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Amamentação não é só fome: entenda!

O leite materno é o alimento mais importante para o bebê e deve ser sua fonte exclusiva de alimentação até o sexto mês de vida, conforme a Organização Mundial de Saúde. Mas se você está preocupada se seu bebê está mamando demais, saiba que o leite materno não é só alimento. Amamentar é muito além da fome!

Confira esse artigo especial que o Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, selecionou para as mamães!

Além de saciar a fome, o leite também acaba com a sede. O leite materno tem diferentes estágios durante a mamada e a primeira fase é mais aquosa. Muitas vezes o bebê pode pedir peito não por sentir fome, mas sim sede.

Outro motivo é o sono. A sucção, o calor emitido pelo contato pele a pele e o ritmo da batida do coração da mãe ajudam o bebê a se acalmar e adormecer. São condições que remetem ao longo tempo que ele esteve no útero da mãe: calor, batidas do coração, sensação de segurança e aconchego.

A mamada é um momento de vínculo muito especial entre a mãe e o bebê e é, além de alimento para o corpo, um alimento emocional muito importante para o desenvolvimento da criança. Outros motivos para o bebê pedir peito são:

  • Saudades da mãe/útero
  • Sentir-se sozinho
  • Sentir-se com medo
  • Sentir-se inseguro

Para saber mais sobre a amamentação, leia na íntegra: https://goo.gl/XriShJ

Tags: amamentação, leite materno, homeopatia e saúde, maternidade

 

É possível driblar os desafios da maternidade em tempos atuais

ser mulherTraumas vivenciados durante a infância podem refletir no desenvolvimento de algum aspecto da vida adulta deste indivíduo que sofreu essa situação. Era isso que o criador da psicanálise Sigmund Freud defendia com a descoberta do inconsciente. O que isso poderia influenciar, então, no processo da educação dos filhos e da maternidade? Essa afirmação gerou certo receio e ansiedade nas mães. Até porque a presença materna influencia muito nessa etapa de vida do pequeno, que absorve a voz, expressão do rosto, gestos e movimentos mais sutis, entre outros aspectos que configuram cerca de 80% dessa comunicação inicial.

Esse vínculo materno construído inicialmente deve ser rompido em algum momento para que a criança, então, perceba que há um mundo no entorno dela e que é possível buscar outros laços afetivos além da genitora. Entender todo esse processo influencia muito em ser mãe atualmente, porque toda atitude é pensada levando em consideração a consequência futura. Nesse caso, se a mãe for muito protetora com o filho, vai reforçar a ideia de um apego excessivo. Por outro lado, o pouco contato vai refletir também em problemas na vida do pequeno.

A missão da maternidade moderna é justamente buscar um equilíbrio entre as formas de relação e os vários campos de atuação, como trabalho e também maternidade. Esse é um processo contínuo, demorado, mas que pode contribuir imensamente para a vida de um adulto pleno, feliz e saudável. Buscando auxiliar o leitor com informações pertinentes a este assunto o blog Homeopatia e Saúde, vinculado à Clínica Similia, do Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e também a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, que é pediatra e homeopata, apresenta aqui dados relevantes sobre o tema.

Mudanças

k19229617Em um momento da vida chegamos a refletir: como é que nossas avós e bisavós davam conta de criar tantos filhos? Não raro eram cinco, dez proles em uma casa. Atualmente, segundo um levantamento do IBGE, o número de filhos por família é de 1,6. Muitas mudanças ocorreram ao longo dos anos e as dificuldades também parecem ser outras, até mais complicadas, porque a vida moderna impõe que a mulher concilie a vida profissional – que antigamente era restrita ao lar – o trabalho doméstico, o relacionamento com o cônjuge e a responsabilidade adicional de criar o filho.

O impacto dessa transformação pode ser ainda maior se a gravidez não foi planejada, o que ocasiona uma verdadeira mudança brusca no comportamento e também padrão de vida da mulher – por isso se faz tão importante ter o apoio incondicional da família nesse momento. Ter um bebê a caminho é a certeza de que tudo o que foi trilhado até então terá de ser readaptado para a nova realidade.

Em contraponto, quando a gravidez é algo planejado entre o casal, pode gerar mais felicidade que desespero como a situação anteriormente descrita em um primeiro momento pode causar. A preparação já foi computada e as mudanças são menos bruscas, porque os pais já estavam se preparando para este momento.

Necessidade

Chegar a esse equilíbrio pode ser muito difícil, até porque não sabemos qual é o limite ideal de atenção dispensada ao filho, não é mesmo? Criar outro ser humano, sendo responsável por sua educação e desenvolvimento, é de uma responsabilidade tremenda, principalmente porque não há fórmula mágica ou um manual de instruções que nos auxiliem nessa missão. A tarefa dos pais é descobrir, no dia a dia, o melhor caminho para criar seus filhos. Para as mães existe um processo mais complicado em relação a isso porque o vínculo é construído desde a gestação, uma vez que ela carrega no ventre a criança por nove meses. Posteriormente, os pais também constituem vínculos mais fortalecidos.

Nesse ponto, embora a criança seja dependente de outras pessoas para sobreviver, é importante que ela desenvolva certa independência. Nesse ponto, são as pequenas dificuldades ou traumas e frustrações que vão contribuir com esse crescimento. Causar esse tipo de desconforto no pequeno, de não atender a todas as solicitações, é um caminho inclusive saudável para o próprio desenvolvimento e senso de liberdade dele.

Conciliação

Trabalhar fora é completamente normal hoje em dia para as mulheres, e é importante se preparar para o final da licença maternidade, quando as diversas atividades desempenhadas começam a voltar para o lugar. Não se culpe por ter de deixar a criança aos cuidados de outras pessoas ou não tente compensar sua ausência em decorrência do trabalho com presentes em excesso ou muita liberdade para que o filho faça o que bem entender. Há outras formas de conciliar esses aspectos da vida sem prejudicar o desenvolvimento dos pequenos, sem deixar de lado os dois sonhos, de ser uma profissional bem-sucedida e mãe. Qualidade do contato com os filhos é mais importante do que quantidade.

Pré-natal e homeopatia

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Na primeira postagem da série Ser Mulher, entenda como a homeopatia auxilia de maneira eficaz e natural, o período gestacional. Ela promove o bom desenvolvimento do feto na medida em que orienta, ampara e prepara a mulher para a grande missão de ser mãe.

 

Todos sabem da importância do pré-natal como garantia de que mãe e filho mantenham-se saudáveis durante a gestação. Nas consultas que acompanham o período gestacional o obstetra fará o acompanhamento do desenvolvimento do bebê e da saúde da mãe, o diagnóstico de intercorrências clínicas e/ou obstétricas, além de preparar futuros pais (sim, é muito bom que o pai participe do pré-natal, juntamente com a mãe) para o parto, assim como para a amamentação. Por isso, seria muito bom que o acompanhamento pré-natal começasse antes mesmo da concepção.

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Pouca gente sabe, mas, o pré-natal realizado por um obstetra homeopata traz inúmeros benefícios à saúde gestacional, além de tratar de forma natural desconfortos comuns do período como: náuseas, insônia, constipação intestinal, câimbras, hipertensão arterial, ansiedade e vários outros. Sem contar que ajuda a gerar um bebê menos propenso a adoecer.

A investigação detalhada da vida da mãe e do pai da criança, a escuta sobre peculiaridades da saúde física, mental e espiritual ajudam o obstetra homeopata a construir uma espécie de perfil daquela gestação e, com a ajuda da homeopatia, oferecer um pré-natal específico para cada caso.

 

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O médico feminólogo, especialista em ginecologia e obstetrícia, homeopatia e sexualidade humana Dr. Eliezer Berenstein, explica que no pré-natal cada detalhe é importante: “A mulher deve ter conhecimento de todas as patologias que ela teve durante sua vida. É importante relatar esses fatos para seu ginecologista antes de pensar em engravidar. Algumas doenças que são benignas durante nossa vida assumem papel importante e diferente durante a gravidez, podendo afetar mamãe e bebê”.

Para Berenstein “Gestar para o ser humano é criar expectativas. Dessas inúmeras expectativas que se tem se o bebê vai ser de um jeito ou de outro, o casal acaba projetando uma série de fantasias e expectativas para depois que o bebê nasce. E, com isso, perdem muito o trajeto da gravidez em si. O casal acaba tendo uma gravidez imperfeita na espera de um bebê perfeito”. Portanto, o médico considera de suma importância durante o pré-natal, tratar a sexualidade da gravidez, a preparação o corpo para o parto e, mais do que tudo, incorporar a presença do parceiro na gestação. Esse compartilhamento é o que se busca num parto humanizado, onde o pai da criança deixa de ser um mero expectador e passa a ser parte atuante da gestação, do parto e do pós-parto.

Parto Humanizado: o pré-natal homeopático em pró do parto natural


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ART 1 MAMÁS BLOGUERAS - RECIEN NACIDO - EMBARAZO - Nace un bebé y nace una cadena

Quando se descobriu grávida pela segunda vez, Edilene Gualberto procurou saber sobre a humanização do parto, para “não cair na cesárea novamente” como ela mesma diz.
Mãe de 3 filhos, advogada e blogueira do blog Etc & Mãe, buscou por um médico no Google e, confiando na intuição e nas informações que conseguiu, chegou até sua obstetra e homeopata Betina Bittar.

Como Edilene descreve: “Foi amor a primeira vista e ela acompanhou minha segunda e terceira gestações, bem como o segundo e o terceiro partos”.

Edilene que tinha em seu histórico uma primeira gestação onde o pré-natal foi com médico alopata e parto cesáreo, conta que sentiu uma enorme diferença no pré-natal “tanto pelo fato da homeopatia, quanto pela questão da humanização e da consulta particular (que foge daqueles 10 minutos rápidos e vira um bate papo de aproximadamente uma hora)”.

Aponta como principal diferença o fato de “que todas as minhas queixas ela tratava da maneira mais natural possível, explicando que quase todas eram comuns da gestação e que remédios não eram indicados, mas que havia coisas mais naturais que poderiam amenizar. Para mim, era sempre mais seguro, pois tomava as medicações sem preocupações de prejudicar o bebê”.

Na terceira gestação repetiu a escolha e foi muito feliz, considera-se mãe realizada (como  descreve em seu blog) e atribui o sucesso de seus dois partos naturais após uma cesárea a essa busca por um pré-natal homeopático e humanizado: “Para quem prefere o parto natural e humanizado, tudo que for natural é melhor, então, como benefício do pré-natal homeopático eu identifico a naturalidade e a tranquilidade de saber que está tomando algo que não afetará em nada seu filho”.

 

Amamentar – muito mais que um ato de amor

A amamentação até o primeiro ano de idade promove muito mais que alimentação sadia, fortalecimento do sistema imunológico e a promoção do vínculo entre mãe e filho; saiba mais sobre essa bela experiência materna

O aleitamento materno favorece bem mais que a nutrição e vínculo mãe e filho

Apesar do ato ser um dos mais simples e instintivos da face da terra, amamentar ainda é uma incógnita para muitas mães – para algumas mulheres soa como algo difícil, quase impossível, nem parece que somos mamíferos. Embora amplamente divulgado nos meios de comunicação a importância da amamentação quanto à demanda nutricional e afetiva, a expectativa quanto aos benefícios do aleitamento materno vai além e é responsável direta pela formação dos ossos e músculos da face, por ensinar o bebê a respirar e a realizar as funções de mastigação e deglutição corretamente, além de favorecer a fala.

A formação facial e o aleitamento materno

A face humana é constituída por ossos e músculos, que numa perfeita combinação formam a estética facial bem como o bom desempenho das funções a eles devidas, como sucção, mastigação e, principalmente, a respiração nasal. Como nos explicou a Pediatra Homeopata da Clínica Similia – Dra. Ana Lucia Dias Paulo: “por ocasião do nascimento, os ossos e músculos da face ficam todos flácidos e sem função, para que na hora do parto normal  a cabeça do bebê, que em geral a termo pode ter um perímetro de 30 cm, possa passar sem dificuldade pela dilatação de 10 cm do colo uterino da mãe. Para que isto ocorra com tranquilidade estes ossos e músculos adquirem uma forma levemente ogival”. A doutora compelta: “temos que comentar, que mesmo um parto não pélvico (e sim via cesariana), músculos e ossos se comportam da mesma maneira.”

Após todo esse esforço, os ossos e músculos voltam ao seu lugar dando um aspecto esférico às cabecinhas dos bebês aí, ainda segundo a Dra. Ana Lúcia: “para uma perfeita harmonia, e como sabem a beleza está na harmonia, esses ossos e músculos precisam ser estimulados, e é pelo ato da amamentação, que através do perfeito posicionamento da boca e língua do bebê que irá sugar o leite do peito materno, ao mesmo tempo capaz de executar uma eficiente massagem no palato duro (céu da boca), providenciando a ele uma forma arredondada, que constitui a  estética facial humana.”

Como todo exercício precisa de constância e tempo correto, a amamentação precisa ser continua e por pelo menos 6 a 12 meses para que todo este aparelho (músculos e ossos) consiga desenvolver-se e formar a face arredondada da criança, com arco dental dessa mesma forma, e auxiliando este aparelho a desenvolver suas funções de maneira perfeita. Complementando sua ideia, a Dra. Ana ensina que é a amamentação correta que constrói uma mastigação correta e, por consequência, uma respiração nasal correta, “pois o ser humano deve respirar pelo nariz. E quando todo este processo fica alterado é possível que a criança desenvolva, já nos primeiros meses de vida, um padrão respiratório misto (boca- nariz) que  é evidentemente equivocado que, além de determinar uma estética facial alongada, gera alteração da posição dos lábios e dos dentes, além de servir de base a diversas patologias da infância como as rinites, bronquites, sinusites”. Essas patologia, quando agravadas pela má oxigenação dos tecidos, podem se tornar crônicas ou mesmo evoluirem agudamente para quadros de pneumonia severos ou asma brônquica, conforme ressalta a pediatra.

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A importância da amamentação para a formação facial do bebê. Imagem: Dr. Gerson Kolher – AMS Brasil

É um bicho de sete cabeças?

Amamentar não é impossível, na verdade todos os bebês já sabem mamar ao nascer pois possuem o reflexo de sucção. O ato requer um pouco de paciência e dedicação, mas nada que seja um bicho de 7 cabeças.

Listamos aqui algumas dicas que podem favorecer a amamentação:

1 – Informe-se

Leia sobre o assunto, pergunte a profissionais, tire suas dúvidas. Informar-se é o primeiro passo para você não se desesperar e, principalmente, não desistir;

2 – Keep Calm

Paciência: pare, pense, respire! Lembre-se que seu bebezinho depende de você e, embora tenha nascido sabendo sugar, precisa de você para sugar corretamente – e talvez seus mamilos precisem se adaptar à amamentação. Respeite o tempo de vocês, tudo se ajusta;

3 – Pega

O sucesso em amamentar consiste basicamente na pega correta. A pega correta garante, entre outras coisas, uma amamentação sem dor. A posição do bebê no colo também favorece a pega correta;

Na pega correta:

• O Bebê abre bem a boca

• Abocanha quase toda a aréola

• Mantém boca bem aberta e acoplada ao seio

• Lábios evertidos (boca de peixe)

• Queixo do bebê encosta no seio

• Fica mais aréola visível acima da boca do bebê do que abaixo

• O Bebê suga, respira e engole de forma natural e coordenada

• Sucções lentas e profundas

• Mão em formato de “C”, apoiando a mama

• Língua do bebê em contato com gengiva inferior

• Bochechas do bebê ficam arredondadas

• Bebê fixo no seio, sem escorregar;

4 – Não dê chance à confusão de bicos

Se você não quer correr o risco de um desmame precoce, não ofereça mamadeira, chupetas, não use bicos de silicone. Seu peito basta;

5 – Acredite!

As técnicas não valem de nada sem sua crença: você é completa, plena e absolutamente capaz de amamentar seu bebê.