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Exames de rotina que toda mulher deve fazer

Prevenir ainda é o melhor método conhecido para manter a saúde em dia. Por isso visitar o ginecologista, no mínimo, uma vez por ano deve fazer parte da vida de toda mulher após a primeira menstruação.

Como sabemos da importância de manter a saúde em dia o blog Blog Homeopatia e Saúde, um cantinho dedicado à informação da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, vai compartilhar os principais exames de rotina que as mulheres devem fazer no decorrer da vida.

Hemograma, exame de urina, Glicemia, colesterol total e suas frações, triglicerídeos, TGO e TGP (avaliação da função hepática) e creatinina (avaliação da função renal), são exames de rotina que precisam marcar presença durante toda a vida da mulher.

Consultar o ginecologista periodicamente independente da idade é fundamental na vida de qualquer mulher.

 

Aos 20 anos (ou com o inicio das relações sexuais)

Apesar de alguns cuidados preventivos serem importantes antes mesmo do início das relações sexuais, o exame de Papanicolau é um exame obrigatório para aquelas que já têm relações sexuais.

 

Antes de engravidar

Neste caso os exames de rotina (como colesterol, glicemia dentre outros) precisam ser os primeiros da lista.

Além desse, o médico pode solicitar também uma histerossalpingografia (exame de raio-X realizado com contraste), e uma histeroscopia (exame endoscópico), que têm como objetivo fazer uma avaliação mais profunda do sistema reprodutivo.

Outros exames sugeridos são sorológicos, que analisam a imunidade em relação a certas doenças como citomegalovirose, toxoplasmose e rubéola.

 

Pré-natal

São os exames, extremamente importantes, realizados no decorrer da gravidez, que reduzem os riscos de doenças e inclusive a morte do bebê e da mãe. Aqui podemos destacar a tipagem sanguínea, hemograma, ultrassom transvaginal e pélvico e avaliação da função tireoidiana, além das sorologias (HIV, toxoplasmose, Sífilis, hepatites B e C e rubéola).

 

Aos 30 anos

Doenças ligadas ao aparelho genital feminino ainda são fundamentais neste período da vida. Assim a colpocitologia oncótica, colposcopia e a ultrassonografia precisam fazer parte da rotina.

A prevenção do câncer de mama, por meio de exame clínico e mamografia, pode ser necessário para mulheres que possuem histórico familiar nesta fase.

O exame de densitometria óssea, aquele que avalia a presença de osteoporose, também é recomendado pelo médico patologista Dr. Paulo Roberto.

 

Aos 40 anos

A mamografia passa a fazer parte dos exames de rotina da mulher, além da avaliação cardiológica.

 

Aos 50 anos

Com o início da menopausa aumentam os riscos da mulher desenvolver a osteoporose, por este motivo a densitometria óssea se torna muito importante. A manutenção de exames como Papanicolau, mamografia e exames de sangue são tão importantes quanto.

 

Aos 60 anos

Os exames continuam os mesmos, o que muda é a frequência. Prevenir a osteoporose, e a visita ao cardiologista para prevenir a hipertensão arterial e doenças do coração devem ser intensificados nesta fase.

 

Você encontra o artigo completo no link: https://goo.gl/n6hEqb

 

TAGS: Prevenção, Hipertensão, Mulher, Saúde, Cuidados

Queda de cabelo em mulheres pode estar ligada a inúmeros fatores

ser mulherMuitas mulheres se queixam da queda de cabelo, e essa é uma situação que pode ocorrer com qualquer uma, em qualquer fase da vida. Buscando esclarecer alguns pontos sobre este assunto que o blog Homeopatia e Saúde buscou mais a respeito. Os médicos Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, da Clínica Similia, reforçam a necessidade de procurar auxílio profissional para detectar o que está acontecendo com o seu organismo, porque cada corpo reage de uma maneira.

Na maioria das vezes a queda de cabelo em excesso pode estar ligada a anemia, falta de nutrientes devido a uma má alimentação ou também problemas na tireoide. Por outro lado, existem alguns momentos pontuais da vida que podem levar a essa queda: se você acabou de passar por uma cirurgia, está se recuperando do parto ou está realizando tratamento com hormônios, pode ser que a queda de cabelo esteja ligada a isso. Nesse caso, o crescimento do cabelo deve ser normalizado em alguns meses.

Crescimento capilar

Você sabia que os fios de cabelo não se encontram na mesma fase? Até porque se isso fosse uma realidade, todos nós enfrentaríamos uma fase da vida carecas, não é mesmo? Os fios de cabelo têm vida útil, por assim dizer. Eles crescem e podem durar de dois até seis anos. Esse ciclo de crescimento apresenta três fases que são conhecidas como anágena, que é essa inicial do crescimento; a catágena, que é caracterizada pela pausa no crescimento dos fios, período este que pode durar alguns meses; por fim, a telógena, que é o momento em que o fio está se preparando para cair, já com um fio novo pronto para nascer no mesmo folículo. Este processo pode levar até três meses.

Causas

No caso da queda de cabelo feminina, como já vimos, pode estar relacionada a diversos fatores. Outras causas aparentes podem estar ligadas a este problema, conforme nós do blog Homeopatia e Saúde listamos a seguir:

– Herança genética;

– Enfraquecimento dos fios por deixá-los muito tempo presos ou esticados;

– Abuso de química nos cabelos, como tintura, alisamento, entre outros tratamentos capilares que exigem a utilização de muitos produtos;

– Dermatite seborreica;

– Excesso de peso;

download (1)Tratamento

As possibilidades da queda de cabelo são inúmeras, como pudermos ver, desde um fator natural do nosso organismo a uma possível doença ou sobrecarga de estresse. O importante é que se você está sofrendo com essa situação, consulte um dermatologista para avaliar da melhor forma o seu caso e iniciar o tratamento adequado.

Por que mulheres sentem mais sono e cansaço que homens?

Existe diferença na sensação de sono e cansaço entre homens e mulheres? A ciência diz que sim. E o Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, vai te contar o motivo por trás disso.

 

Quem disse?

Vários estudos científicos sugerem que as mulheres não só se sentem mais cansadas e exaustas que os homens, como também precisam de mais horas de sono que eles para estarem bem e saudáveis.

Um estudo realizado pelo Centro de Pesquisa do Sono, na Loughborough University (Reino Unido), comprovou que as conexões cerebrais fazem com que o sexo feminino necessite de mais horas de sono que pessoas do sexo masculino.

A pesquisa concluiu que elas precisam dormir mais porque acumulam mais atividades simultâneas durante o dia, o que também justifica o cansaço. O cérebro das mulheres funciona de modo diferente e o acúmulo de atividades exige mais das atividades cerebrais, aumentando a sensação de cansaço e exaustão. Os cientistas avaliaram um grupo de 420 pessoas, metade de cada sexo, e descobriram que mulheres apresentam mais problemas de saúde.

Outro estudo, dessa vez realizado pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças, nos Estados Unidos, mostrou que mulheres entre 18 e 44 anos são duas vezes mais propensas a se sentirem muito cansadas ou exaustas em comparação aos homens da mesma idade.

A especialista Lisa Shives também afirma que as mulheres têm o dobro de probabilidade de terem insônia. E justifica: uma vez que as mulheres agora trabalham fora, mas ainda são responsabilizadas com grande parte dos afazeres domésticos e familiares, faz sentido que se sintam mais esgotadas.

 

E o que fazer para resolver?

A resposta pode parecer óbvia: dormir. Ainda que isso não seja tão fácil na correria do dia a dia, ignorar os sinais de cansaço e exaustão do corpo é uma atitude muito perigosa. A falta de sono apropriado aumenta os riscos de:

  • Hipertensão
  • Câncer
  • Diabetes
  • Depressão
  • Aumento de peso
  • Estresse psicológico
  • Instabilidade emocional
  • Irritabilidade

 

Essas são só alguns dos riscos, mas o efeito em cadeia pode trazer muitos outros problemas de saúde que o corpo notifica através de sinais, como fadiga, lapsos de memória, baixa imunidade, entre outros.

Lisa Shives diz que as pessoas tratam o sono como se fosse uma atividade recreativa e tendem a cortá-lo de sua agenda, mas frisa: “sono não é negociável”. Organizar a agenda diária de modo a se permitir dormir melhor é essencial.

Além disso, outras práticas recomendadas são a mudança dos hábitos alimentares, com especial atenção ao que se come antes de dormir, e a prática regular de exercícios para aliviar o estresse e ajudar o corpo a descansar melhor.

Ser Mulher – Ciclo menstrual no pós-parto

Após a mulher dar à luz, seu corpo passa por um processo para “retornar” ao que era antes de engravidar. Nesse processo o útero diminui, entre outras coisas. O Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, na série “Ser Mulher”, tenta explicar de forma simples, o que acontece no corpo da mulher nessa etapa.

A gravidez é um momento lindo, mas muito difícil para a mulher. As mudanças no corpo da mulher, nos hormônios, tudo é muito incomodo para ela. Verdade seja dita, mas ficar gravida não são apenas flores. Muitas mulheres já assumem abertamente que odiaram essa sensação das mudanças do corpo. E após o parto, as mudanças não cessam. Na verdade, essa etapa é marcada por duas características totalmente interligadas: uma é o retorno do útero e ovário à condição inicial, de antes da gravidez, e a segunda é sobre à lactação. Vamos entender o que ocorre no corpo da mulher que acabou de ter neném, para ele voltar às condições “normais” de antes da gravidez.

gravidez-resultados-testesEsse período que popularmente é conhecido como quarentena, pois dura em torno de 40 dias ocorre o chamado “puerpério”. Se você nunca ouviu falar nesse nome, não tem problema, você provavelmente sabe o que é, só não está ligando o nome à pessoa. O puerpério é o sangramento via vaginal que ocorre na mulher logo após ela parir. E apenas para esclarecer, não é a mesma coisa que menstruar. É importante ressaltar que nesse período o sexo não é recomendado, pois o organismo da mulher está se refazendo, e além de causar dor para ela, as chances de uma gravidez nesse período são muito grandes.

Esse sangramento, ou seja, o puerpério tem fluxo intenso inicialmente, e coloração avermelhada. À medida que o útero se contrai e vai voltando ao tamanho normal, o fluxo diminui e a cor muda: se torna rosa, passando por marrom até ficar amarelado. Se o parto foi normal, o fluxo pode ser mais intenso, já que a retirada da placenta estimula a expulsão dos tecidos restantes, promovendo a regeneração uterina. Porém, após o fim do puerpério é natural ficar sem ovular e, portanto, sem menstruar também durante alguns meses.

Esse processo de bloqueio da ovulação ocorre no organismo por conta de hormônios produzidos durante lactação. A menstruação, em geral, volta ao normal, quando o bebê não mamar tanto, pois esses hormônios do aleitamento diminuem, e o corpo passa a ovular e, consequentemente, a menstruar.

Mas é importante ressaltar que na medicina nada é exato como na matemática. Algumas mulheres podem começar a ovular, mesmo enquanto amamentem, ou até mesmo enquanto ainda estão no puerpério, correndo o risco de engravidar nesse período.

imagesSe não há desejo de engravidar novamente, nesse período o mais eficaz é utilizar um método contraceptivo. O ideal, sem dúvida, é o uso de preservativo, já que o anticoncepcional, nesse caso, não é indicado, por conta da lactação e amamentação.

É importante também ficar atenta a qualquer alteração do sangramento. Se ele estiver muito intenso, com coágulos grandes, cheiro ruim ou se a mulher apresentar ter febre e calafrios é sinal de que alguma coisa está errada, e deve-se procurar o médico imediatamente.

Consulte um médico de sua confiança e leia as dicas do Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

 

Ser mulher – Anticoncepcional faz mal?

ser mulherHistoricamente, o surgimento da pílula anticoncepcional foi um avanço da saúde e um grito de mulheres ao direito de controlar a própria fertilidade. A pílula teve um papel fundamental na emancipação feminina e na revolução sexual, mas 55 anos depois ainda há polemica quanto aos efeitos que esse medicamento pode provocar no corpo da mulher. O Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, quer ajudar às mulheres a decidirem de forma consciente, conhecendo os prós e contras, se querem ou não fazer desse medicamento.

Para começar é bom lembrar, o anticoncepcional é um medicamento e como tal nenhuma pessoa deve consumi-lo sem a orientação de um médico que, ao se detectar o desejo e necessidade, vai solicitar exames para poder indicar o melhor para cada pessoa. Dito isso, é bom também lembrar, que apesar da facilidade que o anticoncepcional proporciona, o uso do preservativo é obrigatório, pois o medicamento em si não previne as DST.

 

Conheça os pontos positivos do uso do anticoncepcional

– Fim da TPM – o anticoncepcional é responsável pelo fim, ou pela diminuição drástica dos sintomas da TPM – Saiba mais sobre a TPM.

– Melhora da oleosidade da pele – o uso dos hormônios ajudam a controlar a oleosidade da pele.

– Redução do fluxo menstrual – como o anticoncepcional bloqueia a ovulação, o útero não tem todo o ciclo, não recebe o óvulo, por isso o fluxo menstrual também diminui. É comum, também, o fluxo ser escuro, com aparência de borra de café.

– Ajuda a prevenir o câncer – O uso continuo do anticoncepcional ajuda a prevenir câncer de ovário e de endométrio. Se houver casos de câncer na família, porém, a mulher deve informar o médico, pois cada caso deve ser avaliado antes de iniciar o método.

– Forma reversível de controle de natalidade – com o uso do anticoncepcional, quando a mulher decide engravidar, basta ela parar de tomar o medicamento. O seu organismo volta a se preparar mensalmente para a chegada de um bebê.

– Menstruação regular – com o uso do medicamento, os ciclos menstruais ficam regulares.

– Tratamento – o anticoncepcional é indicado para o tratamento de algumas doenças como miomas e ovários policísticos.

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Conheça alguns dos riscos do uso do anticoncepcional

– Trombose – estima-se que o uso dos hormônios aumente o risco de a mulher sofrer trombose. Caso aja alguém na família que teve essa doença, a pessoa seja fumante, sedentária, obesa, diabética, hipertensa ou com alguma doença cardiovascular é importante informar ao médico, que vai fornecer o veredito sobre o uso ou não da pílula.

– AVC – Além da trombose, os mesmos fatores acima citados, com o uso dos hormônios presentes no anticoncepcional há um aumento de chances de sofrer um AVC (acidente vascular cerebral).

– Varizes – Algumas combinações hormonais presentes em algumas das pílulas anticoncepcionais podem provocar varizes. Se você tem tendência ao aparecimento de varizes, converse com o seu médico sobre isso.

– Diminuição do desejo sexual – algumas pílulas podem diminuir a libido. Se isso acontece com você, converse com o seu médico.

 

Mitos e verdades

Algumas histórias contadas, porém, não passam de mitos. Conheça algumas delas

– A proteção só começa a valer na segunda cartela – Na verdade, a partir do primeiro comprimido, e se consumido de forma correta, diariamente, no mesmo horário, o anticoncepcional já apresenta proteção a partir do primeiro comprimido.

– Infertilidade com o consumo prolongado – Não há nenhuma relação da infertilidade ao consumo prolongado do medicamente. Nem há nenhuma evidência de infertilidade, mesmo que momentânea, após parar de consumir o remédio.

– Antibiótico corta o efeito do anticoncepcional – a maioria dos antibióticos não produzem esse efeito, porém, informe ao médico se utiliza anticoncepcional se for ser medicada.

– Pausas constante – Para mulheres que usam o anticoncepcional por muito tempo, costumava-se indicar uma pausa, a cada 2 ou 3 anos, de alguns meses sem o uso do medicamento, mas, como os medicamentos atualmente contém uma dosagem bem pequena dos hormônios, não é mais necessária essa pausa.

– Troca de dosagem periodicamente – Há relatos que dizem que com o tempo o anticoncepcional provoca outros efeitos colaterais. Isso acontece porque o organismo se adapta ou reage àquele hormônio sintético. Para evitar isso, recomenda-se a constante avaliação e, se necessário, mudança de dosagem, para adequação do organismo.

– Lactação e amamentação – pode-se tomar, mas é indicado o uso do hormônio progesterona, que não interfere no leite.

 

Adolescente

Gravidez indesejada é ruim em qualquer idade, mas na adolescência os impactos são ainda maiores e mais duradouros. As jovens, ao descobrir que está grávida, interrompe os estudos, o que afetará, não apenas a sua vida, como também à dos seus filhos, com oportunidades econômicas e sociais. Sem falar que na adolescência a mulher correr mais riscos durante o parto.

Por isso, após a menarca, a primeira menstruação na menina, é importante levar a adolescente ao ginecologista e, caso indicado por ele, controlar o consumo do medicamento junto à menina. Vale sempre lembrar que uma educação transparente e consciente ensina e mostra as consequências.

Saúde da Mulher – 8 situações que podem prejudicar até a vida sexual

habitos-detonam-vagina-vida-sexual-1A região íntima da mulher merece cuidados que são importantes para evitar irritações, infecções e corrimentos, entre outros problemas. O Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, recomenda que toda mulher deve frequentar um ginecologista de confiança periodicamente.

Porém, pensando em alertar para algumas situações comuns, selecionamos um texto do portal Vix, que apresenta 8 situações corriqueiras que podem atrapalhar a saúde da mulher. Leia atentamente, e caso tenha dúvidas, procure seu médico de confiança:

1 – Não compartilhe o sabonete – Cada pessoa deve usar o seu sabonete. O mesmo vale para buchas e esponjas de banho, no caso de uso de sabonete líquido. Aliás, a melhor opção é mesmo os sabonetes líquidos, que evitam a situação do compartilhamento.

2 – Cuidado com o uso de lenços umedecidos – Numa emergência o uso desses produtos pode ser útil, mas, se usados com frequência, podem causar alergias e irritações, já que esse tipo de produto contém substâncias químicas, como as que geram o perfume. ATENÇÃO também ao uso de lenços umedecidos em crianças, pois pode também fazer mal.

3 – Papel higiênica perfumado – da mesma forma que o lenço umedecido, as substâncias químicas que dão cheiro ao produto também são as responsáveis por desencadear alergias e coceiras. Dê preferência a versão tradicional, sem perfume, o produto. Leia na íntegra as 8 dicas http://goo.gl/Xph1xu

Alerta sobre Sífilis

homeopatia e saudeConsiderada erradicada, a sífilis assusta com o alarmante crescimento em números de doentes, aqui no Brasil, segundo aponta a reportagem do portal Bolsa de Mulher.

O que mais assusta além do alarmante aumento de casos, é a declaração do Ministro da Saúde, que a Penicilina, principal medicamento que combate essa doença, está em falta no país.

Ainda segundo a reportagem que o blog Homeopatia e Saúde, e os doutores Ariovaldo Ribeiro Filho e Ana Lucia Dias Paulo da Clínica Similia selecionaram, infectologistas apontam que não foram os casos que aumentaram, e sim a forma de controle e as notificações, por isso os números do ministério da saúde parecem inflados.

Leia a matéria na íntegra http://goo.gl/nKkaUO

 

 

Série Ser Mulher – Candidíase

Candidíase: saiba as causas e sintomas desta infecçãoser mulher

Mulheres jovens, na faixa etária dos 18 aos 35 anos, estão mais suscetíveis a desenvolver uma doença chamada candidíase. Esta nada mais é que uma infecção na região vaginal ocasionada pela presença excessiva do fungo Candida albicans, e que pode causar muito desconforto em diversos aspectos da vida da paciente. Para que você fique melhor informada sobre este assunto, o blog Homeopatia e Saúde, por meio do Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, da Clínica Similia, selecionou informações importantes sobre esta infecção para sanar suas dúvidas gerais.

Estudos mostram que 75% das pessoas do sexo feminino contraem essa infecção ao menos uma vez na vida. Outro percentual que chama a atenção mostra que em até 25% dos casos de corrimentos na região genital têm como fonte a candidíase. Os fungos em excesso na vagina ocasionam uma inflamação e alguns sintomas um tanto quanto desconfortáveis para as mulheres. No entanto, especialistas afirmam que esta não é uma doença sexualmente transmissível e que pode chegar a ocorrer mesmo que não haja contato íntimo com outra pessoa.

homeopatia e saúde

Sintomas

A Candidíase de origem vaginal tem como característica presente, além de um corrimento esbranquiçado, vermelhidão e intensa coceira no local – tanto na vulva quanto no canal. Há ainda desconforto na hora de urinar e durante as relações sexuais as mulheres podem sentir dor. As mucosas da vagina ficam bem inflamadas e essa inflamação pode facilitar a contaminação por outras doenças, como DSTs e até mesmo o HIV.

Qualquer vagina conta com esses microorganismos, como bactérias e fungos, que fazem parte da flora vaginal, mas que não conseguem se proliferar devido à defesa do próprio organismo a partir de anticorpos e lactobacilos que impedem o desencadeamento de infecções. Quando a imunidade está baixa, facilitando a baixa resistência, os fungos passam a se desenvolver desenfreadamente e a partir disso os sintomas aparecem. Pico de estresse também é um fator que pode desencadear essa doença e pessoas que têm predisposição a alergias também estão suscetíveis à infecção.

A infecção pode ser detectada corretamente a partir de exames clínicos em consultório. O exame de Papanicolau é um dos meios para descobrir efetivamente o que a mulher está manifestando – é realizada uma raspagem no canal da vagina e também no colo do útero, e esse material é encaminhado para uma análise.


Fator de risco

Há ainda alguns fatores de risco no que diz respeito à candidíase. É o caso do uso de alguns antibióticos, que tendem a reduzir a flora de microorganismos que combatem possíveis infecções na região da vagina. Roupas íntimas muito apertadas e sintéticas, bem como calças ou bermudas coladas ao corpo podem contribuir para o aparecimento dessa doença. Para quem usa desodorante íntimo frequentemente, tenha bastante atenção, pois em alguns casos esse uso pode desencadear a proliferação excessiva de fungos. Outro ponto que chama a atenção trata das alterações hormonais, seja na gravidez ou em tratamentos até mesmo com anticoncepcionais. Diabéticos também devem dar maior atenção a esse caso, pois têm maiores chances de desenvolverem em decorrência do excesso de açúcar na circulação do corpo – isso faz com que haja um estímulo à proliferação de fungos.

Tratamento

No processo de tratamento da infecção causada por esses fungos, é de suma importância que a mulher não use roupas inadequadas, muito apertadas por exemplo. Duchas na região vaginal também é um hábito que pode ser suspenso, bem como a utilização de desodorantes para a região íntima. É recomendado que a paciente não mantenha relações sexuais durante o tratamento, mas, caso mantenha, que use camisinha. O tratamento adequado deverá ser passado pelo profissional da área médica, isso porque cada caso necessita de uma atenção e indicação adequada. Geralmente são receitados remédios antimicóticos e também pomadas antifúngicas para serem aplicadas na região afetada.

Prevenção

É possível prevenir a candidíase ao manter a pele da vagina sempre limpa e seca. Além disso, o blog Homeopatia e Saúde listou outros itens que podem ser seguidos a fim de prevenir a aparição desta doença:

– Manter um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada aliada à prática frequente de atividade física também contribui para o fortalecimento do organismo e consequentemente da imunidade.

– A higiene deve ser rigorosa e ao escolher as roupas a serem utilizadas, opte por peças de algodão e confortáveis.

– Evitar o uso frequente de absorvente interno, assim é possível desviar de uma possível infecção como esta.

Série Ser Mulher – Ovários Policísticos

ser mulherCerca de 30% da população feminina é afetada por esse mal, por isso o Blog Homeopatia e Saúde e os doutores Ariovaldo Ribeiro Filho e Ana Lucia Dias Paulo detalham tudo que você precisa saber sobre esse assunto.

O que é?

A Síndrome dos Ovários Policístico é um distúrbio que interfere no processo normal de ovulação em virtude de desequilíbrio hormonal que leva à formação de cistos. O aparecimento de cistos durante o processo de ovulação faz parte do funcionamento dos ovários, mas eles desaparecem a cada ciclo menstrual.

Quando a mulher sofre dessa síndrome, os cistos permanecem nos ovários e mudam a sua estrutura. Isso faz com que o ovário cresça até três vezes mais na sua largura do que o tamanho costumeiro durante a ovulação.

A disfunção pode levar à secreção de hormônios masculinos (androgênios) em excesso. A portadora da síndrome ovula com menor frequência e tem ciclos, em geral, irregulares. Estima-se que cerca de 20% das mulheres em idade fértil são afetadas por essa síndrome.

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É difícil determinar os fatores que levam o desenvolvimento dessa disfunção. Acredita-se que a origem seja genética, porque há 50% de chance de desenvolvê-la nas irmãs ou filhas de uma mulher que possua o distúrbio. Também há fortes indicações de que sua origem esteja ligada à produção exagerada da insulina pelo próprio corpo. O desequilíbrio hormonal pode ser ocasionado pelo aumento exagerado de insulina no organismo.

Sintomas

Os sintomas mais comuns podem incluir:

  • Ciclos irregulares.
  • Diminuição da frequência de ovulação.
  • Dificuldade para conseguir engravidar.
  • Desenvolvimento de: doenças do coração, diabetes tipo 2 e obesidade.

Porém, existem casos em que há uma produção muito grande de hormônios masculinos. Nessas situações podem ser vistos sinais bem específicos, como:

  • Manchas na pele. Muitas vezes nas axilas ou na parte de trás do pescoço.
  • Aumento fora do comum da oleosidade da pele; e às vezes, por consequência, o aparecimento de espinhas e cravos.
  • Uma acentuada e anormal queda de cabelo.
  • Aumento incomum do peso corporal.
  • Crescimento acentuado de pelos nas regiões do baixo ventre, queixo, seios, e buço.

Diagnóstico

É necessária uma avaliação médica para ser diagnosticado, e exames específicos para comprovação. É preciso saber se os sintomas não são causados por problemas com a tireoide ou a glândula suprarrenal. Não basta só um ultrassom isolado para diagnosticar a síndrome. Os exames mais comuns solicitados pelos médicos são:

  • Dosagem dos hormônios Estradiol, FSH, LH, TSH, S-DHE, Testosterona total, e 17-OH progesterona (entre o 2º e 3º dias do ciclo menstrual).
  • Ultrassom pélvico.
  • Curva de insulina comparativa com a curva de glicemia.

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Tratamentos

Pode-se controlar essa síndrome com remédios alopáticos. Os ginecologistas costumam indicar o uso de anticoncepcionais hormonais como pílulas e anéis vaginais, que protegem os ovários e diminuem os níveis de hormônios masculinos e de insulina.

Mulheres que querem engravidar precisam usar anticoncepcionais hormonais, no início do tratamento, para estabilizar os períodos de menstruação e suspender o uso de anticoncepcional depois da regularização da menstruação. Esse tratamento aumenta a chance de ovulação e gravidez.

Outra maneira de aumentar as chances de gravidez são os produtos que induzem a ovulação. Caso a mulher com a síndrome tiver altos níveis de insulina, os médicos usarão remédios para diminuir a produção dessa substância. Durante a gravidez, esses remédios podem ser usados até a 36ª semana de gestação.

Outros cuidados

Para controlar os sintomas, os médicos sempre orientam as pacientes terem dietas mais leves. Isso é mais aconselhado ainda quando existe obesidade. Normalmente, é indicada a prática de exercícios físicos, para benefícios mais potencializados. E em alguns casos, são indicados tratamentos com cosméticos sob a orientação de um dermatologista.

Ser Mulher – O que é Endometriose?

O principal fator que leva a mulher a infertilidade, a endometriose afeta entre 7 a 10 milhões de mulheres, somente no Brasil. Entenda nesse texto do Blog Homeopatia e Saúde, o que é, quais as causas e tratamentos da Endometriose.

O que é endometriose?

Silenciosa na maior parte das vezes, a endometriose atinge mulheres desde a primeira menstruação até a última e o diagnóstico definitivo acontece por volta dos 30 anos de idade. No Brasil, são entre 7 e 10 milhões de mulheres sofrendo com a doença e dessas, 30 % correm o risco de ficarem estéreis devido ao desconhecimento tardio e o tratamento errado da doença.

endometriose - similiaPara entender melhor: o endométrio é o tecido que recobre o interior do útero e a doença se caracteriza quando esse tecido cresce fora da cavidade uterina, atingindo órgãos como intestinos, trompas, bexiga, ovários, vagina e reto e causando severas inflamações.

Além de causar dores intensas, desconforto pela hemorragia menstrual, a doença atinge também o lado emocional da paciente, uma vez que sua qualidade de vida se torna muito comprometida, impedindo ou prejudicando sua vida social e atividades normais.

Principais sintomas:

  • Menstruação intensa com fortes cólicas
  • Dor pré-menstrual
  • Dor e desconforto durante a relação sexual
  • Dor na região da pélvis
  • Cansaço extremo
  • Dor ao defecar
  • Dor ao urinar
  • Gases
  • Inchaço abdominal
  • Presença de sangue na urina e fezes
  • Dificuldade para engravidar
  • Alteração intestinal e urinária, durante o período menstrual

Qual a causa da endometriose?

Não há uma pesquisa conclusiva sobre a causa, o que se sabe de fato é que a doença acomete mais as mulheres com histórico familiar de endometriose, como filhas e irmãs de pacientes com o diagnóstico, onde um baixo nível de progesterona que causa um descontrole hormonal pode ser um dos fatores do surgimento da doença.

Outra provável causa é a menstruação retrógada, quando uma parte do sangue menstrual flui através da trompa. No entanto, é importante frisar que muitas mulheres com endometriose não acusam sintoma algum dos citados, e só descobrem a doença quando não conseguem engravidar. Especialistas sugerem que a vida moderna, onde a mulher demora mais a engravidar porque privilegia a profissão, tem menos filhos e, portanto, menstruam por mais tempo, também pode ser considerado um fator para o surgimento da doença.

Para confirmar o diagnóstico, é necessário realizar uma videolaparoscopia, ultrassonografia ou ressonância magnética. Pode ser importante também a realização de uma biópsia, a fim de identificar o grau da lesão nos órgãos atingidos, mas apenas se a situação parecer mais grave.

Porque a endometriose pode causar infertilidade em mulheres saudáveis?

Durante a ovulação na mulher saudável a trompa abraça o ovário, provocando a fertilização normal. Com a presença da endometriose, a trompa está grudada pelo tecido impedindo a fertilização.

Como é feito o tratamento?

É primordial um tratamento correto, que pode ser simples, a base de contraceptivos hormonais, antiinflamatórios, analgésicos e hormônios ou, se a gravidade da doença exigir, intervenção cirúrgica de pequeno porte e de rápida recuperação. O tratamento varia conforme a área que foi afetada, o grau de intensidade dos sintomas e da inflamação, a tolerância da paciente quanto aos sintomas exibidos (como dor, desconforto, ansiedade, depressão), a idade, o estilo de vida, etc..

Aliados aos medicamentos, os exercícios físicos específicos, como os aeróbicos e uma alimentação mais saudável são extremamente importantes para uma resposta positiva mais rápida. Uma dieta balanceada para diminuir o peso é indicada, já que a gordura corporal em pacientes acima do peso demonstra aumentar a gravidade da doença.

Após o tratamento, as chances de a mulher engravidar se tornam bem maiores, o que também favorece na cura da própria doença. Mulheres que já não estão mais em idade fértil que já entraram na menopausa também podem ter endometriose, uma vez que a falta de estrogênio pode agir no desenvolvimento da doença.

Portanto, fique sempre atenta aos sintomas e mesmo que não tenha percebido a presença deles, estar em dia com seus exames clínicos e com suas consultas médicas é a melhor forma de se prevenir ou tratar-se com segurança e tranqüilidade.