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Infertilidade

Casais que sofrem por causa da infertilidade passam por diversos tipos de problemas físicos e emocionais em sua luta pela infertilidade. Optar por um tratamento de fertilização em vitro, geralmente, causa todos os tipos de questões que só os parceiros conseguem entender.

Ás vezes a mulher passa por diversos ciclos de tratamento de fertilidade caro e ainda não conseguem engravidar, ou carregam o bebê por um tempo. Existem outros problemas de saúde relacionados a isso, e uma clinica de fertilidade pode não abordar de maneira completa e direta a causa.

Para o Dr. Ariovaldo a homeopatia com toda certeza pode auxiliar no tratamento da infertilidade, tanto masculina, como feminina. Principalmente nos casos em que não se encontra uma causa clínica plausível, tal como a obstrução das trompas na mulher, diminuição dos espermatozoides no homem, dentre outros problemas.

Como a homeopatia pode auxiliar no tratamento da infertilidade?

Como a Homeopatia leva em conta a totalidade do organismo e o tratamento visa o equilíbrio global, muitas vezes no decorrer do tratamento a paciente “de repente” engravida. É estranho falarmos assim, mas vimos algumas vezes tal fato acontecer, falou o Dr. Ariovaldo.

A homeopatia é um tratamento que pode ajudar nos casos de infertilidade, pois considera o paciente como um todo. Por isso não trata somente os sintomas da doença, mas a origem do problema que pode ser de procedência emocional.

Tanto que é comum encontrar nos consultórios e clínicas de infertilidade histórias de mães que tentaram engravidar sem sucesso que após desistir do tratamento e adotar uma criança acabaram engravidando. Por isso os especialistas em fertilidade precisam ter uma visão que vai além dos aspectos físicos do problema e trate o emocional dos pacientes.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, sabe o quanto é dolorosa a rotina dos casais que tentam engravidar e não conseguem. Mas acreditamos que a homeopatia pode ser um tratamento mais humano nos casos de infertilidade.

Nesse link tem um artigo muito interessante sobre o assunto: https://goo.gl/6yWDsY

Qual a idade ideal para engravidar?

É uma unanimidade entre os cientistas que o avanço da idade interfere na fertilidade. Entretanto com relação aos países ocidentais as pessoas estão tendo filhos mais tarde. Sendo que uma dos motivos para o atraso da maternidade é que as mulheres estão investindo mais em sua vida profissionais e postergando a gravidez para um momento mais oportuno.

Nos países mais desenvolvidos como é o caso do Reino Unido 50% dos bebês são filhos de mães com mais de 30 anos. O Brasil também já apresenta essa mudança de comportamento, uma vez que em 2005 13% mulheres engravidavam entre os 30 e 40 anos, mas atualmente esse número subiu e já estamos na casa dos 20%.

Segundo a especialista em fertilidade do Hospital de Portland em Londres Sarah Mattheus a idade com menor risco de complicações para a gravidez e pós-parto é entre 25 e 29 anos, considerando somente a perspectiva biologia.

Sarah ainda destaca que as pessoas ainda possuem pouco conhecimento sobre fertilidade, uma vez que as escolas se preocupam mais com programas de prevenção da gravidez e doenças, por isso as pessoas atingem a idade adulta sem muitas informações sobre o assunto.

Se considerarmos a perspectiva social ter filho mais tarde é benéfico para o casal, afirma a socióloga Melinda Mills da Universidade de Oxford que também fica no Reino Unido. Pois os casais que atrasam a gravidez têm um aumento de cerca de 10% na renda familiar a cada ano de espera.

Segundo a perspectiva de gênero e demográfica não existe uma idade ideal para engravidar.

São muitos os fatores que interferem na decisão de ter filhos, também não é possível dizer com precisão quando a fertilidade começa a diminuir mais intensamente em ambos os gêneros, pois existem fatores genéticos que são determinantes.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, acredita que ter um filho é uma decisão muito importante, para mais informações sobre o assunto acesse o link: https://goo.gl/ZKS7ZM

TAGS: Fertilidade, Gravidez, Família, Mulher, Bebê

 

Desejo de gravida existe?

Muitas novidades surgem na vida das grávidas, o corpo muda e com essas mudanças coisas diferentes acontecem na vida da gestante. Quem nunca ouviu algum relato de desejos inusitados durante a gravidez? Uma amiga que sentiu vontade de comer chocolate com abobrinha ou de maridos que precisaram sair de madrugada para comprar melancia. Mas será que esse tipo de desejo ocorre mesmo durante a gestação?

Segundo enquete realizada pelo site da revista Crescer 75% das leitoras respondeu que sim, que já tiveram vontade de comer comida específica no decorrer da gravidez.

Mas isso tem uma explicação, a partir da 12ª semana o controle dos hormônios deixa de ser realizado pelos ovários e passa a ser feito pela placenta, sendo que o estrogênio é um dos que passa por essas transformações, acarretando mudanças de humor, cheiro e preferências alimentares. Em outras palavras a mulher pode ter vontade de consumir algo que não faz parte de sua rotina, bem como rejeitar alimentos de que gosta.

Fatores emocionais também causam essas alterações, pois a mulher fica mais sensível e por causa disso requer mais atenção, explicou Fabiane Sabbag médica do Hospital São Luiz Itaim (SP). Com o objetivo de suprir essa carência a grávida sente o desejo de comer determinado alimento e assim atrair a atenção do companheiro e familiares, quando esse desejo é atendido a mulher se sente protegida. Essas atitudes são, geralmente, inconscientes.

Não devemos esquecer que cada organismo reage de forma diferente às alterações hormonais no decorrer da gestação, por isso nem todas as grávidas sentem desejos alimentares durante a gravidez e isso é normal.

Os enjoos também são responsáveis pelos desejos durante a gravidez, pois alimentos como frutas ácidas, bebidas e alimentos gelados amenizam os sintomas.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, sugere que neste período atender aos desejos das grávidas faz com que elas se sintam amadas e protegidas.

Matéria no link: https://goo.gl/D4Go4w

TAGS: Gravidez, Desejos, Enjoos, Proteção

O que significa a linha escura na barriga das grávidas?

Durante a gravidez o corpo da mulher passa por diversas transformações, algumas delas são esperadas como o crescimento da barriga, alguns órgãos que são comprimidos, cabelo e pele. Enquanto outras nem tanto, como os pelos que crescem em lugares pouco convencionais.

Dentre as muitas mudanças corporais e psicológicas, pois é preciso se preparar para ser mãe, que a mulher enfrenta no decorrer da gravidez tem o surgimento de uma linha vertical escura na barriga, essa marca é chamada linha negra ou linha púrpura, e tem esse nome porque é escura e linear. Mas você sabe o porquê essa linha aparece?

A linha escura surge logo nos primeiros meses de gestação e é uma das consequências das alterações enfrenta pelo organismo. Os hormônios estrogênio, progesterona e melanocítico são os responsáveis por essa linha escura que nasce no meio da barriga, já que eles conseguem alterar a coloração da pele em algumas regiões do corpo.

Essa linha púrpura atinge 90% das gestantes, sendo que as mulheres morenas são as mais afetadas por ela. A linha escura aparece no local onde a pele abdominal se dilata para acolher o bebê. Essa linha que fica logo abaixo do umbigo já existe, contudo a sua coloração é a mesma do restante da pele, só que durante a gravidez ela sofre por causa dos efeitos dos hormônios mudando de coloração no decorrer do processo.

Enquanto a linha negra estiver presente no corpo sempre que a grávida for tomar sol é recomendado usar protetor solar fator 30 ou maior. Aliás, esse procedimento deve ser adotado por todos sempre que for expor-se aos raios solares, pois evita possíveis doenças na pele.

Outras partes do corpo da mulher também podem ser atingidas pelo aumento dos hormônios durante a gravidez adquirindo uma cor mais escura, assim axilas, virilha, auréola dos seios e rosto podem sofrer alterações na sua coloração natural.

A linha negra desaparece até 3 (três) meses após o parto, porém no caso de mulheres com a pele mais escura esse prazo pode se estender até 4 (quatro) meses.

Para acelerar o processo de desaparecimento da linha negra usar creme esfoliante duas vezes na semana é o mais indicado, pois elimina a pele ressecada da região.

Segundos especialistas a deficiência de ácido fólico contribui com o aparecimento de manchas e escurecimento da pele, por isso o uso de ácido fólico, presente em alimentos como grãos integrais e verduras escuras, no decorrer da gravidez vai ajudar a eliminar a linha negra mais rapidamente depois da gravidez.

Outros problemas na pele podem surgir durante a gravidez por isso sempre que notar algo estranho, como alterações no tamanho e cor nas pintas, mostre ao médico.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, gostaria de ressaltar a importância do acompanhamento médico durante toda a gestação, pois somente um profissional pode avaliar todas as alterações que aparecem nesse período.

Matéria retirada do link: https://goo.gl/vBAvhf

TAGS: Gravidez, gestação, saúde, linha negra

Ser Mulher – Ciclo menstrual no pós-parto

Após a mulher dar à luz, seu corpo passa por um processo para “retornar” ao que era antes de engravidar. Nesse processo o útero diminui, entre outras coisas. O Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, na série “Ser Mulher”, tenta explicar de forma simples, o que acontece no corpo da mulher nessa etapa.

A gravidez é um momento lindo, mas muito difícil para a mulher. As mudanças no corpo da mulher, nos hormônios, tudo é muito incomodo para ela. Verdade seja dita, mas ficar gravida não são apenas flores. Muitas mulheres já assumem abertamente que odiaram essa sensação das mudanças do corpo. E após o parto, as mudanças não cessam. Na verdade, essa etapa é marcada por duas características totalmente interligadas: uma é o retorno do útero e ovário à condição inicial, de antes da gravidez, e a segunda é sobre à lactação. Vamos entender o que ocorre no corpo da mulher que acabou de ter neném, para ele voltar às condições “normais” de antes da gravidez.

gravidez-resultados-testesEsse período que popularmente é conhecido como quarentena, pois dura em torno de 40 dias ocorre o chamado “puerpério”. Se você nunca ouviu falar nesse nome, não tem problema, você provavelmente sabe o que é, só não está ligando o nome à pessoa. O puerpério é o sangramento via vaginal que ocorre na mulher logo após ela parir. E apenas para esclarecer, não é a mesma coisa que menstruar. É importante ressaltar que nesse período o sexo não é recomendado, pois o organismo da mulher está se refazendo, e além de causar dor para ela, as chances de uma gravidez nesse período são muito grandes.

Esse sangramento, ou seja, o puerpério tem fluxo intenso inicialmente, e coloração avermelhada. À medida que o útero se contrai e vai voltando ao tamanho normal, o fluxo diminui e a cor muda: se torna rosa, passando por marrom até ficar amarelado. Se o parto foi normal, o fluxo pode ser mais intenso, já que a retirada da placenta estimula a expulsão dos tecidos restantes, promovendo a regeneração uterina. Porém, após o fim do puerpério é natural ficar sem ovular e, portanto, sem menstruar também durante alguns meses.

Esse processo de bloqueio da ovulação ocorre no organismo por conta de hormônios produzidos durante lactação. A menstruação, em geral, volta ao normal, quando o bebê não mamar tanto, pois esses hormônios do aleitamento diminuem, e o corpo passa a ovular e, consequentemente, a menstruar.

Mas é importante ressaltar que na medicina nada é exato como na matemática. Algumas mulheres podem começar a ovular, mesmo enquanto amamentem, ou até mesmo enquanto ainda estão no puerpério, correndo o risco de engravidar nesse período.

imagesSe não há desejo de engravidar novamente, nesse período o mais eficaz é utilizar um método contraceptivo. O ideal, sem dúvida, é o uso de preservativo, já que o anticoncepcional, nesse caso, não é indicado, por conta da lactação e amamentação.

É importante também ficar atenta a qualquer alteração do sangramento. Se ele estiver muito intenso, com coágulos grandes, cheiro ruim ou se a mulher apresentar ter febre e calafrios é sinal de que alguma coisa está errada, e deve-se procurar o médico imediatamente.

Consulte um médico de sua confiança e leia as dicas do Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

 

Sintomas de gravidez ou de TPM?

homeopatiaSe você, mulher, está sentindo algumas das características que só percebe quando está de TPM, mais atenção: esses sintomas podem ser de uma gravidez. Se a sua menstruação está atrasada, este é um dos alertas mais claros sobre a gestação, no entanto, há outros pontos que podem também te dar o alerta sobre estar carregando um bebê no ventre.

Para que você saiba dos outros sintomas e identifique se está com alguns deles, o blog Homeopatia e Saúde, da Clínica Similia, coordenada pelo Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pesquisou um material que apresenta 14 sinais de que você está grávida. Sentir os seios doloridos é um desses sintomas e, além disso, você pode notar as auréolas mais escuras e também algumas veias mais proeminentes.

Outro sinal é urinar com frequência – se de uma hora para outra você passa a ter pausas durante o sono para ir ao banheiro, isso pode indicar uma gravidez. Dores nas costas, principalmente na parte inferior da coluna, pode ser o resultado das mudanças que seu organismo está enfrentado. Dores de cabeça também entram na lista. Cólicas e desejos instantâneos ou aversão a alguns alimentos.

Ficou curiosa e quer verificar os sintomas restantes dessa lista que o blog Homeopatia e Saúde selecionou para você? Confira mais informações acessando o link a seguir: https://goo.gl/XJJoao

O papel do pai com o bebê.

Muitos casais que esperam o seu primeiro filho, e muitos no segundo ou até terceiro, têm dúvidas de como o pai pode ajudar com os pequenos, seja recém-nascidos ou um pouco maior. Como criar um vínculo entre os bebês e os pais tão forte como com as mães. Por isso o Blog Homeopatia e Saúde conversou com a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pediatra e homeopata da clínica Similia, e tirou todas as dúvidas sobre esse assunto. Leia, informe-se, opine.

homeopatia e saúdeQuando um bebê nasce, nasce uma mãe e um pai. Essa frase tornou-se famosa. É amplamente utilizada pela mídia, inclusive na publicidade. As mães, carregam dentro de si o bebê por meses, e por isso têm já embutido uma ligação forte com a crianças. Por isso, é de extrema importância que o pai tenha uma participação ativa junto a mulher que está gestante. “A aproximação do pai com o bebê ainda no útero da mãe é de responsabilidade do próprio homem. Recomendo acompanhar as mães às consultas de pré-natal e participarem de cursos para casais durante a gestação, pois ambos são bons para o pai ser inserido nesse movimento da gestação”, aconselha Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Para a médica, na gestação, no parto e no pós-parto, ou seja, em todos os momentos, o pai pode acompanhar e participar, tornando os laços afetivos mais fortes, nessa família que está sendo criada. Porém, muitas vezes essa ação não vem de forma automática, ou seja, os homens não têm o impulso de agirem de forma a participar da vida do bebê. Para isso Dra. Ana recomenda muito amor e paciência, pois assim as mães conseguem introduzir as atividades do bebê, dividindo a responsabilidade com os pais.

“Muitos pais não estão habituados as atividades delicadas e sentem-se inseguros ao segurar um bebê no colo, por exemplo. Mas as mães precisam ter confiança nos parceiros, que estão aprendendo. Se existe amor na equação, o equilíbrio é encontrado antes. Pois com amor o parceiro perceberá que nesse momento não só o bebê, mas a mãe precisam de cuidados”, explica Dra. Ana Lucia.

Atividades que um pai pode fazer em relação ao filho!

homeopatia e saúdeSe o bebê é amamentado, essa é, sem dúvida, a única atividade que apenas a mãe poderá fazer, todas as demais ações um pai pode desenvolver com a melhor forma possível. “Dar banho, trocar fraldas, colocar pra dormir, acalmar o bebe no colo, dar papinha, mamadeira, etc.. Excluindo mamar no peito, todas as outras atividades poderão ser compartilhadas e executadas pelo pai”, diz Dra. Ana Lucia.

Ligação com o bebê, mesmo antes do nascimento

Como já dissemos no abre dessa matéria, a mãe carrega o bebê e, por isso, tem uma ligação com ele, pois durante o tempo que ele passa no ventre dela, compartilham os mesmos sentimentos, angústias e alegrias. O pai, muito vezes, é excluído desse período, mas vale lembrar que se ele quiser pode, e deve, criar os laços de afeição com seu filho.

“Recomendo que os pais falem com seus bebês, ainda no ventre nas mães, acariciando a barriga, e ficando o mais próximo que puder dela. Conversar, cantar. Dessa forma, a voz do pai poderá ser reconhecida quando o bebê nascer”, aconselha a pediatra.

Para concluir, vale lembrar que cada família constitui uma sociedade individual, onde as regras e paradigmas servem para aquele núcleo. Por isso é importante que o casal encontre a melhor forma de equilíbrio nessas ações. “Cada família pode viver em sua casa da maneira que acredita ser sua própria verdade.  Vejo que pais trocam fraldas, embalam os bebes e fazem tudo relativo ao novo membro da família desde que tudo seja acordado entre o pai e a mãe. Vejo sempre que a chegada de um filho gera sempre uma adaptação do casal, e para isso eles devem se preparar, pois ficarão algum tempo sem sair de casa, sem cinema ou para programas noturnos, nem só do casal. Mas vejo que onde existe amor e colaboração tudo será ajustado para que exista harmonia cada vez maior da nova família” conclui Dra. Ana Lucia Dias Paulo, médica, pediatra e homeopata.

 

 

Depressão Pós-parto – Como a Homeopatia pode te ajudar a sair dessa

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Aprenda a diferenciar “Baby Blues” de “Depressão pós-parto” e veja como a homeopatia possui a resposta eficaz para esse transtorno, no segundo post da série Ser Mulher

Estima-se que entre 50 e 80% das mulheres passem por episódios de tristeza após o parto – o chamado Baby Blues. O problema é quando esse quadro não melhora após aproximadamente 15 dias: pode ser depressão pós-parto.

A gravidez é um período de muitas mudanças na mulher, principalmente por causa das alterações hormonais – comuns nesta fase. É muito corriqueiro no período gestacional o relato de mulheres que sofrem com variações de humor, irritação, ansiedade ou tendência a chorar por qualquer motivo.

Essa instabilidade emocional pode piorar com a chegada do bebê: a acentuada queda dos hormônios sexuais realça episódios de sentimento de tristeza inesperados. De 50 a 80% as mulheres que acabaram de dar à luz podem desenvolver uma tristeza típica do pós-parto conhecida como Baby Blues.

Este quadro de tristeza, relacionado com a nova vida que vem com o bebê (onde a mãe agrega para si inúmeras novas responsabilidades e uma nova vida) costuma curar-se sozinho após uma ou duas semanas.

 

Mas como diferenciar o Baby Blues da Depressão Pós-parto?

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Há alguns casos em que em vez de melhorar o quadro vai piorando e impede a mulher de desenvolver sua maternidade, tornando-a incapaz de exercer as tarefas mais simples do dia a dia, interferindo na vida de toda a família ou das pessoas mais próximas. Nesse caso, um profissional deve ser consultado o mais rápido possível, pois pode tratar-se de Depressão Pós-parto.

Se durante a gravidez o organismo da gestante produz uma quantidade elevada de hormônios, algumas horas após o parto o nível desses hormônios cai de forma rápida e intensa – esse é um dos motivos que  podem colaborar para o desencadeamento de transtornos emocionais no pós-parto.

A diferença básica entre Baby Blues e Depressão pós-parto é que, enquanto o primeiro pode ser chamado de “fisiológico” – sumindo do mesmo jeito que apareceu –, o segundo pode ser devastador e transformar-se numa doença crônica.

 

Quem pode desenvolver pode desenvolver depressão pós-parto?

Mulheres com histórico de depressão antes da gravidez, ou de depressão gestacional, são mais suscetíveis a desenvolver a doença, porém, alguns eventos durante a gestação podem levar a mulher a desenvolver depressão no período que segue após o nascimento do filho.

Em entrevista ao site Minha Vida o Psicólogo Maurício Pinto alerta que “a depressão pós-parto pode ter origem pré-parto, quando a mulher pode sentir-se mais feia, gorda, não desejada pelo parceiro. Somadas a algumas intercorrências durante a gestação como: crises conjugais, o momento pessoal, problemas financeiros ou falta de apoio, podem tornar esta fase um pouco mais complicada, causando insegurança e carência na mulher”.

Young lonely pregnant women sitting on the kitchen floor.

 

Como a Homeopatia pode ajudar nesse quadro?

A Homeopatia tem um efeito bastante eficaz no tratamento da Depressão Pós Parto, atuando diretamente nas emoções. Já na consulta homeopática acontece uma minuciosa entrevista, na qual é possível detectar desequilíbrios emocionais existentes, promovendo tratamento para os desequilíbrios detectados.

Por ser um tratamento à base de elementos da natureza, os medicamentos homeopáticos podem ser utilizados com tranquilidade pela paciente, pois não interferem na qualidade da produção de leite e, por conta disso não prejudicam a amamentação – que pode até ser uma aliada na cura da doença, uma vez que fortalece o vinculo entre mãe e bebê.

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Quanto mais rápido a paciente procurar ajuda, mais terá chances de curar a doença em curto período, recuperando seu equilíbrio e assumindo o seu novo papel como mãe.

Não sinta vergonha em falar com seus amigos e parentes caso desconfie que esteja passando por isso. Lembre-se que a depressão não é culpa de ninguém e que com apoio e carinho fica mais fácil vencê-la.

Pré-natal e homeopatia

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Na primeira postagem da série Ser Mulher, entenda como a homeopatia auxilia de maneira eficaz e natural, o período gestacional. Ela promove o bom desenvolvimento do feto na medida em que orienta, ampara e prepara a mulher para a grande missão de ser mãe.

 

Todos sabem da importância do pré-natal como garantia de que mãe e filho mantenham-se saudáveis durante a gestação. Nas consultas que acompanham o período gestacional o obstetra fará o acompanhamento do desenvolvimento do bebê e da saúde da mãe, o diagnóstico de intercorrências clínicas e/ou obstétricas, além de preparar futuros pais (sim, é muito bom que o pai participe do pré-natal, juntamente com a mãe) para o parto, assim como para a amamentação. Por isso, seria muito bom que o acompanhamento pré-natal começasse antes mesmo da concepção.

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Pouca gente sabe, mas, o pré-natal realizado por um obstetra homeopata traz inúmeros benefícios à saúde gestacional, além de tratar de forma natural desconfortos comuns do período como: náuseas, insônia, constipação intestinal, câimbras, hipertensão arterial, ansiedade e vários outros. Sem contar que ajuda a gerar um bebê menos propenso a adoecer.

A investigação detalhada da vida da mãe e do pai da criança, a escuta sobre peculiaridades da saúde física, mental e espiritual ajudam o obstetra homeopata a construir uma espécie de perfil daquela gestação e, com a ajuda da homeopatia, oferecer um pré-natal específico para cada caso.

 

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O médico feminólogo, especialista em ginecologia e obstetrícia, homeopatia e sexualidade humana Dr. Eliezer Berenstein, explica que no pré-natal cada detalhe é importante: “A mulher deve ter conhecimento de todas as patologias que ela teve durante sua vida. É importante relatar esses fatos para seu ginecologista antes de pensar em engravidar. Algumas doenças que são benignas durante nossa vida assumem papel importante e diferente durante a gravidez, podendo afetar mamãe e bebê”.

Para Berenstein “Gestar para o ser humano é criar expectativas. Dessas inúmeras expectativas que se tem se o bebê vai ser de um jeito ou de outro, o casal acaba projetando uma série de fantasias e expectativas para depois que o bebê nasce. E, com isso, perdem muito o trajeto da gravidez em si. O casal acaba tendo uma gravidez imperfeita na espera de um bebê perfeito”. Portanto, o médico considera de suma importância durante o pré-natal, tratar a sexualidade da gravidez, a preparação o corpo para o parto e, mais do que tudo, incorporar a presença do parceiro na gestação. Esse compartilhamento é o que se busca num parto humanizado, onde o pai da criança deixa de ser um mero expectador e passa a ser parte atuante da gestação, do parto e do pós-parto.

Parto Humanizado: o pré-natal homeopático em pró do parto natural


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ART 1 MAMÁS BLOGUERAS - RECIEN NACIDO - EMBARAZO - Nace un bebé y nace una cadena

Quando se descobriu grávida pela segunda vez, Edilene Gualberto procurou saber sobre a humanização do parto, para “não cair na cesárea novamente” como ela mesma diz.
Mãe de 3 filhos, advogada e blogueira do blog Etc & Mãe, buscou por um médico no Google e, confiando na intuição e nas informações que conseguiu, chegou até sua obstetra e homeopata Betina Bittar.

Como Edilene descreve: “Foi amor a primeira vista e ela acompanhou minha segunda e terceira gestações, bem como o segundo e o terceiro partos”.

Edilene que tinha em seu histórico uma primeira gestação onde o pré-natal foi com médico alopata e parto cesáreo, conta que sentiu uma enorme diferença no pré-natal “tanto pelo fato da homeopatia, quanto pela questão da humanização e da consulta particular (que foge daqueles 10 minutos rápidos e vira um bate papo de aproximadamente uma hora)”.

Aponta como principal diferença o fato de “que todas as minhas queixas ela tratava da maneira mais natural possível, explicando que quase todas eram comuns da gestação e que remédios não eram indicados, mas que havia coisas mais naturais que poderiam amenizar. Para mim, era sempre mais seguro, pois tomava as medicações sem preocupações de prejudicar o bebê”.

Na terceira gestação repetiu a escolha e foi muito feliz, considera-se mãe realizada (como  descreve em seu blog) e atribui o sucesso de seus dois partos naturais após uma cesárea a essa busca por um pré-natal homeopático e humanizado: “Para quem prefere o parto natural e humanizado, tudo que for natural é melhor, então, como benefício do pré-natal homeopático eu identifico a naturalidade e a tranquilidade de saber que está tomando algo que não afetará em nada seu filho”.