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Obesidade infantil, precisamos falar sobre isso

A obesidade infantil já é um dos maiores desafios de saúde do século XXI. É um problema global que afeta crianças de todas as classes sociais, principalmente aquelas que vivem nos grandes centros urbanos. O número de crianças com excesso de peso cresceu de forma alarmante nos últimos anos. O Blog Homeopatia e Saúde conversou com a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, Pediatra e Homeopata da Clínica Similia e traz dicas valiosas para as famílias.

Crianças com sobrepeso tendem a manter o excesso de peso também na idade adulta e são mais propensas a desenvolver doenças não transmissíveis como a diabetes e problemas cardiovasculares ainda muito jovens. A obesidade e o sobrepeso são problemas, que na maior parte dos casos, podem ser evitados. Os casos de obesidade infantil precisam de atenção urgente de toda a sociedade.

Hoje em dia as famílias estão pressionadas a terem uma vida com mais saúde, mas esquecem que a saúde é construída no dia a dia. Sendo assim, uma memória alimentar saudável começa a ser construída desde o primeiro dia de vida desta criança. É o LEITE MATERNO. O alimento ideal para os bebes humanos até seus 6-8 meses de vida. A criança crescendo a família deve buscar os alimentos na natureza, evitando os industrializados, que podem originar as alergias alimentares. Aqui, vale colocar, que a sensibilização do bebe a determinados alimentos pode começar ainda na vida intrauterina, cabendo a gestante já procurar fazer escolhas alimentares mais naturais”, recomenda Dra. Ana Lucia Dias Paulo. 

Dietas erratas – obesidade infantil

As principais causas do crescimento da obesidade infantil são as mudanças nas dietas das crianças que passaram a consumir mais alimentos ricos em açúcares e gordura, que são pobres em nutrientes como vitaminas e minerais, ou seja, os industrializados. Assim como a diminuição das atividades físicas.

Crianças obesas podem sofrer de problemas emocionais como a baixa autoestima. Uma vez que podem ser provocadas, intimidadas ou rejeitadas pelos colegas. Crianças que estão infelizes com o seu peso corporal são mais propensas a distúrbios alimentares, depressão e abuso de medicamentos.

Os pais podem ajudar os filhos na luta contra a balança criando hábitos alimentares mais saudáveis, oferecendo as crianças pratos mais nutritivos e lanches com a quantidade adequada de calorias. Os pais também podem substituir ingredientes e transformas os pratos favoritos das crianças em refeições mais saudáveis. Como também podem reduzir a guloseimas que são ricas em calorias. “As crianças seguem os exemplos e imitam os adultos. Os responsáveis mantendo uma alimentação saudável, estarão contribuindo para a alimentação saudável das crianças. Sendo verdadeiros com seus filhos”, completa Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Para incentivar os filhos a praticarem atividades físicas regularmente os pais podem servir de exemplo também. Para isso basta incluir os exercícios físicos a sua própria rotina e encorajar os filhos a participarem das atividades junto.

Infância: a época de aprender sentindo

Dia 21 de março é comemorado o Dia Mundial da Infância: toques singelos e olhares inocentes podem ajudar a decifrar o fantástico mundo da linguagem dos pequenos; É importante estar atento à comunicação com seu bebê pois isso será fundamental para a escolha do encaminhamento homeopático certo

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A infância é a fase das descobertas, do crescimento ponderal e intelectual, da criação de conceitos que serão levados para a vida toda. As crianças, principalmente nos primeiros anos de vida, são seres sensitivos, ou seja: tudo que aprendem será por meio das sensações por elas vividas.

Se recebem carinho, beijos e abraços, vão aprender e distribuir essas mesmas emoções por toda vida; mas, se aprendem através de ferimentos – sejam físicos ou mentais – também serão destas mesmas formas que expressarão suas emoções, explica a Dra Ana Lucia Dias Paulo. A conexão da mãe e seu bebê estabelece um contato preciso apenas com um olhar. É a natureza do ser humano que perpassa ao longo das gerações dando sentido à vida. E é essa naturalidade que a homeopatia busca reestabelecer e manter com o organismo. Devolvendo, assim, o perfeito equilíbrio do corpo seja para adultos, ou para bebês e crianças de maneira geral.

As mulheres que usam tratamentos homeopáticos antes de serem mães tendem a, no momento que descobrem a gravidez, procurar especialistas na área para saber se é possível utilizar também os medicamentos em seus bebês. “A homeopatia procura conhecer e respeitar o organismo, seja qual for a idade que este organismo tenha no momento como uma totalidade, nunca em partes”, ressalta a Dr. Ana Lucia.

A infância compreende o período que vai do nascimento aos 12 anos de idade, seja para meninos ou meninas. Nessa fase a criança adquire conhecimento a cada dia, a cada movimento, a cada emoção. Ou seja, tudo que aprendem é assimilado através das sensações vividas.

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Nessa fase, caberá aos pais ou cuidadores, com o auxílio dos especialistas no ramo da homeopatia, identificarem os sinais e sintomas. A Dra Ana Lucia explica como se dá essa avaliação: “No atendimento às crianças pequenas, que ainda não sabem se expressar, podemos usar outros recursos para buscar o entendimento da sua totalidade, seja recorrendo ao entendimento de desenhos feitos pela própria criança, cuja explicação ela mesma dará – o adulto, até mesmo o médico, deve evitar interpretações. Podemos utilizar estórias que envolvam a criança para que ela manifeste suas emoções através dos personagens”.

Para as crianças de mais idade, quando o desenvolvimento da fala está mais aflorado, o diagnóstico é dado com maior rapidez. Tudo vai depender da comunicação entre ela e o especialista para esclarecimento dos sintomas apresentados.

“Devemos entender que crianças são crianças e não adultos pequenos, portanto eles tem entendimentos e reações próprias do seu mundo, da sua idade. Uma criança de 5 anos jamais irá entender certos problemas como um adulto o faz, principalmente por ter em sua memória de emoções e sensações vividas, bem menos informações que os adultos”, nos conta Dra. Ana Lucia.

Por isso é importante para as crianças que elas vivam esta fase com muita intensidade. E isso não significa ter muitos brinquedos e sim  ter  adultos (pais, mães, avós), dispostos  a lhes dar atenção. Através da leitura de estórias, de passeios e brincadeiras no parque e, de enormes sessões de cócegas, beijos e abraços.

Homeopatia na infância

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Mas seja para o alívio de cólicas, bastante comum em bebês, ou mesmo quadros gripais, alérgicos e em conjuntivites, o tratamento homeopático é bastante eficaz. Vale lembrar que os tratamentos homeopáticos receitados para um bebê não devem ser reutilizados por outros pacientes. Mesmo que tenham sido para a mesma patologia, os indivíduos são diferentes. Além disso, a formula é desenvolvida a partir das características físicas singulares.

A escolha entre homeopatia ou alopatia é feita pela família da criança e ambas têm resultados. Cabe a cada núcleo familiar avaliar os prós e contras de cada tratamento, que poderá acompanhá-los por toda vida.

O nascimento de um pai e de uma mãe

Em que momento um homem e uma mulher se tornam pais? Como será daqui pra frente com um bebê?

Pais de primeira viagem (ou até de segunda) costumam compartilhar algumas dúvidas: terão capacidade para cuidar do filho que vai nascer? Que cuidados devemos ter na gestação? Como será após o parto?
Pensando nisto o Blog Homeopatia e Saúde abre um espaço onde assuntos pertinentes à gestação, pré-natal e pediatria serão tratados de forma esclarecedora. Com opiniões e conselhos da Dra. Ana Lucia Dias Paulo – Pediatra Homeopata. Começaremos abordando o momento em que nasce um pai e uma mãe.

 

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O período de gestação é um periodo cheio de mudanças, principalmente para a gestante. Serve como ‘estágio’ para se preparar para o que está por vir. Tem um provérbio que diz que: “Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe (e um pai)”, mas a verdade é que isso de nascerem os pais acontece antes. Juntamente com a notícia gravidez, chegam muitas alegrias mas, também, planos, expectativas, anseios e preocupações.

Com a chegada de uma criança, seja ela gerada pela mãe e trazida pelo coração, nascem também um pai e uma mãe, que devem ter consciência de que irão desenvolver esta missão por muito tempo.
O nascimento envolve muita dedicação, doação e principalmente muito amor. Seja durante uma gestação, seja no tempo de espera pela adoção, o casal deve se envolver de amor e união para construírem juntos um lindo berço para a criança que vai chegar. Este período de espera serve para que o casal converse muito sobre os bons momentos que virão e o grande trabalho e dedicação também.

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Eles já devem saber que quando se decide ter um filho muitas coisas – na vida, no dia a dia, na rotina familiar – terão que se modificar e precisarão de força, organização e união para que construam juntos todas estas mudanças e adaptações, um fortalecendo ao outro.

Após a chegada da criança, sabemos que inicialmente o trabalho será bem intenso, com noites mal dormidas e dias muito intensos e longos e que grande parte desse trabalho, na maioria do tempo, será da mãe. E nesta hora que o recém pai entra, em amor a companheira e ao filho, mostrar sua união, buscando atender às necessidades da mãe, que também está experimentando tudo pela primeira vez. Muitas vezes esta mãe está insegura, preocupada e pode estar com medo realmente de não dar conta de tantos afazeres; nesta hora o companheiro pai também pode estar presente, transmitindo segurança, confiança, buscando auxiliar, no que puder, desde buscar um copo d´agua , acomodar a mãe para amamentar, buscando sempre ter carinho e amor. E, certamente esta fase bem trabalhosa passam com imensa rapidez que depois as lembranças só virão pelas inúmeras fotos.

Um tapinha não dói?

Como construir uma relação de respeito com seu filho e educá-lo sem precisar apelar para violência física, verbal ou psicológica. 

Bater educa? Imagem meramente ilustrativa

Bater educa? Imagem meramente ilustrativa

Foi aprovada no último dia 21 a Lei da Palmada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados. A lei, que foi rebatizada de “Menino Bernardo” ainda tem que passar pelo Senado e divide opiniões. Existem pais defensores do tapinha no bumbum como forma de educar seus filhos e outros que são absolutamente contra.

Para especialistas bater no filho para conseguir com que ele te obedeça é uma armadilha ilusória de que você está no controle, mas que na verdade acarreta aspectos negativos na formação do seu filho como ser humano. A psicóloga infantil Daniela Freixo de Faria fala em seu canal no youtube que as crianças de hoje tem uma intolerância maior a falta de respeito e que viver o respeito em casa é extremamente positivo pois traz para o ambiente familiar harmonia, amor e superação de desafios.

Seu filho te respeita? E você, respeita seu filho? 

Seu filho é seu espelho: toda ação e comportamento que ele apresenta é, na verdade, reflexo de como os pais se comportam. Ensinar a respeitar vai além de conter as birras, muitas vezes, somos exemplo de falta de respeito: como nos comportamos no trânsito, como tratamos as outras pessoas, como cuidamos do meio ambiente e dos animais. Nossos filhos observam-nos o tempo todo e desta observação formam seu olhar sobre o certo e o errado.

Imagem reprodução

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Uma relação baseada em respeito mútuo, demora (até anos) para ser construída, mas ela leva para o ‘respeitar e ser respeitado’, ensina a criança a perceber quando está desrespeitando outras pessoas e ensina aos pais que as crianças são seres com sentimentos e que precisam ser respeitadas desde sempre.

E não para por ai: gritos, ameaças, humilhações e xingamentos são tão nocivos quanto bater numa criança.

Em entrevista ao portal ‘mulher’ do UOL o pediatra Moises Chencinksi explica que  “Se não se bate mais, por ser politicamente incorreto, e de fato inadequado, busca-se outras formas de ‘opressão’ para ‘educar’: gritar, castigar, xingar, ofender, humilhar…”
Partindo dessa lógica o especialista  propõe um questionamento: quem gosta de ser humilhado? Quem aprende algo assim? Quem pode ser feliz sendo tratado dessa forma?

Educar sem bater é possível!

Você pode até achar que uma agressão leve como um tapa no bumbum não faz mal, afinal de contas, quando a criança é corrigida com um ‘tapinha’ você consegue que ela pare de fazer o que estava te incomodando.

Segundo a terapeuta Daniela Freixo, a grande verdade por trás desse tapa é que a criança só para por que tem medo e isso só fará com que os tapas e a cena se repitam.
O caminho da educação pela violência gera medo, distanciamento e mentiras. Ensina à criança, principalmente que: ela deve temer os pais e que deve resolver seus problemas com o emprego de violência.

Imagem: Reprodução do blog pensaralem

Imagem: Reprodução do blog ‘pensaralem’

Respire fundo e conte até dez

Embora pareça difícil, a missão de educar sem desrespeitar não é impossível. O melhor mesmo é contar até dez e usar o diálogo como seu aliado. Vale sair de perto e dizer à criança que só voltará a conversar com ela quando ela (e você) se acalmar.
A rede “Não bata, eduque” defende a educação positiva e dá algumas dicas do que fazer para não precisar recorrer às palmadas na hora de educar seus filhos:

1. Se acalme – Respire fundo antes de chamar a atenção de seu filho ou filha. Evite discutir os problemas enquanto estiver com raiva, porque nesses momentos podemos dizer coisas inadequadas para a aprendizagem das crianças, que podem magoá-las tanto quanto nos magoariam se fossem dirigidas a nós.

2. Sempre tente conversar com as crianças, mantendo abertos os canais de comunicação – Entender porque algo está acontecendo ao conversar com a criança é o primeiro passo para encontrarem a solução juntos.

3. Seja o exemplo – É preciso que você mantenha um comportamento que possa ser seguido pela criança. Por exemplo, beber suco diretamente da garrafa irá ensiná-lo que esse é um comportamento adequado. Assim como falar mal das pessoas depois de encontrá-las. Seu filho aprenderá muito mais com o seu exemplo do que com o que você diz a ele sobre o que é certo ou errado.

Isso vale também para os pequenos atos de higiene do cotidiano: escovar os dentes, lavar as mãos antes de comer, etc. É mais fácil para a criança criar e manter essa rotina se você também a realiza.

4. Jamais recorra a tapas, insultos ou palavrões – Como adultos não queremos ser tratados assim quando cometemos um erro. Então não devemos agir assim com nossos filhos. Devemos tratá-los da maneira respeitosa como esperamos ser tratados por nossos colegas, amigos ou pessoas da família, quando nos equivocamos. Precisamos compreender que as crianças são seres humanos como nós adultos.

5. Não deixe que a raiva ou o stress acumulados por outras razões se manifestem nas discussões com seus filhos – Seja justo e não espere que as crianças se responsabilizem por coisas que não lhes dizem respeito.

6. Converse sentado, somente com os envolvidos na discussão – Isso contribui para uma melhor comunicação. Mantenha a calma e um tom de voz baixo, segure as mãos enquanto conversam. Ocontato físico afetuoso ajuda a gerar maior confiança entre pais e filhos e acalma as crianças.

7. Considere as opiniões e ideias dos seus filhos – Muitas vezes as explicações sobre o ocorrido não são nem escutadas pelos pais. É importante ouvir o que as crianças têm a dizer. Tome decisões junto com eles, comprometendo-os com os resultados esperados. Se o acordo funcionar, dê parabéns. Se não funcionar, avaliem juntos o que aconteceu para melhorarem da próxima vez. A conversa é fundamental.

8. Valorize e elogie as atitudes positivas – Ela colocou a roupa suja no cesto de roupas, fez um desenho para você, amarrou o calçado sozinha ou colocou no lugar algo que você pediu? Elogie. Todas essas pequenas coisas são frutos de um esforço da criança, e o elogio é um estímulo.

9. Busque expressar de forma clara quais são os comportamentos que não gosta e te aborrecem – Explique o motivo de suas decisões e ajude as crianças a entendê-las e cumpri-las. As regras precisam ser claras e coerentes para que as crianças possam assimilá-las.

10. “Prevenir é melhor do que remediar, sempre” – Criar espaços de diálogo com as crianças desde pequenos colabora para que dúvidas e problemas sejam solucionados antes dos conflitos. Integrá-las nas atividades do dia a dia evita que tentem chamar a atenção de outras formas.

Se precisa fazer compras e terá que levar seu filho pequeno, você pode deixá-lo ajudar nas compras, conversando com ele sobre o que está comprando. Peça para ele falar o que acha de um determinado produto. Se for uma criança mais velha, ela pode ter maior mobilidade e ir pegar outros produtos enquanto você está em outro setor do supermercado.

11. Peça desculpas, todos erramos – Caso tenha errado e se arrependido, peça desculpas às crianças. Elas aprendem mais com os exemplos que vivenciam do que com os nossos discursos.

12. Procure compreender a criança e saber o que esperar dela – Uma criança de um ano e meio já consegue se alimentar sozinha e este é um comportamento que deve ser estimulado pelos pais e educadores. Mas é preciso paciência e, ao invés de se irritarem com a possível “lambança” que a criança irá fazer, estimule-a a se alimentar por conta própria. Plástico ou jornais embaixo da cadeira que a criança está comendo torna mais fácil a limpeza do local depois da refeição.

13. Deixe as consequências naturais do comportamento inadequado acontecerem ou aplique consequências lógicas – Consequência natural: a criança está brincando de maneira violenta com seus brinquedos. Você a avisa que ele pode se quebrar, mas ela continua a brincar da mesma maneira até que ele finalmente se quebra. Logo em seguida ela pede para você comprar outro. Neste momento, você deve relembrá-la do aviso que lhe foi oferecido e negociar com ela esta nova compra.

Consequência lógica: a criança não cumpre com o que foi acordado com os pais sobre xingar os irmãos. Ela, então, ficará no “cantinho do castigo” o tempo adequado para a sua idade.

Homeopatia na Infância

 

 

O tratamento homeopático funciona melhor com crianças. Veja por quê. 

homeopatia na infância

A homeopatia não tem contra indicação, pode-se administrar a um bebê recém-nascido, desde quando haja uma consulta médica prévia. A escolha de um pediatra homeopata muitas vezes é feita antes do filho nascer, ainda na gestação. Quanto mais cedo uma criança começa a utilizar os benefícios da homeopatia, melhor é a resposta em relação ao tratamento.

As crianças costumam responder à homeopatia, porque, de modo geral, usam menos medicamentos (embora, infelizmente, na nossa cultura atual isso esteja mudando) e também por seu organismo ainda estar em formação, por não ter sido muito manuseado e ainda não apresentar doenças crônicas.

Vantagens da homeopatia frente aos tratamentos convencionais

O uso e reconhecimento da homeopatia como medicina cresceu muito nas últimas décadas e dentro deste crescimento observamos o aumento da utilização em lactantes e crianças. Isto deve-se principalmente, ao fato de muitos pais terem reconhecido a homeopatia como segura e sem efeitos tóxicos.

Por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos convencionais, principalmente quando são administrados aos bebês ou às crianças muito pequenas, muitos pais recorrem a  homeopatia para tratar problemas pediátricos, agudos ou crônicos, como a asma, as alergias, as cólicas, eczemas, inclusive as desordens de conduta, a otite, e a diarreia.

Como é a consulta?

A primeira consulta, como de praxe, é bem extensa e conta com uma investigação minuciosa da criança. O pediatra homeopata pode perguntar, inclusive, sobre o período gestacional, histórico familiar, temperamento, comportamento e hábitos (de sono, alimentares) da criança, entre outras coisas.  O objetivo é traçar um perfil e, a partir daí, sugerir qual o tratamento mais indicado àquela criança.

Se a auto-medicação é contra indicada na alopatia, isso reforça-se muito mais na homeopatia. É muito comum que alguns pais consultem amigos e familiares que têm filhos e que já usaram a homeopatia, para curar o que seu filho tem. Cada criança é unica, com uma realidade diferente e tem que ser avaliada diferentemente. Não se pode utilizar a mesma medicação homeopata de uma criança para outra, se por exemplo existir membros da família da criança que sejam alérgicos a determinado produto, é necessário que a homeopatia não contenha substâncias que possam provocar as mesmas reações alérgicas no bebê.

É importante ressaltar que,  muitos adultos apresentam respostas a tratamentos, às vezes mais favoráveis que crianças, portanto, nunca é tarde para procurar um profissional e iniciar um tratamento homeopático.