Tag Archives: bebê

Qual a idade ideal para engravidar?

É uma unanimidade entre os cientistas que o avanço da idade interfere na fertilidade. Entretanto com relação aos países ocidentais as pessoas estão tendo filhos mais tarde. Sendo que uma dos motivos para o atraso da maternidade é que as mulheres estão investindo mais em sua vida profissionais e postergando a gravidez para um momento mais oportuno.

Nos países mais desenvolvidos como é o caso do Reino Unido 50% dos bebês são filhos de mães com mais de 30 anos. O Brasil também já apresenta essa mudança de comportamento, uma vez que em 2005 13% mulheres engravidavam entre os 30 e 40 anos, mas atualmente esse número subiu e já estamos na casa dos 20%.

Segundo a especialista em fertilidade do Hospital de Portland em Londres Sarah Mattheus a idade com menor risco de complicações para a gravidez e pós-parto é entre 25 e 29 anos, considerando somente a perspectiva biologia.

Sarah ainda destaca que as pessoas ainda possuem pouco conhecimento sobre fertilidade, uma vez que as escolas se preocupam mais com programas de prevenção da gravidez e doenças, por isso as pessoas atingem a idade adulta sem muitas informações sobre o assunto.

Se considerarmos a perspectiva social ter filho mais tarde é benéfico para o casal, afirma a socióloga Melinda Mills da Universidade de Oxford que também fica no Reino Unido. Pois os casais que atrasam a gravidez têm um aumento de cerca de 10% na renda familiar a cada ano de espera.

Segundo a perspectiva de gênero e demográfica não existe uma idade ideal para engravidar.

São muitos os fatores que interferem na decisão de ter filhos, também não é possível dizer com precisão quando a fertilidade começa a diminuir mais intensamente em ambos os gêneros, pois existem fatores genéticos que são determinantes.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, acredita que ter um filho é uma decisão muito importante, para mais informações sobre o assunto acesse o link: https://goo.gl/ZKS7ZM

TAGS: Fertilidade, Gravidez, Família, Mulher, Bebê

 

Bebês só conseguem enxergar plenamente depois de 12 meses

Os bebês assim que nascem não enxergam absolutamente nada além de um borrão. Portanto, nem adianta fazer caras e bocas para a criança que nesse primeiro momento, ela não vai entender o que está se passando. A visão de um bebê muda muito em 12 meses de vida, e para demonstrar isso um centro oftalmológico criou uma maneira de fazer com que as outras pessoas entendam o que se passa. A Clinic Compare, de origem britânica, desenvolveu um GIF com as transformações na visão de uma criança em seu primeiro ano de vida.

O amadurecimento completo da visão da criança se dá aos dois anos de idade. O blog Homeopatia e Saúde trouxe à luz este tema para que você tenha acesso a mais informações sobre a vida dos bebês. Por exemplo: de princípio a criança só reconhece a voz dos pais e só depois passa a enxergar um borrão, como se fosse um vulto. Tudo isso evolui mês após mês.

Somente após três meses que esse vulto passa a apresentar contornos mais nítidos para os pequenos. Toda essa evolução caminha também com o desenvolvimento do bebê, como engatinhar e criar a noção de profundidade no mesmo período. Assunto muito interessante, não é? Por isso que o blog Homeopatia e Saúde se aprofundou no tema. O blog é associado a Clínica Similia, do Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Quer ler mais sobre este assunto? Clique aqui.

A importância do sono para as crianças

A população moderna ocidental vive em constante correria, tudo pede pressa e isso reflete até mesmo na relação dos pais com os filhos. Especialmente no sono. A pressa para que a criança durma sozinha, a ansiedade para que durma bastante. Mas qual é o tempo de sono ideal? Como garantir um bom período de sono para a criança? Qual a sua importância?

A Dra. Ana Lúcia Dias Paulo, Pediatra e Homeopata da Clínica Similia, concedeu uma entrevista ao blog Homeopatia e Saúde para tirar as dúvidas dos pais em relação ao sono dos filhos. Confira!

 

Dormir muito e acordar pouco? Ou o contrário?

A reclamação é geral entre pais e mães, especialmente de primeira viagem: ou o bebê dorme pouco e acorda muito e ninguém consegue dormir; ou dorme muito e acorda pouco e a mãe não sabe se deve acordá-lo para mamar ou não.

Segundo a Dra. Ana Lúcia, as horas de sono podem variar de acordo com a idade da criança, havendo uma maior necessidade quanto mais nova for. “Bebês de até 6 meses dormem, em média, 18h por dia e noite – que podem não ser seguidas. Conforme vão crescendo, a necessidade de horas de sono pode ir diminuindo”, afirma.

O período noturno pode ser o pesadelo de muitos pais, que se sentem soterrados com o sono aparentemente “inquieto” do bebê. Contudo, a pediatra reitera que bebês que dormem muitas horas seguidas não são regra e sim exceção. “Bebês têm dificuldade em continuar o sono e podem ter leves acordadas a cada 2 horas, mas não havendo nada para agitar o cérebro infantil (luz, brincadeira e som), eles voltam ao sono em seguida” afirma Dra. Ana Lúcia Dias.

Quanto aos bebês que são mais dorminhocos, a doutora conta que não é preciso acordá-lo para mamar. Mas que pode ser colocado para mamar caso esteja num sono muito inquieto ou agitado, pois bebês mamam mesmo quando estão dormindo.crianca-doirmindo-620x470

A pediatra também reforça a importância do sono durante o dia. Diz que a soneca é importante para todas as idades na infância, algumas até duas vezes ao dia. Recomenda um sono mais curto de até 40 minutos durante o dia e outro mais longo, de até 90 minutos, durante a tarde. E para antecipar qualquer preocupação, ela avisa: “Esse sono não atrapalha em nada o sono da noite, mas deve ser no máximo até às 17h. Caso contrário a criança não vai ceder antes das 23h”.

 

Como estabelecer uma rotina de sono?

A rotina é muito importante para a criança, principalmente porque antecipa o que irá acontecer a seguir e, assim, ela se prepara para tal. No sono, isso é especialmnte verdade e pode facilitar a vida dos pais.

Dra. Ana Lúcia recomenda que a rotina deve ser estabelecida desde os primeiros meses e indica: “a casa toda deve ir se tranquilizando a partir das 19h (evitar som alto, televisão ligada, brincadeiras excitantes), para que às 20h a criança ou bebê já esteja dormindo”.

A pediatra e homeopata ainda frisa que o sono é fundamental na vida da criança. Não só porque é no sono que agem os hormônios do crescimento, mas principalmente porque pode determinar o seu sono no futuro.

“O bom sono na infância pode determinar o bom sono do adolescente e do adulto, portanto vamos construí-lo de vagar, com paciência e muito amor.”, diz ela.

 


Dra. Ana Lúcia Dias Paulo se graduou em Medicina em 1983 na Universidade São Francisco – CRM 47937. Atua profissionalmente na área de clínica médica e pediátrica desde 1984. É Especialista em Homeopatia pela Associação Médica Homeopática Brasileira em convênio com AMB e CFM, realizou o curso de Especialização em Acupuntura pelo Center AO, em convênio com a UNIFESP. Além disso, é membro do Corpo Docente da Alpha-APH em convênio com a Associação Paulista de Homeopatia (APH), professora convidada de diversas associações e instituições de ensino da Homeopatia, bem como, conferencista em inúmeros eventos relacionados (congressos, cursos etc.) e autora dos livros Os Miúdos. Pequenos Medicamentos em Pediatria Homeopática e O que você precisa saber sobre o Medicamento Homeopático, ambos da Editora Organon.


Tags: sono da criança, homeopatia e saúde, sono infantil

Converse com seu Bebê

conversarQue os filhos aprendem com exemplos, todos já sabem, mas um estudo da Universidade de Washington, Estados Unidos, comprova que falar com o bebê, antes mesmo desse saber responder pode ser um fator responsável pelo bebê aprender a falar mais cedo.

Segundo o estudo divulgado pela Revista Crescer e garimpado pela equipe do Blog Homeopatia e Saúde e pelos doutores Ariovaldo Ribeiro Filho e Ana Lucia Dias Paulo da Clínica Similia, mesmo antes do bebê poder falar, se estimulado, quando tiver com 6 meses, ele já saberá reconhecer os termos que escuta com maior frequência. Aos 7 meses será capaz de reconhecer se o adulto fala na sua língua nativa, ou em alguma desconhecida.

E claro: o cérebro já está bem ocupado em tentar entender o idioma da conversa – então tenha paciência e espere alguns meses até que o bebê saiba responder a suas perguntas!

Em geral, isso ocorre até 1 ano e 6 meses, quando a criança fala palavras simples e com significado. Se aos 3 anos seu filho ainda não articular vocábulos, procure um especialista indicado pelo pediatra. Ele vai investigar se há algum problema neurológico ou psiquiátrico. Também fará um teste de audição, já que, conforme o estudo mostrou, escutar é essencial no aprendizado da fala.

Leia o texto na íntegra: http://goo.gl/o1n8OC

O papel do pai com o bebê.

Muitos casais que esperam o seu primeiro filho, e muitos no segundo ou até terceiro, têm dúvidas de como o pai pode ajudar com os pequenos, seja recém-nascidos ou um pouco maior. Como criar um vínculo entre os bebês e os pais tão forte como com as mães. Por isso o Blog Homeopatia e Saúde conversou com a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pediatra e homeopata da clínica Similia, e tirou todas as dúvidas sobre esse assunto. Leia, informe-se, opine.

homeopatia e saúdeQuando um bebê nasce, nasce uma mãe e um pai. Essa frase tornou-se famosa. É amplamente utilizada pela mídia, inclusive na publicidade. As mães, carregam dentro de si o bebê por meses, e por isso têm já embutido uma ligação forte com a crianças. Por isso, é de extrema importância que o pai tenha uma participação ativa junto a mulher que está gestante. “A aproximação do pai com o bebê ainda no útero da mãe é de responsabilidade do próprio homem. Recomendo acompanhar as mães às consultas de pré-natal e participarem de cursos para casais durante a gestação, pois ambos são bons para o pai ser inserido nesse movimento da gestação”, aconselha Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Para a médica, na gestação, no parto e no pós-parto, ou seja, em todos os momentos, o pai pode acompanhar e participar, tornando os laços afetivos mais fortes, nessa família que está sendo criada. Porém, muitas vezes essa ação não vem de forma automática, ou seja, os homens não têm o impulso de agirem de forma a participar da vida do bebê. Para isso Dra. Ana recomenda muito amor e paciência, pois assim as mães conseguem introduzir as atividades do bebê, dividindo a responsabilidade com os pais.

“Muitos pais não estão habituados as atividades delicadas e sentem-se inseguros ao segurar um bebê no colo, por exemplo. Mas as mães precisam ter confiança nos parceiros, que estão aprendendo. Se existe amor na equação, o equilíbrio é encontrado antes. Pois com amor o parceiro perceberá que nesse momento não só o bebê, mas a mãe precisam de cuidados”, explica Dra. Ana Lucia.

Atividades que um pai pode fazer em relação ao filho!

homeopatia e saúdeSe o bebê é amamentado, essa é, sem dúvida, a única atividade que apenas a mãe poderá fazer, todas as demais ações um pai pode desenvolver com a melhor forma possível. “Dar banho, trocar fraldas, colocar pra dormir, acalmar o bebe no colo, dar papinha, mamadeira, etc.. Excluindo mamar no peito, todas as outras atividades poderão ser compartilhadas e executadas pelo pai”, diz Dra. Ana Lucia.

Ligação com o bebê, mesmo antes do nascimento

Como já dissemos no abre dessa matéria, a mãe carrega o bebê e, por isso, tem uma ligação com ele, pois durante o tempo que ele passa no ventre dela, compartilham os mesmos sentimentos, angústias e alegrias. O pai, muito vezes, é excluído desse período, mas vale lembrar que se ele quiser pode, e deve, criar os laços de afeição com seu filho.

“Recomendo que os pais falem com seus bebês, ainda no ventre nas mães, acariciando a barriga, e ficando o mais próximo que puder dela. Conversar, cantar. Dessa forma, a voz do pai poderá ser reconhecida quando o bebê nascer”, aconselha a pediatra.

Para concluir, vale lembrar que cada família constitui uma sociedade individual, onde as regras e paradigmas servem para aquele núcleo. Por isso é importante que o casal encontre a melhor forma de equilíbrio nessas ações. “Cada família pode viver em sua casa da maneira que acredita ser sua própria verdade.  Vejo que pais trocam fraldas, embalam os bebes e fazem tudo relativo ao novo membro da família desde que tudo seja acordado entre o pai e a mãe. Vejo sempre que a chegada de um filho gera sempre uma adaptação do casal, e para isso eles devem se preparar, pois ficarão algum tempo sem sair de casa, sem cinema ou para programas noturnos, nem só do casal. Mas vejo que onde existe amor e colaboração tudo será ajustado para que exista harmonia cada vez maior da nova família” conclui Dra. Ana Lucia Dias Paulo, médica, pediatra e homeopata.

 

 

Como limpar o umbigo do recém-nascido?

Após qualquer criança nascer, o cordão umbilical, ligação responsável pela transferência de nutrientes e oxigênio para manter o bebê vivo no útero da mãe, é cortado. O pedacinho que fica no local, de no máximo 3 cm, é chamado de coto umbilical. Por um período de até 15 dias, esse pedaço vai ficar seco, escurecer e cair – no entanto, até que isso aconteça, é muito importante ficar atento à higienização para manter a saúde do neném.

homeopatia e saúdePrimeiramente, o local deve permanecer limpo e seco – somente assim ficará livre de infecções. Você sabe como manter a limpeza adequada? O blog Homeopatia e Saúde levantou informações relevantes para esse processo. O ideal é limpar o local depois de dar banho na criança. Nessa etapa, tenha em mãos uma haste flexível, umedeça com álcool 70% para poder fazer a higiene correta.

Ao redor do umbigo, faça movimentos circulares e não se preocupe em machucar o bebê: o coto umbilical não possui terminações nervosas, portanto não há dor. Depois que cair, é importante que os pais continuem com uma limpeza adequada a fim de manter o umbigo realmente livre de infecções. Quer saber mais informações sobre este assunto? Confira o conteúdo separado pelo blog Homeopatia e Saúde: http://goo.gl/BAoJ26

Icterícia em recém-nascidos

O bebê está com a pele em tom amarelado e a parte branca dos olhos da mesma cor. É grave? Para que você tenha toda a precaução necessária, o blog Homeopatia e Saúde levantou mais informações sobre essas características, geralmente comuns em recém-nascidos.

Primeiramente, muita calma nessa hora. Essa alteração pode ser icterícia, responsável pelo aumento de um pigmento no sangue. Essa substância é produzida pelo próprio organismo e é denominada bilirrubina. Como o recém-nascido ainda não tem a função hepática amadurecida por completo, essa substância fica em excesso no sangue e ocasiona a aparência amarelada. É normal? Pesquisas mostram que a icterícia aparece em aproximadamente 60% dos bebês.similia

Essa situação pode se manifestar também em outra circunstância, como por exemplo quando o tipo sanguíneo de mãe e filho não for compatível. O corpo a partir dessa divergência passa a destruir com mais rapidez os glóbulos vermelhos e, conforme esse rompimento ocorre, há a concentração do pigmento, sobrecarregando consequentemente o fígado.

A parte positiva é que não existem sintomas adicionais e a icterícia não oferece riscos preocupantes para a criança – desde que seja identificada tão logo percebida e tratada. Mas quando é que essa doença aparece? Posso confundir outras enfermidades com a icterícia? Quais os exames necessários para diagnosticar? E o tratamento?

De forma geral, como lidar com a icterícia neonatal? O blog Homeopatia e Saúde buscou e encontrou um artigo para explicar sobre o assunto e sanar todas as suas dúvidas! Clique aqui e saiba mais: http://goo.gl/njZnDy

Mitos e Verdades Sobre Amamentação

Apesar de já ter sido tratado aqui no Blog Homeopatia e Saúde, a polemica causada pelo depoimento da jornalista Fernanda Gentil trouxe à tona o assunto novamente. O Blog Homeopatia e Saúde desvenda os mitos, verdades e tabus sobre amamentação.

A amamentação é recomendada para bebês de até 2 anos de idade e como alimentação exclusiva até os 6 meses de vida, isso não é segredo para ninguém. Mas o que é “leite secar”, “bico invertido”, “não descer o leite”? Essas e outras informações que ouvimos sendo passadas de mãe para filha e muitas vezes por falta de informação acatamos como verdade.

images

Leite secar ou não descer

 

O processo da lactação é um esquema neuroendócrino, que se inicia logo após o parto, com a retirada da placenta. Segundo a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, os hormônios da gestação se normalizam e iniciam os da lactação, e o colostro começa a ser substituído por um liquido intermediário entre ele e o leite, em torno do segundo e terceiro dia pós-parto o leite já começa a descer.

“É necessário a sucção dos mamilos pelo bebê como estimulo para que o leite desça. Desta maneira quanto mais cedo ocorrer está interação, mais cedo o leite descerá. Algumas escolas de obstetrícia orientam que o recém-nascido seja levado ao seio materno para as primeiras sucções, ainda na sala de parto logo após o corte do cordão umbilical”, explica a pediatra.

Diante disso, “secar o leite” pode ter causas neuroendócrinas, pois garantidamente seguindo os passos da natureza tudo é resolvido.

O que fazer para evitar que o leite seque, ou não desça:

Mesmo com todo trabalho que um recém-nascido significa, a nova mamãe deve tomar algumas precauções para estimular a lactação:

– Repouso adequado: sabemos que os bebes acordam várias vezes a noite, assim a mamãe deve procurar repor este sono durante o dia, nos momentos em que o bebe também dorme.

– Ingerir líquidos: água é essencial para quem está amamentando. Ela se transforma em leite quase que imediatamente.

– Rodizio de mamas: para Dra. Ana Lucia, as duas mamas devem ser oferecidas em cada mamada. “Dessa forma a mãe estará promovendo um estímulo bilateral da lactação”, explica a especialista.

– Alimentação: A mãe deve se alimentar adequadamente, com rotina e tempo adequados, dando preferência a alimentos de maior valor biológico (frutas, verduras e cereais).

– Rotina: Importante procurar seguir uma rotina de mamadas, de início com livre demanda, o bebe mama quando quer, e a partir do segundo mês de vida, a mãe poderá colocá-lo numa rotina de horário que atenda a ambos.

aleitamento

Os primeiros meses são trabalhosos, pois é adaptação mãe-filho, filho-mãe, e por falta de experiência de ambos pode ser um tanto estressante, mas com amor e paciência tudo se ajusta. Vale sempre lembrar que amamentar dá trabalho, e se é realmente o objetivo da mãe ela deve procurar evitar qualquer introdução de fórmulas ou o uso de mamadeiras e outros bicos, que podem confundir o reflexo de sucção do recém-nascido.

“Por vezes, quando estas orientações não são seguidas, sejam por motivos físicos ou até emocionais, o leite pode ir diminuindo até o momento de secar totalmente. Mas uma mãe atenta e assistida por um pediatra, ou até mesmo pelo obstetra que a acompanha, podem reverter esta situação e manter a amamentação ao seio materno exclusiva”, explica Dra. Ana Lucia.

Mamilo invertido

mamilo

O mamilo corresponde à maior proeminência na aréola, e tem importância fundamental na vida da mulher. Seja funcionalmente, permitindo a amamentação, ou sexualmente, com rica sensibilidade e relação com a autoestima e bem-estar.

O mamilo invertido é definido como uma retração no bico do peito, para dentro da mama. Tem como causa principal uma má formação congênita, isto é, uma fraqueza nos ligamentos que sustentam a papila e sem caráter hereditário. Embora mais raras, também podem existir as causas adquiridas nos processos inflamatórios (frequente em diabéticos e tabagistas) e o temido câncer de mama.

Mas tem cura. A mamãe que pretende engravidar deve observar isso antes da gravidez, pois o médico pode indicar algumas opções, até cirurgia para corrigir.

Maiores dificuldades para amamentar

Para Dra. Ana Lucia alguns fatores são negativos para a amamentação:

Ansiedade: “A insegurança da mãe pode servir como fator inibidor, por isso a futura mãe deve procurar ler muito a respeito destas e outras questões que podem lhe afligir”, recomenda a médica.

Situações anatômicas corpo: “O bico invertido é uma delas. E pode ser corrigido inclusive durante a gravidez”, explica a pediatra.

Bons motivos para insistir

Os benefícios da saúde do bebê são inúmeros, como podem foram explicados aqui, aqui e aqui, mas a mãe também ganha ao amamentar:

Praticamente todo o peso adquirido durante a gestação (quando uma gestação saudável) é perdido com a amamentação. “Além do peso perdido, a normalização dos hormônios que podem melhorar e muito a pele, cabelos e a disposição das mães de primeira ou de muitas viagens”, recomenda Dra. Ana.

Vale lembrar que cada mãe conhece o seu esforço e mesmo quando tentado de tudo, a mamadeira torna-se a única opção, a mãe não deve se culpar e procurar seguir todas as orientações do médico que à acompanha.

Como escolher a melhor chupeta e a melhor mamadeira para seu bebê?

Uma dúvida constante nos consultórios dos pediatras, o uso de chupetas e mamadeiras deve ser evitado, mas quando o uso é necessário, algumas referências devem ser levadas em consideração. O Blog Homeopatia e Saúde ajuda as mamães a escolher qual as melhores opções do mercado.

 Mamadeira

 downloadO uso da mamadeira não é recomendado pelos pediatras. O ideal é o aleitamento materno, porque além de o leite materno ser o mais indicado na alimentação do bebe (leia aqui), o bico artificial da mamadeira pode fazer a criança respirar pela boca, o que poderá provocar graves problemas respiratórios, de sono, de fala, humor, defeito na arcada dentária e déficit de aprendizagem.

“Os bebes não precisam nunca das mamadeiras se são alimentados ao seio materno até no mínimo os 7-8 meses. Assim bebe consegue estimular a musculatura facial, formar uma boa estrutura óssea facial, e estar apto a usar diretamente um copo. Com 12 meses, se assim seguir, saberá usar o canudinho”, explica Dra. Ana Lucia Dias Paulo, pediatra e homeopata.

Porém há situações em que a mamadeira é necessária, como para as mães que precisam voltar ao trabalho, ao fim da licença maternidade, por exemplo, ou que tiveram algum problema com a amamentação. E quando a mamãe vai atrás de uma mamadeira se depara com tipos de bicos diferentes, tamanhos diversos, capacidade e uma infinidade de informação.

bebe-mamar-deitado-mamadeira-think84142939

Tamanhos – Capacidade

 Os tamanhos mais comuns são de 120ml e 240ml, estes tamanhos servem para um bebê de até 6 meses mais ou menos. Depois o indicado é uma mamadeira de 330ml.

 

Bicos da Mamadeira

No mercado é possível encontrar vários tipos de bico de mamadeira sendo que a maioria se encaixa em qualquer mamadeira. São produzidos em látex ou silicone, e possuem vários formatos. O silicone é menos flexível que o látex (borracha), mas é mais resistente. Também há diferenças de tamanho, por idade, e na largura do furo.

 

Dicas:

– Prefira os bicos com formato ortodôntico, para assegurar o bom desenvolvimento da cavidade oral e dos dentes do bebê;

– Dê preferência há bicos de silicone, pois são mais fáceis de limpar e acumulam menos resíduos se comparados ao látex;

– O tamanho do bico está associado à idade do bebê. Então siga as orientações do fabricante na embalagem.

– Preste atenção ao que vai oferecer com aquele bico. Existem 3 tipos de furos que estão relacionados com o tipo de alimento que a criança vai consumir – água, leite ou mingau.

– Os bicos devem possuir dois orifícios: um para a saída do alimento (que deve estar posicionado na parte superior e não na ponta do bico, pois o furo superior favorece a mistura do líquido com a saliva, garantindo uma melhor digestão) e o outro furo deixa entrar o ar, e impede que o bico trave por conta da pressão de ar negativo.

– Bebês que mamam no peito ou que estão aprendendo a usar a mamadeira devem usar o menor furo possível.

– Nunca aumente o tamanho dos furos da mamadeira, pois é extremamente importante que a criança se esforce para sugar o líquido. É desse modo que os músculos da face e a mandíbula, são estimulados para que o seu bebê futuramente tenha um bom desenvolvimento na fala.

– É importante também sempre esterilizar a mamadeira antes de usa-la para o seu bebê não pegar doenças vindas por má higienização da mamadeira.

Importante: Quanto menos tempo de uso da mamadeira é melhor para a criança. O ideal é que a criança seja apresentada ao copo de transição com cerca de 12 meses de idade.

Importante 2: Pediatras recomendam que 2 anos e meio é o limite máximo de uso da mamadeira. E que com a substituição dos dentes de leite pela dentição definitiva, em torno dos 5 anos de idade, em hipótese alguma a criança ainda deve estar fazendo uso de mamadeira.

 

Chupeta

bebe-chupetaA chupeta, assim como a mamadeira, deve ser evitada, pois seu uso contínuo pode ser prejudicial ao bebê futuramente. A sucção da chupeta deixa os músculos das bochechas, lábios e língua flácidos, sem força. Isso trará prejuízos na mastigação e deglutição. Talvez o bebê não conseguirá mastigar os alimentos mais consistentes com facilidade. Além disso, o desenvolvimento da fala também pode ser afetado já que a criança não terá força na musculatura para executar alguns sons.

Outra consequência que a chupeta traz é a alteração da arcada dentária como a mordida aberta e a mordida cruzada assim também para as crianças que chupam o dedo. A criança também pode ficar com os dentes tortos e com a face desarmônica, isto é, um lado do rosto diferente do outro, contribuindo ainda mais para a dificuldade de mastigar, deglutir e falar.

A respiração também pode ser afetada. O uso da chupeta faz com que a criança respire pela boca. A respiração oral pode ocasionar alteração de postura, sono agitado, com ronco, deixando a criança cansada, sem vontade de brincar, desatenta, contribuindo assim para dificuldades escolares.

Mesmo com isso tudo contra, alguns pais sentem que o uso da chupeta acalma o bebê, pois ele sente a necessidade de sempre estar sugando. Então se o bebê tem o hábito de usar a chupeta o ideal é tirar aos poucos entre três ou quatro meses de idade do bebê. Nessa fase a necessidade intensa de sugar de alguns bebês tende a diminuir, assim como as cólicas. Também é nessa fase que eles costumam cuspir a chupeta e não reclamam quando ela cai. Essa é a chance de fazer com que seu filho a abandone.

crianca-acessorio-bebe

Como escolher a melhor chupeta?

Assim como a mamadeira, existem inúmeras opções de chupeta no mercado. Então separamos algumas dicas para auxiliar as mamães.

Dicas:

– O bico da chupeta deve facilitar a movimentação da língua, em conformidade com a sua posição natural, não afetando o desenvolvimento fisiológico da boca do bebê, deve ser estreita na base para facilitar o encaixe da boca, larga e plana para que a língua em repouso possa assumir espontaneamente a sua posição correta, no palato, localizado por trás dos incisivos superiores.

– A chupeta deve ser suave e de formato ligeiramente convexo para facilitar a sucção e assegurar um bom apoio labial. A dimensão do bico da chupeta deve ser apropriada à dimensão do palato para que a língua tenha o espaço necessário ao seu funcionamento, durante as várias fases de crescimento do bebê.

– O material da chupeta deve ser elástico para imitar a capacidade de extensão do mamilo ao mesmo que permite à língua o seu processo natural de sucção. Deve ser ainda muito macia para que a chupeta se adapte com perfeição à anatomia da boca, para que a língua faça o mínimo de esforço ao elevar-se contra o palato, de modo a preservar o movimento fisiológico ondulante, que ativa os músculos usados na deglutição do bebê.

– Os especialistas falam que a chupeta deve ser utilizada no máximo até aos três anos de idade, sendo recomendável que até esta idade o bebê pare de usar a chupeta ou já esteja usando bem menos.

– Certifique-se que o tamanho da chupeta é apropriado à idade do seu bebê, procurando essa informação nas embalagens. Em caso de dúvida, contate o vendedor.

– Ao comprar uma chupeta deve lavá-la primeiro com água quente e sabão, enxaguando bem para esterilizar o acessório. Não hesite em realizar esta ação sempre que considerar necessário.

– Faça o seu bebê largar a chupeta aos poucos, limitando gradualmente o horário em que ele a pode usar até que já não lhe sinta a falta.

 

Material

Quanto aos materiais e formatos da chupeta separei algumas informações importantes:

– As chupetas de silicone costumam ser mais resistentes, duráveis e menos porosas. Contudo, existem certos tipos de chupetas de látex também de ótima qualidade.

– As chupetas com bicos ortodônticos de forma inclinada permitem ao bebé posicionar melhor a língua e a base achatada, faz com que os lábios estejam um pouco mais longe. Esta forma é benéfica para o desenvolvimento da cavidade oral.

– O formato côncavo proporciona melhor conforto e é mais anatômico. Os furinhos evitam que haja asfixia, caso a chupeta seja engolida, aumentando a segurança do material.

– Quanto a ter ou não argola deve observar se o seu bebê força a sua dentição contra ela. Se for o caso, deve substituí-la por uma chupeta sem argola.

 

BPA – Nunca perto do bebê!

Uma dica importante para mamadeiras e chupetas, e até pratinhos, copos de transição, ou qualquer item do bebê, é que em hipótese alguma, pode ter BPA na sua formação.

BPA significa Bisfenol A, uma substância química, um composto utilizado na fabricação do policarbonato, um tipo de plástico rígido e transparente. É o monômero mais comum entre os policarbonatos empregados em embalagens de alimentos e presentes por exemplo no revestimento interno de latas para evitar a ferrugem. Apesar do plástico ser considerado estável, já se sabe que as ligações químicas entre as moléculas do BPA são instáveis, permitindo que o químico se desprenda do plástico e contamine alimentos ou produtos embalados com policarbonato ou resina epóxi. No caso de aquecimento do plástico, a contaminação por BPA é ainda maior.

E onde é encontrado o BPA?

– Em grande parte das mamadeiras de plástico;

– Em embalagens plásticas para acondicionar alimentos na geladeira, copos infantis, materiais médicos e dentários;

– Nos enlatados, como revestimento interno;

– Em garrafas reutilizáveis de água (squeeze), garrafões de 5L;