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7 hábitos que toda mulher deve abandonar

Além de visitas frequentes ao ginecologista, a mulher aprende bem cedo que alguns hábitos são essenciais para sua saúde ginecológica. O texto publicado pelo portal Vix e garimpado pela equipe do Blog Homeopatia e Saúde, é uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, alerta sobre 7 hábitos que toda mulher deve abandonar para manter sua saúde em dia.

1 – Não demorar muito de uma visita a outra no ginecologista – os especialistas recomendam ir de 6 em 6 meses.

2 – Esperar o início da vida sexual para ir ao ginecologista. É importante que a adolescente também visite o ginecologista.

3 – Esconder ou não comentar os incômodos com o médico. Realmente não é fácil se abrir, mas o médico precisa saber o que se passa para tratar.

4 – Usar produtos mirabolantes para higiene intima. Os ginecologistas recomendam água e sabão. Nada a mais é recomendado.

Leia na íntegra: https://goo.gl/Wf9NM3

Você sabe o que é HPV?

A HPHPVV é uma das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) mais comuns em território nacional, com mais de 2 milhões de casos por ano no Brasil. Esta é uma doença transmissível pelo contato de pele com pele e, por conta disso, é considerada uma DST. Estatísticas apontam que 1 a cada 10 meninas que logo que iniciam pela primeira vez a vida sexual chegam a ter contato com esse vírus. É sobre este assunto preocupante que o Dr. Eliezer Berenstein, ginecologista e homeopata, tira as dúvidas nessa postagem do blog Homeopatia e Saúde.

Atualmente a rede pública de saúde oferece gratuitamente a vacina contra a HPV para meninas de até 12 anos de idade. “Após entrar na adolescência e ter suas primeiras menstruações, a garota está criando sua flora vaginal de mulher. Vaciná-la neste período é aproveitar essa janela imunológica”, explica Dr. Berenstein. HPV significa, em uma tradução da sigla, que é em inglês, “Papiloma vírus humano” e conta com diversos tipos de vírus. Geralmente não tem sintomas aparentes, mas quando aparecem, podem ser como verrugas nas regiões íntimas ou outras partes do corpo como veremos adiante.

Outro dado que merece atenção é que de 80 a 90% da população chega a estabelecer contato com o vírus ao menos uma vez durante a vida, independente de desenvolver algum tipo de lesão ou não. Muitas mulheres ainda contraem o vírus HPV por uma série de fatores, conforme explica o médico ginecologista e homeopata. “Em uma sociedade hedônica e liberal como a dos tempos atuais, epidemias das mais variadas já estão ocorrendo e a tendência é aumentar. Os vírus respondem a variações climáticas com mutações em sua genética e o cenário atual é no mínimo sombrio”, pontua Dr. Eliezer.

Para ele, nosso planeta apresenta uma superlotação favorável para que haja essa propagação da doença. “Temos um ambiente ideal para o alastramento epidêmico. Apesar de grandes avanços tecnológicos, estamos engatinhando na virologia”, diz o ginecologista.

O blog Homeopatia e Saúde, vinculado à Clínica Similia do Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e da Dra. Ana Lucia Dias Paulo, levantou que existem mais de 150 tipos de vírus HPV, alguns que podem desenvolver câncer de colo de útero, ânus e garganta. A detecção dessa doença é feita através de dois exames, como o teste de captura híbrida e também o teste genético PCR.

Cura

Aproximadamente 90% das pessoas que contraem algum tipo de vírus HPV, acabam por eliminar do próprio organismo por conta, sem tratamento. “Apesar da exposição aos agentes nocivos, algumas pessoas são resistentes a estes agentes. Milhares de pessoas adoecem em uma epidemia, mas nem todas. O que faz com que umas sejam mais suscetíveis que as outras ainda não é conhecido pela medicina, por isso se vacina a todos mesmo sem saber quem seria resistente ou não. O grande mistério a ser descoberto ainda está na suscetibilidade”, observa Dr. Heliezer.

No entanto, nos 10% da população em que o vírus se manifesta, essa doença é caracterizada pela aparição de verrugas ou mesmo lesões na pele que causam coceira – nem sempre são visíveis ao olho humano, tornando-se necessária a realização de exames para identificação dessas verrugas, como vulvoscopia, peniscopia ou colposcopia.

No corpo da mhomeopatia e saúdeulher, essas lesões podem aparecer na vulva, vagina e colo do útero. No homem, o local mais comum em que a doença se manifesta é o pênis. Independente do gênero, as lesões também podem aparecer na garganta, boca, ânus, pés e mãos.

Uma observação pensando na sua saúde: nem sempre ter verrugas nessas regiões significam que foram causadas por uma infecção proveniente do vírus HPV. Mesmo assim, buscar orientação médica é fundamental para identificação do problema e iniciar tratamentos para cada caso. Os especialistas que podem te auxiliar são ginecologistas, urologistas, infectologistas ou dermatologistas, por exemplo.

Como evitar

Além da vacina, uma das formas de evitar contrair o vírus do HPV é usar preservativo, tanto masculino quanto a camisinha feminina. Pessoas com uma vida sexual ativa estão suscetíveis a entrar em contato com o vírus e é importante destacar alguns fatores de risco para que contrair essa doença ocorra, como iniciar a vida sexual muito cedo, não realizar exames de rotina, ter vários parceiros ao mesmo tempo, estar com o sistema imunológico enfraquecido ou mesmo já ter no organismo a presença de outros tipos de DSTs.

Alerta sobre Sífilis

homeopatia e saudeConsiderada erradicada, a sífilis assusta com o alarmante crescimento em números de doentes, aqui no Brasil, segundo aponta a reportagem do portal Bolsa de Mulher.

O que mais assusta além do alarmante aumento de casos, é a declaração do Ministro da Saúde, que a Penicilina, principal medicamento que combate essa doença, está em falta no país.

Ainda segundo a reportagem que o blog Homeopatia e Saúde, e os doutores Ariovaldo Ribeiro Filho e Ana Lucia Dias Paulo da Clínica Similia selecionaram, infectologistas apontam que não foram os casos que aumentaram, e sim a forma de controle e as notificações, por isso os números do ministério da saúde parecem inflados.

Leia a matéria na íntegra http://goo.gl/nKkaUO

 

 

Série Ser Mulher – Ovários Policísticos

ser mulherCerca de 30% da população feminina é afetada por esse mal, por isso o Blog Homeopatia e Saúde e os doutores Ariovaldo Ribeiro Filho e Ana Lucia Dias Paulo detalham tudo que você precisa saber sobre esse assunto.

O que é?

A Síndrome dos Ovários Policístico é um distúrbio que interfere no processo normal de ovulação em virtude de desequilíbrio hormonal que leva à formação de cistos. O aparecimento de cistos durante o processo de ovulação faz parte do funcionamento dos ovários, mas eles desaparecem a cada ciclo menstrual.

Quando a mulher sofre dessa síndrome, os cistos permanecem nos ovários e mudam a sua estrutura. Isso faz com que o ovário cresça até três vezes mais na sua largura do que o tamanho costumeiro durante a ovulação.

A disfunção pode levar à secreção de hormônios masculinos (androgênios) em excesso. A portadora da síndrome ovula com menor frequência e tem ciclos, em geral, irregulares. Estima-se que cerca de 20% das mulheres em idade fértil são afetadas por essa síndrome.

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É difícil determinar os fatores que levam o desenvolvimento dessa disfunção. Acredita-se que a origem seja genética, porque há 50% de chance de desenvolvê-la nas irmãs ou filhas de uma mulher que possua o distúrbio. Também há fortes indicações de que sua origem esteja ligada à produção exagerada da insulina pelo próprio corpo. O desequilíbrio hormonal pode ser ocasionado pelo aumento exagerado de insulina no organismo.

Sintomas

Os sintomas mais comuns podem incluir:

  • Ciclos irregulares.
  • Diminuição da frequência de ovulação.
  • Dificuldade para conseguir engravidar.
  • Desenvolvimento de: doenças do coração, diabetes tipo 2 e obesidade.

Porém, existem casos em que há uma produção muito grande de hormônios masculinos. Nessas situações podem ser vistos sinais bem específicos, como:

  • Manchas na pele. Muitas vezes nas axilas ou na parte de trás do pescoço.
  • Aumento fora do comum da oleosidade da pele; e às vezes, por consequência, o aparecimento de espinhas e cravos.
  • Uma acentuada e anormal queda de cabelo.
  • Aumento incomum do peso corporal.
  • Crescimento acentuado de pelos nas regiões do baixo ventre, queixo, seios, e buço.

Diagnóstico

É necessária uma avaliação médica para ser diagnosticado, e exames específicos para comprovação. É preciso saber se os sintomas não são causados por problemas com a tireoide ou a glândula suprarrenal. Não basta só um ultrassom isolado para diagnosticar a síndrome. Os exames mais comuns solicitados pelos médicos são:

  • Dosagem dos hormônios Estradiol, FSH, LH, TSH, S-DHE, Testosterona total, e 17-OH progesterona (entre o 2º e 3º dias do ciclo menstrual).
  • Ultrassom pélvico.
  • Curva de insulina comparativa com a curva de glicemia.

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Tratamentos

Pode-se controlar essa síndrome com remédios alopáticos. Os ginecologistas costumam indicar o uso de anticoncepcionais hormonais como pílulas e anéis vaginais, que protegem os ovários e diminuem os níveis de hormônios masculinos e de insulina.

Mulheres que querem engravidar precisam usar anticoncepcionais hormonais, no início do tratamento, para estabilizar os períodos de menstruação e suspender o uso de anticoncepcional depois da regularização da menstruação. Esse tratamento aumenta a chance de ovulação e gravidez.

Outra maneira de aumentar as chances de gravidez são os produtos que induzem a ovulação. Caso a mulher com a síndrome tiver altos níveis de insulina, os médicos usarão remédios para diminuir a produção dessa substância. Durante a gravidez, esses remédios podem ser usados até a 36ª semana de gestação.

Outros cuidados

Para controlar os sintomas, os médicos sempre orientam as pacientes terem dietas mais leves. Isso é mais aconselhado ainda quando existe obesidade. Normalmente, é indicada a prática de exercícios físicos, para benefícios mais potencializados. E em alguns casos, são indicados tratamentos com cosméticos sob a orientação de um dermatologista.

Ser Mulher – O que é Endometriose?

O principal fator que leva a mulher a infertilidade, a endometriose afeta entre 7 a 10 milhões de mulheres, somente no Brasil. Entenda nesse texto do Blog Homeopatia e Saúde, o que é, quais as causas e tratamentos da Endometriose.

O que é endometriose?

Silenciosa na maior parte das vezes, a endometriose atinge mulheres desde a primeira menstruação até a última e o diagnóstico definitivo acontece por volta dos 30 anos de idade. No Brasil, são entre 7 e 10 milhões de mulheres sofrendo com a doença e dessas, 30 % correm o risco de ficarem estéreis devido ao desconhecimento tardio e o tratamento errado da doença.

endometriose - similiaPara entender melhor: o endométrio é o tecido que recobre o interior do útero e a doença se caracteriza quando esse tecido cresce fora da cavidade uterina, atingindo órgãos como intestinos, trompas, bexiga, ovários, vagina e reto e causando severas inflamações.

Além de causar dores intensas, desconforto pela hemorragia menstrual, a doença atinge também o lado emocional da paciente, uma vez que sua qualidade de vida se torna muito comprometida, impedindo ou prejudicando sua vida social e atividades normais.

Principais sintomas:

  • Menstruação intensa com fortes cólicas
  • Dor pré-menstrual
  • Dor e desconforto durante a relação sexual
  • Dor na região da pélvis
  • Cansaço extremo
  • Dor ao defecar
  • Dor ao urinar
  • Gases
  • Inchaço abdominal
  • Presença de sangue na urina e fezes
  • Dificuldade para engravidar
  • Alteração intestinal e urinária, durante o período menstrual

Qual a causa da endometriose?

Não há uma pesquisa conclusiva sobre a causa, o que se sabe de fato é que a doença acomete mais as mulheres com histórico familiar de endometriose, como filhas e irmãs de pacientes com o diagnóstico, onde um baixo nível de progesterona que causa um descontrole hormonal pode ser um dos fatores do surgimento da doença.

Outra provável causa é a menstruação retrógada, quando uma parte do sangue menstrual flui através da trompa. No entanto, é importante frisar que muitas mulheres com endometriose não acusam sintoma algum dos citados, e só descobrem a doença quando não conseguem engravidar. Especialistas sugerem que a vida moderna, onde a mulher demora mais a engravidar porque privilegia a profissão, tem menos filhos e, portanto, menstruam por mais tempo, também pode ser considerado um fator para o surgimento da doença.

Para confirmar o diagnóstico, é necessário realizar uma videolaparoscopia, ultrassonografia ou ressonância magnética. Pode ser importante também a realização de uma biópsia, a fim de identificar o grau da lesão nos órgãos atingidos, mas apenas se a situação parecer mais grave.

Porque a endometriose pode causar infertilidade em mulheres saudáveis?

Durante a ovulação na mulher saudável a trompa abraça o ovário, provocando a fertilização normal. Com a presença da endometriose, a trompa está grudada pelo tecido impedindo a fertilização.

Como é feito o tratamento?

É primordial um tratamento correto, que pode ser simples, a base de contraceptivos hormonais, antiinflamatórios, analgésicos e hormônios ou, se a gravidade da doença exigir, intervenção cirúrgica de pequeno porte e de rápida recuperação. O tratamento varia conforme a área que foi afetada, o grau de intensidade dos sintomas e da inflamação, a tolerância da paciente quanto aos sintomas exibidos (como dor, desconforto, ansiedade, depressão), a idade, o estilo de vida, etc..

Aliados aos medicamentos, os exercícios físicos específicos, como os aeróbicos e uma alimentação mais saudável são extremamente importantes para uma resposta positiva mais rápida. Uma dieta balanceada para diminuir o peso é indicada, já que a gordura corporal em pacientes acima do peso demonstra aumentar a gravidade da doença.

Após o tratamento, as chances de a mulher engravidar se tornam bem maiores, o que também favorece na cura da própria doença. Mulheres que já não estão mais em idade fértil que já entraram na menopausa também podem ter endometriose, uma vez que a falta de estrogênio pode agir no desenvolvimento da doença.

Portanto, fique sempre atenta aos sintomas e mesmo que não tenha percebido a presença deles, estar em dia com seus exames clínicos e com suas consultas médicas é a melhor forma de se prevenir ou tratar-se com segurança e tranqüilidade.