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Homeopatia para adolescentes

A adolescência é um período de amadurecimento físico e emocional. Momentos em que os jovens ficam mais independentes e buscam o seu lugar no mundo, por isso os amigos se tornam mais importantes que a família. São tantas as transformações que o organismo, às vezes, não consegue dar conta. Na busca de um tratamento mais natural os pais procuram a homeopatia para adolescentes.

A homeopatia para adolescentes considera a experiência de vida do indivíduo para determinar o tratamento que será administrado. As emoções são muito importantes no momento de escolher um medicamento homeopático. Por isso os pacientes respondem mais efetivamente aos remédios homeopáticos que foram selecionados corretamente.

O período de transformações da adolescência pode ser especialmente difícil. Visto que os adolescentes modernos acumulam diversas atividades escolares, físicas, sociais e futuro profissional. Os medicamentos homeopáticos ajudam problemas da adolescência relacionados ao estresse físico e emocional.

O tratamento homeopático é acessível, natural, eficaz e seguro. Como os medicamentos homeopáticos trabalham corpo e mente tratam problemas emocionais como ansiedade, insegurança, comportamentos obsessivos, raiva, depressão, etc. Ao considerar e tratar as emoções os remédios homeopáticos permitem uma vida harmoniosa e com mais saúde.

Homeopatia para adolescentes

A homeopatia para adolescentes não é tão diferente do tratamento homeopático convencional. Embora, às vezes, requer um pouco mais de investigação para descobrir o problema do paciente. É preciso que o profissional veja o adolescente como um indivíduo que tem suas próprias paixões, interesses, personalidade e peculiaridades. Diferente daquele que os pais têm em mente.

Para que a homeopatia para adolescentes seja eficaz é preciso consultar um profissional habilitado, capaz de observar e colocar as coisas em perspectiva. Pois os adolescentes são adultos em desenvolvimento e precisam de atenção especial.

O Blog Homeopatia e Saúde é um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo. Saiba mais sobre o assunto em: https://goo.gl/ACfhfz

Adolescente não é dono do quarto

03Não é de hoje que sabemos que a adolescência é uma fase muito difícil tanto para os filhos quanto para os pais. Conflitos e desentendimentos são comuns nessa idade e é normal o adolescente buscar privacidade em um ambiente seu. Mas qual o limite da privacidade e o ambiente familiar?

<<Leia também: Especialistas dizem que a adolescência vai até os 24 anos.>>

Como ensinar ao adolescente o valor da privacidade.

Segundo o autor Içami Tiba, auto do livro “Quem ama, educa!”, os pais devem estipular com os filhos prazos de arrumação do quarto quando eles não realizarem essa organização por conta própria. Se assim não for feito, Tiba fala sobre a reintegração do quarto a casa, tirando do adolescente o direito da privacidade. Assim, o jovem aprenderia que o custo da sua privacidade é tomar conta do seu ambiente.

Para Içami, é essencial que os pais ajudem os filhos na arrumação de seus ambientes mas não sem a companhia deles. Segunda o autor, a arte dos pais é desenvolver os filhos para que se tornem independentes.

Hábitos para um relação saudável entre pais e filhos.

Pais que trabalham fora não devem tentar compensar permitindo tudo aos filhos. O autor afirma sobre a importância do não na vida do adolescente. Tendo algumas vontades negadas, quando necessário, diminui as chances do jovem se tornar um adulto sem senso de gratidão.

Outro importante fator presente nos livros de Içami, é a necessidade do diálogo entre pais e filhos. Exercendo o diálogo, o jovem tende a ter maior aceitação diante dos argumentos dos pais. Com maior aceitação, a probabilidade de ouvir e refletir diante dos sermões é maior do que se revoltar e não dar credibilidade aos pais.

<<Veja na íntegra: “O adolescente não é dono do quarto.”>>

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Agressividade Infantil

Crianças são crianças isso significa que quando ficam bravas não sabem lidar muito bem com a situação. Entretanto o que é mais perturbador é o aumento, significativo, da agressividade infantil.

Todos os seres são dotados de um nível de agressividade para fugir e controlar algumas situações, sendo um comportamento normal, universal e que não é considerado uma doença.

É comum nas crianças a incapacidade de administrar suas emoções, fazendo com que elas percam o controle e desconte a sua frustração nos seus responsáveis gritando, jogando objetos, batendo ou mordendo. Essa atitude pode ser uma experiência traumática tanto para a criança quanto para os pais. Sendo que muitas vezes as crianças se sentem culpadas depois de se cansarem e acalmarem após o acesso de raiva.

A criança é mais agressiva nos primeiros anos de vida, até os cincos anos. Sendo a agressividade uma resposta às frustrações. Conforme a criança se desenvolve ela regula as emoções, controla os impulsos e aprender outras estratégias mais gentis e eficazes para dominar essa agressividade.

Os pais precisam entender que o comportamento é um meio de comunicação. Uma criança tão oprimida que precisa atacar é uma criança angustiada. Já que ela ainda não possui habilidades para gerenciar seus sentimentos e expressá-los de uma maneira mais madura. As crianças possuem um nível de linguagem limitada, de controle do impulso e de capacidade de resolução de problemas.

Os pais consideram, às vezes, esse tipo de comportamento agressivo como manipulador. Porém as crianças que atacam são, geralmente, incapazes de administrar a raiva ou frustração de forma mais efetiva, digamos, conversando e descobrindo como conseguir o que desejam.

Quando a agressividade infantil é considerada um problema?

A agressividade infantil é considerada um problema quando existe uma frequência, uma intensidade e duração superior ao previsto para a idade. Sendo que também precisa ser levado em conta o estágio de desenvolvimento que a criança está e o ambiente que ela vive. Outra coisa a ser considerada é se a criança, os pais o ambiente estão sofrendo em consequência dessa agressividade. São esses os pontos considerados para definir a agressividade infantil como um transtorno.

Com o Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, você sempre se mantém informado. Saiba mais no link: https://goo.gl/bALZF9

Nunca devemos forçar uma criança a comer

Uma das coisas que mais preocupa os pais é conseguir fazer os seus filhos comerem bem. Entretanto para o pediatra espanhol Carlos Gonzáles os pais não devem forçar uma criança a comer, uma vez que as crianças comem o que é necessário para elas.

Entre as opiniões polemicas de Gonzáles podemos destacar a cama compartilhada e o aleitamento materno sob livre demanda. Ele também defende o fim da punição e a criação com respeito e apego às crianças.

Ainda segundo Gonzáles os pais precisam resgatar o seu papel que foi transformado pela sociedade através de normas e conceitos que o pediatra considera absurdos.

O pediatra lançou um livro chamado “Meu filho não come”, pela editora Timo, cujo objetivo não é dar dicas para os pais em como fazer o filho comer, já que Carlos acredita que não devemos forçar uma criança a comer. No livro o pediatra explica sobre como incentivar as crianças a comerem dando autonomia. Aponta os principais erros dos pais com relação à alimentação infantil. E fala que as crianças precisam aprender a comer sozinhas.

Forçar uma criança a comer – O afeto faz toda a diferença na vida das crianças

Gonzáles afirma que forçar uma criança a comer é ineficaz, pois as crianças comem sem que seja preciso forçar. Além de ser uma atitude mais prejudicial que benéfica, uma vez que a criança começa a detestar a comida, principalmente a comida na qual os pais querem forçá-la a comer. Tentar obrigar a criança a comer é um hábito que demonstra a falta de respeito dos pais.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, acredita que com amor os pais podem criar crianças mais felizes e saudáveis. Não se esqueça de que as crianças aprendem pelo exemplo, pais que comem bem têm filhos que se alimentam de forma saudável. Entrevista completa no link: https://goo.gl/LwMrkn

Superproteção infantil

Pais superprotetores não percebem que poupar os filhos decepções é muito prejudicial para o desenvolvimento da criança. A atitude superprotetora de alguns pais causa um impacto importante na no futuro de seus filhos. Uma vez que a superproteção priva as crianças de algumas habilidades sociais que as crianças precisam para o desenvolvimento de uma personalidade saudável. Além de abalar a confiança dos pequenos frente os desafios da vida.

<< LEIA TAMBÉM: Limites nas crianças>>

Os perigos e efeitos negativos da superproteção são maiores do que os pais imaginam.

As crianças que crescem sob as asas de pais superprotetores recebem uma mensagem, inconsciente, de que o mundo não é um lugar segura para elas. Como resultado dessa crença a criança se torna um adulto incapaz de correr riscos.

Em outras palavras a consequência desse estilo de vida é desenvolvimento de adultos que teme se arriscar.

A criança criada por pais superprotetores não consegue sair de sua zona de conforto, a zona na qual ela foi ensinada a viver, mesmo que sua vida seja miserável. Assim não é capaz de abandonar sua zona de conforto mesmo que isso a fizesse uma pessoa mais feliz e realizada.

A superproteção também causa efeitos negativos na autoestima das crianças. Um dos problemas em poupar as crianças das mudanças é que elas começam a acreditar que são incapazes de enfrentar a vida sozinhas. O que acaba por deteriorar a autoestima da criança.

Apesar de ser dolorosa a decepção faz parte do crescimento. Desse modo para o desenvolvimento de adultos confiantes e capazes de solucionar problemas devem evitar superproteger os filhos do mundo que os cerca.

Os pais precisam permitir que a criança explore o mundo conforme a sua visão, ajudando somente nos momentos em que o auxilio se faça necessário.

O Blog Homeopatia e Saúde, é um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, se quiser saber mais sobre esse assunto acesse: https://goo.gl/SkpPjw

Limites nas crianças

Quando se sentem frustradas as crianças expressam esse sentimento através de seu comportamento. Sendo o mau comportamento infantil um reflexo dessa decepção sofrida. Os limites nas crianças são essenciais para o seu pleno desenvolvimento. Pois as crianças precisam aprender a controlar os seus sentimentos para conviver em sociedade.

A criança se expressa por meio do mau comportamento quando todas as outras medidas falharam. Esse é o último esforço da criança para conseguir o que deseja.

Crianças são seres que gostam de rotina. Então sempre que alguma coisa muda em sua vida ela demonstra isso em seu comportamento. Muitas vezes esse comportamento é negativo.

A incapacidade de verbalizar o que está sentindo ou o medo do desconhecido levam as crianças a atitudes extremas. Cabe aos pais, ou responsáveis, ajudá-las nesse processo e impor limites nas crianças.

Em alguns casos o mau comportamento da criança pode ser resultado de uma desordem física, como TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção). O TDAH é um transtorno neurológico que leva as crianças a serem hiperativas, impulsivas e desatentas.

Os limites nas crianças podem ser trabalhados desde o nascimento. Quando os pais criam uma rotina para a criança essa aprende que existem regras que devem ser obedecidas.

As crianças testam os pais diariamente, por isso é importante que toda a família esteja em sintonia com relação à educação dos filhos. Com essa atitude os filhos vão perceber que os pais formam uma equipe, e não vão se aproveitar das divergências de opiniões para conseguirem o que querem.

As crianças precisam da rotina para crescer

Uma vez que a rotina passa uma sensação de segurança, por isso as regras devem ser mantidas sem mudanças vez ou outra.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, acredita que os pais podem ajudar os filhos a controlarem o mau comportamento impondo limites nas crianças. Saiba mais sobre o assunto no link: https://goo.gl/id9gTN

Pode chorar: porque nunca devemos dizer “engole o choro”

Às vezes quando queremos acalmar uma criança que está chorando depois de ter sofrido uma queda ou durante um acesso de birra costumamos dizer coisas como “engole o choro”, “seja corajoso”, “homens não choram” ou “você acha que chorar vai ajudar a resolver o problema?”. Mas isso pode ser um trauma emocional e levar a doenças. Foi sobre isso que o Blog Homeopatia e Saúde conversou com a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, médica pediatra e homeopata da Clínica Similia.

Mas será que alguma vez paramos para pensar o real significado de frases como “engole o choro”? Usando essas frases não estamos somente dizendo que o comportamento é inaceitável, estamos negando, também, as emoções das crianças. Com essas frases estamos ensinando às crianças a reprimir as suas emoções ao invés de expressá-las. Isso pode causar sérias consequências no desenvolvimento infantil.

Não diga “engole o choro“. Dra. Ana Lucia Dias Paulo, explica que calar o choro, ou o sentimento da criança pode levá-la a desenvolver doenças:

Existe uma forte relação entre a repressão dos sentimentos e alguns distúrbios que as crianças desenvolvem durante o seu desenvolvimento. Uma vez que a criança antes dos 10 anos não tem conteúdo intelectual suficiente para argumentar com um adulto. Portanto quando ela se sente incompreendida ou desrespeitada, a única forma que encontra para expressar o que está sentindo é através de seu corpinho. Por isso, dependendo do grau de acometimento emocional as manifestações físicas ou psíquicas podem ser graves com patologias que podem ir de superficiais como otites e amigdalites. A mais profunda como diabetes, pneumonia, incluindo ainda patologias de ordem emocional como as depressões, transtornos por ansiedade e síndrome do pânico”, conta a médica.

Por mais sem significado que possam parecer, os pais devem, sempre, tratar com respeito e amor qualquer tipo de manifestação emocional das crianças. Jamais menosprezar as demonstrações emocionais de uma criança. Pois essas manifestações podem causar consequências graves no adulto que essa criança se tornará.
Durante o seu desenvolvimento as crianças podem guardar diversos sentimentos negativos que vão interferir na sua vida adulta, explica a médica. Dentre eles podemos destacar:

  • Se vive sendo criticada, aprende a condenar;
  • Se sofre por causa da indiferença ou hostilidade, aprende a brigar;
  • Se vive passando por situações de constrangimento, aprende a se sentir culpada.

Por isso, apesar correria do dia a dia por causa do excesso de trabalho temos sempre que reservar um tempo, de qualidade, para nossos filhos. Também é preciso uma boa dose de paciência e amor, pois é através de sentimentos positivos que transformamos o mundo.

Não podemos esquecer ainda que:

  1. Com estímulo, se aprende a confiar;
  2. Com igualdade, se aprende a ser justo;
  3. Com segurança, se aprende a ter fé;
  4. E com amizade e aceitação, se aprende compartilhar amor e criar um mundo  melhor.

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Doação de Órgãos

No dia 27 de setembro é comemorado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, essa data foi escolhida para conscientizar a população sobre essa atitude que pode ajudar milhares de vidas.

O processo de doação de órgão não afeta somente a vida de quem precisa de um órgão, mas também a família, amigos, e conhecidos que amam e apoiam aqueles que necessitam de um transplante para continuar vivendo.

A doação de órgãos promove uma oportunidade de vida para quem está sofrendo de uma doença grave. Sendo que a necessidade de doadores de órgão só tem aumentado, uma vez que a fila de pessoas a espera de um transplante está aumentando consideravelmente.

A única maneira de aumentar a quantidade de órgãos disponíveis é aumentando o número de doadores. Mas isso deve ser feito com cuidado e segurança considerando todos os riscos que esse tipo de procedimento pode trazer para doadores e receptores.

Conforme o conhecimento e a capacidade científica em relação à segurança e disponibilidade de órgão para o transplante crescem e evoluem, o número de doadores que no passado seriam considerados inaptos e hoje podem salvar vidas tem aumentado substancialmente.

Sendo que cada doador de órgãos pode salvar até 8 vidas, enquanto os doadores de tecidos podem melhorar a vida de inúmeros pacientes.

Entretanto, quando a pessoa decide se tornar um doador de órgãos é importante que ela comunique essa decisão à família, pois essa ação evita estresses futuros num momento complicado para todos os parentes envolvidos.

É preciso lembrar que existem algumas etapas importantes a serem realizadas para que a família e entes queridos tenham conhecimento do seu desejo de se tornar um doador de órgãos.

Toda a equipe do Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, deixamos claro que somos a favor da vida. A doação de órgão é uma atitude que pode transformar milhares de vidas, converse com a sua família e seja você também um doador de órgão.

Para mais informações acesse: https://goo.gl/dTmUKw

Qual a idade ideal para engravidar?

É uma unanimidade entre os cientistas que o avanço da idade interfere na fertilidade. Entretanto com relação aos países ocidentais as pessoas estão tendo filhos mais tarde. Sendo que uma dos motivos para o atraso da maternidade é que as mulheres estão investindo mais em sua vida profissionais e postergando a gravidez para um momento mais oportuno.

Nos países mais desenvolvidos como é o caso do Reino Unido 50% dos bebês são filhos de mães com mais de 30 anos. O Brasil também já apresenta essa mudança de comportamento, uma vez que em 2005 13% mulheres engravidavam entre os 30 e 40 anos, mas atualmente esse número subiu e já estamos na casa dos 20%.

Segundo a especialista em fertilidade do Hospital de Portland em Londres Sarah Mattheus a idade com menor risco de complicações para a gravidez e pós-parto é entre 25 e 29 anos, considerando somente a perspectiva biologia.

Sarah ainda destaca que as pessoas ainda possuem pouco conhecimento sobre fertilidade, uma vez que as escolas se preocupam mais com programas de prevenção da gravidez e doenças, por isso as pessoas atingem a idade adulta sem muitas informações sobre o assunto.

Se considerarmos a perspectiva social ter filho mais tarde é benéfico para o casal, afirma a socióloga Melinda Mills da Universidade de Oxford que também fica no Reino Unido. Pois os casais que atrasam a gravidez têm um aumento de cerca de 10% na renda familiar a cada ano de espera.

Segundo a perspectiva de gênero e demográfica não existe uma idade ideal para engravidar.

São muitos os fatores que interferem na decisão de ter filhos, também não é possível dizer com precisão quando a fertilidade começa a diminuir mais intensamente em ambos os gêneros, pois existem fatores genéticos que são determinantes.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, acredita que ter um filho é uma decisão muito importante, para mais informações sobre o assunto acesse o link: https://goo.gl/ZKS7ZM

TAGS: Fertilidade, Gravidez, Família, Mulher, Bebê

 

Qual a influência do seu irmão na sua vida?

Tem dias que eles são os nossos melhores amigos, em outros eles no deixam furiosos. Mas no geral, amamos os nossos irmãos e irmãs. Pesquisas mostraram que o nosso vínculo com os irmãos vão além dos almoços em família e das brigas por causa do controle remoto. Crescer ao lado de um irmão pode realmente impactar a nossa saúde mental e física, assim como pode ajudar a moldar a nosso comportamento futuro.

 Ter um irmão faz com que sejamos mais altruístas

Um estudo da Universidade de Brigham Young sugere que o irmão permite com que as crianças desenvolvam empatia. Os pesquisadores analisaram a relação entre irmãos em mais de 300 famílias e descobriram que um relacionamento de qualidade com um irmão pode promover a generosidade em adolescentes, principalmente em meninos.

Os irmãos podem melhorar nossa saúde mental

Ainda falando sobre a pesquisa realizada na Universidade de Brigham Young e chefiada por Laura Padilla-Walker, que por meio de análises também descobriu que a irmã, especificamente, tem o poder de impulsionar a saúde mental de um jeito que os pais não são capazes de proporcionar. Segundo os resultados independente da distância ter uma irmã ajuda os adolescentes em relação a sentimentos negativos como culpa, medo, solidão e falta de amor.

Até as brigas entre irmãos ajuda no controle das emoções.

O irmão faz com que sejamos mais felizes

Para muitas pessoas o convívio com o irmão significa ter suporte emocional, uma amizade mais profunda e muitos momentos de humor. Por isso não é surpresa que irmãos que mantém um relacionamento mais próximo têm mais chances de conquistar a felicidade no futuro.

Pesquisas identificaram ainda que pessoas mais velhas que têm irmãos possuem uma percepção moral mais elevada, pois os vínculos entre irmãos não é importante apenas para o nosso crescemos e desenvolvemos como indivíduo, mas também pode proporcionar benefícios ainda maiores para a nossa vida.

Os irmãos nos mantêm fisicamente bem

Relacionamento com os irmãos, ou amigos, pode nos ajudar a permanecer ativos. Se considerarmos a inspiração 43% das pessoas consideram que amigos e familiares exercem maior influência sobre sua saúde e estilo de vida. Assim como manter a boa forma ajudar a aumentar o vínculo entre irmãos, afinal quase um terço das pessoas com hábitos de vida saudáveis se distanciam daquelas que não compartilham do mesmo estilo de vida.

Irmãos ajudam a aumentar a expectativa de vida

Além de impulsionar a saúde mental e física os laços sociais mais forte podem ajudar a viver mais tempo, de acordo com uma pesquisa publicada pela revista PLoS Medicine. Pessoas com relações sociais pobres morrem 7,5 anos antes em comparação as pessoas que têm conexões sociais sólidas com amigos e parentes. Essa relação é a mesma que a observada entre pessoas fumantes e não fumantes.

Isso pode ter relação com o fato de que os cuidados dispensados com amigos e parentes nos inspiram a cuidar melhor de nós mesmo. Ou porque recorremos a amigos e parentes quando estamos passando por algum problema.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, trouxe mais essa matéria interessante que destaca a importância dos laços familiares para a nossa saúde e bem-estar, para mais informações acesse: https://goo.gl/zXUmWu

TAGS: Família, Irmãos, Saúde, Bem-estar

Qual a influência dos avós na vida dos netos?

Com a correria da vida moderna os avós estão desempenhando papéis cada dia mais importantes na vida das famílias. Com os pais trabalhando são eles que ajudam na educação e cuidados dos netos. Ainda que sejam acusados, muitas vezes, de mimar as crianças, a sua contribuição é significativa.

Diversos estudos foram realizados em alguns países sobre a influência dos avós na vida dos netos. Sendo que as pesquisas mais conhecidas foram feitas nos Estados Unidos, Europa e Ásia. O principal objetivo é determinar se existiu um impacto significativo dos avós durante o desenvolvimento dos netos, considerando também a influência na vida adulta.

Apesar das diferenças culturais, da personalidade dos avós e classe social das famílias, os pesquisadores conseguiram encontrar alguns denominadores comuns positivos no decorrer das análises.

Segundo os pesquisadores da Universidade Brigham Young, em Utah, nos Estados Unidos, os avós conseguem influenciar no comportamento social das crianças.  Os pesquisadores enfatizaram que “os avós distantes”, aqueles que moram longe dos netos, assumem o papel de encorajar o desenvolvimento positivo ao invés de disciplinar comportamentos negativos. Principalmente durante a adolescência, quando aumenta o conflito entre pais e filhos. Nessas situações que as crianças e adolescentes encontram aliados seguros na figura dos avós, além de sentirem o cuidado e proteção.

As pesquisas também mostraram que a relação emocional entre avós e netos pode afetar, significantemente, o desenvolvimento psicológico, acadêmico e social das crianças. Foi possível verificar que as crianças que recebem mais carinho dos avós são mais autoconfiantes. Sendo que essa relação causa impactos positivos de longo prazo na vida das crianças, até mesmo com relação a valorização dos cuidados dispensados e recebidos para outra pessoa.

O relacionamento entre avós e netos pode deter os efeitos negativos de eventos adversos da vida, já que eles conseguem acalmar as crianças melancólicas. Esse detalhe serve de indício para  futuros estudos, uma vez que precisam prestar mais atenção ao papel dos avós no desenvolvimento da resiliência nos jovens.

Impactos positivos e benefícios ao desfrutar da presença dos avós:

  1. Os avós transmitem as crianças um sentimento de pertencimento, continuidade familiar e histórica;
  2. Ajudam a disseminar e reforçar a tradição e cultura do seu povo;
  3. São mais um modelo na vida das crianças, sendo às vezes mais importantes que pais ou ídolos;
  4. As crianças e, principalmente os adolescentes, se sentem mais confortáveis em confiar nos avós, pois os consideram mais tolerantes que os pais;
  5. Os avós são uma fonte de autoconfiança e positividade, o que ajuda as crianças a se tornarem pessoas mais ambiciosas no futuro;
  6. Eles fornecem uma dose extra de segurança simplesmente com a sua presença;
  7. Inspiram atitudes, personalidade, desenvolvimento e melhora do caráter;
  8. Os avós são uma considerável fonte de valores e boas maneiras.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, trouxe mais essa matéria interessante para comemorar o Dia dos Avós, pois sabe da importância que a família tem no desenvolvimento da criança, para mais informações acesse: https://goo.gl/NWiijF

TAGS: Família, Avós, Vovô, Vovó, Filhos

As causas da dor do crescimento

Um dos principais motivos das visitas ao pediatra são as queixas de dor. As dores mais comuns são a de cabeça, barriga e pernas, a maior parte dessas dores está ligada ao que chamamos de dor do crescimento. Em alguns casos a dor não está relacionada a doenças graves, porém é importante que os pais estarem sempre alertas quanto a qualquer alteração.

O que é a dor do crescimento? Ela recebeu esse nome porque aparece na fase mais importante do desenvolvimento infantil, principalmente entre os 3 a 8 anos. É uma dor recorrente que não tem uma origem específica. Segundo os médicos de 5 a 15% das crianças já enfrentaram esse problema pelo menos uma vez na vida. Contudo esse índice pode ser ainda maior, algumas universidades estrangeiras já apontaram um percentual na casa dos 40%.

Uma das causas da dor do crescimento seria o fato de os ossos crescerem mais rápido que os músculos e tendões, o que leva a uma sobrecarga, mas isso ainda não foi comprovado pela ciência.

Outra causa possível seria a fadiga muscular motivada pelo excesso de atividades físicas e brincadeiras no decorrer do dia, que pode ser agrava pelo estresse. Também pode ter origem hereditária, visto que os pais de crianças que sofrem desse mal passaram pelo mesmo problema na infância.

Ainda não existe comprovação científica sobre a relação do termo dor do crescimento, que é um termo conhecido e usado, com o desenvolvimento infantil. Entretanto, as crianças sentem realmente dor.

A dor é mais frequente nas pernas e pés, e surge mais no período do final da tarde e início da noite.

A dor do crescimento pode dura por meses ou até anos, pois é uma dor que vai e volta, no geral, a dor dura alguns minutos, mas em alguns casos pode durar de 1 a 2 horas. Em 70 a 80% dos casos a dor vai embora com o passar dos anos, em outros pode permanecer até a vida adulta.

O Blog Homeopatia e Saúde, que é um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, com o propósito de informar trouxe mais essa curiosidade para vocês. Para qualquer dúvida consulte sempre um especialista, mais informações: https://goo.gl/GT2LRc

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