianças a entendê-las e cumpri-las. As regras precisam ser claras e coerentes para que as crianças possam assimilá-las.

10. “Prevenir é melhor do que remediar, sempre” – Criar espaços de diálogo com as crianças desde pequenos colabora para que dúvidas e problemas sejam solucionados antes dos conflitos. Integrá-las nas atividades do dia a dia evita que tentem chamar a atenção de outras formas.

Se precisa fazer compras e terá que levar seu filho pequeno, você pode deixá-lo ajudar nas compras, conversando com ele sobre o que está comprando. Peça para ele falar o que acha de um determinado produto. Se for uma criança mais velha, ela pode ter maior mobilidade e ir pegar outros produtos enquanto você está em outro setor do supermercado.

11. Peça desculpas, todos erramos – Caso tenha errado e se arrependido, peça desculpas às crianças. Elas aprendem mais com os exemplos que vivenciam do que com os nossos discursos.

12. Procure compreender a criança e saber o que esperar dela – Uma criança de um ano e meio já consegue se alimentar sozinha e este é um comportamento que deve ser estimulado pelos pais e educadores. Mas é preciso paciência e, ao invés de se irritarem com a possível “lambança” que a criança irá fazer, estimule-a a se alimentar por conta própria. Plástico ou jornais embaixo da cadeira que a criança está comendo torna mais fácil a limpeza do local depois da refeição.

13. Deixe as consequências naturais do comportamento inadequado acontecerem ou aplique consequências lógicas – Consequência natural: a criança está brincando de maneira violenta com seus brinquedos. Você a avisa que ele pode se quebrar, mas ela continua a brincar da mesma maneira até que ele finalmente se quebra. Logo em seguida ela pede para você comprar outro. Neste momento, você deve relembrá-la do aviso que lhe foi oferecido e negociar com ela esta nova compra.

Consequência lógica: a criança não cumpre com o que foi acordado com os pais sobre xingar os irmãos. Ela, então, ficará no “cantinho do castigo” o tempo adequado para a sua idade.

Homeopatia na Infância

 

 

O tratamento homeopático funciona melhor com crianças. Veja por quê. 

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A homeopatia não tem contra indicação, pode-se administrar a um bebê recém-nascido, desde quando haja uma consulta médica prévia. A escolha de um pediatra homeopata muitas vezes é feita antes do filho nascer, ainda na gestação. Quanto mais cedo uma criança começa a utilizar os benefícios da homeopatia, melhor é a resposta em relação ao tratamento.

As crianças costumam responder à homeopatia, porque, de modo geral, usam menos medicamentos (embora, infelizmente, na nossa cultura atual isso esteja mudando) e também por seu organismo ainda estar em formação, por não ter sido muito manuseado e ainda não apresentar doenças crônicas.

Vantagens da homeopatia frente aos tratamentos convencionais

O uso e reconhecimento da homeopatia como medicina cresceu muito nas últimas décadas e dentro deste crescimento observamos o aumento da utilização em lactantes e crianças. Isto deve-se principalmente, ao fato de muitos pais terem reconhecido a homeopatia como segura e sem efeitos tóxicos.

Por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos convencionais, principalmente quando são administrados aos bebês ou às crianças muito pequenas, muitos pais recorrem a  homeopatia para tratar problemas pediátricos, agudos ou crônicos, como a asma, as alergias, as cólicas, eczemas, inclusive as desordens de conduta, a otite, e a diarreia.

Como é a consulta?

A primeira consulta, como de praxe, é bem extensa e conta com uma investigação minuciosa da criança. O pediatra homeopata pode perguntar, inclusive, sobre o período gestacional, histórico familiar, temperamento, comportamento e hábitos (de sono, alimentares) da criança, entre outras coisas.  O objetivo é traçar um perfil e, a partir daí, sugerir qual o tratamento mais indicado àquela criança.

Se a auto-medicação é contra indicada na alopatia, isso reforça-se muito mais na homeopatia. É muito comum que alguns pais consultem amigos e familiares que têm filhos e que já usaram a homeopatia, para curar o que seu filho tem. Cada criança é unica, com uma realidade diferente e tem que ser avaliada diferentemente. Não se pode utilizar a mesma medicação homeopata de uma criança para outra, se por exemplo existir membros da família da criança que sejam alérgicos a determinado produto, é necessário que a homeopatia não contenha substâncias que possam provocar as mesmas reações alérgicas no bebê.

É importante ressaltar que,  muitos adultos apresentam respostas a tratamentos, às vezes mais favoráveis que crianças, portanto, nunca é tarde para procurar um profissional e iniciar um tratamento homeopático.

 

 

 

 

Socorro, meu filho não quer comer!

Pesadelo de todos os pais, a má alimentação das crianças é reflexo dos maus hábitos alimentares dos pais. 

O seu filho comia de tudo, dava gosto de ver, até que aos 2…3 anos: boom! Rejeita todos os alimentos que você oferece, faz intermináveis ‘greves de fome’, literalmente tranca a boca. Saiba que todos os pais passam por esta fase – a fase de inapetência –  e que é até natural que por volta desta idade seu filho perca o interesse pela hora da refeição. Isso acontece, principalmente, por que nesta idade a criança está muito mais interessada em explorar o mundo do que em comer.

Porém, como a alimentação é uma questão de hábito, é fundamental que os pais e familiares estabeleçam uma rotina alimentar e ofereçam alimentos nutritivos e saudáveis para que a criança não sofra com a má alimentação nesta fase, carregando os maus hábitos para a vida. Mudanças simples fazem toda a diferença.meu filho não quer comer

Desligue a TV

A hora da refeição é sagrada. Estabelecer uma rotina com horários, sentar-se a mesa e fazer da refeição um momento tranquilo livre de interferências – desligue a TV, rádio, telefones e celulares ou quaisquer outro eletrônico que possa atrapalhar – podem ajudar nessa batalha na busca por bons hábitos para os pequenos e também para os pais.

Você é o que você come

Não adianta querer que seu filho coma de tudo se você mesmo não o faz! O que vemos são crianças se adaptando aos maus hábitos alimentares dos pais. Afinal de contas, a criança não tem autonomia para escolher suas refeições, esta é uma tarefa dos pais. Olhe para o seu prato: o que você come?
Segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) apenas 4% das crianças comem 5 porções (a quantidade recomendada) de frutas, verduras e legumes por dia. Isso por que, apenas 3,5% dos pais possuem esse hábito também.

Como vencer?

Segundo a Pediatra Homeopata Dra. Ana Lucia Dias Paulo, o prato bonito  (no sentido de lúdico), colorido, bem elaborado, torna a refeição convidativa. Opte por vegetais diferentes, folhas e proteínas magras. Lembre-se que uma criança come pequenas quantidades, portanto não force seu filho a comer. Se você ver que a fase está se prolongando, procure um especialista.