Tag Archives: depressão

Depressão é o tema do dia mundial da saúde

Neste Dia mundial da Saúde vamos falar sobre a depressão, esse foi o tema escolhido pela OMS (Organização Mundial de Saúde) para ser discutido por todo o mundo através de sua campanha chamada Let’s Talk, vamos conversar em português.

O Dia mundial da saúde é comemorado no dia 07 de abril, essa data tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre qualidade de vida e os fatores que interferem na saúde dos indivíduos.

Por que a OMS escolheu a depressão para o ano de 2017? Por se tratar de um transtorno global, estimativas dão conta de que 350 milhões de pessoas, de todas as idades, sofrem com ela. Sendo também umas das principais causas de incapacidade no mundo, colaborando para o aumento de doenças em nosso planeta, sendo que as mulheres são mais afetadas por ela que os homens, se tratando de um distúrbio tão grave que pode levar ao suicídio.

Aprender mais sobre a depressão, como enfrentá-la, identificar suas causas, sinais, sintomas e tratamento é o primeiro passo para vencer o transtorno.

Nós do blog Blog Homeopatia e Saúde, página informativa da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, acreditamos que a conversa é uma boa alternativa para ajudar aqueles que sofrem de depressão. Por isso separamos esse artigo que discute sobre o assunto do site Mundo educação, mais informações acessem: https://goo.gl/vhSjd7

TAGS: Dia Mundial da Saúde, Depressão, Homeopatia

 

Depressão pode ser tratada com homeopatia

Em uma vida cercada cada vez mais por remédios e pessoas que mais parecem zumbis, as alternativas naturais têm sido muito buscadas como solução dos mais diversos problemas. Desde uma simples alergia, câncer ou depressão, todas são passíveis de tratamentos homeopáticos. Foi pensando em te informar melhor sobre este assunto que o blog Homeopatia e Saúde foi busca mais dados para seu conhecimento. O blog é vinculado à Clínica Similia, do Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

O assunto dessa postagem é “depressão”, doença que se manifesta nos mais diversos momentos da vida. Uma das formas mais comuns da doenças, a depressão pós-parto, acomete de 50 a 80% das mulheres que têm filhos, por exemplo.

Porém ainda há muito desinformação sobre o assunto. Se você tem dúvidas, busque o auxílio de um médico homeopata de sua confiança, e relembre os principais sintomas em outra publicação, aqui do blog.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão atinge aproximadamente 340 milhões de pessoas ao ano. Em nosso País, esse número é de 13 milhões. O pior desse dado é que até 5% desse número é formado por crianças que sofrem do transtorno. É perfeitamente possível adotar um estilo de vida mais saudável, com tratamento da causa e não somente do sintoma, através da homeopatia.  Esse é o princípio da abordagem, que analisa o histórico do paciente e combate a doença partindo da compreensão da vida de quem busca essa forma de tratamento.

Um tratamento homeopático é capaz de proporcionar estímulo suficiente ao organismo para que o organismo possa se equilibrar. Mas isso não é resolvido apenas em uma consulta, por ser muito vaga. O tratamento, em geral, é feito a longo prazo, tratando o que ocasionou a depressão e não a depressão propriamente dita. O acompanhamento é feito pouco a pouco. Porém, a eficácia desse tipo de tratamento surpreende tanto, que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica a homeopatia como o segundo método de terapia mais usado em todo o mundo.

O blog Homeopatia e Saúde reforça a necessidade de sempre ter o acompanhamento de um profissional para qualquer sintoma que você apresente. Pense sempre positivamente e com otimismo para manter o bem-estar e a saúde, e aproveite com mais qualidade de vida.

 

10 sintomas da depressão

Um dos temas mais recorrentes nos consultórios, a depressão é o mal do século. O ritmo de vida das pessoas, a pressão pela felicidade levam muitos a não suportar e sucumbir. O Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, selecionou um texto do portal “Melhor com Saúde” onde são levantados 10 sintomas para reconhecer a depressão.

Segundo o texto, que explica cada um dos sintomas, insônia, alterações de apetite, pensamentos obsessivos e negativos, culpa, dificuldade de concentração e de tomar decisões, cansaço matinal, dor física entre outros são sintomas que podem ser ligados a depressão.

Leia o texto na íntegra e informe-se. Na dúvida, consulte um médico homeopata de sua confiança: https://goo.gl/MVrhc1

O Álcool – a droga que mais mata no Brasil

Atualmente entre 20 a 30 milhões de brasileiros consomem algum tipo de bebida alcoólica frequentemente. Para se ter uma ideia, a segunda droga mais consumida que é a maconha fica com 3 milhões de usuários, as drogas devastadoras como o crack, cerca de 600 mil pessoas. Com uma diferença tão grande para o segundo lugar, o álcool leva o troféu de pior droga entre os brasileiros por seu caráter legal, pois quem bebe não está infringindo a lei (a não ser que saia dirigindo depois). O Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, conversou com o Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho, para entender como reconhecer quando o álcool é um problema e como sair dessa.

Quando se tem em mente os danos causados pelo consumo de drogas como cocaína e crack fica difícil acreditar que o álcool possa ser a pior droga que existe atualmente. Para o Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho, médico homeopata da Clínica Similia e presidente da AMHB (Associação Médica Homeopata Brasileira) o que leva o álcool ao topo das piores drogas é o caráter permissivo e cultural. “Temos um problema cultural quando não há uma festa sem álcool. Eu já vi relatos de pessoas que diziam que os avôs colocavam vinhos em suas mamadeiras para que adormecessem mais facilmente. A publicidade associa o prazer com o hábito do consumo da bebida alcoólica, e tudo isso de forma permissiva” relata Dr. Ariovaldo.

Como saber que é um problema?

Para Dr. Ariovaldo não existe idade segura, nem quantidade segura para o consumo, o álcool sempre é prejudicial. “Em pequenas quantidades, socialmente, são aceitos, mas vira um problema quando passa a ser consumido de maneira regular, por semanas, meses e anos. O organismo tem uma tendência a se acostumar com o que é ingerido e adquire essa necessidade de consumo, cada vez maior. O hábito vira vício”, alerta o médico.

Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho explica que quando um paciente chega no seu consultório e relata que consome todo dia uma quantidade de álcool, que seja uma taça de vinho, é possível observar que já existe uma espécie de alcoolismo, pois o hábito denota isso. “Deve-se analisar o paciente como um todo, para tentar entender a causa do alcoolismo. Há várias causas, que podem ser comportamentais como o hábito, hereditárias como o caso de adicção, ou psíquicas como depressão. É necessário uma avaliação médica completa”, explica o médico homeopata.

Como ajudar um alcoólatra?

Para o Dr. Ariovaldo o primeiro passo para ajudar, é a pessoa reconhecer que precisa de ajuda. “O primeiro e mais importante passo é que a pessoa reconheça que precisa de ajuda para livra-se desse vício, pois ela não possui mais o controle, ou seja, ela é dependente. Normalmente esse reconhecimento por parte da pessoa se dá de 3 formas. A primeira, e mais comum, é na saúde. A segunda é por conta das suas relações sociais e familiares. E a terceira forma é referente aos reflexos no trabalho”, esclarece o médico.

Quanto à saúde, a pessoa pode começar a ficar hipertensa, diabética e apresentar outros problemas graves. Paralelamente, a pessoa pode ter problemas familiares, como separações, crises nos relacionamentos, etc. E também problemas no trabalho, de concentração, baixa no rendimento, faltas devido a ressacas, inconstâncias e, por isso, encontra dificuldade em manter seu emprego. O complicado é quando a pessoa não reconhece que precisa de ajuda para controlar o vício, ela acredita que tem o domínio e que para quando quiser. Todos à sua volta percebem, mas ela não admite. Nesse caso, é importante que os familiares, as pessoas que amam esse dependente, busquem ajuda.

No Brasil existe um grupo de apoio aos familiares de alcoólatras chamado Al-Anon. Nas reuniões, que funcionam similares às do AA, os familiares trocam experiências e contam com apoio de psicólogos para superar e ajudar seu ente querido.

Tratamento homeopático

Dr. Ariovaldo explica que a homeopatia pode ajudar. “Há medicamentos homeopáticos que podem auxiliar no controle do consumo do álcool e outras drogas, mas antes de indica-los o médico deverá tentar entender a causa desse alcoolismo. Sem tratar a causa, os sintomas tendem a voltar” justifica o homeopata.


dr-ariovaldo

Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho

Graduação em Medicina em 1983 pela UNIFESP – CRM/SP 47385 – RQE 11125.

Exercício profissional da medicina em clínica médica e pediátrica desde 1984.

Especialista em Homeopatia e Acupuntura pela Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB) em convênio com a AMB e CFM.

Presidente da Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB).

Presidente da Associação Paulista de Homeopatia (APH – 2002/2005 e 2005/2008).

Diretor científico do Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu em Homeopatia da Alpha-APH (www.especializacaohomeopatia.com.br).

Presidente do XXIX CONGRESSO BRASILEIRO DE HOMEOPATIA (Hotel Maksoud Plaza – São Paulo/SP – 09/2008).

Professor convidado de diversas associações e instituições nacionais e internacionais de ensino da Homeopatia, bem como, conferencista em inúmeros eventos relacionados (congressos, jornadas, cursos, seminários etc.).

Autor dos livros Repertório de Homeopatia, Repertório de Homeopatia Pediátrica, Repertório de Sintomas Homeopáticos (6ª ed.), Repertório Homeopático Digital (publicação eletrônica, 4ª ed.), Repertório de Sintomas-chave em Pediatria Homeopática e Conhecendo o Repertório e a Semiologia Homeopática. Possui também inúmeros artigos e colaborações em livros e publicações científicas.

Remédio é associado a surto em crianças

Uma notícia assustadora foi divulgada pelas autoridades australianas em relação ao princípio ativo de um medicamento para asma. Segundo o texto, garimpado pela equipe do Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, publicado pelo portal da revista Veja, o risco é baixo, mas existe.

A matéria afirma que uma classe de medicamentos para asma estaria associada a episódios de depressão e até pensamentos suicidas em crianças. Tratam-se de medicamentos alopáticos de uso comum para tratamento de rinite, asma e dermatite atópica, principalmente em crianças e adolescentes.

O Blog Homeopatia e Saúde recomenda a leitura na íntegra do texto e a consulta de um especialista homeopático, pois os medicamentos que a homeopatia utiliza não possuem contra indicação.

Leia o texto: https://goo.gl/jwmLrC

Intestino e Depressão

homeopatia e Saúde
A expressão “enfezado” vem do latim e quer dizer, cheio de fezes. Isso é apenas uma observação importante para termos em mente o quanto o intestino pode afetar nossa “mente”. Segundo pesquisadores da universidade de Columbia, nos EUA, que o intestino tem um sistema nervoso autônomo com uma vasta rede de 100 milhões de neurônios e neurotransmissores de montão.

O site psicologias do Brasil, traz um texto que conta a importância da limpeza do intestino para combate à depressão.

O texto garimpado pela equipe do Blog Homeopatia e Saúde e dos Doutores Ariovaldo Ribeiro Filho e Ana Lucia Dias Paulo afirma: trate bem do seu intestino, mantenha-o trabalhando sem atravancos, alimente-se saudavelmente que você terá saúde tanto emocional quanto física.

Leia o texto na íntegra – http://goo.gl/kY2eFg

Depressão X Dependência Química

Nos últimos anos, tivemos algumas mortes de famosos relacionadas à dependência química e à depressão. No Brasil, em 2013, o cantor da banda Charlie Brown Jr., Chorão, morreu de overdose e seu colega de banda, Champignon se suicidou alguns meses depois. Já nos Estados Unidos, em 2014, os mundialmente conhecidos atores Philip Seymour Hoffman e Robin Williams também tiveram suas mortes associadas à dependência química e depressão.

O Blog Similia Homeopatia e Saúde volta a esse assunto para tentar explicar a associação entre essas duas doenças: dependência química e depressão. E, principalmente, mostrar a luz no fim do túnel para quem ama alguém que precisa de tratamento.

Homeopatia e Saúde - Similia

Saber o que vem primeiro, se a dependência química ou a depressão, remete à um reclame de biscoito antigo: “vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais”.

As drogas podem ser o meio de “não lidar” com a depressão, de aplacar a dor e encontrar o bem-estar. Porém, como esse bem-estar vem de fora, passa com o fim do efeito da droga; e a dor, a depressão voltam. Então, o usuário precisa de mais droga, tornando-se dependente dessa substância.

Já quando a pessoa não sofre de depressão e, mesmo assim, começa a usar algum tipo de entorpecente, passa por um momento de lua-de-mel. Depois vem a negação dos prejuízos, até que o indivíduo, não tendo mais como negá-los, os enxerga. Neste momento, surgem a culpa e o remorso que evoluem com depressão.

Para Dra. Daniela Benzecry, médica homeopata e especialista em tratamento de dependentes químicos, um discurso comum apresentado entre adictos em recuperação é que eles têm medo de viver. “Há um medo negado, isto é, inconsciente, de viver. Este seria o fator comum, se não para experimentar as drogas, para permanecer usando-as.” Dra. Daniela também explica que alguns autores de renome que escreveram sobre esse tema mencionam o desejo de permanecer sentindo-se bem na base da adicção. “Cito o autor analista Luigi Zoja, ‘tornam-se dependentes homens que não sabem aceitar a vida, na qual não se pode evitar as dores’. E, parafraseando André Malraux, ‘voltam-se para as drogas homens que não podem aceitar a condição humana’”.

O tratamento 

homeopatia e saúde - similia

A dependência química e a depressão, assim como qualquer outra doença crônica pode ser tratada com homeopatia. Porém deve-se observar que o uso de medicamentos homeopáticos aumenta o contato consigo mesmo, ou seja, leva a conscientização da situação. E como usar a droga é a fuga da realidade, mais do que indicada, a terapia é essencial para o tratamento de um adicto. “Os medicamentos podem ajudar, podem causar náuseas e aversão à droga, mas não interferem no livre arbítrio, ou seja, não fazem querer parar. Um medicamento homeopático pode, por exemplo, causar náusea e aversão ao cigarro, porém, se o indivíduo não estiver realmente querendo parar de fumar, ele desiste do tratamento para optar pelo cigarro. Há terapias para ajudá-lo a querer parar. Existem vários tipos de terapias, cada qual com a sua indicação”, como explica Dra. Daniela.

A homeopatia além de tratar da pessoa da dependência, pode ser um bom recurso para tratar os sintomas da abstinência, da fissura (tanto prevenindo-a, quanto aplacando-a), dos efeitos orgânicos do uso crônico das drogas e dos efeitos mentais.

Outro ponto importante destacado pela Dra. Daniela, é que o adicto usa as drogas para “resolver” o que está sentindo e ficar bem e termina por alienar-se de si mesmo. Isso é exatamente o oposto do que faz o tratamento, principalmente o homeopático, daí deve-se ter cautela na prescrição do medicamento e o tratamento adjunto com a alopatia pode ser um auxiliar, em alguns casos, para a passagem para a vida sem drogas, enquanto a pessoa se fortalece para viver.

A médica conta relatos de pacientes que ilustram essa equação: “Não tomei o medicamento prescrito, embora o tivesse, pois ele me dá vida, fico bem, mas temo ficar bem e ter de assumir a minha própria vida e perder os mimos dos irmãos”; “Não quero viver entorpecido, quero viver, mas viver dá medo. Não sei viver bem, nunca vivi bem”; “O medicamento me faz sentir bem, mas como estar bem é sensação que nunca experimentei, é nova, me dá medo. Na primeira vez, passei mal por estar bem, não sabia o que era, seria a morte, o nirvana? Senti o coração normal, mais lento, sem pressão na nuca, respirando, me assustou, deu medo de morrer, aí passei mal por estar bem. Realmente, tenho de experimentar o bem estar devagarzinho”; essas são algumas das frases ditas em consulta homeopática à Dra. Daniela.

Internar ou não internar?

A internação não é o tratamento em si, pois como toda doença crônica o tratamento é longo, se não, para a vida toda. Mas alguns casos são tidos como importantes para início do tratamento. São casos indicados para internações principalmente os citados abaixo:

– Quando se põe a vida (sua ou de outros) em risco.

– Quando não consegue ficar abstinente no tratamento ambulatorial, ajudando a aderir a ele.

– Dependência química grave (grande compulsão com uso constante e pesado).

– Considerável nível de desorganização social do indivíduo e a necessidade de aprender habilidades sociais mínimas

– Casos de desestabilidade psiquiátrica (até estabilizar)

Quanto ao tempo de internação, alguns estudiosos tendem a defender a de curto prazo por acreditarem que as mudanças se consolidam no próprio ambiente da pessoa. Outros defendem a longo prazo, acreditando que a pessoa só deve sair após começar a trabalhar os seus conflitos internos e iniciar a transformação íntima, a mudança no seu modo de ver a vida com renovação dos valores”, explica a especialista.

A internação voluntária é sempre preferível, mas se for necessária a internação compulsória – defendida pelos que acham que o adicto não tem como decidir por si só – acredita-se que se bem conduzida, tem o mesmo resultado da voluntária.

A Família e a Sociedade no Tratamento de um adicto

homeopatia e saúde - similia

O tratamento de um adicto é o tratamento de todo seio familiar e social que ele se inclui. Muitas vezes a causa que leva a fuga tem origem familiar ou social; por isso é muito importante que a família tenha consciência que pode estar funcionando como facilitadora para a adicção, principalmente assumindo responsabilidades que seriam do dependente químico e, assim, reduzindo suas perdas, que são importantes para ele querer parar de usar drogas.

Outro processo comum durante o tratamento – e que, muitas vezes, tem uma interferência negativa da família no processo – é quando, percebendo sua situação de volta ao mundo, a família do paciente em tratamento expõe ressentimentos de situações causadas pelo adicto ou manifestam a ausência de confiança nele. Além disso, com o membro familiar que sempre deu problema, em tratamento, ele deixa de ser o bode expiatório para todos os males do núcleo familiar. “A família pode estar contribuindo para a perpetuação dele como adicto. Incluir a família ajuda a ela vir a contribuir e apoiar ao adicto na sua recuperação, a qual costuma ser melhor quando a família participa e apoia. De qualquer forma, a família merece um tratamento independente de seu adicto querer ou não se tratar, pois ela também está adoecida e sofre. E porque, se não for tratada, seus membros tendem a formar novos lares em que a adicção estará presente.“, finaliza a Dra. Daniela.

Depressão Pós-parto – Como a Homeopatia pode te ajudar a sair dessa

depressaoposparto-704x400

Aprenda a diferenciar “Baby Blues” de “Depressão pós-parto” e veja como a homeopatia possui a resposta eficaz para esse transtorno, no segundo post da série Ser Mulher

Estima-se que entre 50 e 80% das mulheres passem por episódios de tristeza após o parto – o chamado Baby Blues. O problema é quando esse quadro não melhora após aproximadamente 15 dias: pode ser depressão pós-parto.

A gravidez é um período de muitas mudanças na mulher, principalmente por causa das alterações hormonais – comuns nesta fase. É muito corriqueiro no período gestacional o relato de mulheres que sofrem com variações de humor, irritação, ansiedade ou tendência a chorar por qualquer motivo.

Essa instabilidade emocional pode piorar com a chegada do bebê: a acentuada queda dos hormônios sexuais realça episódios de sentimento de tristeza inesperados. De 50 a 80% as mulheres que acabaram de dar à luz podem desenvolver uma tristeza típica do pós-parto conhecida como Baby Blues.

Este quadro de tristeza, relacionado com a nova vida que vem com o bebê (onde a mãe agrega para si inúmeras novas responsabilidades e uma nova vida) costuma curar-se sozinho após uma ou duas semanas.

 

Mas como diferenciar o Baby Blues da Depressão Pós-parto?

depressao-pos-parto-1

Há alguns casos em que em vez de melhorar o quadro vai piorando e impede a mulher de desenvolver sua maternidade, tornando-a incapaz de exercer as tarefas mais simples do dia a dia, interferindo na vida de toda a família ou das pessoas mais próximas. Nesse caso, um profissional deve ser consultado o mais rápido possível, pois pode tratar-se de Depressão Pós-parto.

Se durante a gravidez o organismo da gestante produz uma quantidade elevada de hormônios, algumas horas após o parto o nível desses hormônios cai de forma rápida e intensa – esse é um dos motivos que  podem colaborar para o desencadeamento de transtornos emocionais no pós-parto.

A diferença básica entre Baby Blues e Depressão pós-parto é que, enquanto o primeiro pode ser chamado de “fisiológico” – sumindo do mesmo jeito que apareceu –, o segundo pode ser devastador e transformar-se numa doença crônica.

 

Quem pode desenvolver pode desenvolver depressão pós-parto?

Mulheres com histórico de depressão antes da gravidez, ou de depressão gestacional, são mais suscetíveis a desenvolver a doença, porém, alguns eventos durante a gestação podem levar a mulher a desenvolver depressão no período que segue após o nascimento do filho.

Em entrevista ao site Minha Vida o Psicólogo Maurício Pinto alerta que “a depressão pós-parto pode ter origem pré-parto, quando a mulher pode sentir-se mais feia, gorda, não desejada pelo parceiro. Somadas a algumas intercorrências durante a gestação como: crises conjugais, o momento pessoal, problemas financeiros ou falta de apoio, podem tornar esta fase um pouco mais complicada, causando insegurança e carência na mulher”.

Young lonely pregnant women sitting on the kitchen floor.

 

Como a Homeopatia pode ajudar nesse quadro?

A Homeopatia tem um efeito bastante eficaz no tratamento da Depressão Pós Parto, atuando diretamente nas emoções. Já na consulta homeopática acontece uma minuciosa entrevista, na qual é possível detectar desequilíbrios emocionais existentes, promovendo tratamento para os desequilíbrios detectados.

Por ser um tratamento à base de elementos da natureza, os medicamentos homeopáticos podem ser utilizados com tranquilidade pela paciente, pois não interferem na qualidade da produção de leite e, por conta disso não prejudicam a amamentação – que pode até ser uma aliada na cura da doença, uma vez que fortalece o vinculo entre mãe e bebê.

tumblr_lvwjvngu2p1qi1hx1o1_1280__1_

Quanto mais rápido a paciente procurar ajuda, mais terá chances de curar a doença em curto período, recuperando seu equilíbrio e assumindo o seu novo papel como mãe.

Não sinta vergonha em falar com seus amigos e parentes caso desconfie que esteja passando por isso. Lembre-se que a depressão não é culpa de ninguém e que com apoio e carinho fica mais fácil vencê-la.

Tristeza infinita

A DEPRESSÃO É UMA TRISTEZA PROFUNDA, CAUSADA POR DIVERSOS FATORES; E PODE SER TRATADA COM HOMEOPATIA

O assunto de hoje é a depressão. O noticiário das últimas semanas trouxe diversas informações sobre o tema, com destaque para o suicídio de dois comediantes motivados pela doença. Aqui no Brasil, o membro do grupo “Hermes e Renato”, Fausto Fanti, cometeu suicídio aos 35 anos. Com repercussão ainda maior, a passagem do ator e comediante Robin Williams, aos 63, causou ainda mais comoção e nos levou a refletir sobre o tema.

Robim William cometeu suicídio aos 63 anos

Robim William cometeu suicídio aos 63 anos

Depressão é, realmente, uma doença? Não é um “fricote”? De que maneira a homeopatia pode auxiliar quem está depressivo? Qualquer pessoa está suscetível à depressão?

Não é frescura

Para encontrar as respostas para essas e outras questões, conversamos com o Dr. Francis Mourão, psiquiatra e homeopata.  E ele já iniciou a conversa afirmando: “a pessoa realmente está sofrendo, e muito. E os casos de suicídio são bastante comuns”, alerta.

A depressão surge de uma combinação de elementos: fatores genéticos (ainda não determinados pela medicina); fatores psíquicos (relacionados à vivência anterior de cada uma das pessoas); fatores ambientais (a maneira como está estruturada a família e a educação passada de pais para filhos) e, finalmente, fatores biológicos (que causam alterações dos neurotransmissores de serotonina, prejudicando as sinapses).

A profunda tristeza causada pela depressão tira as esperanças do doente

A profunda tristeza causada pela depressão tira as esperanças do doente

Os medicamentos conhecidos como antidepressivos, antes vendidos como “pílulas da felicidade”, agem, apenas, nos fatores biológicos. Por isso, muitas vezes, fica a impressão de que a doença, a depressão, não está sendo combatida de maneira eficaz.

Além do medicamento

“Vivemos, hoje, um período que estimula a competição e o consumo”, resume o doutor Mourão, pontuando que, nem sempre, o indivíduo consegue corresponder às expectativas que nutre. Ele informa uma estimativa assustadora: até 2020, 20% da população mundial será acometida pela depressão. “Nosso modelo de sociedade e estilo de vida favorecem muito o surgimento da doença”, diz o médico.

Mourão reforça que a depressão e as dependências químicas – de álcool e outras drogas – estão muito associadas, e que não é possível determinar se é o vício que estimula a depressão ou o contrário. “O efeito das substâncias é passageiro. Logo vem a ‘ressaca’”.

Além disso a depressão é uma doença crônica, como a pressão alta. “Uma pneumonia tem começo, meio e fim, dura uma semana. O quadro depressivo nem sempre tem um começo claro; a pessoa está sempre no meio da doença e não sabe se, um dia, ela terá fim”, exemplifica.

O tratamento homeopático é eficiente no tratamento da depressão

O tratamento homeopático é eficiente no tratamento da depressão

Nesse sentido, o uso da homeopatia se apresenta como um método bastante eficaz no combate à depressão, já que, desde a consulta, a homeopatia analisa (e trata) todos fatores que influenciam a vida do paciente. “Não posso afirmar que, no combate à depressão, o antidepressivo seja o bastante. A ideia de uma doença puramente biológica não é real”, ressalta o doutor Mourão.

Apoio e cuidado

Ele lembra que a abordagem da homeopatia ao paciente e bem específica: consulta detalhada, acompanhamento de diversos aspectos, abrangência de remédios – que agem em várias frentes e, não apenas, no combate ‘biológico’ à depressão. E que o apoio da família é determinante para a cura do paciente.

O sofrimento do depressivo é real; doença é crônica mas tem cura

O sofrimento do depressivo é real; doença é crônica mas tem cura

“O sofrimento de um depressivo é muito grande, envolve a todos que estão ao seu redor. A tristeza contamina todo mundo”, avalia o médico, ressaltando a sensação de desesperança que um doente sente. “A pessoa [que está com depressão] começa a não ver saída, perde a esperança. É nesse momento que o suicídio aparece como uma opção”, ressalta.

Por isso, além do acompanhamento de um médico, o paciente precisa do apoio familiar. Mas não é para ficar com dó: “os parentes e amigos têm que intervir e fazer a pessoa procurar ajuda”, finaliza o doutor Francis Mourão.

Com o tratamento adequado, a depressão pode ser curada. Fique atento, não só às pessoas ao seu redor quanto a si mesmo. Não permita que a tristeza seja uma sensação infinita. Busque ajuda.