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Ser Mulher – Ciclo menstrual no pós-parto

Após a mulher dar à luz, seu corpo passa por um processo para “retornar” ao que era antes de engravidar. Nesse processo o útero diminui, entre outras coisas. O Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, na série “Ser Mulher”, tenta explicar de forma simples, o que acontece no corpo da mulher nessa etapa.

A gravidez é um momento lindo, mas muito difícil para a mulher. As mudanças no corpo da mulher, nos hormônios, tudo é muito incomodo para ela. Verdade seja dita, mas ficar gravida não são apenas flores. Muitas mulheres já assumem abertamente que odiaram essa sensação das mudanças do corpo. E após o parto, as mudanças não cessam. Na verdade, essa etapa é marcada por duas características totalmente interligadas: uma é o retorno do útero e ovário à condição inicial, de antes da gravidez, e a segunda é sobre à lactação. Vamos entender o que ocorre no corpo da mulher que acabou de ter neném, para ele voltar às condições “normais” de antes da gravidez.

gravidez-resultados-testesEsse período que popularmente é conhecido como quarentena, pois dura em torno de 40 dias ocorre o chamado “puerpério”. Se você nunca ouviu falar nesse nome, não tem problema, você provavelmente sabe o que é, só não está ligando o nome à pessoa. O puerpério é o sangramento via vaginal que ocorre na mulher logo após ela parir. E apenas para esclarecer, não é a mesma coisa que menstruar. É importante ressaltar que nesse período o sexo não é recomendado, pois o organismo da mulher está se refazendo, e além de causar dor para ela, as chances de uma gravidez nesse período são muito grandes.

Esse sangramento, ou seja, o puerpério tem fluxo intenso inicialmente, e coloração avermelhada. À medida que o útero se contrai e vai voltando ao tamanho normal, o fluxo diminui e a cor muda: se torna rosa, passando por marrom até ficar amarelado. Se o parto foi normal, o fluxo pode ser mais intenso, já que a retirada da placenta estimula a expulsão dos tecidos restantes, promovendo a regeneração uterina. Porém, após o fim do puerpério é natural ficar sem ovular e, portanto, sem menstruar também durante alguns meses.

Esse processo de bloqueio da ovulação ocorre no organismo por conta de hormônios produzidos durante lactação. A menstruação, em geral, volta ao normal, quando o bebê não mamar tanto, pois esses hormônios do aleitamento diminuem, e o corpo passa a ovular e, consequentemente, a menstruar.

Mas é importante ressaltar que na medicina nada é exato como na matemática. Algumas mulheres podem começar a ovular, mesmo enquanto amamentem, ou até mesmo enquanto ainda estão no puerpério, correndo o risco de engravidar nesse período.

imagesSe não há desejo de engravidar novamente, nesse período o mais eficaz é utilizar um método contraceptivo. O ideal, sem dúvida, é o uso de preservativo, já que o anticoncepcional, nesse caso, não é indicado, por conta da lactação e amamentação.

É importante também ficar atenta a qualquer alteração do sangramento. Se ele estiver muito intenso, com coágulos grandes, cheiro ruim ou se a mulher apresentar ter febre e calafrios é sinal de que alguma coisa está errada, e deve-se procurar o médico imediatamente.

Consulte um médico de sua confiança e leia as dicas do Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

 

Sintomas de gravidez ou de TPM?

homeopatiaSe você, mulher, está sentindo algumas das características que só percebe quando está de TPM, mais atenção: esses sintomas podem ser de uma gravidez. Se a sua menstruação está atrasada, este é um dos alertas mais claros sobre a gestação, no entanto, há outros pontos que podem também te dar o alerta sobre estar carregando um bebê no ventre.

Para que você saiba dos outros sintomas e identifique se está com alguns deles, o blog Homeopatia e Saúde, da Clínica Similia, coordenada pelo Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pesquisou um material que apresenta 14 sinais de que você está grávida. Sentir os seios doloridos é um desses sintomas e, além disso, você pode notar as auréolas mais escuras e também algumas veias mais proeminentes.

Outro sinal é urinar com frequência – se de uma hora para outra você passa a ter pausas durante o sono para ir ao banheiro, isso pode indicar uma gravidez. Dores nas costas, principalmente na parte inferior da coluna, pode ser o resultado das mudanças que seu organismo está enfrentado. Dores de cabeça também entram na lista. Cólicas e desejos instantâneos ou aversão a alguns alimentos.

Ficou curiosa e quer verificar os sintomas restantes dessa lista que o blog Homeopatia e Saúde selecionou para você? Confira mais informações acessando o link a seguir: https://goo.gl/XJJoao

O papel do pai com o bebê.

Muitos casais que esperam o seu primeiro filho, e muitos no segundo ou até terceiro, têm dúvidas de como o pai pode ajudar com os pequenos, seja recém-nascidos ou um pouco maior. Como criar um vínculo entre os bebês e os pais tão forte como com as mães. Por isso o Blog Homeopatia e Saúde conversou com a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pediatra e homeopata da clínica Similia, e tirou todas as dúvidas sobre esse assunto. Leia, informe-se, opine.

homeopatia e saúdeQuando um bebê nasce, nasce uma mãe e um pai. Essa frase tornou-se famosa. É amplamente utilizada pela mídia, inclusive na publicidade. As mães, carregam dentro de si o bebê por meses, e por isso têm já embutido uma ligação forte com a crianças. Por isso, é de extrema importância que o pai tenha uma participação ativa junto a mulher que está gestante. “A aproximação do pai com o bebê ainda no útero da mãe é de responsabilidade do próprio homem. Recomendo acompanhar as mães às consultas de pré-natal e participarem de cursos para casais durante a gestação, pois ambos são bons para o pai ser inserido nesse movimento da gestação”, aconselha Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Para a médica, na gestação, no parto e no pós-parto, ou seja, em todos os momentos, o pai pode acompanhar e participar, tornando os laços afetivos mais fortes, nessa família que está sendo criada. Porém, muitas vezes essa ação não vem de forma automática, ou seja, os homens não têm o impulso de agirem de forma a participar da vida do bebê. Para isso Dra. Ana recomenda muito amor e paciência, pois assim as mães conseguem introduzir as atividades do bebê, dividindo a responsabilidade com os pais.

“Muitos pais não estão habituados as atividades delicadas e sentem-se inseguros ao segurar um bebê no colo, por exemplo. Mas as mães precisam ter confiança nos parceiros, que estão aprendendo. Se existe amor na equação, o equilíbrio é encontrado antes. Pois com amor o parceiro perceberá que nesse momento não só o bebê, mas a mãe precisam de cuidados”, explica Dra. Ana Lucia.

Atividades que um pai pode fazer em relação ao filho!

homeopatia e saúdeSe o bebê é amamentado, essa é, sem dúvida, a única atividade que apenas a mãe poderá fazer, todas as demais ações um pai pode desenvolver com a melhor forma possível. “Dar banho, trocar fraldas, colocar pra dormir, acalmar o bebe no colo, dar papinha, mamadeira, etc.. Excluindo mamar no peito, todas as outras atividades poderão ser compartilhadas e executadas pelo pai”, diz Dra. Ana Lucia.

Ligação com o bebê, mesmo antes do nascimento

Como já dissemos no abre dessa matéria, a mãe carrega o bebê e, por isso, tem uma ligação com ele, pois durante o tempo que ele passa no ventre dela, compartilham os mesmos sentimentos, angústias e alegrias. O pai, muito vezes, é excluído desse período, mas vale lembrar que se ele quiser pode, e deve, criar os laços de afeição com seu filho.

“Recomendo que os pais falem com seus bebês, ainda no ventre nas mães, acariciando a barriga, e ficando o mais próximo que puder dela. Conversar, cantar. Dessa forma, a voz do pai poderá ser reconhecida quando o bebê nascer”, aconselha a pediatra.

Para concluir, vale lembrar que cada família constitui uma sociedade individual, onde as regras e paradigmas servem para aquele núcleo. Por isso é importante que o casal encontre a melhor forma de equilíbrio nessas ações. “Cada família pode viver em sua casa da maneira que acredita ser sua própria verdade.  Vejo que pais trocam fraldas, embalam os bebes e fazem tudo relativo ao novo membro da família desde que tudo seja acordado entre o pai e a mãe. Vejo sempre que a chegada de um filho gera sempre uma adaptação do casal, e para isso eles devem se preparar, pois ficarão algum tempo sem sair de casa, sem cinema ou para programas noturnos, nem só do casal. Mas vejo que onde existe amor e colaboração tudo será ajustado para que exista harmonia cada vez maior da nova família” conclui Dra. Ana Lucia Dias Paulo, médica, pediatra e homeopata.

 

 

Depressão Pós-parto – Como a Homeopatia pode te ajudar a sair dessa

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Aprenda a diferenciar “Baby Blues” de “Depressão pós-parto” e veja como a homeopatia possui a resposta eficaz para esse transtorno, no segundo post da série Ser Mulher

Estima-se que entre 50 e 80% das mulheres passem por episódios de tristeza após o parto – o chamado Baby Blues. O problema é quando esse quadro não melhora após aproximadamente 15 dias: pode ser depressão pós-parto.

A gravidez é um período de muitas mudanças na mulher, principalmente por causa das alterações hormonais – comuns nesta fase. É muito corriqueiro no período gestacional o relato de mulheres que sofrem com variações de humor, irritação, ansiedade ou tendência a chorar por qualquer motivo.

Essa instabilidade emocional pode piorar com a chegada do bebê: a acentuada queda dos hormônios sexuais realça episódios de sentimento de tristeza inesperados. De 50 a 80% as mulheres que acabaram de dar à luz podem desenvolver uma tristeza típica do pós-parto conhecida como Baby Blues.

Este quadro de tristeza, relacionado com a nova vida que vem com o bebê (onde a mãe agrega para si inúmeras novas responsabilidades e uma nova vida) costuma curar-se sozinho após uma ou duas semanas.

 

Mas como diferenciar o Baby Blues da Depressão Pós-parto?

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Há alguns casos em que em vez de melhorar o quadro vai piorando e impede a mulher de desenvolver sua maternidade, tornando-a incapaz de exercer as tarefas mais simples do dia a dia, interferindo na vida de toda a família ou das pessoas mais próximas. Nesse caso, um profissional deve ser consultado o mais rápido possível, pois pode tratar-se de Depressão Pós-parto.

Se durante a gravidez o organismo da gestante produz uma quantidade elevada de hormônios, algumas horas após o parto o nível desses hormônios cai de forma rápida e intensa – esse é um dos motivos que  podem colaborar para o desencadeamento de transtornos emocionais no pós-parto.

A diferença básica entre Baby Blues e Depressão pós-parto é que, enquanto o primeiro pode ser chamado de “fisiológico” – sumindo do mesmo jeito que apareceu –, o segundo pode ser devastador e transformar-se numa doença crônica.

 

Quem pode desenvolver pode desenvolver depressão pós-parto?

Mulheres com histórico de depressão antes da gravidez, ou de depressão gestacional, são mais suscetíveis a desenvolver a doença, porém, alguns eventos durante a gestação podem levar a mulher a desenvolver depressão no período que segue após o nascimento do filho.

Em entrevista ao site Minha Vida o Psicólogo Maurício Pinto alerta que “a depressão pós-parto pode ter origem pré-parto, quando a mulher pode sentir-se mais feia, gorda, não desejada pelo parceiro. Somadas a algumas intercorrências durante a gestação como: crises conjugais, o momento pessoal, problemas financeiros ou falta de apoio, podem tornar esta fase um pouco mais complicada, causando insegurança e carência na mulher”.

Young lonely pregnant women sitting on the kitchen floor.

 

Como a Homeopatia pode ajudar nesse quadro?

A Homeopatia tem um efeito bastante eficaz no tratamento da Depressão Pós Parto, atuando diretamente nas emoções. Já na consulta homeopática acontece uma minuciosa entrevista, na qual é possível detectar desequilíbrios emocionais existentes, promovendo tratamento para os desequilíbrios detectados.

Por ser um tratamento à base de elementos da natureza, os medicamentos homeopáticos podem ser utilizados com tranquilidade pela paciente, pois não interferem na qualidade da produção de leite e, por conta disso não prejudicam a amamentação – que pode até ser uma aliada na cura da doença, uma vez que fortalece o vinculo entre mãe e bebê.

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Quanto mais rápido a paciente procurar ajuda, mais terá chances de curar a doença em curto período, recuperando seu equilíbrio e assumindo o seu novo papel como mãe.

Não sinta vergonha em falar com seus amigos e parentes caso desconfie que esteja passando por isso. Lembre-se que a depressão não é culpa de ninguém e que com apoio e carinho fica mais fácil vencê-la.

Pré-natal e homeopatia

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Na primeira postagem da série Ser Mulher, entenda como a homeopatia auxilia de maneira eficaz e natural, o período gestacional. Ela promove o bom desenvolvimento do feto na medida em que orienta, ampara e prepara a mulher para a grande missão de ser mãe.

 

Todos sabem da importância do pré-natal como garantia de que mãe e filho mantenham-se saudáveis durante a gestação. Nas consultas que acompanham o período gestacional o obstetra fará o acompanhamento do desenvolvimento do bebê e da saúde da mãe, o diagnóstico de intercorrências clínicas e/ou obstétricas, além de preparar futuros pais (sim, é muito bom que o pai participe do pré-natal, juntamente com a mãe) para o parto, assim como para a amamentação. Por isso, seria muito bom que o acompanhamento pré-natal começasse antes mesmo da concepção.

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Pouca gente sabe, mas, o pré-natal realizado por um obstetra homeopata traz inúmeros benefícios à saúde gestacional, além de tratar de forma natural desconfortos comuns do período como: náuseas, insônia, constipação intestinal, câimbras, hipertensão arterial, ansiedade e vários outros. Sem contar que ajuda a gerar um bebê menos propenso a adoecer.

A investigação detalhada da vida da mãe e do pai da criança, a escuta sobre peculiaridades da saúde física, mental e espiritual ajudam o obstetra homeopata a construir uma espécie de perfil daquela gestação e, com a ajuda da homeopatia, oferecer um pré-natal específico para cada caso.

 

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O médico feminólogo, especialista em ginecologia e obstetrícia, homeopatia e sexualidade humana Dr. Eliezer Berenstein, explica que no pré-natal cada detalhe é importante: “A mulher deve ter conhecimento de todas as patologias que ela teve durante sua vida. É importante relatar esses fatos para seu ginecologista antes de pensar em engravidar. Algumas doenças que são benignas durante nossa vida assumem papel importante e diferente durante a gravidez, podendo afetar mamãe e bebê”.

Para Berenstein “Gestar para o ser humano é criar expectativas. Dessas inúmeras expectativas que se tem se o bebê vai ser de um jeito ou de outro, o casal acaba projetando uma série de fantasias e expectativas para depois que o bebê nasce. E, com isso, perdem muito o trajeto da gravidez em si. O casal acaba tendo uma gravidez imperfeita na espera de um bebê perfeito”. Portanto, o médico considera de suma importância durante o pré-natal, tratar a sexualidade da gravidez, a preparação o corpo para o parto e, mais do que tudo, incorporar a presença do parceiro na gestação. Esse compartilhamento é o que se busca num parto humanizado, onde o pai da criança deixa de ser um mero expectador e passa a ser parte atuante da gestação, do parto e do pós-parto.

Parto Humanizado: o pré-natal homeopático em pró do parto natural


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ART 1 MAMÁS BLOGUERAS - RECIEN NACIDO - EMBARAZO - Nace un bebé y nace una cadena

Quando se descobriu grávida pela segunda vez, Edilene Gualberto procurou saber sobre a humanização do parto, para “não cair na cesárea novamente” como ela mesma diz.
Mãe de 3 filhos, advogada e blogueira do blog Etc & Mãe, buscou por um médico no Google e, confiando na intuição e nas informações que conseguiu, chegou até sua obstetra e homeopata Betina Bittar.

Como Edilene descreve: “Foi amor a primeira vista e ela acompanhou minha segunda e terceira gestações, bem como o segundo e o terceiro partos”.

Edilene que tinha em seu histórico uma primeira gestação onde o pré-natal foi com médico alopata e parto cesáreo, conta que sentiu uma enorme diferença no pré-natal “tanto pelo fato da homeopatia, quanto pela questão da humanização e da consulta particular (que foge daqueles 10 minutos rápidos e vira um bate papo de aproximadamente uma hora)”.

Aponta como principal diferença o fato de “que todas as minhas queixas ela tratava da maneira mais natural possível, explicando que quase todas eram comuns da gestação e que remédios não eram indicados, mas que havia coisas mais naturais que poderiam amenizar. Para mim, era sempre mais seguro, pois tomava as medicações sem preocupações de prejudicar o bebê”.

Na terceira gestação repetiu a escolha e foi muito feliz, considera-se mãe realizada (como  descreve em seu blog) e atribui o sucesso de seus dois partos naturais após uma cesárea a essa busca por um pré-natal homeopático e humanizado: “Para quem prefere o parto natural e humanizado, tudo que for natural é melhor, então, como benefício do pré-natal homeopático eu identifico a naturalidade e a tranquilidade de saber que está tomando algo que não afetará em nada seu filho”.