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O desmame precoce

Quando uma criança vem ao mundo a vida dos pais se transforma de uma maneira muito especial. Amamentar é um momento de interação entre a mãe e o seu bebê, esse simples gesto é capaz de criar vínculos entre mãe e filho. Entretanto, amamentar não é tão simples quanto parece. É preciso muita orientação a fim de evitar o desmame precoce da criança.

A amamentação é muito importante nos primeiros 6 meses de vida do bebê, sendo que a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda somente o leite materno durante esse período, e essa amamentação precisa continuar, de maneira complementar, até os 2 anos de idade.

O Blog Homeopatia e Saúde, que é um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, entende a importância do aleitamento materno e por isso traz algumas dicas para evitar o desmame precoce do bebê.

Mastite

Popularmente conhecido como empedramento de leite, é uma inflamação da glândula mamária provocada pelo excesso de leite. Para evitar a inflamação retire o excedente de leite após cada mamada, em seguida realize compressas frias para aliviar o incomodo.

Parto antes da hora

Em alguns casos de cesarianas programadas o leite pode demorar a surgir, o que preocupa muitas mães. Isso acontece porque durante o processo de parto natural o corpo se prepara para a produção do leite, mas esse processo não ocorre em partos cirúrgicos. Porém, as mães não precisam ficar preocupadas, pois assim que o bebê começar a sugar o seio o hipotálamo, glândula que fica no cérebro, vai começar a produzir a prolactina, e consequentemente o leite começa a surgir.

Pega incorreta

Para o sucesso da amamentação o bebê precisa estar na posição correta. Senão haverá problemas de fissura nos seios e no estímulo da produção do leite. É sempre bom contar com a ajuda de um profissional neste momento, mas na falta de um mantenha o bebê com o corpo voltado para a mãe, barriga com barriga, a cabeça precisa estar acima do bumbum, na altura dos seios. Os lábios do bebê precisam abocanhar o máximo que puder da aréola.

Matéria completa no link: https://goo.gl/yoZr1Z

 

TAGS: Desmame, amamentação, Bebês, Pais, Filhos, Crianças

Atitudes simples que ajudam a estimular a inteligência dos bebês

Assim que nascem os bebês já são capazes de interagir e aprender com o meio social que os cerca. Conviver com os pais é a melhor forma de estimulação ainda nos primeiros anos de vida dos pequenos. Esse contato é muito benéfico para a saúde física e mental das crianças. Ainda não se convenceu?  A ciência já comprovou que 50% do desenvolvimento do cérebro infantil acontece no primeiro ano de vida. É nessa fase que os estímulos certos podem ajudar a melhorar a inteligência e percepção infantil.

A partir dos estímulos os pais conseguem transmitir mensagens que constroem o universo afetivo, psíquico e cultural do bebê.

O Blog Homeopatia e Saúde, que é um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, lista a seguir algumas atitudes que os pais podem tomar para estimular a inteligência dos pequenos.

Sempre que estiver amamentando ou conversando com o bebê mantenha o contato visual, são em momentos como esse que a criança começa a registrar sensações e construir a memória, visto que os bebês já nascem prontos para essa vivência com a mãe.

Demonstre os seus sentimentos, pois as crianças são capazes de ler as expressões faciais e corporais dos adultos em sua volta.

Cante para o seu bebê, ou coloque música para ele escutar, estudos já comprovaram que a música clássica ajuda no aprendizado da matemática.

Na hora de trocar a fralda dê leves batidinhas na barriga e no bumbum da criança, essa atitude vai despertar o sentido do humor.

Converse com o seu bebê, fale sobre qualquer coisa como: o tempo, sobre como ele mudou a sua vida, o importante é sempre conversar com a criança. Não se esqueça de fazer pausas durante a conversa para o bebê aprender o momento de falar e o de ouvir, isso vai ajudá-lo a perceber a melodia e o timbre da sua voz.

Leve o bebê para passear, ele precisa de outros tipos de estímulos para se desenvolver, mas tenha cuidado com a quantidade e qualidade desses estímulos, pois o excesso pode deixar o bebê mais agitado.

Durante o banho aproveite esse momento para ensinar os pequenos as partes do corpo humano, enquanto a criança se diverte você vai dizendo o nome dos membros do corpinho dele.

A partir do quinto mês brinque com o bebê na frente do espelho e mostre coisas novas, como o umbigo.

Deixe o bebê sentir o cheiro das coisas na hora do banho, do almoço, essa simples atitude vai ajudar a criança a desenvolver sensações básicas de prazer e satisfação.

Brincar de esconde-esconde, essa brincadeira ajuda os bebês a superar situações de separação, como no caso da mãe que sai para trabalhar.

Deixe as crianças manusearem objetos coloridos e com luzes.

Permita que o bebê ande sobre o seu corpo, isso vai ajudar na coordenação motora da criança.

Faça massagens suaves nos pés, barriga e braços, o contato desencadeia sensações de afeto e segurança.

São pequenas atitudes que os pais podem tomar e ajudar no desenvolvimento intelectual e físico do bebê, entretanto é importante respeitar o tempo de desenvolvimento da criança, pois cada indivíduo tem o seu ritmo próprio de evolução.

Para matéria completa acesse: https://goo.gl/MzUVfR

 

 

TAGS: Bebês, desenvolvimento, afeto, estimulo, inteligência

Os brinquedos eletrônicos e o desenvolvimento da linguagem dos bebês

Você sabia que o desenvolvimento da linguagem nos bebês pode ser afetado pelo uso excessivo da tecnologia?

Vamos falar mais sobre uma pesquisa que o Blog Homeopatia e Saúde, que é uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – que fica na região da Paulista, uma clínica vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, encontrou na web e agora vai compartilhar com vocês.

Como os aparelhos eletrônicos podem interferir no desenvolvimento da linguagem nos bebês?  Bem, isso acontece porque os eletrônicos diminuem a interação dos pequeninos com outras crianças e com os pais, é o que informa um estudo publicado pela revista científica JAMA Pediatrics, segundo esse estudo crianças que passam muito tempo com brinquedos tecnológicos com luzes que piscam, falas e músicas, em detrimento aos tradicionais, acabam tendo uma diminuição na quantidade e qualidade da linguagem.

Neste estudo os pesquisadores analisaram bebês entre 10 e 18 meses, eles perceberam que quando um brinquedo eletrônico estava presente havia uma menor interação verbal entre as crianças e os adultos. Com relação aos bebês que interagiram com livros e outros objetos, como os blocos de madeira, falavam mais com os pais durante as atividades.

O que é uma boa noticia, já que os brinquedos tecnológicos são muito caros, sendo essa uma boa oportunidade para os pais incentivarem os seus filhos a trabalhar com a imaginação, também sendo uma alternativa viável nestes tempos de crise econômica.

Por um período de 15 meses os pesquisadores acompanharam de perto a intimidade das brincadeiras caseiras de 26 famílias. A interação foi dividida segundo três grupos de objetos: brinquedos tradicionais, livros infantis e aparelhos eletrônicos (que tinham som e acendiam luzes, imitavam um computador e um celular).

Levando-se em conta a linguagem, os apontamentos mostraram que quando as crianças interagiam com os eletrônicos vocalizaram em média 28% a menos ao se comparar com os brinquedos tradicionais, e 35% a menos em relação ao uso dos livros. Da mesma forma os pais se comunicaram menos, numa média de 39,62% por minuto em oposição a 55,56% nas brincadeiras que contavam com os brinquedos tradicionais, e 66,69% abaixo das sessões de leitura de livros infantis.

Quando as luzinhas estão acesas a interação entre os adultos e crianças também é prejudicada. Já que a comunicação entre eles fica 51% menor se compararmos com os brinquedos tradicionais, em relação aos livros essa diferença fica ainda mais visível já que o percentual de respostas dos pais é 66% menor.

Por meio das análises foi possível verificar que o livro proporciona uma maior interação entre os adultos e crianças, visto que ele inspira um tipo de script para a interação. Apesar de menos eficaz, os bloquinhos são uma boa opção para os adultos que não querem ler para os pequenos.

Revista Neuro Educação: https://goo.gl/5TAZlB

TAGS: Bebês, Tecnologia, Homeopatia, Brinquedos, Saúde

Saiba quais alimentos evitar para o seu filho pequeno

Quando o assunto é filho, a educação se estende até mesmo a alimentação: quanto mais cedo se aprende a comer bem, menos trabalho futuro para uma reeducação alimentar para extinguir maus hábitos. O blog Homeopatia e Saúde, da Clínica Similia, encontrou um estudo divulgado pelo Ministério da Saúde que aponta que quase 61% das crianças com menos de 2 anos já consumiram ou consomem bolachas, biscoitos ou bolo e 32,3% ingerem suco artificial ou refrigerante. Fora esses alimentos que não são recomendados para crianças, há uma lista de outras opções que não devem ser oferecidas aos pequenos nessa faixa etária.

Evite

É o caso do mel, que pode estar contaminado por esporos de uma bactéria chamada Clostridium botolinum, principal responsável pelo botulismo. Nesse caso o sistema imunológico da criança não está formado e precavido para encarar esse tipo de bactéria. Outro alimento que oferece esse risco de contaminação é o amendoim, que além de ser potencial desencadeador de alergias, contém uma substância chamada aflatoxina, originária de um fungo e pode intoxicar o pequeno.

Embora sejam os preferidos das crianças, doces não devem ser oferecidos até os dois anos, porque isso faz com que o paladar fique cada vez mais doce e induza as crianças a quererem consumir mais desse tipo de alimento. Mesmo pensamento se aplica ao chocolate, que contém muito açúcar e gordura, podendo prejudicar o sono da criança. Já que estamos falando de doces, achocolatado, refrigerantes e adoçantes não são indicados, bem como a gelatina, que possui muito corante e conservante, principais responsáveis por alergias na pele.

Quando o assunto é conservante, os embutidos e enlatados além de não oferecerem valor nutricional, são ricos em conservantes e sódio. Fritura, bolacha recheada – cheia de gordura trans -, e sucos artificiais também devem ficar fora do cardápio das crianças. O blog Homeopatia e Saúde reforça a importância de uma alimentação balanceada e saudável desde cedo. Responsáveis pela Clínica Similia, o Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo destacam a importância de um prato sempre colorido.

Melhor opção

Opte por frutas, verduras, legumes, para enriquecer o cardápio dos seus filhos. Além de estimular as crianças a se alimentarem com qualidade desde cedo, com base no aprendizado, preocupar-se com o cardápio oferecido para elas auxilia a evitar possíveis crises alérgicas ocasionadas por alguns alimentos, como é o caso do leite de vaca, por exemplo. A saúde do seu pequeno agradece!

Cabelo do Bebê

O Blog Homeopatia e Saúde, uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, selecionou um texto do portal da revista Crescer que esclarece mitos e verdade sobre os cabelos do bebê. Leia antes de sair raspando a cabeça dos pequenos para o cabelo crescer mais forte.

Boa alimentação ajuda a deixar o cabelo mais bonito – Verdade. Uma das causas da queda de cabelo é a má alimentação. Para combater isso nas crianças (e adultos também) invista na ingestão de ferro e vitaminas do complexo B, presentes em carne, ovos, peixe, feijão e vegetais verde-escuros, para que a cabeleira fique brilhante e sedosa.

Raspar a cabeça faz o cabelo nascer mais forte – Mito. O fio cresce a partir de um folículo abaixo do couro cabeludo, que não é afetado pelo que fazemos na superfície da cabeça. Quando raspamos o corte ocorre no meio da haste, onde é mais espesso. Por isso, temos a impressão de que o cabelo engrossa. Além disso, a prática não é aconselhada, especialmente para evitar cortes ou machucados na região da moleira.

Bebês não precisam lavar a cabeça todos os diasVerdade. Até 1 ano, as crianças ficam pouco expostas à sujeira. Por isso, lavar uma ou duas vezes por semana costuma ser suficiente, com exceção dos dias de calor e bastante suor – muito embora não haja problemas em lavar diariamente.

Condicionador é dispensávelVerdade. Em adultos, a ação do xampu e do condicionador são complementares: o primeiro tira a sujeira e a oleosidade e o segundo devolve um pouco da gordura ao cabelo, para deixá-lo sedoso. As crianças, porém, já têm fios naturalmente mais macios. O condicionador, porém, pode ajudar a desembaraçar os cabelos.

Leia o texto na íntegra http://goo.gl/ppwImc

O Blog Homeopatia e Saúde é uma publicação da Clínica Similia – Homeopatia de qualidade em São Paulo – Região da Av. Paulista, vinculada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Como dar limites às crianças – Pela idade

limiteO Blog Homeopatia e Saúde, vinculado à Clínica de Homeopatia Similia, localizada na região da Av. Paulista, em São Paulo está sempre em busca de informações relevantes e dicas sobre saúde, homeopatia, alimentação e educação dos pequenos.

Hoje, através da Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pediatra e homeopata da Clínica Similia, selecionamos um texto interessante sobre como dar limites à cada fase das crianças.

Segundo o texto, publicado pelo site da Revista Crescer, todas as idades, inclusive bebês, devem ter limites. A rotina, por si, já é o início de limites para bebês. Regras e disciplina são essenciais para que bebês e crianças cresçam saudáveis.

Vale destacar que, segundo pesquisas, a falta de limites é interpretada como falta de amor, e ao crescer esse indivíduo pode ter sérios problemas de autoestima.

Leia o texto, e informe-se como dar limites às crianças em casa fase: http://goo.gl/Zhc0NV

Como limpar o umbigo do recém-nascido?

Após qualquer criança nascer, o cordão umbilical, ligação responsável pela transferência de nutrientes e oxigênio para manter o bebê vivo no útero da mãe, é cortado. O pedacinho que fica no local, de no máximo 3 cm, é chamado de coto umbilical. Por um período de até 15 dias, esse pedaço vai ficar seco, escurecer e cair – no entanto, até que isso aconteça, é muito importante ficar atento à higienização para manter a saúde do neném.

homeopatia e saúdePrimeiramente, o local deve permanecer limpo e seco – somente assim ficará livre de infecções. Você sabe como manter a limpeza adequada? O blog Homeopatia e Saúde levantou informações relevantes para esse processo. O ideal é limpar o local depois de dar banho na criança. Nessa etapa, tenha em mãos uma haste flexível, umedeça com álcool 70% para poder fazer a higiene correta.

Ao redor do umbigo, faça movimentos circulares e não se preocupe em machucar o bebê: o coto umbilical não possui terminações nervosas, portanto não há dor. Depois que cair, é importante que os pais continuem com uma limpeza adequada a fim de manter o umbigo realmente livre de infecções. Quer saber mais informações sobre este assunto? Confira o conteúdo separado pelo blog Homeopatia e Saúde: http://goo.gl/BAoJ26

Icterícia em recém-nascidos

O bebê está com a pele em tom amarelado e a parte branca dos olhos da mesma cor. É grave? Para que você tenha toda a precaução necessária, o blog Homeopatia e Saúde levantou mais informações sobre essas características, geralmente comuns em recém-nascidos.

Primeiramente, muita calma nessa hora. Essa alteração pode ser icterícia, responsável pelo aumento de um pigmento no sangue. Essa substância é produzida pelo próprio organismo e é denominada bilirrubina. Como o recém-nascido ainda não tem a função hepática amadurecida por completo, essa substância fica em excesso no sangue e ocasiona a aparência amarelada. É normal? Pesquisas mostram que a icterícia aparece em aproximadamente 60% dos bebês.similia

Essa situação pode se manifestar também em outra circunstância, como por exemplo quando o tipo sanguíneo de mãe e filho não for compatível. O corpo a partir dessa divergência passa a destruir com mais rapidez os glóbulos vermelhos e, conforme esse rompimento ocorre, há a concentração do pigmento, sobrecarregando consequentemente o fígado.

A parte positiva é que não existem sintomas adicionais e a icterícia não oferece riscos preocupantes para a criança – desde que seja identificada tão logo percebida e tratada. Mas quando é que essa doença aparece? Posso confundir outras enfermidades com a icterícia? Quais os exames necessários para diagnosticar? E o tratamento?

De forma geral, como lidar com a icterícia neonatal? O blog Homeopatia e Saúde buscou e encontrou um artigo para explicar sobre o assunto e sanar todas as suas dúvidas! Clique aqui e saiba mais: http://goo.gl/njZnDy

A chegada do irmãozinho!

A chegada de uma criança é sempre um momento de celebração para os pais, que contam a notícia ao primogênito como se a vinda do irmãozinho fosse um grande presente. Este é um momento delicado, uma vez que nem toda criança reage bem na assimilação dessa novidade. Pensando em orientar os pais a lidarem da melhor forma com este momento que o blog Homeopatia e Saúde, por meio dos doutores Ariovaldo Ribeiro Filho e Ana Lúcia Dias Paulo, da Clínica Similia, reuniu informações pertinentes a essa situação tão comum no ambiente familiar.

similiaA primeira dica para trabalhar a chegada do segundo filho com o irmão mais velho é ser sempre sincero e transparente. “A verdade deve sempre prevalecer nas relações familiares, da mesma forma que as mães e os pais devem evitar sair de casa escondidos, este tema deve ser tratado com verdade. As relações entre pais e filhos, e também entre irmãos devem ser sempre permeadas pela paciência e com muito amor. Assim, tudo será sempre verdadeiro”, afirma a médica pediatra homeopata Ana Lúcia Dias Paulo.

A influência da idade

Crianças entre 5 e 7 anos são identificadas como atemporais, ou seja, não compreendem o tempo como meses, anos ou semanas. “Nesse caso, portanto, não se aborda a chegada do irmão em questão de dias ou meses, mas como algo bom que virá a acontecer, quase como um belo presente do Papai Noel”, explica a doutora Ana Lúcia. Se o filho até então é único, melhor: é possível destacar os benefícios de ter uma companhia para brincar.

No caso de o casal já ter outros filhos, a melhor forma de divulgar a novidade é reunir toda a turminha e fazer o comunicado, sempre demonstrando alegria com a notícia. É importante reforçar neste momento como será bom ter mais uma criança em casa: aproveite o momento para que, em grupo, eles elaborem um presente de boas-vindas ao bebê que está a caminho para somar na família.

Inclusão de responsabilidades

Aos poucos, é possível abrir espaço para que o irmão mais velho possa participar de alguma situação relacionada ao bebê. “Chame-o para comprar ou reformar o berço, guardar as roupinhas ou brinquedos. Algo muito importante é fazer com que o irmão maior escolha um presente do gosto dele que será dado ao bebê quando nascer e o mesmo deverá ser feito do bebê para o irmão. Essa é uma maneira de aproximar os dois e torná-los amigos desde o início”, pontua. Os presentes nesse caso são simples, desde um desenho até um dos brinquedos já existentes.

Oferecendo responsabilidades nos cuidados do irmão pode contribuir no convívio dos irmãos após o nascimento do bebê. “Dê ao maior uma responsabilidade relativa ao menor, como por exemplo carregar a sacola, ajudar na preparação do banho, arrumar a roupinha. Coisas simples, mas que fazem com que eles se sintam tão importantes quanto o recém-nascido”, sugere a pediatra Ana Lúcia Dias Paulo, da Clínica Similia.

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Como lidar com o ciúme?

Para minimizar esse possível atrito, é preferível que os pais ofereçam espaço e atenção ao irmão mais velho, ouvindo atentamente o que ele tem a dizer e respeitando a opinião que emitir. A dica imprescindível aqui é evitar comparações entre os irmãos ou favorecimento do mais novo justamente por ele ser menor. “Os dois são pequenos. Dar ou não um brinquedo, por exemplo, é questão de fraternidade e amizade. Fazer ou não deve ser uma questão de justiça e amor. Nestes momentos, os pais deverão ser os juízes e nunca beneficiar um em detrimento do outro. É preciso sempre demonstrar igualdade no tratamento dos dois ou mais filhos”, ressaltou a médica.

Adaptação

A mudança na rotina de toda a casa com a chegada de mais uma criança é certa. Nesse momento, é importante explicar para o filho mais velho algumas novas situações que vão ser comuns e também incentivá-lo a respeitar a rotina do bebê, como horas de sono e de mamar. “Aos poucos o mais velho vai criando certa responsabilidade e instintivamente se organiza para evitar barulhos, por exemplo. São relações de respeito que os irmãos vão criando entre si”, destacou Ana Lúcia, que é médica pediatra homeopata.

Outra orientação da doutora é em relação a esse momento de silêncio: o bebê também se adapta aos barulhos do irmão, então é preferível evitar chamar a atenção do mais velho a todo instante para evitar ruídos. Já a compreensão de que a atenção, principalmente da mãe, estará voltada ao recém-nascido logo no início é uma situação que requer delicadeza da parte materna para explicar. Neste caso também é necessário o apoio do pai, desde dar atenção ao mais velho a dividir os afazeres domésticos para manter a harmonia na casa.

Bebês devem beber água?

Uma pergunta que muitos pais e mães de primeira viagem, e até os de alguma bagagem nas costas, ainda fazem nos consultórios. Nós esclarecemos todas as dúvidas sobre água e crianças no Blog Homeopatia e Saúde.

 Água, esse líquido tão simples e tão precioso.

O planeta Terra e o corpo humano possuem quase a mesma quantia de água em sua composição total: de 70 a 80 %. Somos seres líquidos vivendo em um planeta líquido: poderíamos sobreviver num deserto sem comida por vários dias, mas morreríamos sem água em pouco tempo.

Sem a água, não sobrevivemos e nem mesmo nosso organismo é capaz de funcionar adequadamente se não estiver hidratado. Água é a principal responsável pela formação saudável de muitos outros líquidos orgânicos, como: sangue, urina, saliva, lágrimas, além de ser muito importante para o bom funcionamento de órgãos como intestino, rins, estomago e até o cérebro.

A importância crucial da água para os bebês

bebes e agua similia homeopatiaPara os bebês a água tem uma função mais importante ainda, pois são muito frágeis e dependem exclusivamente da atenção e do cuidado de um adulto. A Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pediatra e homeopata, explica que as recomendações médicas mais antigas orientassem a oferecer água somente após o desmame, que acontece por volta dos 06 meses mais ou menos. “Hoje em dia sugerimos que a oferta de água seja introduzida bem mais cedo: a partir dos 15 dias de vida. O ideal é oferecer, diretamente na boca, com uma colher bem pequena. Uma das melhores posições para administrar água aos bebês recém-nascidos é colocá-lo no colo, levemente mais erguido do que na posição de amamentação e colocar a colher com água no lábio inferior. Dessa maneira, o bebê é estimulado a sugar como faz com o leite e evita-se o uso de mamadeiras, que podem prejudicar a amamentação”, explica a especialista.

Não podemos ignorar que a recomendação médica sobre a introdução de água é baseada em estudos de caráter mundial, mas que nós vivemos num país tropical, onde muitas regiões alcançam facilmente 40 graus no verão! Adiar a introdução de água aos bebês, obedecendo ao tempo estipulado pela medicina tradicional, pode colocar em risco sua saúde e seu perfeito desenvolvimento.

Recém nascidos podem tomar água?                  

Recém-nascidos alimentados com fórmulas que levam água em sua composição, também precisam de hidratação além da ministrada junto ao leite formulado, pois apenas a água adicionada no preparo da fórmula não é suficiente para promover uma hidratação adequada aos bebês. “A quantia ideal de água a ser oferecida aos pequenos deve corresponder a 70 % do peso da criança. Por exemplo: se a criança pesa 04 quilos, deve tomar 280 gramas de água por dia”, recomenda Dra. Ana Lucia.

Outro cuidado importante a ser observado é que esse valor correspondente de água oferecido aos bebes deve obedecer alguns simples cuidados: “Distribua pequenas quantias, sempre às colheradas, ao longo do dia. Não ofereça água antes das mamadas para evitar interferir na amamentação e lembre-se que a água deve ser sempre a primeira e principal opção de hidratação” aconselha a médica.

Os sucos de frutas assim como a água de coco são importantes, mas jamais devem vir antes da água natural, pois é importante que os bebês aprendam a conhecer o sabor, sentir a textura e aprender a gostar da pureza da bebida sem que ela esteja misturada com algum outro tipo de bebida.

A Dra. Ana Lúcia Dias Paulo recomenda que as mães não aqueçam a água oferecida ao bebê. “Aquecer a água é um grande erro, pois a água deve ser oferecida em temperatura ambiente, para que seja reconhecida como um alimento diferente do leite materno e que não cause desconforto abdominal. Já água aquecida pode causar cólicas nos bebês”, explica a doutora.

Ficar atento a alguns sinais que podem indicar desidratação nos bebês também é muito importante, como por exemplo: pele ressecada, um aumento de cólicas, problemas urinários como infecção, lesões na pele de difícil cicatrização, aftas.

Qual a quantidade a oferecer de água para os bebês e crianças maiores?

Para as crianças maiores, cuja alimentação já conta com sólidos, a quantidade de água segue o mesmo parâmetro 70% do seu peso oferecidos ao longo do dia, sempre que a criança estiver acordada.

Caso esteja muito calor ou o ambiente onde a criança estiver seja muito quente e abafado, um pouco mais para repor a hidratação perdida pela transpiração. “Deve-se ressaltar que a água ou qualquer líquido de outra natureza, precisa ser evitado durante as refeições, pois podem retardar a digestão, já que comprometem as enzimas digestivas. Para não interferir na alimentação, o correto seria até meia hora antes ou meia após se alimentar”, sugere Dra. Ana.

Acima de um ano de idade, ou dos 10 quilos, até por volta dos 4, 5 anos, a quantidade de água deve ficar por volta de 01 litro por dia e a partir de 5 anos até o resto de suas vidas adultas, o ideal é consumir de 1,5 até 2 litros de água por dia, dependendo do tipo de alimentação ingerida, da constituição física da criança e do seu ritmo de vida.

Lembre-se sempre de que a água é o líquido mais precioso de que temos e para continuarmos vivendo com saúde, é importante evitar o desperdício!

As cólicas nos bebês!

Nos primeiros meses de vida, o organismo do bebê ainda está em formação, acostumando-se com tudo do lado de fora do útero da mamãe. E por isso, é comum os bebês sentirem cólicas. O Blog Homeopatia e Saúde foi buscar respostas às dúvidas mais frequentes dos pais quando o assunto é cólicas em bebês.

É um choro contínuo e inconsolável; que deixa os pais desesperados, pois nada parece resolver. E essas crises parecem durar uma eternidade. É desgastante. Cedo ou tarde as cólicas aparecem, tirando sono de mães e pais. Segundo a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pediatra e homeopata, desde os primeiros escritos médicos já se tem notícias de cólicas em bebês. A explicação cientifica é que durante a gestação, enquanto feto o bebê não tem estimulada a musculatura do tecido intestinal. Já nas primeiras mamadas do bebê o intestino começa a encher e o esvaziamento se dá por contração desta musculatura, que costuma ser doloroso. “Esse processo de ajuste do organismo pode ocorrer até os 3 meses de idade, quando esta musculatura amadurece e se ajusta aos novos movimentos. E o esforço já não é tão doloroso”, explica Dra. Ana Lucia.

É bom lembrar que cada bebê é um ser diferente, e por isso tem comportamento relativo a dor também diferente. Existem bebês que são muito mais sensíveis a estímulos dolorosos, e outros mais tolerantes. Há casos de bebês que passam por essa fase sem nenhuma cólica. De acordo com a Dra. Ana Lucia essa característica de maior ou menor tolerância à estímulos que causam dor parecem ser hereditários, herdada principalmente da mãe. “Bebês filhos de pais ou mães, sensíveis demais seja na infância ou mesmo na fase adulta a quadros dolorosos, podem ter filhos com estas mesmas características”, expõe Dra. Ana Lucia.

Dra. Ana recomenda que para evitar que os bebês tenham essa intolerância a dor as mães, devem fugir do uso de analgésicos durante a gestação. Isso pode diminuir a capacidade reacional ao estimulo doloroso do bebê em formação. “Também é sabido, mas não custa lembrar que não se deve medicar sem a prescrição médica o bebê, pois o uso indiscriminado de substancias analgésicas podem sensibilizar demais esta criança para o futuro dela”, completa a pediatra.

Atenção

BebeApesar de muitas pessoas tenderem a acreditar que seja mito, a alimentação da mãe que amamenta pode sim causar cólicas no bebê. Mas isso não quer dizer que a mãe deve deixar de comer tudo que pode causar o incomodo, pois muitos desses alimentos são importantes para o organismo da mãe que amamenta e do bebê que precisa da substância. A Dra. Ana Lucia explica como agir diante de alguns alimentes que podem causar cólicas: “Alguns desses alimentos são importantes fontes de ferro e proteína vegetal, como as leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico). Para consumi-los a dica é deixá-los de molho em água pura e limpa, por 12 horas antes do cozimento. Troque a água antes de cozinhar. A mesma dica pode ser utilizada com folhas verdes escuras (couve manteiga, mostarda, escarola). Elas podem ficar de milho em água pura e limpa 30 minutos antes de cozinhar e depois de lavadas”, informou Dra. Ana Lucia.

Porém alguns alimentos devem mesmo ser evitados pelas mães que estão amamentando. “No caso de embutidos como salsicha, linguiça, frios (salame, mortadela, presunto e outros da mesma natureza), temperos artificiais prontos industrializados (mostarda, pimenta, ketchup, maionese, caldos prontos, etc) deve-se mesmo evitar o consumo. Pois podem provocar cólicas nos bebês e não trazem nenhum benefício nutricional para ambos (mães e bebês) ”, explica a médica.

Boa notícia – assim como começam, as cólicas um dia sessam. Segundo nossa especialista, por volta de 3 a 5 meses de idade do bebê. “Mas existem crianças que podem ir além deste prazo, sendo assim o pediatra deve ser consultado para fazer uma diferenciação diagnóstica. Com os refluxos, as síndromes de má absorção, intolerância a lactose, etc.”, relata Dra. Ana Lucia.

E como acalmar os bebês com cólica?

downloadMantenha-se calmo. Essa é a primeira dica. Calma e paciência pois as crises tendem a melhorar conforme o bebê cresce. Também é bom lembrar que brigar com o bebê só vai deixa-lo mais nervoso e irritado. “O pais , podem  colocar uma bolsa de água quente sobre o abdômen do bebê (cuidado com a temperatura), o calor local alivia bastante. Podem também massagear levemente a barriga do bebê no sentido horário, o que pode dar um grande alívio. Essa massagem pode ser feita com óleo antialérgico, pois que facilita a massagem” dá a dica a pediatra.

O importante é lembrar que essa é uma fase normal. E que o pediatra de sua confiança deve sempre acompanhar o bebê.

 

Como escolher a melhor chupeta e a melhor mamadeira para seu bebê?

Uma dúvida constante nos consultórios dos pediatras, o uso de chupetas e mamadeiras deve ser evitado, mas quando o uso é necessário, algumas referências devem ser levadas em consideração. O Blog Homeopatia e Saúde ajuda as mamães a escolher qual as melhores opções do mercado.

 Mamadeira

 downloadO uso da mamadeira não é recomendado pelos pediatras. O ideal é o aleitamento materno, porque além de o leite materno ser o mais indicado na alimentação do bebe (leia aqui), o bico artificial da mamadeira pode fazer a criança respirar pela boca, o que poderá provocar graves problemas respiratórios, de sono, de fala, humor, defeito na arcada dentária e déficit de aprendizagem.

“Os bebes não precisam nunca das mamadeiras se são alimentados ao seio materno até no mínimo os 7-8 meses. Assim bebe consegue estimular a musculatura facial, formar uma boa estrutura óssea facial, e estar apto a usar diretamente um copo. Com 12 meses, se assim seguir, saberá usar o canudinho”, explica Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pediatra e homeopata.

Porém há situações em que a mamadeira é necessária, como para as mães que precisam voltar ao trabalho, ao fim da licença maternidade, por exemplo, ou que tiveram algum problema com a amamentação. E quando a mamãe vai atrás de uma mamadeira se depara com tipos de bicos diferentes, tamanhos diversos, capacidade e uma infinidade de informação.

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Tamanhos – Capacidade

 Os tamanhos mais comuns são de 120ml e 240ml, estes tamanhos servem para um bebê de até 6 meses mais ou menos. Depois o indicado é uma mamadeira de 330ml.

 

Bicos da Mamadeira

No mercado é possível encontrar vários tipos de bico de mamadeira sendo que a maioria se encaixa em qualquer mamadeira. São produzidos em látex ou silicone, e possuem vários formatos. O silicone é menos flexível que o látex (borracha), mas é mais resistente. Também há diferenças de tamanho, por idade, e na largura do furo.

 

Dicas:

– Prefira os bicos com formato ortodôntico, para assegurar o bom desenvolvimento da cavidade oral e dos dentes do bebê;

– Dê preferência há bicos de silicone, pois são mais fáceis de limpar e acumulam menos resíduos se comparados ao látex;

– O tamanho do bico está associado à idade do bebê. Então siga as orientações do fabricante na embalagem.

– Preste atenção ao que vai oferecer com aquele bico. Existem 3 tipos de furos que estão relacionados com o tipo de alimento que a criança vai consumir – água, leite ou mingau.

– Os bicos devem possuir dois orifícios: um para a saída do alimento (que deve estar posicionado na parte superior e não na ponta do bico, pois o furo superior favorece a mistura do líquido com a saliva, garantindo uma melhor digestão) e o outro furo deixa entrar o ar, e impede que o bico trave por conta da pressão de ar negativo.

– Bebês que mamam no peito ou que estão aprendendo a usar a mamadeira devem usar o menor furo possível.

– Nunca aumente o tamanho dos furos da mamadeira, pois é extremamente importante que a criança se esforce para sugar o líquido. É desse modo que os músculos da face e a mandíbula, são estimulados para que o seu bebê futuramente tenha um bom desenvolvimento na fala.

– É importante também sempre esterilizar a mamadeira antes de usa-la para o seu bebê não pegar doenças vindas por má higienização da mamadeira.

Importante: Quanto menos tempo de uso da mamadeira é melhor para a criança. O ideal é que a criança seja apresentada ao copo de transição com cerca de 12 meses de idade.

Importante 2: Pediatras recomendam que 2 anos e meio é o limite máximo de uso da mamadeira. E que com a substituição dos dentes de leite pela dentição definitiva, em torno dos 5 anos de idade, em hipótese alguma a criança ainda deve estar fazendo uso de mamadeira.

 

Chupeta

bebe-chupetaA chupeta, assim como a mamadeira, deve ser evitada, pois seu uso contínuo pode ser prejudicial ao bebê futuramente. A sucção da chupeta deixa os músculos das bochechas, lábios e língua flácidos, sem força. Isso trará prejuízos na mastigação e deglutição. Talvez o bebê não conseguirá mastigar os alimentos mais consistentes com facilidade. Além disso, o desenvolvimento da fala também pode ser afetado já que a criança não terá força na musculatura para executar alguns sons.

Outra consequência que a chupeta traz é a alteração da arcada dentária como a mordida aberta e a mordida cruzada assim também para as crianças que chupam o dedo. A criança também pode ficar com os dentes tortos e com a face desarmônica, isto é, um lado do rosto diferente do outro, contribuindo ainda mais para a dificuldade de mastigar, deglutir e falar.

A respiração também pode ser afetada. O uso da chupeta faz com que a criança respire pela boca. A respiração oral pode ocasionar alteração de postura, sono agitado, com ronco, deixando a criança cansada, sem vontade de brincar, desatenta, contribuindo assim para dificuldades escolares.

Mesmo com isso tudo contra, alguns pais sentem que o uso da chupeta acalma o bebê, pois ele sente a necessidade de sempre estar sugando. Então se o bebê tem o hábito de usar a chupeta o ideal é tirar aos poucos entre três ou quatro meses de idade do bebê. Nessa fase a necessidade intensa de sugar de alguns bebês tende a diminuir, assim como as cólicas. Também é nessa fase que eles costumam cuspir a chupeta e não reclamam quando ela cai. Essa é a chance de fazer com que seu filho a abandone.

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Como escolher a melhor chupeta?

Assim como a mamadeira, existem inúmeras opções de chupeta no mercado. Então separamos algumas dicas para auxiliar as mamães.

Dicas:

– O bico da chupeta deve facilitar a movimentação da língua, em conformidade com a sua posição natural, não afetando o desenvolvimento fisiológico da boca do bebê, deve ser estreita na base para facilitar o encaixe da boca, larga e plana para que a língua em repouso possa assumir espontaneamente a sua posição correta, no palato, localizado por trás dos incisivos superiores.

– A chupeta deve ser suave e de formato ligeiramente convexo para facilitar a sucção e assegurar um bom apoio labial. A dimensão do bico da chupeta deve ser apropriada à dimensão do palato para que a língua tenha o espaço necessário ao seu funcionamento, durante as várias fases de crescimento do bebê.

– O material da chupeta deve ser elástico para imitar a capacidade de extensão do mamilo ao mesmo que permite à língua o seu processo natural de sucção. Deve ser ainda muito macia para que a chupeta se adapte com perfeição à anatomia da boca, para que a língua faça o mínimo de esforço ao elevar-se contra o palato, de modo a preservar o movimento fisiológico ondulante, que ativa os músculos usados na deglutição do bebê.

– Os especialistas falam que a chupeta deve ser utilizada no máximo até aos três anos de idade, sendo recomendável que até esta idade o bebê pare de usar a chupeta ou já esteja usando bem menos.

– Certifique-se que o tamanho da chupeta é apropriado à idade do seu bebê, procurando essa informação nas embalagens. Em caso de dúvida, contate o vendedor.

– Ao comprar uma chupeta deve lavá-la primeiro com água quente e sabão, enxaguando bem para esterilizar o acessório. Não hesite em realizar esta ação sempre que considerar necessário.

– Faça o seu bebê largar a chupeta aos poucos, limitando gradualmente o horário em que ele a pode usar até que já não lhe sinta a falta.

 

Material

Quanto aos materiais e formatos da chupeta separei algumas informações importantes:

– As chupetas de silicone costumam ser mais resistentes, duráveis e menos porosas. Contudo, existem certos tipos de chupetas de látex também de ótima qualidade.

– As chupetas com bicos ortodônticos de forma inclinada permitem ao bebé posicionar melhor a língua e a base achatada, faz com que os lábios estejam um pouco mais longe. Esta forma é benéfica para o desenvolvimento da cavidade oral.

– O formato côncavo proporciona melhor conforto e é mais anatômico. Os furinhos evitam que haja asfixia, caso a chupeta seja engolida, aumentando a segurança do material.

– Quanto a ter ou não argola deve observar se o seu bebê força a sua dentição contra ela. Se for o caso, deve substituí-la por uma chupeta sem argola.

 

BPA – Nunca perto do bebê!

Uma dica importante para mamadeiras e chupetas, e até pratinhos, copos de transição, ou qualquer item do bebê, é que em hipótese alguma, pode ter BPA na sua formação.

BPA significa Bisfenol A, uma substância química, um composto utilizado na fabricação do policarbonato, um tipo de plástico rígido e transparente. É o monômero mais comum entre os policarbonatos empregados em embalagens de alimentos e presentes por exemplo no revestimento interno de latas para evitar a ferrugem. Apesar do plástico ser considerado estável, já se sabe que as ligações químicas entre as moléculas do BPA são instáveis, permitindo que o químico se desprenda do plástico e contamine alimentos ou produtos embalados com policarbonato ou resina epóxi. No caso de aquecimento do plástico, a contaminação por BPA é ainda maior.

E onde é encontrado o BPA?

– Em grande parte das mamadeiras de plástico;

– Em embalagens plásticas para acondicionar alimentos na geladeira, copos infantis, materiais médicos e dentários;

– Nos enlatados, como revestimento interno;

– Em garrafas reutilizáveis de água (squeeze), garrafões de 5L;

Aleitamento Materno

ser mulherSomos seres mamíferos e como tais mamar é um ato natural. Na semana mundial de incentivo ao aleitamento materno o Blog Homeopatia e Saúde volta a esse tema para lembrar quais são os benefícios para os bebês. E ao abordar esse tema na série SER MULHER queremos lembrar também que existem benefícios para as mães que amamentam. Leia o texto e compartilhe. Você pode ajudar alguém.

o-BLACK-TIGER-MOTHER-facebook-1024x682Amamentação é muita mais que um ato fisiológico. Até 6 meses de idade o leite materno contém todos os nutrientes que um bebê precisa. A amamentação prolongada até o primeiro ano de idade promove o fortalecimento do sistema imunológico e o aumento do vínculo entre o bebê e sua mãe.

Segundo a SBP – Sociedade Brasileira de Pediatria, que reviu a cartilha de indicações para o aleitamento e modificou uma antiga recomendação de controle de mamadas, o ideal é que a mãe dê o peito a seu filho sempre que ele pedir. Chamado de “Livre demanda” esse conceito auxilia as mães que ficam menos angustiadas com os choros “famintos” de seus bebês até que eles estabeleçam uma rotina alimentar. “Ele deve mamar quando e quanto quiser. Dessa maneira, vai aprender a lidar também com a saciedade, o que reduz o risco de obesidade no futuro”, explicou Valdenise Tuma Calil, pediatra presidente do Departamento de Aleitamento Materno da SBP, ao portal M de Mulher.

A OMS – Organização Mundial de Saúde, recomenda que o leite materno seja oferecido até que a criança complete 2 anos de idade. E que seja o único alimento que o bebê receba até os 6 meses.

Benefícios para o bebê

O bebê nasce com tudo necessário para a digestão do leite materno. Já outros alimentos, mesmo o leite de vaca, não tem no organismo tão frágil do bebê a mesma adequação, portanto o leite materno é de fácil digestão.

Através do leite a mãe passa para o bebê uma série de anticorpos que adquiriu ao longo de sua vida, e doenças como diarreia, resfriado, infecções urinárias e respiratórias, alergias e problemas na arcada dentária são evitados por conta do aleitamento.

k00010Ao mamar um bebê exercita os músculos e ossos da face, promovendo melhor flexibilidade na articulação das estruturas que participam da fala.

Mamar auxilia na respiração, já que mamando o bebê respira pelo nariz, e isso promove um melhor padrão respiratório nasal, e facilita a oxigenação das estruturas faciais.

A amamentação é um vínculo entre mãe e bebê, um momento que a criança recebe segurança, carinho e amor.

O leite materno auxilia no desenvolvimento mental do bebé.

 

Benefícios para quem amamenta

A mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa. Como o ato de amamentar fortalece o vínculo com o bebê, as mães sentem-se mais seguras em relação aos filhos.

Amamentar faz queimar calorias e por isso ajuda a mulher a voltar, mais depressa, ao peso que tinha antes de engravidar.

Ajuda o útero a regressar ao seu tamanho normal mais rapidamente.

A perda de sangue depois do parto acaba mais cedo

amamentarA amamentação protege do cancro da mama que surge antes da menopausa, portanto ajuda a prevenir câncer de mama.

A amamentação protege do cancro do ovário, portanto ajuda a prevenir câncer de ovário.

A amamentação protege da osteoporose

A amamentação exclusiva protege da anemia (deficiência de ferro).
As mulheres que amamentam demoram mais tempo para ter menstruações, por isso as suas reservas de ferro não diminuem com a hemorragia mensal;

Amamentar é muito prático! Não é necessário esterilizar e preparar mamadeiras.

 

Benefício para a família.

Tem uma vantagem de amamentação que nem sempre é levada em consideração, que é a econômica. Normalmente um bebê que não é amamentado tem que consumir formulas ou leites especiais, então economicamente é vantajoso alimentar.

 

Como se alimentar quando está amamentando

dieta-para-a-mae-que-amamentamPara as mulheres que vivem esse período mágico da chegada de um bebê e do descobrimento de ser mãe, a recomendação de alimentação é a mesma que foi para o período de gravidez. Hábitos saudáveis e uma dieta rica em grãos, cereais integrais, frutas e verduras fazem bem para qualquer pessoa. Nesse período o que vale mesmo é o bom senso. A mulher que está amamentando e tem uma rotina saudável passa isso para o bebê. Mas não se prive de comer uma guloseima de vez em quando, porque isso também faz bem para a alma.

Como em qualquer outra fase da vida, evite gorduras saturas (frituras, manteiga, gordura vegetal) e consuma gorduras saudáveis com moderação, como abacate, azeite, sementes e peixes como salmão.

É comum as mulheres que amamentam sentirem mais fome, afinal a produção do leite é 24 horas por dia, então mantenha o hábito de lanches saudáveis e nutritivos, como vitaminas de iogurte com frutas, pães integrais e proteínas magras, como queijo branco. O ideal é ingestão desses lanches entre as mamadas.

Lembre-se de beber bastante liquido, pois sem ele o leite não é produzido, preferencialmente água.

Na dúvida, procure um nutricionista de confiança.

 

Para reler os demais textos sobre amamentação que o Blog Homeopatia e Saúde produziu:

Amamentar é preciso 

Amamentar muito mais que um ato de amor

 

 

 

Criança Prodígio

As crianças de hoje são mesmo mais inteligentes, mas, ser um prodígio na primeira infância,  não significa exatamente que seu filho  crescerá e se tornará um gênio. O estímulo desde o nascimento é importante para o desenvolvimento intelectual do seu filho, e, na medida certa só faz bem. 

Baby Einstein

Não à toa ouvimos sempre pessoas comentarem acerca de um bebê: “nossa como ele é esperto” ou “daqui a pouco as crianças vão nascer falando”. E, de fato, as crianças de hoje são mais inteligentes que suas antecessoras e isto se deve a pais mais bem informados e aos estímulos que as crianças recebem desde o nascimento.

E até a comunidade científica acha isso: estudos recentes do Instituto Tecnológico de Massachusetts, nos Estados Unidos, mostraram – através de um estudo dirigido –  que assim como adultos, os bebês menores de 1 ano usam a lógica para prever a sequência de uma ação.

E a coisa toda começa bem antes do nascimento: já foi o tempo em que achávamos que os bebês nasciam com  o cérebro ‘zerado’, estudos recentes indicam que o período entre a gestação e os dois primeiros anos do bebê são os mais importantes para o desenvolvimento  cerebral e das conexões neurológicas que influenciam a inteligência de uma criança por toda a sua vida. Neste tamanho, as crianças aprendem por observação, repetição e imitação e é aí que entram os pais.

Ao estimular o filho na dose certa os pais colaboram na formação do universo cultural, psíquico e afetivo. Os estímulos devem ser feitos de forma lúdica, sem pressa,  despretensiosamente, sem esperar a transformação de uma criança em gênio.

Cabe lembrar que bebês muito espertos para sua idade, muitas vezes quando crescem, tornam se crianças com os níveis normais de QI. E que tais estímulos devem ser feitos na dose certa.

Fail! 

Se algumas interações dos pais torna os filhos mais inteligentes, do contrário, pode criar uma criança com distúrbios como ansiedade e depressão na vida adulta.

A regra é simples: brinque estimule, mas saiba a hora de parar. Se no meio da brincadeira seu bebê começar a chorar pare. As brincadeiras devem ser feitas apenas se ele demonstrar reciprocidade para com elas.

Para os mais crescidos, cuidados com celulares e tablets que em excesso são prejudiciais à saúde física e emocional, sendo diretamente relacionados como causadores de obesidade, depressão, ansiedade e baixa auto-estima nos pequenos. O uso diário, deve ser controlado e nunca, exceder 4 horas.

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De grão em grão

Para cada fase do seu filho, existem brincadeiras e atitudes que podem estimular a inteligência, sem interferir no seu desenvolvimento ou trazer sofrimento ou traumas.

Veja algumas dicas de brincadeiras adequadas para cada idade, nos dois primeiros anos de vida (retiradas do blog Maternidade no Blog, inspiradas no livro: Brincadeiras criativas para bebês inteligentes):

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1)      Caretas

Fazer caretas para o bebê é uma das brincadeiras mais utilizadas pelos pais, amigos e familiares. É uma brincadeira simples que estimula o desenvolvimento da visão e do foco do bebê, alem de melhorar a comunicação e aumentar os laços afetivos.

2)      Sons

Colocar música, fazer sons com objetos ou cantar e conversar com o bebê, alem de acalmar e relaxar o bebê, ajuda-o a se acostumar com o barulho e a localizar de onde vêm os sons e estimula a memória.

3)      Observação

Quando nasce, o bebê não consegue focar em muitos detalhes, enxerga apenas contrastes. Com o tempo a visão do bebê estará se desenvolvendo, portanto colocá-lo sempre em locais diferentes para que ele possa observar coisas diferentes, fará com que ele fortaleça os músculos oculares.

4)      Conversar

Conversar com o bebê é uma atividade muito simples e pode ser feita a todo o momento. Como benefícios dessa atividade temos que o bebê fica mais calmo, reconhece a voz, ajuda no desenvolvimento da linguagem, na interação social e na criação de laços.

5)      De bruços

O bebê pode ser colocado de bruços a partir de duas semanas, mas sempre sobre supervisão (nunca deixar o bebê de bruços se não tiver alguém por perto). É uma brincadeira que ajuda no fortalecimento dos músculos do pescoço, do tronco e da parte superior das costas, alem dos músculos abdominais e alivio de gases e cólicas.

6)      Prestar atenção

O bebê vai adorar ver os pais fazendo qualquer coisa, pois por mais trivial que sejam as tarefas, para ele tudo é novidade. Os músculos oculares do bebê se desenvolvem à medida que focaliza e observa. Ficar sentado lhe observando promove a compreensão do mundo e diminui o refluxo porque ele está sentado além de aliviar sintomas de resfriado, pois a posição ereta ajuda a liberar o muco das vias respiratórias.

7)      Móbiles

Observar coisas fortalece os circuitos neurológicos na região do cérebro que controla o pensamento, ou seja, estimula o desenvolvimento  cerebral além de fortalecer os músculos oculares.

8)      Toque

Juntar vários tipos diferentes de tecidos e dar para o bebê brincar, ajudando-o a segurá-los. Isso estimulará a descoberta de novas coisas e no desenvolvimento do lóbulo parietal do cérebro, alem de aumentar a sensibilidade e melhorar a coordenação entre olhos e mãos.

9)      Banho

Se for possível tomar banho junto com o bebê, isso aumentará os laços criados entre vocês além de gerar confiança dele na água e ajudar no desenvolvimento muscular.

10)   Exercícios com as pernas e braços

Movimentar as pernas e os braços do bebê enquanto conversa e canta com ele ajuda no desenvolvimento muscular e melhora a habilidade motora e a coordenação. É uma brincadeira que promove a interação. Também desenvolve a memória do bebê que aprenderá palavras através das musicas cantadas para ele.