Inveja e ansiedade causadas pelas redes sociais tem nome: FoMO

Olhamos o celular por volta de 1.500 vezes por semana, o que equivale a 3 horas e 16 minutos diários. Dessas horas, quantas gastamos para checar as redes sociais? E checando as redes sociais, quantas vezes nos percebemos sentindo algo negativo? Sentimentos como angústia ou a famosa “invejinha branca” são bem comuns nesses casos. Essa onda de emoções negativas causadas pelas redes sociais tem nome: FoMO 

<<Que tal dar um tempo das redes sociais?>>

FoMO ou “Fear of missing out”, em português “medo de ficar por fora”, é uma expressão usada desde 2004 e traduz a sensação de estarmos perdendo algo muito melhor do que temos ao nos depararmos com fotos ou posts alheios em redes sociais.

Não é de hoje que sabemos da enorme inversão de valores das últimas décadas. megaexposição da atualidade reflete como a privacidade foi do micro ao macro. Sendo assim, ao termos acesso ao que o outro vive e realiza (sendo o outro uma pessoa pública ou nosso vizinho) estamos suscetíveis a desejar viver aquilo também. 

<<Veja na íntegra: A inveja que sentimos ao checar redes sociais é perigosa e tem nome: FoMO>>

Como tratar a FoMO

Por mais que o termo FoMO seja relativamente novo, estamos lidando com sentimentos inatos a raça humana. Isso comprova que, cada vez mais, a internet molda nossas emoções através das redes sociais.

A FoMo pode gerar ansiedade e depressão a partir do momento em que focamos totalmente na vida alheia e não nos contentamos com as coisas boas na nossa própria realidade. Distração em ambientes causadas pelo celular e registrar tudo o que se faz para postar nos “stories” também são sintomas.

Não basta viver, hoje em dia precisamos mostrar que estamos vivendo. Vale lembrar que a perfeição da vida online se restringe ao ambiente virtual. De perto, sabemos que a vida comum tem seus altos e baixos e imperfeições.

Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

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