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Especialistas dizem que adolescência vai até os 24 anos

Segundo um artigo publicado por pesquisadores australianos na revista Lancet Child e Adolescent Health, em razão de muitos jovens estarem priorizando os estudos e, consequentemente, vivendo por mais tempo com os pais. A adolescência período que se encerra aos 19 anos deveria se estender até os 24 anos.

Esses pesquisadores sugerem uma alteração no período de duração da adolescência para estender por mais tempo as políticas públicas destinadas aos adolescentes.

Enquanto para outros pesquisadores essa alteração seria mais prejudicial do que benéfica. Uma vez que isso poderia criar toda uma geração de pessoas infantilizadas.

Alterações no período da adolescência já foram realizadas no passado, quando se chegou a conclusão de que graças aos avanços na alimentação e saúde a puberdade se iniciava antes dos 14 anos, que era o marco considerado na época.

A puberdade inicia quando o hipotálamo estimula as glândulas da hipófise e gônadas, que começam a liberar os hormônios sexuais.

A biologia também é um argumento utilizado por quem defende a dilatação da adolescência. Entre os argumentos estão o fato de que o corpo e o cérebro continuam se desenvolvendo. Além dos casos onde os dentes do siso só nascem depois dos 25 anos.

Os jovens estão deixando para depois o casamento

Ao priorizar os estudos e atrasar a independência financeira, o casamento e o momento de ter filhos esses jovens desenvolvem uma relação de “semidependência” com os pais, o que comprova a ideia de que a adolescência foi dilatada.

Para os que são contra a dilatação da adolescência aumentar o período interfere na expectativa da sociedade com relação a esses jovens. Pois ser independente e trabalhar fazem parte do desenvolvimento de um indivíduo.

Para o Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, a alteração no período da adolescência é uma tema que ainda vai levantar muitas discussões. Se quiser saber mais sobre o assunto acesse: https://goo.gl/DmbMxY

Agressividade Infantil

Crianças são crianças isso significa que quando ficam bravas não sabem lidar muito bem com a situação. Entretanto o que é mais perturbador é o aumento, significativo, da agressividade infantil.

Todos os seres são dotados de um nível de agressividade para fugir e controlar algumas situações, sendo um comportamento normal, universal e que não é considerado uma doença.

É comum nas crianças a incapacidade de administrar suas emoções, fazendo com que elas percam o controle e desconte a sua frustração nos seus responsáveis gritando, jogando objetos, batendo ou mordendo. Essa atitude pode ser uma experiência traumática tanto para a criança quanto para os pais. Sendo que muitas vezes as crianças se sentem culpadas depois de se cansarem e acalmarem após o acesso de raiva.

A criança é mais agressiva nos primeiros anos de vida, até os cincos anos. Sendo a agressividade uma resposta às frustrações. Conforme a criança se desenvolve ela regula as emoções, controla os impulsos e aprender outras estratégias mais gentis e eficazes para dominar essa agressividade.

Os pais precisam entender que o comportamento é um meio de comunicação. Uma criança tão oprimida que precisa atacar é uma criança angustiada. Já que ela ainda não possui habilidades para gerenciar seus sentimentos e expressá-los de uma maneira mais madura. As crianças possuem um nível de linguagem limitada, de controle do impulso e de capacidade de resolução de problemas.

Os pais consideram, às vezes, esse tipo de comportamento agressivo como manipulador. Porém as crianças que atacam são, geralmente, incapazes de administrar a raiva ou frustração de forma mais efetiva, digamos, conversando e descobrindo como conseguir o que desejam.

Quando a agressividade infantil é considerada um problema?

A agressividade infantil é considerada um problema quando existe uma frequência, uma intensidade e duração superior ao previsto para a idade. Sendo que também precisa ser levado em conta o estágio de desenvolvimento que a criança está e o ambiente que ela vive. Outra coisa a ser considerada é se a criança, os pais o ambiente estão sofrendo em consequência dessa agressividade. São esses os pontos considerados para definir a agressividade infantil como um transtorno.

Com o Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, você sempre se mantém informado. Saiba mais no link: https://goo.gl/bALZF9

Como é o sono da criança nas várias idades

O sono da criança é mais importante do que imaginamos. Todos somos capazes de lembrar um momento onde não dormiu o suficiente. Está ai um problema que deixa a todos grogue e pesado. Com aquele sentimento de que não está desempenhando o seu melhor. Para tirar algumas dúvidas sobre o assunto a Dra. Ana Lucia Dias Paulo vai falar um pouco sobre a importância do sono da criança.

O sono da criança não é menos importante que comer, beber ou a segurança em suas vidas. Embora isso não seja assim tão obvio, mas muitos pais não permitem que o filho durma tanto quanto precisam para funcionarem e se desenvolverem adequadamente.

Dormir muitas horas durante o dia é muito bom para as crianças.  Pois isso indica sono da criança profundo atingindo todas as fases necessárias para o descanso dos pequenos, explica a Dra. Ana Lúcia Dias.

As crianças, no geral, começam a dormir direto sem acordar para mamar a partir dos 3-4 meses de vida. Desde que a amamentação seja adequada e tenha rotina durante o dia, deixa claro a Dra. Ana Lucia.

Veja a seguir um quadro onde a Dra. Maria Lucia sinaliza o quanto as crianças precisam dormir nas diversas fases de seu crescimento.

Bebês (de 1 à 24 meses) – eles precisam dormir até 18 horas por dia. Por isso, são considerados os maiores sonhadores.

Crianças de 2-7 anos de idade – crianças nessa faixa etária precisam dormir de 8-10 horas por noite. Um soninho de 1 hora ou 2 vezes durante o dia também é recomendado.

Idade em idade escolar (após os 7 anos até o início da adolescência) – precisam dormir no mínimo 8 horas por noite. Nessa fase elas não dormem mais durante o dia.

Adolescência (dos 13 anos em diante) – também precisa dormir 8 horas todos os dias para ter bom rendimento escolar e humor para as atividades do dia a dia.

Qual o melhor horário para dormir?

Outra coisa importante que os pais precisam saber é que os bebês e as crianças até 7 anos devem e precisam deitar antes das 20 horas. Isso é essencial para que às 8 da noite estejam dormindo com os olhos fechados para permitir o bom desempenho do hormônio do crescimento, acrescentou a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Você sempre pode contar com o Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, para tirar todas as suas dúvidas. Se quiser saber mais sobre o sono da criança acesse: https://goo.gl/z7J7Ac

Pode chorar: porque nunca devemos dizer “engole o choro”

Às vezes quando queremos acalmar uma criança que está chorando depois de ter sofrido uma queda ou durante um acesso de birra costumamos dizer coisas como “engole o choro”, “seja corajoso”, “homens não choram” ou “você acha que chorar vai ajudar a resolver o problema?”. Mas isso pode ser um trauma emocional e levar a doenças. Foi sobre isso que o Blog Homeopatia e Saúde conversou com a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, médica pediatra e homeopata da Clínica Similia.

Mas será que alguma vez paramos para pensar o real significado de frases como “engole o choro”? Usando essas frases não estamos somente dizendo que o comportamento é inaceitável, estamos negando, também, as emoções das crianças. Com essas frases estamos ensinando às crianças a reprimir as suas emoções ao invés de expressá-las. Isso pode causar sérias consequências no desenvolvimento infantil.

Não diga “engole o choro“. Dra. Ana Lucia Dias Paulo, explica que calar o choro, ou o sentimento da criança pode levá-la a desenvolver doenças:

Existe uma forte relação entre a repressão dos sentimentos e alguns distúrbios que as crianças desenvolvem durante o seu desenvolvimento. Uma vez que a criança antes dos 10 anos não tem conteúdo intelectual suficiente para argumentar com um adulto. Portanto quando ela se sente incompreendida ou desrespeitada, a única forma que encontra para expressar o que está sentindo é através de seu corpinho. Por isso, dependendo do grau de acometimento emocional as manifestações físicas ou psíquicas podem ser graves com patologias que podem ir de superficiais como otites e amigdalites. A mais profunda como diabetes, pneumonia, incluindo ainda patologias de ordem emocional como as depressões, transtornos por ansiedade e síndrome do pânico”, conta a médica.

Por mais sem significado que possam parecer, os pais devem, sempre, tratar com respeito e amor qualquer tipo de manifestação emocional das crianças. Jamais menosprezar as demonstrações emocionais de uma criança. Pois essas manifestações podem causar consequências graves no adulto que essa criança se tornará.
Durante o seu desenvolvimento as crianças podem guardar diversos sentimentos negativos que vão interferir na sua vida adulta, explica a médica. Dentre eles podemos destacar:

  • Se vive sendo criticada, aprende a condenar;
  • Se sofre por causa da indiferença ou hostilidade, aprende a brigar;
  • Se vive passando por situações de constrangimento, aprende a se sentir culpada.

Por isso, apesar correria do dia a dia por causa do excesso de trabalho temos sempre que reservar um tempo, de qualidade, para nossos filhos. Também é preciso uma boa dose de paciência e amor, pois é através de sentimentos positivos que transformamos o mundo.

Não podemos esquecer ainda que:

  1. Com estímulo, se aprende a confiar;
  2. Com igualdade, se aprende a ser justo;
  3. Com segurança, se aprende a ter fé;
  4. E com amizade e aceitação, se aprende compartilhar amor e criar um mundo  melhor.

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Criança tem que ser criança

O dia mundial da infância é celebrado em todo no mundo em 24 de agosto, essa celebração tem como objetivo refletir sobre as condições econômicas, educacionais e sociais que as crianças estão inseridas.

Segundo a Declaração Universal dos Direitos das Crianças todas têm direito a saúde, alimentação, educação, liberdade, lazer, conviver em família e sociedade. Assim como também devem ser protegidas da exploração, discriminação, violência, negligencia dentre outros direitos que tem como objetivo garantir a sobrevivência e desenvolvimento social e físico da criança.

O desenvolvimento físico, emocional e social das crianças influência diretamente o seu desenvolvimento como um todo e também sobre o tipo de adulto que elas se tornarão. Por isso é tão importante entender as necessidades da criança ainda muito cedo, isso vai assegurar diversas oportunidades futuras e garantir o seu bem-estar.

Pesquisas neurológicas comprovaram que os primeiros anos de vida desempenham um papel fundamental no desenvolvimento do cérebro infantil.

Desde a sua concepção os bebês começam a aprender sobre o mundo que os cerca, durante a fase do pré-natal, perinatal (imediatamente antes e depois do nascimento) e pós-natal.

As primeiras experiências das crianças, os vínculos que elas criam com seus pais e os primeiros aprendizados, são situações que afetam profundamente seu desenvolvimento físico, cognitivo, emocional, e social futuro.

A disciplina é importante para que as crianças aprendam quais comportamentos são aceitáveis ou não para uma vida em comunidade. Ao estabelecer limites os pais apontam para os filhos o que é esperado deles e como se comportar em sociedade. Isso é muito importante para que a criança possa se tornar um adulto responsável.

Brincar ajuda melhora a criatividade e imaginação das crianças.

As brincadeiras são importantes para o desenvolvimento, pois contribuem para o bem-estar cognitivo, social, físico e emocional das crianças e jovens. Além de ser uma ótima oportunidade para os pais se envolverem plenamente com os filhos.

Apesar de todos os benefícios dos jogos e brincadeiras o tempo reservado para esse tipo de atividade diminui consideravelmente, dentre os fatores que reduziram o tempo de brincar podemos destacar o estilo de vida apressado que vivemos, as alterações na estrutura familiar e um maior investimento em atividades educativas que tem como objetivo formar adultos mais bem-sucedidos.

A brincadeira é tão importante para o desenvolvimento infantil que foi reconhecida pelas Nações Unidas como um direito das crianças.

Os jogos e brincadeira permitem que as crianças pratiquem a criatividade enquanto desenvolvem a imaginação, destreza e força física, pois o jogo é importante para o desenvolvimento saudável do cérebro. É através das brincadeiras que as crianças se engajam e interagem como o mundo ao seu redor.

A brincadeira permite que as crianças criem e explorem um mundo no qual possam dominar, desafiando os seus medos e receios enquanto fingem que são adultos, algumas vezes essas brincadeiras tem a participação de outras crianças ou de adultos.

Conforme vão conquistando o seu mundo as brincadeiras ajudam as crianças a desenvolverem novas competências que proporcionam confiança e resiliência, qualidades necessárias para enfrentar desafios futuros.

Para o Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, a brincadeira é uma atividade divertida e essencial para a formação das crianças, se quiser saber mais sobre o assunto acesse: https://goo.gl/B31pNM

 

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Atitudes simples que ajudam a estimular a inteligência dos bebês

Assim que nascem os bebês já são capazes de interagir e aprender com o meio social que os cerca. Conviver com os pais é a melhor forma de estimulação ainda nos primeiros anos de vida dos pequenos. Esse contato é muito benéfico para a saúde física e mental das crianças. Ainda não se convenceu?  A ciência já comprovou que 50% do desenvolvimento do cérebro infantil acontece no primeiro ano de vida. É nessa fase que os estímulos certos podem ajudar a melhorar a inteligência e percepção infantil.

A partir dos estímulos os pais conseguem transmitir mensagens que constroem o universo afetivo, psíquico e cultural do bebê.

O Blog Homeopatia e Saúde, que é um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, lista a seguir algumas atitudes que os pais podem tomar para estimular a inteligência dos pequenos.

Sempre que estiver amamentando ou conversando com o bebê mantenha o contato visual, são em momentos como esse que a criança começa a registrar sensações e construir a memória, visto que os bebês já nascem prontos para essa vivência com a mãe.

Demonstre os seus sentimentos, pois as crianças são capazes de ler as expressões faciais e corporais dos adultos em sua volta.

Cante para o seu bebê, ou coloque música para ele escutar, estudos já comprovaram que a música clássica ajuda no aprendizado da matemática.

Na hora de trocar a fralda dê leves batidinhas na barriga e no bumbum da criança, essa atitude vai despertar o sentido do humor.

Converse com o seu bebê, fale sobre qualquer coisa como: o tempo, sobre como ele mudou a sua vida, o importante é sempre conversar com a criança. Não se esqueça de fazer pausas durante a conversa para o bebê aprender o momento de falar e o de ouvir, isso vai ajudá-lo a perceber a melodia e o timbre da sua voz.

Leve o bebê para passear, ele precisa de outros tipos de estímulos para se desenvolver, mas tenha cuidado com a quantidade e qualidade desses estímulos, pois o excesso pode deixar o bebê mais agitado.

Durante o banho aproveite esse momento para ensinar os pequenos as partes do corpo humano, enquanto a criança se diverte você vai dizendo o nome dos membros do corpinho dele.

A partir do quinto mês brinque com o bebê na frente do espelho e mostre coisas novas, como o umbigo.

Deixe o bebê sentir o cheiro das coisas na hora do banho, do almoço, essa simples atitude vai ajudar a criança a desenvolver sensações básicas de prazer e satisfação.

Brincar de esconde-esconde, essa brincadeira ajuda os bebês a superar situações de separação, como no caso da mãe que sai para trabalhar.

Deixe as crianças manusearem objetos coloridos e com luzes.

Permita que o bebê ande sobre o seu corpo, isso vai ajudar na coordenação motora da criança.

Faça massagens suaves nos pés, barriga e braços, o contato desencadeia sensações de afeto e segurança.

São pequenas atitudes que os pais podem tomar e ajudar no desenvolvimento intelectual e físico do bebê, entretanto é importante respeitar o tempo de desenvolvimento da criança, pois cada indivíduo tem o seu ritmo próprio de evolução.

Para matéria completa acesse: https://goo.gl/MzUVfR

 

 

TAGS: Bebês, desenvolvimento, afeto, estimulo, inteligência