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Quando é a hora de ir para a escolinha?

Os três primeiros anos são a base para toda a vida do ser humano, diz a ciência. Em muitos países, só após essa idade a criança poderá começar a frequentar a “escolinha”. Entretanto, a correria do dia a dia e a ordem social muitas vezes forçam os pais a colocar seus filhos muito mais cedo. Saber quando é a hora, escolher o local ideal e como lidar com o período de adaptação é uma dúvida comum entre os país.

Nesse artigo, a Dra. Ana Lúcia Dias Paulo, médica pediatra e homeopata da Clínica Similia, tira todas as dúvidas dos pais sobre o tema escolinha em entrevista exclusiva para o blog Homeopatia e Saúde. Confira!

A organização social pouco centrada na família frequentemente obriga os pais a colocarem seus filhos cada vez mais cedo nos berçários e creches. Não surpreende o aumento do número de berçários nos últimos anos, já que muitas mães às vezes não têm outra opção que não deixar seu bebê de 3 ou 5 meses em outro ambiente para trabalhar.

Para a Dra. Ana Lúcia, a hora de ir para a escolinha depende muito da dinâmica familiar. A necessidade de trabalho dos pais normalmente fala mais alto. “Pensando no bem estar emocional e físico da criança, o ideal é entrar para escola já andando e controlando o xixi e o cocô, o que se dá, em geral, a partir dos 14 meses”, diz a pediatra.
downloadA médica afirma que, ainda do ponto de vista emocional, a criança só se prepara para a socialização com pessoas e ambientes diferentes do seu lar a partir dos 3 anos. “O dia a dia em casa e com a família constituem estímulos suficiente para os bebes até 14-18 meses” e recomenda apenas, como atividade externa, a natação, por ser uma habilidade importante para a sobrevivência.

Desde que seja possível para a família, o ideal é deixar as crianças em casa (ambiente conhecido), com alguém que além de atender suas necessidades, seja de confiança. Uma pessoa zelosa, amorosa e de confiança principalmente por parte da criança”, afirma a Dra. Ana Lúcia Dias Paulo

 

Escolhendo a escolinha e ajudando na adaptação

A pediatra ainda dá dica aos pais na hora de escolher a escolinha ideal. Sugerindo que usem uma planilha para anotar os pontos positivos de cada escola, Dra. Ana Lúcia elenca cinco pontos que considera crucial na hora escolher a creche para os filhos:

  1. Espaço físico: onde ficam as crianças e espaço de atividades
  2. Metodologia: a linha pedagógica da instituição
  3. Formação dos professores: pedagogos com especialização para a idade específica (pré-escola, fundamental, básico, etc)
  4. Equipe: observar o número de pessoas disponível para atender as crianças, desde a parte pedagógica até a preparação dos lanches e limpeza do local
  5. Distância da residência: quanto mais próxima da casa da família, melhor

Para a adaptação, que às vezes pode ser difícil, a pediatra recomenda que seja feita de forma gradual e baseada numa relação de confiança e vínculo. “Uma vez escolhida a escola, a criança pode ir visitar sem nenhum compromisso de lá ficar, conhecer seus espaços e principalmente as pessoas que irão lhe acompanhar no período fora de casa.”, diz ela.

Para os pais, ela completa: “nos primeiros dias, observe com quem da escolinha a criança se identificou mais e crie um vínculo harmonioso. Se possível, na porta da escolinha, a criança deve sair do colo de um dos familiares para esta pessoa em quem ela já confia”. Fala também da importância dos pais conversarem com os filhos, reforçando os pontos positivos sem, entretanto, inventar mentiras sobre.

Para finalizar, a Dra. Ana Lúcia lembra que crianças realmente precisam brincar, não somente preencher o dia com atividades para “gastar energia”. “Crianças tranquilas e calmas, vivem em famílias e lares tranquilos e calmos”, reforça.

Tags: crianças, filhos, infância, educação

 

É possível driblar os desafios da maternidade em tempos atuais

ser mulherTraumas vivenciados durante a infância podem refletir no desenvolvimento de algum aspecto da vida adulta deste indivíduo que sofreu essa situação. Era isso que o criador da psicanálise Sigmund Freud defendia com a descoberta do inconsciente. O que isso poderia influenciar, então, no processo da educação dos filhos e da maternidade? Essa afirmação gerou certo receio e ansiedade nas mães. Até porque a presença materna influencia muito nessa etapa de vida do pequeno, que absorve a voz, expressão do rosto, gestos e movimentos mais sutis, entre outros aspectos que configuram cerca de 80% dessa comunicação inicial.

Esse vínculo materno construído inicialmente deve ser rompido em algum momento para que a criança, então, perceba que há um mundo no entorno dela e que é possível buscar outros laços afetivos além da genitora. Entender todo esse processo influencia muito em ser mãe atualmente, porque toda atitude é pensada levando em consideração a consequência futura. Nesse caso, se a mãe for muito protetora com o filho, vai reforçar a ideia de um apego excessivo. Por outro lado, o pouco contato vai refletir também em problemas na vida do pequeno.

A missão da maternidade moderna é justamente buscar um equilíbrio entre as formas de relação e os vários campos de atuação, como trabalho e também maternidade. Esse é um processo contínuo, demorado, mas que pode contribuir imensamente para a vida de um adulto pleno, feliz e saudável. Buscando auxiliar o leitor com informações pertinentes a este assunto o blog Homeopatia e Saúde, vinculado à Clínica Similia, do Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e também a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, que é pediatra e homeopata, apresenta aqui dados relevantes sobre o tema.

Mudanças

k19229617Em um momento da vida chegamos a refletir: como é que nossas avós e bisavós davam conta de criar tantos filhos? Não raro eram cinco, dez proles em uma casa. Atualmente, segundo um levantamento do IBGE, o número de filhos por família é de 1,6. Muitas mudanças ocorreram ao longo dos anos e as dificuldades também parecem ser outras, até mais complicadas, porque a vida moderna impõe que a mulher concilie a vida profissional – que antigamente era restrita ao lar – o trabalho doméstico, o relacionamento com o cônjuge e a responsabilidade adicional de criar o filho.

O impacto dessa transformação pode ser ainda maior se a gravidez não foi planejada, o que ocasiona uma verdadeira mudança brusca no comportamento e também padrão de vida da mulher – por isso se faz tão importante ter o apoio incondicional da família nesse momento. Ter um bebê a caminho é a certeza de que tudo o que foi trilhado até então terá de ser readaptado para a nova realidade.

Em contraponto, quando a gravidez é algo planejado entre o casal, pode gerar mais felicidade que desespero como a situação anteriormente descrita em um primeiro momento pode causar. A preparação já foi computada e as mudanças são menos bruscas, porque os pais já estavam se preparando para este momento.

Necessidade

Chegar a esse equilíbrio pode ser muito difícil, até porque não sabemos qual é o limite ideal de atenção dispensada ao filho, não é mesmo? Criar outro ser humano, sendo responsável por sua educação e desenvolvimento, é de uma responsabilidade tremenda, principalmente porque não há fórmula mágica ou um manual de instruções que nos auxiliem nessa missão. A tarefa dos pais é descobrir, no dia a dia, o melhor caminho para criar seus filhos. Para as mães existe um processo mais complicado em relação a isso porque o vínculo é construído desde a gestação, uma vez que ela carrega no ventre a criança por nove meses. Posteriormente, os pais também constituem vínculos mais fortalecidos.

Nesse ponto, embora a criança seja dependente de outras pessoas para sobreviver, é importante que ela desenvolva certa independência. Nesse ponto, são as pequenas dificuldades ou traumas e frustrações que vão contribuir com esse crescimento. Causar esse tipo de desconforto no pequeno, de não atender a todas as solicitações, é um caminho inclusive saudável para o próprio desenvolvimento e senso de liberdade dele.

Conciliação

Trabalhar fora é completamente normal hoje em dia para as mulheres, e é importante se preparar para o final da licença maternidade, quando as diversas atividades desempenhadas começam a voltar para o lugar. Não se culpe por ter de deixar a criança aos cuidados de outras pessoas ou não tente compensar sua ausência em decorrência do trabalho com presentes em excesso ou muita liberdade para que o filho faça o que bem entender. Há outras formas de conciliar esses aspectos da vida sem prejudicar o desenvolvimento dos pequenos, sem deixar de lado os dois sonhos, de ser uma profissional bem-sucedida e mãe. Qualidade do contato com os filhos é mais importante do que quantidade.

A importância do brincar para as crianças

brincar, homeopatiaEstá previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente: toda criança tem o direito de brincar. Está no artigo 16: além de brincar, também tem o direito de praticar esportes e divertir-se. No entanto, quando é que essa prática começa efetivamente e ser desenvolvida pelos pequenos? A pediatra e homeopata Dra. Ana Lucia Dias Paulo, da Clínica Similia, deu uma entrevista para o blog Homeopatia e Saúde, e apresenta esta e outras informações sobre a importância desta atividade tão saudável para os filhos.

A criança passa a brincar – ou ao menos entender o que é uma brincadeira – a partir do momento em que percebe o mundo externo. “O ato de brincar é uma atitude de interação com algo ou alguém além de si mesma. Até os três meses ela está centrada em si mesma e percebe somente a mão que lhe dá o alimento. Após os quatro meses, ela já percebe outras pessoas e principalmente outras crianças. No caso de irmãos, é fantástica a interação entre eles”, pontua Dra Ana Lucia Dias Paulo.

A brincadeira nesse período é bastante simples, interagindo com as próprias mãos ou até mesmo o ato de sorrir para outras pessoas também significa uma forma de contato com o outro. Portanto, não há a necessidade de brinquedos grandes ou muito elaborados. “Crianças são muito sensoriais, e é muito bom para todos fazer cócegas, por exemplo. Essa brincadeira solta as amarras de uma timidez e abre as portas da confiança no adulto”, acrescenta Dra. Ana Lucia.

Benefícios

brincar, homeopatiA partir desses pequenos atos há muitas conquistas cerebrais. “Isso significa que sinapses neurológicas estão sendo processadas a todo instante. É uma fase que mais vale a qualidade que quantidade. Cantar ou emitir sons com o próprio corpo caracterizam essas brincadeiras”, destaca a pediatra e homeopata da Clínica Similia.

Manter essas atividades interativas contribui com a formação intelectual e cognitiva do ser humano. Vivenciar essas emoções são estímulos importantes e que as crianças carregam para toda a vida, transformando-se em adultos mais equilibrados e felizes. “Cabe falar aqui que é bom para crianças as brincadeiras com animais de estimação, lembrando sempre que animais não são brinquedos, mas seres vivos que devem ser tratados com respeito”, completa a médica.

Crescimento

Quando a criança começa a crescer, em torno dos 6 a 8 meses, as brincadeiras vão mudando. “Tanto adultos quanto outras crianças podem brincar entrando no mundo do bebê, como engatinhar, rolar sobre si mesmo, cantar e dar risada. Emitir esse som faz com que a criança sinta como é externar a alegria”, diz a pediatra Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

A pediatra e homeopata da Clínica Similia orienta os adultos a estimularem brincadeiras simples e que evitem estimular muito os bebês com brinquedos eletrônicos ou muito barulhentos.

“Essa prática pode estimular demasiadamente, passando para a criança uma mensagem cerebral muitas vezes incorreta, como a da hiperatividade ou da falta de atenção. Nesse caso, podemos substituir por brinquedos de madeira que sejam seguros e estimulem a atenção e principalmente a concentração dos pequenos”, ressalta.

Quando a criança já anda, corre e fala, as brincadeiras lúdicas são bem-vindas, mas a partir desse momento podem ser mais exigentes, como brincar de casinha, onde a criança desempenha o papel de um personagem da família. Brincar de escolinha, com papel, lápis ou lousa, brincadeiras que seja possível movimentar bastante, como pega-pega, amarelinha, pular corda.

Após os 4 anos de idade, cabe ao adulto orientar as brincadeiras e trabalhar com os pequenos, lições como o que é ganhar ou perder e todos os aspectos que cabem à atividade. “É importante explicar que tudo faz parte de uma brincadeira, desestimulando o espírito competitivo que existe. O que vale mesmo é a brincadeira alegre e feliz”, recomenda a médica.

Participação dos pais

Quando o assunto é integrar o bebê, a participação dos pais é primordial. “Os pais são pessoas que a criança começa a confiar como orientadores, que podem cativar o pequeno com situações simples, utilizando igualmente brinquedos simples como colheres da cozinha ou caixas de papelão. Eles adoram esconde-esconde, esconder o rosto atrás da caixa e dizer ‘achou’. A criança pequena se sente vencedora ao perceber esse desafio”, exemplifica a médica.

 

Dra. Ana Lucia Dias PauloDra. Ana Lucia Dias Paulo é médica pediatra e homeopata.

Atende na Clínica Similia.

As cólicas nos bebês!

Nos primeiros meses de vida, o organismo do bebê ainda está em formação, acostumando-se com tudo do lado de fora do útero da mamãe. E por isso, é comum os bebês sentirem cólicas. O Blog Homeopatia e Saúde foi buscar respostas às dúvidas mais frequentes dos pais quando o assunto é cólicas em bebês.

É um choro contínuo e inconsolável; que deixa os pais desesperados, pois nada parece resolver. E essas crises parecem durar uma eternidade. É desgastante. Cedo ou tarde as cólicas aparecem, tirando sono de mães e pais. Segundo a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pediatra e homeopata, desde os primeiros escritos médicos já se tem notícias de cólicas em bebês. A explicação cientifica é que durante a gestação, enquanto feto o bebê não tem estimulada a musculatura do tecido intestinal. Já nas primeiras mamadas do bebê o intestino começa a encher e o esvaziamento se dá por contração desta musculatura, que costuma ser doloroso. “Esse processo de ajuste do organismo pode ocorrer até os 3 meses de idade, quando esta musculatura amadurece e se ajusta aos novos movimentos. E o esforço já não é tão doloroso”, explica Dra. Ana Lucia.

É bom lembrar que cada bebê é um ser diferente, e por isso tem comportamento relativo a dor também diferente. Existem bebês que são muito mais sensíveis a estímulos dolorosos, e outros mais tolerantes. Há casos de bebês que passam por essa fase sem nenhuma cólica. De acordo com a Dra. Ana Lucia essa característica de maior ou menor tolerância à estímulos que causam dor parecem ser hereditários, herdada principalmente da mãe. “Bebês filhos de pais ou mães, sensíveis demais seja na infância ou mesmo na fase adulta a quadros dolorosos, podem ter filhos com estas mesmas características”, expõe Dra. Ana Lucia.

Dra. Ana recomenda que para evitar que os bebês tenham essa intolerância a dor as mães, devem fugir do uso de analgésicos durante a gestação. Isso pode diminuir a capacidade reacional ao estimulo doloroso do bebê em formação. “Também é sabido, mas não custa lembrar que não se deve medicar sem a prescrição médica o bebê, pois o uso indiscriminado de substancias analgésicas podem sensibilizar demais esta criança para o futuro dela”, completa a pediatra.

Atenção

BebeApesar de muitas pessoas tenderem a acreditar que seja mito, a alimentação da mãe que amamenta pode sim causar cólicas no bebê. Mas isso não quer dizer que a mãe deve deixar de comer tudo que pode causar o incomodo, pois muitos desses alimentos são importantes para o organismo da mãe que amamenta e do bebê que precisa da substância. A Dra. Ana Lucia explica como agir diante de alguns alimentes que podem causar cólicas: “Alguns desses alimentos são importantes fontes de ferro e proteína vegetal, como as leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico). Para consumi-los a dica é deixá-los de molho em água pura e limpa, por 12 horas antes do cozimento. Troque a água antes de cozinhar. A mesma dica pode ser utilizada com folhas verdes escuras (couve manteiga, mostarda, escarola). Elas podem ficar de milho em água pura e limpa 30 minutos antes de cozinhar e depois de lavadas”, informou Dra. Ana Lucia.

Porém alguns alimentos devem mesmo ser evitados pelas mães que estão amamentando. “No caso de embutidos como salsicha, linguiça, frios (salame, mortadela, presunto e outros da mesma natureza), temperos artificiais prontos industrializados (mostarda, pimenta, ketchup, maionese, caldos prontos, etc) deve-se mesmo evitar o consumo. Pois podem provocar cólicas nos bebês e não trazem nenhum benefício nutricional para ambos (mães e bebês) ”, explica a médica.

Boa notícia – assim como começam, as cólicas um dia sessam. Segundo nossa especialista, por volta de 3 a 5 meses de idade do bebê. “Mas existem crianças que podem ir além deste prazo, sendo assim o pediatra deve ser consultado para fazer uma diferenciação diagnóstica. Com os refluxos, as síndromes de má absorção, intolerância a lactose, etc.”, relata Dra. Ana Lucia.

E como acalmar os bebês com cólica?

downloadMantenha-se calmo. Essa é a primeira dica. Calma e paciência pois as crises tendem a melhorar conforme o bebê cresce. Também é bom lembrar que brigar com o bebê só vai deixa-lo mais nervoso e irritado. “O pais , podem  colocar uma bolsa de água quente sobre o abdômen do bebê (cuidado com a temperatura), o calor local alivia bastante. Podem também massagear levemente a barriga do bebê no sentido horário, o que pode dar um grande alívio. Essa massagem pode ser feita com óleo antialérgico, pois que facilita a massagem” dá a dica a pediatra.

O importante é lembrar que essa é uma fase normal. E que o pediatra de sua confiança deve sempre acompanhar o bebê.

 

Como escolher a melhor chupeta e a melhor mamadeira para seu bebê?

Uma dúvida constante nos consultórios dos pediatras, o uso de chupetas e mamadeiras deve ser evitado, mas quando o uso é necessário, algumas referências devem ser levadas em consideração. O Blog Homeopatia e Saúde ajuda as mamães a escolher qual as melhores opções do mercado.

 Mamadeira

 downloadO uso da mamadeira não é recomendado pelos pediatras. O ideal é o aleitamento materno, porque além de o leite materno ser o mais indicado na alimentação do bebe (leia aqui), o bico artificial da mamadeira pode fazer a criança respirar pela boca, o que poderá provocar graves problemas respiratórios, de sono, de fala, humor, defeito na arcada dentária e déficit de aprendizagem.

“Os bebes não precisam nunca das mamadeiras se são alimentados ao seio materno até no mínimo os 7-8 meses. Assim bebe consegue estimular a musculatura facial, formar uma boa estrutura óssea facial, e estar apto a usar diretamente um copo. Com 12 meses, se assim seguir, saberá usar o canudinho”, explica Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pediatra e homeopata.

Porém há situações em que a mamadeira é necessária, como para as mães que precisam voltar ao trabalho, ao fim da licença maternidade, por exemplo, ou que tiveram algum problema com a amamentação. E quando a mamãe vai atrás de uma mamadeira se depara com tipos de bicos diferentes, tamanhos diversos, capacidade e uma infinidade de informação.

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Tamanhos – Capacidade

 Os tamanhos mais comuns são de 120ml e 240ml, estes tamanhos servem para um bebê de até 6 meses mais ou menos. Depois o indicado é uma mamadeira de 330ml.

 

Bicos da Mamadeira

No mercado é possível encontrar vários tipos de bico de mamadeira sendo que a maioria se encaixa em qualquer mamadeira. São produzidos em látex ou silicone, e possuem vários formatos. O silicone é menos flexível que o látex (borracha), mas é mais resistente. Também há diferenças de tamanho, por idade, e na largura do furo.

 

Dicas:

– Prefira os bicos com formato ortodôntico, para assegurar o bom desenvolvimento da cavidade oral e dos dentes do bebê;

– Dê preferência há bicos de silicone, pois são mais fáceis de limpar e acumulam menos resíduos se comparados ao látex;

– O tamanho do bico está associado à idade do bebê. Então siga as orientações do fabricante na embalagem.

– Preste atenção ao que vai oferecer com aquele bico. Existem 3 tipos de furos que estão relacionados com o tipo de alimento que a criança vai consumir – água, leite ou mingau.

– Os bicos devem possuir dois orifícios: um para a saída do alimento (que deve estar posicionado na parte superior e não na ponta do bico, pois o furo superior favorece a mistura do líquido com a saliva, garantindo uma melhor digestão) e o outro furo deixa entrar o ar, e impede que o bico trave por conta da pressão de ar negativo.

– Bebês que mamam no peito ou que estão aprendendo a usar a mamadeira devem usar o menor furo possível.

– Nunca aumente o tamanho dos furos da mamadeira, pois é extremamente importante que a criança se esforce para sugar o líquido. É desse modo que os músculos da face e a mandíbula, são estimulados para que o seu bebê futuramente tenha um bom desenvolvimento na fala.

– É importante também sempre esterilizar a mamadeira antes de usa-la para o seu bebê não pegar doenças vindas por má higienização da mamadeira.

Importante: Quanto menos tempo de uso da mamadeira é melhor para a criança. O ideal é que a criança seja apresentada ao copo de transição com cerca de 12 meses de idade.

Importante 2: Pediatras recomendam que 2 anos e meio é o limite máximo de uso da mamadeira. E que com a substituição dos dentes de leite pela dentição definitiva, em torno dos 5 anos de idade, em hipótese alguma a criança ainda deve estar fazendo uso de mamadeira.

 

Chupeta

bebe-chupetaA chupeta, assim como a mamadeira, deve ser evitada, pois seu uso contínuo pode ser prejudicial ao bebê futuramente. A sucção da chupeta deixa os músculos das bochechas, lábios e língua flácidos, sem força. Isso trará prejuízos na mastigação e deglutição. Talvez o bebê não conseguirá mastigar os alimentos mais consistentes com facilidade. Além disso, o desenvolvimento da fala também pode ser afetado já que a criança não terá força na musculatura para executar alguns sons.

Outra consequência que a chupeta traz é a alteração da arcada dentária como a mordida aberta e a mordida cruzada assim também para as crianças que chupam o dedo. A criança também pode ficar com os dentes tortos e com a face desarmônica, isto é, um lado do rosto diferente do outro, contribuindo ainda mais para a dificuldade de mastigar, deglutir e falar.

A respiração também pode ser afetada. O uso da chupeta faz com que a criança respire pela boca. A respiração oral pode ocasionar alteração de postura, sono agitado, com ronco, deixando a criança cansada, sem vontade de brincar, desatenta, contribuindo assim para dificuldades escolares.

Mesmo com isso tudo contra, alguns pais sentem que o uso da chupeta acalma o bebê, pois ele sente a necessidade de sempre estar sugando. Então se o bebê tem o hábito de usar a chupeta o ideal é tirar aos poucos entre três ou quatro meses de idade do bebê. Nessa fase a necessidade intensa de sugar de alguns bebês tende a diminuir, assim como as cólicas. Também é nessa fase que eles costumam cuspir a chupeta e não reclamam quando ela cai. Essa é a chance de fazer com que seu filho a abandone.

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Como escolher a melhor chupeta?

Assim como a mamadeira, existem inúmeras opções de chupeta no mercado. Então separamos algumas dicas para auxiliar as mamães.

Dicas:

– O bico da chupeta deve facilitar a movimentação da língua, em conformidade com a sua posição natural, não afetando o desenvolvimento fisiológico da boca do bebê, deve ser estreita na base para facilitar o encaixe da boca, larga e plana para que a língua em repouso possa assumir espontaneamente a sua posição correta, no palato, localizado por trás dos incisivos superiores.

– A chupeta deve ser suave e de formato ligeiramente convexo para facilitar a sucção e assegurar um bom apoio labial. A dimensão do bico da chupeta deve ser apropriada à dimensão do palato para que a língua tenha o espaço necessário ao seu funcionamento, durante as várias fases de crescimento do bebê.

– O material da chupeta deve ser elástico para imitar a capacidade de extensão do mamilo ao mesmo que permite à língua o seu processo natural de sucção. Deve ser ainda muito macia para que a chupeta se adapte com perfeição à anatomia da boca, para que a língua faça o mínimo de esforço ao elevar-se contra o palato, de modo a preservar o movimento fisiológico ondulante, que ativa os músculos usados na deglutição do bebê.

– Os especialistas falam que a chupeta deve ser utilizada no máximo até aos três anos de idade, sendo recomendável que até esta idade o bebê pare de usar a chupeta ou já esteja usando bem menos.

– Certifique-se que o tamanho da chupeta é apropriado à idade do seu bebê, procurando essa informação nas embalagens. Em caso de dúvida, contate o vendedor.

– Ao comprar uma chupeta deve lavá-la primeiro com água quente e sabão, enxaguando bem para esterilizar o acessório. Não hesite em realizar esta ação sempre que considerar necessário.

– Faça o seu bebê largar a chupeta aos poucos, limitando gradualmente o horário em que ele a pode usar até que já não lhe sinta a falta.

 

Material

Quanto aos materiais e formatos da chupeta separei algumas informações importantes:

– As chupetas de silicone costumam ser mais resistentes, duráveis e menos porosas. Contudo, existem certos tipos de chupetas de látex também de ótima qualidade.

– As chupetas com bicos ortodônticos de forma inclinada permitem ao bebé posicionar melhor a língua e a base achatada, faz com que os lábios estejam um pouco mais longe. Esta forma é benéfica para o desenvolvimento da cavidade oral.

– O formato côncavo proporciona melhor conforto e é mais anatômico. Os furinhos evitam que haja asfixia, caso a chupeta seja engolida, aumentando a segurança do material.

– Quanto a ter ou não argola deve observar se o seu bebê força a sua dentição contra ela. Se for o caso, deve substituí-la por uma chupeta sem argola.

 

BPA – Nunca perto do bebê!

Uma dica importante para mamadeiras e chupetas, e até pratinhos, copos de transição, ou qualquer item do bebê, é que em hipótese alguma, pode ter BPA na sua formação.

BPA significa Bisfenol A, uma substância química, um composto utilizado na fabricação do policarbonato, um tipo de plástico rígido e transparente. É o monômero mais comum entre os policarbonatos empregados em embalagens de alimentos e presentes por exemplo no revestimento interno de latas para evitar a ferrugem. Apesar do plástico ser considerado estável, já se sabe que as ligações químicas entre as moléculas do BPA são instáveis, permitindo que o químico se desprenda do plástico e contamine alimentos ou produtos embalados com policarbonato ou resina epóxi. No caso de aquecimento do plástico, a contaminação por BPA é ainda maior.

E onde é encontrado o BPA?

– Em grande parte das mamadeiras de plástico;

– Em embalagens plásticas para acondicionar alimentos na geladeira, copos infantis, materiais médicos e dentários;

– Nos enlatados, como revestimento interno;

– Em garrafas reutilizáveis de água (squeeze), garrafões de 5L;

Aleitamento Materno

ser mulherSomos seres mamíferos e como tais mamar é um ato natural. Na semana mundial de incentivo ao aleitamento materno o Blog Homeopatia e Saúde volta a esse tema para lembrar quais são os benefícios para os bebês. E ao abordar esse tema na série SER MULHER queremos lembrar também que existem benefícios para as mães que amamentam. Leia o texto e compartilhe. Você pode ajudar alguém.

o-BLACK-TIGER-MOTHER-facebook-1024x682Amamentação é muita mais que um ato fisiológico. Até 6 meses de idade o leite materno contém todos os nutrientes que um bebê precisa. A amamentação prolongada até o primeiro ano de idade promove o fortalecimento do sistema imunológico e o aumento do vínculo entre o bebê e sua mãe.

Segundo a SBP – Sociedade Brasileira de Pediatria, que reviu a cartilha de indicações para o aleitamento e modificou uma antiga recomendação de controle de mamadas, o ideal é que a mãe dê o peito a seu filho sempre que ele pedir. Chamado de “Livre demanda” esse conceito auxilia as mães que ficam menos angustiadas com os choros “famintos” de seus bebês até que eles estabeleçam uma rotina alimentar. “Ele deve mamar quando e quanto quiser. Dessa maneira, vai aprender a lidar também com a saciedade, o que reduz o risco de obesidade no futuro”, explicou Valdenise Tuma Calil, pediatra presidente do Departamento de Aleitamento Materno da SBP, ao portal M de Mulher.

A OMS – Organização Mundial de Saúde, recomenda que o leite materno seja oferecido até que a criança complete 2 anos de idade. E que seja o único alimento que o bebê receba até os 6 meses.

Benefícios para o bebê

O bebê nasce com tudo necessário para a digestão do leite materno. Já outros alimentos, mesmo o leite de vaca, não tem no organismo tão frágil do bebê a mesma adequação, portanto o leite materno é de fácil digestão.

Através do leite a mãe passa para o bebê uma série de anticorpos que adquiriu ao longo de sua vida, e doenças como diarreia, resfriado, infecções urinárias e respiratórias, alergias e problemas na arcada dentária são evitados por conta do aleitamento.

k00010Ao mamar um bebê exercita os músculos e ossos da face, promovendo melhor flexibilidade na articulação das estruturas que participam da fala.

Mamar auxilia na respiração, já que mamando o bebê respira pelo nariz, e isso promove um melhor padrão respiratório nasal, e facilita a oxigenação das estruturas faciais.

A amamentação é um vínculo entre mãe e bebê, um momento que a criança recebe segurança, carinho e amor.

O leite materno auxilia no desenvolvimento mental do bebé.

 

Benefícios para quem amamenta

A mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa. Como o ato de amamentar fortalece o vínculo com o bebê, as mães sentem-se mais seguras em relação aos filhos.

Amamentar faz queimar calorias e por isso ajuda a mulher a voltar, mais depressa, ao peso que tinha antes de engravidar.

Ajuda o útero a regressar ao seu tamanho normal mais rapidamente.

A perda de sangue depois do parto acaba mais cedo

amamentarA amamentação protege do cancro da mama que surge antes da menopausa, portanto ajuda a prevenir câncer de mama.

A amamentação protege do cancro do ovário, portanto ajuda a prevenir câncer de ovário.

A amamentação protege da osteoporose

A amamentação exclusiva protege da anemia (deficiência de ferro).
As mulheres que amamentam demoram mais tempo para ter menstruações, por isso as suas reservas de ferro não diminuem com a hemorragia mensal;

Amamentar é muito prático! Não é necessário esterilizar e preparar mamadeiras.

 

Benefício para a família.

Tem uma vantagem de amamentação que nem sempre é levada em consideração, que é a econômica. Normalmente um bebê que não é amamentado tem que consumir formulas ou leites especiais, então economicamente é vantajoso alimentar.

 

Como se alimentar quando está amamentando

dieta-para-a-mae-que-amamentamPara as mulheres que vivem esse período mágico da chegada de um bebê e do descobrimento de ser mãe, a recomendação de alimentação é a mesma que foi para o período de gravidez. Hábitos saudáveis e uma dieta rica em grãos, cereais integrais, frutas e verduras fazem bem para qualquer pessoa. Nesse período o que vale mesmo é o bom senso. A mulher que está amamentando e tem uma rotina saudável passa isso para o bebê. Mas não se prive de comer uma guloseima de vez em quando, porque isso também faz bem para a alma.

Como em qualquer outra fase da vida, evite gorduras saturas (frituras, manteiga, gordura vegetal) e consuma gorduras saudáveis com moderação, como abacate, azeite, sementes e peixes como salmão.

É comum as mulheres que amamentam sentirem mais fome, afinal a produção do leite é 24 horas por dia, então mantenha o hábito de lanches saudáveis e nutritivos, como vitaminas de iogurte com frutas, pães integrais e proteínas magras, como queijo branco. O ideal é ingestão desses lanches entre as mamadas.

Lembre-se de beber bastante liquido, pois sem ele o leite não é produzido, preferencialmente água.

Na dúvida, procure um nutricionista de confiança.

 

Para reler os demais textos sobre amamentação que o Blog Homeopatia e Saúde produziu:

Amamentar é preciso 

Amamentar muito mais que um ato de amor

 

 

 

Criança Prodígio

As crianças de hoje são mesmo mais inteligentes, mas, ser um prodígio na primeira infância,  não significa exatamente que seu filho  crescerá e se tornará um gênio. O estímulo desde o nascimento é importante para o desenvolvimento intelectual do seu filho, e, na medida certa só faz bem. 

Baby Einstein

Não à toa ouvimos sempre pessoas comentarem acerca de um bebê: “nossa como ele é esperto” ou “daqui a pouco as crianças vão nascer falando”. E, de fato, as crianças de hoje são mais inteligentes que suas antecessoras e isto se deve a pais mais bem informados e aos estímulos que as crianças recebem desde o nascimento.

E até a comunidade científica acha isso: estudos recentes do Instituto Tecnológico de Massachusetts, nos Estados Unidos, mostraram – através de um estudo dirigido –  que assim como adultos, os bebês menores de 1 ano usam a lógica para prever a sequência de uma ação.

E a coisa toda começa bem antes do nascimento: já foi o tempo em que achávamos que os bebês nasciam com  o cérebro ‘zerado’, estudos recentes indicam que o período entre a gestação e os dois primeiros anos do bebê são os mais importantes para o desenvolvimento  cerebral e das conexões neurológicas que influenciam a inteligência de uma criança por toda a sua vida. Neste tamanho, as crianças aprendem por observação, repetição e imitação e é aí que entram os pais.

Ao estimular o filho na dose certa os pais colaboram na formação do universo cultural, psíquico e afetivo. Os estímulos devem ser feitos de forma lúdica, sem pressa,  despretensiosamente, sem esperar a transformação de uma criança em gênio.

Cabe lembrar que bebês muito espertos para sua idade, muitas vezes quando crescem, tornam se crianças com os níveis normais de QI. E que tais estímulos devem ser feitos na dose certa.

Fail! 

Se algumas interações dos pais torna os filhos mais inteligentes, do contrário, pode criar uma criança com distúrbios como ansiedade e depressão na vida adulta.

A regra é simples: brinque estimule, mas saiba a hora de parar. Se no meio da brincadeira seu bebê começar a chorar pare. As brincadeiras devem ser feitas apenas se ele demonstrar reciprocidade para com elas.

Para os mais crescidos, cuidados com celulares e tablets que em excesso são prejudiciais à saúde física e emocional, sendo diretamente relacionados como causadores de obesidade, depressão, ansiedade e baixa auto-estima nos pequenos. O uso diário, deve ser controlado e nunca, exceder 4 horas.

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De grão em grão

Para cada fase do seu filho, existem brincadeiras e atitudes que podem estimular a inteligência, sem interferir no seu desenvolvimento ou trazer sofrimento ou traumas.

Veja algumas dicas de brincadeiras adequadas para cada idade, nos dois primeiros anos de vida (retiradas do blog Maternidade no Blog, inspiradas no livro: Brincadeiras criativas para bebês inteligentes):

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1)      Caretas

Fazer caretas para o bebê é uma das brincadeiras mais utilizadas pelos pais, amigos e familiares. É uma brincadeira simples que estimula o desenvolvimento da visão e do foco do bebê, alem de melhorar a comunicação e aumentar os laços afetivos.

2)      Sons

Colocar música, fazer sons com objetos ou cantar e conversar com o bebê, alem de acalmar e relaxar o bebê, ajuda-o a se acostumar com o barulho e a localizar de onde vêm os sons e estimula a memória.

3)      Observação

Quando nasce, o bebê não consegue focar em muitos detalhes, enxerga apenas contrastes. Com o tempo a visão do bebê estará se desenvolvendo, portanto colocá-lo sempre em locais diferentes para que ele possa observar coisas diferentes, fará com que ele fortaleça os músculos oculares.

4)      Conversar

Conversar com o bebê é uma atividade muito simples e pode ser feita a todo o momento. Como benefícios dessa atividade temos que o bebê fica mais calmo, reconhece a voz, ajuda no desenvolvimento da linguagem, na interação social e na criação de laços.

5)      De bruços

O bebê pode ser colocado de bruços a partir de duas semanas, mas sempre sobre supervisão (nunca deixar o bebê de bruços se não tiver alguém por perto). É uma brincadeira que ajuda no fortalecimento dos músculos do pescoço, do tronco e da parte superior das costas, alem dos músculos abdominais e alivio de gases e cólicas.

6)      Prestar atenção

O bebê vai adorar ver os pais fazendo qualquer coisa, pois por mais trivial que sejam as tarefas, para ele tudo é novidade. Os músculos oculares do bebê se desenvolvem à medida que focaliza e observa. Ficar sentado lhe observando promove a compreensão do mundo e diminui o refluxo porque ele está sentado além de aliviar sintomas de resfriado, pois a posição ereta ajuda a liberar o muco das vias respiratórias.

7)      Móbiles

Observar coisas fortalece os circuitos neurológicos na região do cérebro que controla o pensamento, ou seja, estimula o desenvolvimento  cerebral além de fortalecer os músculos oculares.

8)      Toque

Juntar vários tipos diferentes de tecidos e dar para o bebê brincar, ajudando-o a segurá-los. Isso estimulará a descoberta de novas coisas e no desenvolvimento do lóbulo parietal do cérebro, alem de aumentar a sensibilidade e melhorar a coordenação entre olhos e mãos.

9)      Banho

Se for possível tomar banho junto com o bebê, isso aumentará os laços criados entre vocês além de gerar confiança dele na água e ajudar no desenvolvimento muscular.

10)   Exercícios com as pernas e braços

Movimentar as pernas e os braços do bebê enquanto conversa e canta com ele ajuda no desenvolvimento muscular e melhora a habilidade motora e a coordenação. É uma brincadeira que promove a interação. Também desenvolve a memória do bebê que aprenderá palavras através das musicas cantadas para ele.

 

 

Autoestima – a construção começa na infância

Na difícil tarefa de criar os filhos muitos pais, mesmo sem querer, acabam destruindo a autoestima do filho, tornando-o sério candidato à baixa autoestima na vida adulta 

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Criar um filho exige muito mais que alimentação, roupas e presentes. O adulto que queremos que nosso filho seja um dia começa a ser moldado na infância, e, sim somos diretamente responsáveis pelo tipo de pessoa que nosso filho irá se tornar.

Chamamos de autoestima o sentimento de valor que uma pessoa tem sobre si mesma. Na missão de moldar essa confiança nos filhos, alguns pais escorregam e, por vezes sem querer, conseguem reproduzir o efeito contrário e criar uma criança que crescerá achando que é incapaz, com tendência a se desprestigiar.

Você está fazendo isso certo?
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Não existe fórmula mágica para se criar uma criança, mas é sabido que alguns ‘ingredientes’ não podem faltar: afeto, atenção, liberdade e sinceridade são muito mais importantes na construção do caráter do que coisas materiais. As crianças são muito sensíveis e, qualquer sinal de desequilíbrio vindo dos pais, faz com que ela perca o controle também.

A construção desde cedo da autoestima contribui para o desenvolvimento de uma criança mais tranquila, que lida melhor com frustrações, com maior capacidade de aprendizado e criatividade extrema. Na vida adulta, isso reflete em pessoas independentes, determinadas e seguras. Do contrário, a baixa autoestima apresenta indivíduos que sofrem por terem medo de errar, sem coragem de ousar por estarem presas a modelos sociais.

Mas, nem tudo são flores. Como colaborar para a formação positiva da autoestima de nossos filhos?

Devemos lembrar que as crianças são reflexo dos pais. Então, trabalhar a própria autoestima e buscar o equilíbrio e a aceitação sobre si próprio é, efetivamente, a principal atitude a ser tomada.

Muitas vezes, na hora da raiva, acabamos dizendo coisas duras demais para os pequenos que são muito sensíveis. Tomar cuidado redobrado com o que dizemos aos nossos filhos, evitam os traumas que em alguns casos, são irreversíveis.

Por outro lado, os elogios sinceros – e seu filho sabe quais são de verdade – são o maior incentivador da autoestima que uma criança pode ter.

A regra é simples: meça muito bem as palavras e sempre que merecido, elogie!

Cala a boca já morreu!

A melhor maneira de preservar seu filho é mantê-lo longe dos seus problemas de adulto e desenvolver com ele uma relação de confiança e respeito. O pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, listou no portal UOL 10 coisas que os pais jamais devem dizer às crianças. A lista,você confere aqui.

 

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Enalteça as qualidades de seu filho, o prêmio vem à longo prazo mas seu valor é imensurável!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seu filho come mal?

Ofereça alimentos diferentes – como vegetais e hortaliças – com regularidade e deixe a criança se acostumar com o sabor

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Muitos pais se preocupam com a alimentação dos filho, achando que ele come mal. O ideal, como para os adultos, é que a refeição das crianças tenha carboidratos, proteínas, vegetais, hortaliças, cereais – e que o prato apresente, pelo menos, alimentos de cinco cores diferentes. Metade de tudo o que é consumido no dia deveria “vir do chão”: ou seja, brócolis, couve, cenoura, vagem, alface, maçã, banana, laranja, pera e todos os outros vegetais, horatliças e frutas devem fazer parte do cotidiano das crianças.
É preciso que os responsáveis saibam que oferecer os alimentos com regularidade é uma das formas de adaptar o paladar das crianças ao sabor desses alimentos. E que essa oferta será mais bem recebida se for feita antes dos dois anos de idade.

Como oferecer
Estudos de Universidades como a de Leeds, no Reino Unido, sugerem que cada alimento deve ser oferecido para as crianças de 5 a 10 vezes, antes que os pais aceitem, definitivamente, a recusa. E esse alimento deve ser apresentado de diversas formas, para que a criança possa identificar se, com uma outra forma de preparo, o alimento lhe parece apetitoso.

hortaliças e vegetais

A Nutricionista Gabriela Kapim, que apresenta o programa Socorro! Meu filho come mal, no GNT, dá como exemplo as cenouras: “o legume pode ser servido cru, cortado em rodelas, ralado, cozido… Se a criança não gosta da cenoura normal, você pode oferecer a baby. Da mesma maneira, os adultos podem inovar no preparo dos alimentos e das refeições. Que tal substituir a farinha de mandioca por couve flor na hora de preparar uma farofa? Já pensou em usar mandioquinha (batata baroa) para fazer chips assados, ao invés de fritos?”, sugere a especialista.

Pode esconder?
Kapim ressalta que inovar no preparo não quer dizer que você deva mascarar o alimento em meio a outro – como colocar legumes no feijão, por exemplo! – nem esconder os vegetais e hortaliças. Segundo ela, é muito mais produtivo mostrar para a criança o que ela está comendo. “Tente envolvê-la no processo. Vá ao mercado, apresente alimentos diferentes, desperte a sua curiosidade. Depois, vá para a cozinha e coloque a mão na massa”, explica.
“A criança sempre deve saber o que está comendo. Além do que, esconder é enganar a criança e ninguém gosta de ser enganado. O melhor é ser honesto e apresentar novos alimentos. É importante que a criança conheça novos sabores e o próprio paladar”, justifica a nutricionista, que comanda o programa toda terça-feira, às 21h30.

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Ao incluir os vegetais e hortaliças os pais e responsáveis asseguram uma dieta saudável e muito mais completa para as crianças. Vale lembrar que elas ficam mais relutantes em experimentar coisas novas após os dois anos de idade – mas isso não te impede de tentar! Uma alimentação desregrada, repleta de guloseimas, fast food, frituras e com ausência de vegetais, hortaliças e frutas pode levar a diversos problemas de saúde, como colesterol alto e sobrepeso – problemas cada vez mais comuns no universo infantil.

Tente outra vez!
Por isso, seja persistente! Ofereça ao(s) seu(s) filho(s) legumes, saladas, uma refeição variada e saudável. Se ele recusar, tente novamente! Mude a forma de preparo e, até mesmo, de apresentação do prato. Certamente você vai conseguir fazê-lo gostar da comida – e nunca mais terá que reclamar que o seu filho come mal!crianca comendo salada

Um tapinha não dói?

Como construir uma relação de respeito com seu filho e educá-lo sem precisar apelar para violência física, verbal ou psicológica. 

Bater educa? Imagem meramente ilustrativa

Bater educa? Imagem meramente ilustrativa

Foi aprovada no último dia 21 a Lei da Palmada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados. A lei, que foi rebatizada de “Menino Bernardo” ainda tem que passar pelo Senado e divide opiniões. Existem pais defensores do tapinha no bumbum como forma de educar seus filhos e outros que são absolutamente contra.

Para especialistas bater no filho para conseguir com que ele te obedeça é uma armadilha ilusória de que você está no controle, mas que na verdade acarreta aspectos negativos na formação do seu filho como ser humano. A psicóloga infantil Daniela Freixo de Faria fala em seu canal no youtube que as crianças de hoje tem uma intolerância maior a falta de respeito e que viver o respeito em casa é extremamente positivo pois traz para o ambiente familiar harmonia, amor e superação de desafios.

Seu filho te respeita? E você, respeita seu filho? 

Seu filho é seu espelho: toda ação e comportamento que ele apresenta é, na verdade, reflexo de como os pais se comportam. Ensinar a respeitar vai além de conter as birras, muitas vezes, somos exemplo de falta de respeito: como nos comportamos no trânsito, como tratamos as outras pessoas, como cuidamos do meio ambiente e dos animais. Nossos filhos observam-nos o tempo todo e desta observação formam seu olhar sobre o certo e o errado.

Imagem reprodução

Imagem reprodução

Uma relação baseada em respeito mútuo, demora (até anos) para ser construída, mas ela leva para o ‘respeitar e ser respeitado’, ensina a criança a perceber quando está desrespeitando outras pessoas e ensina aos pais que as crianças são seres com sentimentos e que precisam ser respeitadas desde sempre.

E não para por ai: gritos, ameaças, humilhações e xingamentos são tão nocivos quanto bater numa criança.

Em entrevista ao portal ‘mulher’ do UOL o pediatra Moises Chencinksi explica que  “Se não se bate mais, por ser politicamente incorreto, e de fato inadequado, busca-se outras formas de ‘opressão’ para ‘educar’: gritar, castigar, xingar, ofender, humilhar…”
Partindo dessa lógica o especialista  propõe um questionamento: quem gosta de ser humilhado? Quem aprende algo assim? Quem pode ser feliz sendo tratado dessa forma?

Educar sem bater é possível!

Você pode até achar que uma agressão leve como um tapa no bumbum não faz mal, afinal de contas, quando a criança é corrigida com um ‘tapinha’ você consegue que ela pare de fazer o que estava te incomodando.

Segundo a terapeuta Daniela Freixo, a grande verdade por trás desse tapa é que a criança só para por que tem medo e isso só fará com que os tapas e a cena se repitam.
O caminho da educação pela violência gera medo, distanciamento e mentiras. Ensina à criança, principalmente que: ela deve temer os pais e que deve resolver seus problemas com o emprego de violência.

Imagem: Reprodução do blog pensaralem

Imagem: Reprodução do blog ‘pensaralem’

Respire fundo e conte até dez

Embora pareça difícil, a missão de educar sem desrespeitar não é impossível. O melhor mesmo é contar até dez e usar o diálogo como seu aliado. Vale sair de perto e dizer à criança que só voltará a conversar com ela quando ela (e você) se acalmar.
A rede “Não bata, eduque” defende a educação positiva e dá algumas dicas do que fazer para não precisar recorrer às palmadas na hora de educar seus filhos:

1. Se acalme – Respire fundo antes de chamar a atenção de seu filho ou filha. Evite discutir os problemas enquanto estiver com raiva, porque nesses momentos podemos dizer coisas inadequadas para a aprendizagem das crianças, que podem magoá-las tanto quanto nos magoariam se fossem dirigidas a nós.

2. Sempre tente conversar com as crianças, mantendo abertos os canais de comunicação – Entender porque algo está acontecendo ao conversar com a criança é o primeiro passo para encontrarem a solução juntos.

3. Seja o exemplo – É preciso que você mantenha um comportamento que possa ser seguido pela criança. Por exemplo, beber suco diretamente da garrafa irá ensiná-lo que esse é um comportamento adequado. Assim como falar mal das pessoas depois de encontrá-las. Seu filho aprenderá muito mais com o seu exemplo do que com o que você diz a ele sobre o que é certo ou errado.

Isso vale também para os pequenos atos de higiene do cotidiano: escovar os dentes, lavar as mãos antes de comer, etc. É mais fácil para a criança criar e manter essa rotina se você também a realiza.

4. Jamais recorra a tapas, insultos ou palavrões – Como adultos não queremos ser tratados assim quando cometemos um erro. Então não devemos agir assim com nossos filhos. Devemos tratá-los da maneira respeitosa como esperamos ser tratados por nossos colegas, amigos ou pessoas da família, quando nos equivocamos. Precisamos compreender que as crianças são seres humanos como nós adultos.

5. Não deixe que a raiva ou o stress acumulados por outras razões se manifestem nas discussões com seus filhos – Seja justo e não espere que as crianças se responsabilizem por coisas que não lhes dizem respeito.

6. Converse sentado, somente com os envolvidos na discussão – Isso contribui para uma melhor comunicação. Mantenha a calma e um tom de voz baixo, segure as mãos enquanto conversam. Ocontato físico afetuoso ajuda a gerar maior confiança entre pais e filhos e acalma as crianças.

7. Considere as opiniões e ideias dos seus filhos – Muitas vezes as explicações sobre o ocorrido não são nem escutadas pelos pais. É importante ouvir o que as crianças têm a dizer. Tome decisões junto com eles, comprometendo-os com os resultados esperados. Se o acordo funcionar, dê parabéns. Se não funcionar, avaliem juntos o que aconteceu para melhorarem da próxima vez. A conversa é fundamental.

8. Valorize e elogie as atitudes positivas – Ela colocou a roupa suja no cesto de roupas, fez um desenho para você, amarrou o calçado sozinha ou colocou no lugar algo que você pediu? Elogie. Todas essas pequenas coisas são frutos de um esforço da criança, e o elogio é um estímulo.

9. Busque expressar de forma clara quais são os comportamentos que não gosta e te aborrecem – Explique o motivo de suas decisões e ajude as crianças a entendê-las e cumpri-las. As regras precisam ser claras e coerentes para que as crianças possam assimilá-las.

10. “Prevenir é melhor do que remediar, sempre” – Criar espaços de diálogo com as crianças desde pequenos colabora para que dúvidas e problemas sejam solucionados antes dos conflitos. Integrá-las nas atividades do dia a dia evita que tentem chamar a atenção de outras formas.

Se precisa fazer compras e terá que levar seu filho pequeno, você pode deixá-lo ajudar nas compras, conversando com ele sobre o que está comprando. Peça para ele falar o que acha de um determinado produto. Se for uma criança mais velha, ela pode ter maior mobilidade e ir pegar outros produtos enquanto você está em outro setor do supermercado.

11. Peça desculpas, todos erramos – Caso tenha errado e se arrependido, peça desculpas às crianças. Elas aprendem mais com os exemplos que vivenciam do que com os nossos discursos.

12. Procure compreender a criança e saber o que esperar dela – Uma criança de um ano e meio já consegue se alimentar sozinha e este é um comportamento que deve ser estimulado pelos pais e educadores. Mas é preciso paciência e, ao invés de se irritarem com a possível “lambança” que a criança irá fazer, estimule-a a se alimentar por conta própria. Plástico ou jornais embaixo da cadeira que a criança está comendo torna mais fácil a limpeza do local depois da refeição.

13. Deixe as consequências naturais do comportamento inadequado acontecerem ou aplique consequências lógicas – Consequência natural: a criança está brincando de maneira violenta com seus brinquedos. Você a avisa que ele pode se quebrar, mas ela continua a brincar da mesma maneira até que ele finalmente se quebra. Logo em seguida ela pede para você comprar outro. Neste momento, você deve relembrá-la do aviso que lhe foi oferecido e negociar com ela esta nova compra.

Consequência lógica: a criança não cumpre com o que foi acordado com os pais sobre xingar os irmãos. Ela, então, ficará no “cantinho do castigo” o tempo adequado para a sua idade.

Homeopatia na Infância

 

 

O tratamento homeopático funciona melhor com crianças. Veja por quê. 

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A homeopatia não tem contra indicação, pode-se administrar a um bebê recém-nascido, desde quando haja uma consulta médica prévia. A escolha de um pediatra homeopata muitas vezes é feita antes do filho nascer, ainda na gestação. Quanto mais cedo uma criança começa a utilizar os benefícios da homeopatia, melhor é a resposta em relação ao tratamento.

As crianças costumam responder à homeopatia, porque, de modo geral, usam menos medicamentos (embora, infelizmente, na nossa cultura atual isso esteja mudando) e também por seu organismo ainda estar em formação, por não ter sido muito manuseado e ainda não apresentar doenças crônicas.

Vantagens da homeopatia frente aos tratamentos convencionais

O uso e reconhecimento da homeopatia como medicina cresceu muito nas últimas décadas e dentro deste crescimento observamos o aumento da utilização em lactantes e crianças. Isto deve-se principalmente, ao fato de muitos pais terem reconhecido a homeopatia como segura e sem efeitos tóxicos.

Por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos convencionais, principalmente quando são administrados aos bebês ou às crianças muito pequenas, muitos pais recorrem a  homeopatia para tratar problemas pediátricos, agudos ou crônicos, como a asma, as alergias, as cólicas, eczemas, inclusive as desordens de conduta, a otite, e a diarreia.

Como é a consulta?

A primeira consulta, como de praxe, é bem extensa e conta com uma investigação minuciosa da criança. O pediatra homeopata pode perguntar, inclusive, sobre o período gestacional, histórico familiar, temperamento, comportamento e hábitos (de sono, alimentares) da criança, entre outras coisas.  O objetivo é traçar um perfil e, a partir daí, sugerir qual o tratamento mais indicado àquela criança.

Se a auto-medicação é contra indicada na alopatia, isso reforça-se muito mais na homeopatia. É muito comum que alguns pais consultem amigos e familiares que têm filhos e que já usaram a homeopatia, para curar o que seu filho tem. Cada criança é unica, com uma realidade diferente e tem que ser avaliada diferentemente. Não se pode utilizar a mesma medicação homeopata de uma criança para outra, se por exemplo existir membros da família da criança que sejam alérgicos a determinado produto, é necessário que a homeopatia não contenha substâncias que possam provocar as mesmas reações alérgicas no bebê.

É importante ressaltar que,  muitos adultos apresentam respostas a tratamentos, às vezes mais favoráveis que crianças, portanto, nunca é tarde para procurar um profissional e iniciar um tratamento homeopático.

 

 

 

 

Socorro, meu filho não quer comer!

Pesadelo de todos os pais, a má alimentação das crianças é reflexo dos maus hábitos alimentares dos pais. 

O seu filho comia de tudo, dava gosto de ver, até que aos 2…3 anos: boom! Rejeita todos os alimentos que você oferece, faz intermináveis ‘greves de fome’, literalmente tranca a boca. Saiba que todos os pais passam por esta fase – a fase de inapetência –  e que é até natural que por volta desta idade seu filho perca o interesse pela hora da refeição. Isso acontece, principalmente, por que nesta idade a criança está muito mais interessada em explorar o mundo do que em comer.

Porém, como a alimentação é uma questão de hábito, é fundamental que os pais e familiares estabeleçam uma rotina alimentar e ofereçam alimentos nutritivos e saudáveis para que a criança não sofra com a má alimentação nesta fase, carregando os maus hábitos para a vida. Mudanças simples fazem toda a diferença.meu filho não quer comer

Desligue a TV

A hora da refeição é sagrada. Estabelecer uma rotina com horários, sentar-se a mesa e fazer da refeição um momento tranquilo livre de interferências – desligue a TV, rádio, telefones e celulares ou quaisquer outro eletrônico que possa atrapalhar – podem ajudar nessa batalha na busca por bons hábitos para os pequenos e também para os pais.

Você é o que você come

Não adianta querer que seu filho coma de tudo se você mesmo não o faz! O que vemos são crianças se adaptando aos maus hábitos alimentares dos pais. Afinal de contas, a criança não tem autonomia para escolher suas refeições, esta é uma tarefa dos pais. Olhe para o seu prato: o que você come?
Segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) apenas 4% das crianças comem 5 porções (a quantidade recomendada) de frutas, verduras e legumes por dia. Isso por que, apenas 3,5% dos pais possuem esse hábito também.

Como vencer?

Segundo a Pediatra Homeopata Dra. Ana Lucia Dias Paulo, o prato bonito  (no sentido de lúdico), colorido, bem elaborado, torna a refeição convidativa. Opte por vegetais diferentes, folhas e proteínas magras. Lembre-se que uma criança come pequenas quantidades, portanto não force seu filho a comer. Se você ver que a fase está se prolongando, procure um especialista.