Category Archives: Crianças

Adolescente não é dono do quarto

03Não é de hoje que sabemos que a adolescência é uma fase muito difícil tanto para os filhos quanto para os pais. Conflitos e desentendimentos são comuns nessa idade e é normal o adolescente buscar privacidade em um ambiente seu. Mas qual o limite da privacidade e o ambiente familiar?

<<Leia também: Especialistas dizem que a adolescência vai até os 24 anos.>>

Como ensinar ao adolescente o valor da privacidade.

Segundo o autor Içami Tiba, auto do livro “Quem ama, educa!”, os pais devem estipular com os filhos prazos de arrumação do quarto quando eles não realizarem essa organização por conta própria. Se assim não for feito, Tiba fala sobre a reintegração do quarto a casa, tirando do adolescente o direito da privacidade. Assim, o jovem aprenderia que o custo da sua privacidade é tomar conta do seu ambiente.

Para Içami, é essencial que os pais ajudem os filhos na arrumação de seus ambientes mas não sem a companhia deles. Segunda o autor, a arte dos pais é desenvolver os filhos para que se tornem independentes.

Hábitos para um relação saudável entre pais e filhos.

Pais que trabalham fora não devem tentar compensar permitindo tudo aos filhos. O autor afirma sobre a importância do não na vida do adolescente. Tendo algumas vontades negadas, quando necessário, diminui as chances do jovem se tornar um adulto sem senso de gratidão.

Outro importante fator presente nos livros de Içami, é a necessidade do diálogo entre pais e filhos. Exercendo o diálogo, o jovem tende a ter maior aceitação diante dos argumentos dos pais. Com maior aceitação, a probabilidade de ouvir e refletir diante dos sermões é maior do que se revoltar e não dar credibilidade aos pais.

<<Veja na íntegra: “O adolescente não é dono do quarto.”>>

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Obesidade Infantil

De acordo com entidades líderes em estudos da obesidade infantil, o Brasil é vice-líder da epidemia entre crianças de nove e onze anos, atrás somente da China e dos EUA, que dividem o primeiro lugar. Tomando ambos os sexos como parâmetro, nosso país lidera o ranking da obesidade infantil mundial na faixa etária.

Na média mundial, as crianças dessa idade costumam ficar sete horas sentadas e três em frente a algum tipo de tela: celular, tablet, televisão, etc. Isso comprova que quanto menor a faixa etária, mais propenso a obesidade a pessoa está. As gerações passadas tem em suas memórias o prazer das brincadeiras ao ar livre, o contato direto com outras crianças e com parques, coisas que as crianças da atualidade não tem com frequências em suas vidas.

<<Leia também: A verdade sobre as bebidas açucaradas e o consumo para crianças.>>

A grande parcela de tempo gasta com eletrônicos juntamente a alimentação desregulada pode acarretar outras doenças. Problemas cardiovasculares, hipertensão e diabetes são doenças que podem acometer crianças que sofrem com a epidemia.

Veja em quais as mudanças você pode apostar para combater a obesidade infantil

Já sabemos que a raiz do problema está na falta de exercício físico e na alimentação inadequada. Sendo assim, o tratamento deve ser multifuncional pois envolve diversos aspectos da saúde da criança: nutrição, condicionamento físico e até mesmo consultas com psicólogos. É necessário ressaltar a importância da família e de politicas públicas (como a necessidade de mais áreas verdes para incentivar exercício entre os pequenos) nesse processo de tratamento da obesidade infantil.

<<Veja na integra: Brasil lidera o ranking de obesidade infantil mundial, entre meninos e meninas de 9 a 11 anos.>>

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Inveja e ansiedade causadas pelas redes sociais tem nome: FoMO

Olhamos o celular por volta de 1.500 vezes por semana, o que equivale a 3 horas e 16 minutos diários. Dessas horas, quantas gastamos para checar as redes sociais? E checando as redes sociais, quantas vezes nos percebemos sentindo algo negativo? Sentimentos como angústia ou a famosa “invejinha branca” são bem comuns nesses casos. Essa onda de emoções negativas causadas pelas redes sociais tem nome: FoMO 

<<Que tal dar um tempo das redes sociais?>>

FoMO ou “Fear of missing out”, em português “medo de ficar por fora”, é uma expressão usada desde 2004 e traduz a sensação de estarmos perdendo algo muito melhor do que temos ao nos depararmos com fotos ou posts alheios em redes sociais.

Não é de hoje que sabemos da enorme inversão de valores das últimas décadas. megaexposição da atualidade reflete como a privacidade foi do micro ao macro. Sendo assim, ao termos acesso ao que o outro vive e realiza (sendo o outro uma pessoa pública ou nosso vizinho) estamos suscetíveis a desejar viver aquilo também. 

<<Veja na íntegra: A inveja que sentimos ao checar redes sociais é perigosa e tem nome: FoMO>>

Como tratar a FoMO

Por mais que o termo FoMO seja relativamente novo, estamos lidando com sentimentos inatos a raça humana. Isso comprova que, cada vez mais, a internet molda nossas emoções através das redes sociais.

A FoMo pode gerar ansiedade e depressão a partir do momento em que focamos totalmente na vida alheia e não nos contentamos com as coisas boas na nossa própria realidade. Distração em ambientes causadas pelo celular e registrar tudo o que se faz para postar nos “stories” também são sintomas.

Não basta viver, hoje em dia precisamos mostrar que estamos vivendo. Vale lembrar que a perfeição da vida online se restringe ao ambiente virtual. De perto, sabemos que a vida comum tem seus altos e baixos e imperfeições.

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A verdade sobre as bebidas açucaradas e o consumo para crianças

O modo como a alimentação das crianças e seu estilo de vida influenciam em sua saúde é cada vez mais preocupante. Com o avanço da tecnologia, os pequenos têm contato com computadores, tablets e celulares cada vez mais cedo.  Com isso, brincadeiras ao ar livre tornam-se mais raras. O tempo gasto em brinquedos tecnológicos somado a uma má alimentação é prejudicial para as crianças. Mas como bebidas açucaradas podem piorar esse quadro? 

Estudos realizados em 2012 nos EUA confirmam que quase um quarto das crianças estadunidenses entre 12 e 19 anos tem diabetes tipo 2 ou pré-diabetes. O excesso de açúcar presente em bebidas açucaradas está associado com diabetes tipo 2, doenças cardíacas e problemas dentários. Quanto mais jovem a pessoa é ao ser diagnosticada, maior o risco de obter doenças que podem levar a cegueira. A diabetes pode causar ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais também.  

<<Leia também: Saúde renal das crianças>>

Mudando essa perspectiva: como contornar as bebidas açucaradas em busca de uma vida melhor

O excesso de bebidas açucaradas torna a manutenção de um peso saudável na infância muito mais difícil. O Brasil é vice-líder no ranking mundial de obesidade infantil, atrás de EUA e China que dividem o primeiro lugar. O consumo de bebidas açucaradas são uma pequena parcela do número total de calorias consumidas. Porém elas contribuem para o ganho de peso, além de não terem valor nutricional. 

É recomendável que os pais ofereçam para as crianças água e leite como bebidas frequentes. Sucos naturais, sem conservantes ou adoçantes em excesso também são uma boa dica. O consumo de bebidas açucaradas não precisa ser necessariamente proibido, uma vez por semana especialistas confirmam que não há grande problema. Porém é importante ensinar as crianças a consumirem bebidas benéficas até mesmo fora de casa, além de manterem hábitos saudáveis.

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Homeopatia e crianças: entenda como é o tratamento

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, traz mais uma entrevista da Dra. Ana Lucia sobre homeopatia e crianças.

A homeopatia é um sistema de tratamento médico que pode ser usado em qualquer idade da pessoa. Agora quando o assunto é homeopatia e crianças, uma vez que a criança é um ser em formação, pode ser feito o tratamento homeopático a médio e longo prazo para que a saúde dela melhore bastante, explicou a Dra. Ana Lucia.

A homeopatia é um tratamento que considera a pessoa como um todo. A homeopatia utilizada uma abordagem holística para tratar as doenças, holística porque tem como objetivo resgatar o equilíbrio social, corporal e mental do indivíduo. Assim a homeopatia trata não só a doença, mas a sua origem considerando todos os aspectos da vida de uma pessoa.

Por se tratar de um método de tratamento que não possui efeitos colaterais a homeopatia e crianças vem sendo procurado por pais que buscam um tratamento mais natural para seus filhos.

Para que o tratamento homeopático seja eficaz é importante manter a assiduidade nas consultas com o pediatra, um profissional que também seja um médico homeopata. Além de seguir todas as recomendações médicas, lembrou a Dra. Ana Lucia.

Veja as principais recomendações da Dr. Ana Lucia para manter em dia a saúde das crianças:

Amamentação

É muito importante para as crianças principalmente nos primeiros meses de vida. O bebê deve se alimentar, exclusivamente, de leite materno até os 6 meses.

Alimentação correta

Ter uma alimentação equilibrada é essencial para o desenvolvimento infantil, por isso evite alimentos industrializados. A criança precisa de uma dieta balanceada que inclui frutas e vegetais.

Tomar sol

É importantíssimo para a criança tomar sol, enfatiza a Dra. Ana Lucia.

Saúde da família

Os hábitos alimentares da família como um todo são muito importantes, pois as crianças aprendem pelo exemplo. Pais que tem uma alimentação saudável e praticam atividades físicas transferem esses hábitos para os filhos.

Crianças e o carnaval: cuidados na festa, rua e salões

O carnaval é uma festa linda e democrática. Uma comemoração que todos podem participar e se divertir juntos. Nessa época do ano é comum vermos famílias inteiras caindo na folia e compartilhando das atividades carnavalescas. As crianças são as que mais se divertem no carnaval. Porém os pais precisam tomar alguns cuidados com as crianças e o carnaval, para que todos possam aproveitar sem maiores problemas.

Como as crianças e o carnaval já fazem parte da comemoração já existe festas criadas especialmente para entreter os pequeninos, e para que eles possam participar da festa com mais segurança e liberdade.

Para que os dias de folia sejam de alegria e diversão os pais precisam tomar alguns cuidados com as crianças durante o carnaval.

Não perca as crianças de vista

Fique de olho nas crianças durante a folia. Evite grandes multidões e consumo de bebidas alcoólicas enquanto estiver com os pequenos. Não se esqueça de colocar crachá de identificação – com nome, endereço e telefones para contato – para o caso da criança se perder.

Violência

Quando for aproveitar o carnaval com as crianças evite locais públicos com excesso de gente. Prefira clubes fechados e blocos de rua específicos para esse tipo de público.

Alimentação

Não podemos esquecer que o carnaval é uma comemoração que acontece no verão, por isso escolha alimentos leves e saudáveis como frutas e vegetais. Também é preciso que as crianças bebam muito líquido para manter o corpo hidratado. Evite alimentos gordurosos e a comida que é vendida na rua.

A criança precisa descansar

O sono é muito importante para o desenvolvimento das crianças, por isso mesmo nessa época do ano elas precisam dormir bem. Permita que a criança tenha períodos de descanso entre uma comemoração e outra.

Roupas

Escolha roupas e fantasias leves para as crianças e o carnaval. Se for usar maquiagem escolha produtos a base de água e feitas, especialmente, para elas.

Doenças

Durante o carnaval os pais não devem descuidar da saúde das crianças, por isso protetor solar e repelente devem fazer parte durante os dias de folia.

Com essas dicas do Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, toda a família vai poder aproveitar o carnaval sem maiores problemas. Artigo no link: https://goo.gl/tWcdG9

Repelente e as crianças

Picadas de insetos podem acabar com o piquenique em família, com a caminhada no parque ou uma viagem. Para se livrar dos insetos e garantir que sua família esteja a salvo desses bichinhos indesejados conte com a ajuda de repelentes. Entretanto é preciso tomar cuidado quando o assunto é repelente e as crianças, pois é necessário escolher o repelente correto para não prejudicar a saúde dos pequenos.

Nem todo repelente pode ser usado em crianças advertem os especialistas. Assim como o uso excessivo desse tipo de produto pode irritar a pele e ainda causar problemas mais graves.

Escolha um repelente e as crianças que não tenha uma concentração de DEET (Dietiltoloamida) superior a 10%. Nos casos onde a criança ficará somente entre uma a duas horas ao ar livre prefira concentrações mais baixa dessa substância. Já nos casos onde a criança ficará fora por mais tempo o indicado é usar repelentes com uma concentração superior de DEET. Pois quanto maior a concentração, mais tempo o repelente vai durar na pele.

Repelentes a base de DEET não deve ser aplicado mais do que 3 vezes ao dia, além de não serem recomendados para bebês com menos de 2 meses de idade. A seguir a indicação de uso de repelentes segundo a faixa etária da crinça.

Crianças de 0 a 6 meses

Não devem usar repelentes. No caso dos bebês usar óleo infantil para que o mosquito não consiga identificar o cheiro da criança.

Crianças de 6 meses a 2 anos

É recomendável continuar evitando o uso de repelentes. Mas se não for possível aplicar o produto na roupa da criança antes de vesti-la.

Crianças de 2 a 7 anos

Usar o repelente com moderação, e a concentração de DEET não deve ser maior que 10%. Aplicar somente duas vezes ao dia.

Crianças de 7 a 12 anos

Ainda precisam usar repelente infantil. Pode ser aplicado até 3 vezes ao dia.

A partir dos 12 anos

Já é liberado o uso do repelente comum. Mas ainda aplicar somente até 3 vezes no dia.

Ainda sobre repelente e as crianças não passar o produto nas palmas das mãos, pois a criança pode passar no rosto e irritar os olhos.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, com o objetivo de informar trouxe mais essa matéria. Saiba mais sobre o assunto em: https://goo.gl/732EHv

Agressividade Infantil

Crianças são crianças isso significa que quando ficam bravas não sabem lidar muito bem com a situação. Entretanto o que é mais perturbador é o aumento, significativo, da agressividade infantil.

Todos os seres são dotados de um nível de agressividade para fugir e controlar algumas situações, sendo um comportamento normal, universal e que não é considerado uma doença.

É comum nas crianças a incapacidade de administrar suas emoções, fazendo com que elas percam o controle e desconte a sua frustração nos seus responsáveis gritando, jogando objetos, batendo ou mordendo. Essa atitude pode ser uma experiência traumática tanto para a criança quanto para os pais. Sendo que muitas vezes as crianças se sentem culpadas depois de se cansarem e acalmarem após o acesso de raiva.

A criança é mais agressiva nos primeiros anos de vida, até os cincos anos. Sendo a agressividade uma resposta às frustrações. Conforme a criança se desenvolve ela regula as emoções, controla os impulsos e aprender outras estratégias mais gentis e eficazes para dominar essa agressividade.

Os pais precisam entender que o comportamento é um meio de comunicação. Uma criança tão oprimida que precisa atacar é uma criança angustiada. Já que ela ainda não possui habilidades para gerenciar seus sentimentos e expressá-los de uma maneira mais madura. As crianças possuem um nível de linguagem limitada, de controle do impulso e de capacidade de resolução de problemas.

Os pais consideram, às vezes, esse tipo de comportamento agressivo como manipulador. Porém as crianças que atacam são, geralmente, incapazes de administrar a raiva ou frustração de forma mais efetiva, digamos, conversando e descobrindo como conseguir o que desejam.

Quando a agressividade infantil é considerada um problema?

A agressividade infantil é considerada um problema quando existe uma frequência, uma intensidade e duração superior ao previsto para a idade. Sendo que também precisa ser levado em conta o estágio de desenvolvimento que a criança está e o ambiente que ela vive. Outra coisa a ser considerada é se a criança, os pais o ambiente estão sofrendo em consequência dessa agressividade. São esses os pontos considerados para definir a agressividade infantil como um transtorno.

Com o Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, você sempre se mantém informado. Saiba mais no link: https://goo.gl/bALZF9

Nunca devemos forçar uma criança a comer

Uma das coisas que mais preocupa os pais é conseguir fazer os seus filhos comerem bem. Entretanto para o pediatra espanhol Carlos Gonzáles os pais não devem forçar uma criança a comer, uma vez que as crianças comem o que é necessário para elas.

Entre as opiniões polemicas de Gonzáles podemos destacar a cama compartilhada e o aleitamento materno sob livre demanda. Ele também defende o fim da punição e a criação com respeito e apego às crianças.

Ainda segundo Gonzáles os pais precisam resgatar o seu papel que foi transformado pela sociedade através de normas e conceitos que o pediatra considera absurdos.

O pediatra lançou um livro chamado “Meu filho não come”, pela editora Timo, cujo objetivo não é dar dicas para os pais em como fazer o filho comer, já que Carlos acredita que não devemos forçar uma criança a comer. No livro o pediatra explica sobre como incentivar as crianças a comerem dando autonomia. Aponta os principais erros dos pais com relação à alimentação infantil. E fala que as crianças precisam aprender a comer sozinhas.

Forçar uma criança a comer – O afeto faz toda a diferença na vida das crianças

Gonzáles afirma que forçar uma criança a comer é ineficaz, pois as crianças comem sem que seja preciso forçar. Além de ser uma atitude mais prejudicial que benéfica, uma vez que a criança começa a detestar a comida, principalmente a comida na qual os pais querem forçá-la a comer. Tentar obrigar a criança a comer é um hábito que demonstra a falta de respeito dos pais.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, acredita que com amor os pais podem criar crianças mais felizes e saudáveis. Não se esqueça de que as crianças aprendem pelo exemplo, pais que comem bem têm filhos que se alimentam de forma saudável. Entrevista completa no link: https://goo.gl/LwMrkn

Como fazer seu filho obedecer sem usar a força?

As crianças vão desobedecer aos pais, isso é um fato. Outro fato é que como pais vamos, vez ou outra, recorrer à punição e castigo para fazer o filho obedecer. Não podemos esquecer que somos seres humanos criando outros seres humanos, e como seres humanos erramos. Mais um fato incontestável na vida de pais e responsáveis.

Muitos pais querem ser bem-sucedidos e ter a chamada “família perfeita”. E para isso gostariam de ter filhos obedientes para alcançar uma vida mais confortável e livre de estresse. Assim como também querem que essa obediência, dos filhos, reflita as outras pessoas. Entretanto as crianças por não entenderem o real objetivo das regras vão contestar sempre que possível, e como seres em desenvolvimento que não sabem lidar muito bem com as emoções podem comunicar isso com agressividade.

Ao tentar disciplinar seus filhos os pais ou responsável pode encontrar desafios como a criança resistindo às ordens ou fazendo pirraça. A criança pode apresentar comportamentos rebeldes porque sente que as regras não se aplicam a ela. Independente da reação da criança é essencial reforçar as regras e continuar persistindo se quiser fazer o filho obedecer e aprender o valor e a importância da obediência.

É necessário que as crianças aprendam a importância de respeitar pais, autoridades, familiares, professores e idosos.

Tentar convencer a criança a fazer uma coisa que ela não considera importante é uma missão, quase, impossível. Os pais precisam levar a criança a fazer o que é preciso através de brincadeiras lúdicas. Porém isso deve ser feito num dia que estiver com mais paciência. Existem muitas formas de tornar uma tarefa em algo lúdico, uma experiência prazerosa na qual a criança queira participar.

Ao tentar disciplinar e ensinar seu filho obedecer lembre-se de demonstrar amor e carinho. Se a criança desobedecer às regras permita que ela tenha uma segunda chance. Dar para a criança uma nova oportunidade irá motivá-la a fazer o que e certo da próxima vez.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, compartilha mais este texto e ainda destaca a importância da disciplina na vida das crianças. Saiba mais no link: https://goo.gl/X7gN5s

Como ter mais tempo com os filhos?

Muitos pais dizem que gostariam de ter mais tempo com os filhos. Entendemos o quanto o trabalho e a rotina do dia a dia roubam do nosso tempo. Mas existem alguns truques que os pais podem utilizar para ter mais tempo, de qualidade, na companhia de seus filhos.

Fazendo algumas pequenas adaptações na rotina é possível ter mais tempo com os filhos, momentos de união e troca. A brincadeira pode ser a desculpa perfeita para esses momentos. E ainda é divertido!

A brincadeira é uma ferramenta poderosa que os pais podem explorar. Além de ser essencial no desenvolvimento infantil. Pois a brincadeira auxilia na imaginação e socialização das crianças.

Brincar com as crianças constrói um vínculo que será permanente. Esse vínculo ajuda a criança a se sentir amada e apreciada.

As brincadeiras ajudam as crianças a desenvolverem habilidades como criatividade, paciência, competências sociais e familiares.

Passar um tempo com os filhos cria laços familiares fortes. Também auxilia na redução do estresse por causa do trabalho, especialmente, para pais sobrecarregados em virtude da rotina diária.

<<LEIA TAMBÉM: Como age a homeopatia na depressão?>>

Dentre as atividades que podem ser realizadas em família e que não consomem muito tempo e nem necessitam de grandes estruturas temos:

  • Cantar;
  • Escutar musica;
  • Ler um livro;
  • Assar biscoitos;
  • Contar histórias;
  • Ajudar nas lições de casa.

Essas são apenas algumas das atividades que podem ser feitas juntos dentro de casa mesmo. Isso porque não estamos considerando as brincadeiras externas que necessitam de um pouco mais de planejamento e contar com uma ajudinha do clima.

Gastar um tempo com os filhos vai fazer toda a diferença no relacionamento entre pais e filhos.

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Insolação Infantil

Com a chegada das férias as crianças têm mais tempo para brincar, correr, andar de bicicleta, dentre outras atividades realizadas ao ar livre. Entretanto, não podemos esquecer que estamos no verão a estação mais quente do ano, por isso é preciso tomar cuidado com a insolação infantil.

Há alguns dias a mãe de uma garotinha postou nas redes sociais um desabafo sobre o episodio de insolação infantil sofrido pela filha. No texto a mãe lembra que a insolação infantil não ocorre somente quando a criança é exposta diretamente aos raios solares. Uma vez que no caso de sua filha a menina passou mal por causa da temperatura elevada dentro de seu quarto.

<<LEIA TAMBÉM: Doenças de Verão!>>

A insolação é causada pela exposição prolongada a ambientes secos e quentes. Sendo que os casos mais comuns de insolação infantil são causados pela exposição direta ao sol.

A insolação provoca um desequilíbrio no sistema de controle da temperatura corporal, o que causa enjoos, tontura, pele seca e avermelhada, vômitos, febre alta, falta de ar e até desmaios.

A desidratação e queimaduras na pele são as consequências mais frequentes da insolação. Dependendo do tempo de exposição ao sol as queimaduras podem ser de segundo e terceiro grau, como por exemplo, queimaduras causadas por óleos corporais.

Alguns cuidados para evitar a insolação infantil

  • Beber muito líquido;
  • Evitar o sol entre 10 e 16 horas;
  • Passar protetor solar diariamente e reaplicar de duas em duas horas;
  • Usar sabonetes glicerinados.

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Para saber mais sobre insolação infantil acesse: https://goo.gl/T6fHCp

Superproteção infantil

Pais superprotetores não percebem que poupar os filhos decepções é muito prejudicial para o desenvolvimento da criança. A atitude superprotetora de alguns pais causa um impacto importante na no futuro de seus filhos. Uma vez que a superproteção priva as crianças de algumas habilidades sociais que as crianças precisam para o desenvolvimento de uma personalidade saudável. Além de abalar a confiança dos pequenos frente os desafios da vida.

<< LEIA TAMBÉM: Limites nas crianças>>

Os perigos e efeitos negativos da superproteção são maiores do que os pais imaginam.

As crianças que crescem sob as asas de pais superprotetores recebem uma mensagem, inconsciente, de que o mundo não é um lugar segura para elas. Como resultado dessa crença a criança se torna um adulto incapaz de correr riscos.

Em outras palavras a consequência desse estilo de vida é desenvolvimento de adultos que teme se arriscar.

A criança criada por pais superprotetores não consegue sair de sua zona de conforto, a zona na qual ela foi ensinada a viver, mesmo que sua vida seja miserável. Assim não é capaz de abandonar sua zona de conforto mesmo que isso a fizesse uma pessoa mais feliz e realizada.

A superproteção também causa efeitos negativos na autoestima das crianças. Um dos problemas em poupar as crianças das mudanças é que elas começam a acreditar que são incapazes de enfrentar a vida sozinhas. O que acaba por deteriorar a autoestima da criança.

Apesar de ser dolorosa a decepção faz parte do crescimento. Desse modo para o desenvolvimento de adultos confiantes e capazes de solucionar problemas devem evitar superproteger os filhos do mundo que os cerca.

Os pais precisam permitir que a criança explore o mundo conforme a sua visão, ajudando somente nos momentos em que o auxilio se faça necessário.

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Infertilidade

Casais que sofrem por causa da infertilidade passam por diversos tipos de problemas físicos e emocionais em sua luta pela infertilidade. Optar por um tratamento de fertilização em vitro, geralmente, causa todos os tipos de questões que só os parceiros conseguem entender.

Ás vezes a mulher passa por diversos ciclos de tratamento de fertilidade caro e ainda não conseguem engravidar, ou carregam o bebê por um tempo. Existem outros problemas de saúde relacionados a isso, e uma clinica de fertilidade pode não abordar de maneira completa e direta a causa.

Para o Dr. Ariovaldo a homeopatia com toda certeza pode auxiliar no tratamento da infertilidade, tanto masculina, como feminina. Principalmente nos casos em que não se encontra uma causa clínica plausível, tal como a obstrução das trompas na mulher, diminuição dos espermatozoides no homem, dentre outros problemas.

Como a homeopatia pode auxiliar no tratamento da infertilidade?

Como a Homeopatia leva em conta a totalidade do organismo e o tratamento visa o equilíbrio global, muitas vezes no decorrer do tratamento a paciente “de repente” engravida. É estranho falarmos assim, mas vimos algumas vezes tal fato acontecer, falou o Dr. Ariovaldo.

A homeopatia é um tratamento que pode ajudar nos casos de infertilidade, pois considera o paciente como um todo. Por isso não trata somente os sintomas da doença, mas a origem do problema que pode ser de procedência emocional.

Tanto que é comum encontrar nos consultórios e clínicas de infertilidade histórias de mães que tentaram engravidar sem sucesso que após desistir do tratamento e adotar uma criança acabaram engravidando. Por isso os especialistas em fertilidade precisam ter uma visão que vai além dos aspectos físicos do problema e trate o emocional dos pacientes.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, sabe o quanto é dolorosa a rotina dos casais que tentam engravidar e não conseguem. Mas acreditamos que a homeopatia pode ser um tratamento mais humano nos casos de infertilidade.

Nesse link tem um artigo muito interessante sobre o assunto: https://goo.gl/6yWDsY

Limites nas crianças

Quando se sentem frustradas as crianças expressam esse sentimento através de seu comportamento. Sendo o mau comportamento infantil um reflexo dessa decepção sofrida. Os limites nas crianças são essenciais para o seu pleno desenvolvimento. Pois as crianças precisam aprender a controlar os seus sentimentos para conviver em sociedade.

A criança se expressa por meio do mau comportamento quando todas as outras medidas falharam. Esse é o último esforço da criança para conseguir o que deseja.

Crianças são seres que gostam de rotina. Então sempre que alguma coisa muda em sua vida ela demonstra isso em seu comportamento. Muitas vezes esse comportamento é negativo.

A incapacidade de verbalizar o que está sentindo ou o medo do desconhecido levam as crianças a atitudes extremas. Cabe aos pais, ou responsáveis, ajudá-las nesse processo e impor limites nas crianças.

Em alguns casos o mau comportamento da criança pode ser resultado de uma desordem física, como TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção). O TDAH é um transtorno neurológico que leva as crianças a serem hiperativas, impulsivas e desatentas.

Os limites nas crianças podem ser trabalhados desde o nascimento. Quando os pais criam uma rotina para a criança essa aprende que existem regras que devem ser obedecidas.

As crianças testam os pais diariamente, por isso é importante que toda a família esteja em sintonia com relação à educação dos filhos. Com essa atitude os filhos vão perceber que os pais formam uma equipe, e não vão se aproveitar das divergências de opiniões para conseguirem o que querem.

As crianças precisam da rotina para crescer

Uma vez que a rotina passa uma sensação de segurança, por isso as regras devem ser mantidas sem mudanças vez ou outra.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, acredita que os pais podem ajudar os filhos a controlarem o mau comportamento impondo limites nas crianças. Saiba mais sobre o assunto no link: https://goo.gl/id9gTN

Autismo e Homeopatia

Quem tem uma pessoa com autismo na família sabe o quanto essa síndrome é desafiadora para todos os envolvidos. O autismo é um distúrbio sócio interativo que necessita de acompanhamento de diversos especialistas. Além do uso de medicamentos para controlar os problemas que podem fazer parte da rotina de quem vive com a síndrome.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, trouxe mais essa matéria cedida pela Dra. Ana Lucia que falou sobre autismo e homeopatia.

Vamos entender o autismo como uma síndrome, ou seja, a criança pode apresentar diferentes características, podendo ser de diferentes influências as quais vamos citar mais adiante. Foi assim que a Dra. Ana Lucia começou o nosso bate papo sobre autismo e homeopatia.

Entretanto quando mais cedo for feito o diagnóstico, melhor será a possibilidade de evolução. Como este diagnóstico precoce nos parece, cada vez mais, frequente, a família e o pediatra devem estar atentos aos mínimos sinais que os coloque em frente a esta possibilidade.

Sinais de que a criança tem autismo

Como, por exemplo, um bebê de 2-3 meses que não é capaz de olhar para o rosto do adulto, nem mesmo interagir com ele. Vamos pensar que os bebes, se sentem felizes com o adulto conversando ou brincando com ele, por isso devemos, no mínimo, achar algo não está bem.

Ou se aos 6-8 meses além de não interagir não demonstrar nenhum esforço em se comunicar, seja verbalmente ou corporal. Ainda temos aquele bebê que se incomoda muitíssimo com barulhos externos. Se irrita demasiadamente com brinquedos sonoros bem como apresenta atitudes repentinas. Mostrando cada vez mais atitudes de isolamento, ou simplesmente ficar o tempo todo sentado balançando o corpo para frente e para trás.

Por isso a homeopatia sendo uma medicina com abordagem da totalidade do paciente, pode sim, ajudar no controle do autismo. Principalmente nos casos em que o problema é diagnosticado o mais precoce possível.

Segundo a Dra. Ana Lucia Dias Paulo episódios durante a gestação pode causar autismo. Pois estes pacientes podem apresentar tanto alterações bioquímicas do organismo como anormalidades cromossômicas. Além de ser facilitado por fatores ambientais, como a gestante exposta a ambientes onde há presença de metais pesados (chumbo e mercúrio) e outras complicações durante a gravidez ou parto.

Ainda existem pesquisas que apontam para algumas vacinas aplicadas no decorrer da gestação ou o excesso do ácido fólico durante a gravidez. Essas e outras possibilidades estão sendo levantadas, mas não existem conclusões definitivas sobre esse assunto. Nem quais vacinas poderiam causar esses eventos. Nem se  o uso do ácido fólico, e qual a quantidade, seria capaz de induzir essas alterações. Por enquanto são apenas hipóteses, principalmente se considerarmos a predisposição existente em algumas famílias para tal acontecimento.

Sobre o benefício de terapias

Como podem existir diferentes tipos de autismo. Dependendo do seu grau de comprometimento terapias diferentes podem ser necessárias, explica a Dra. Ana Lucia quando questionada sobre a necessidade de terapia para o autismo e homeopatia.

Dentre as terapias que podem beneficiar os autistas temos: sessões de fonoaudiologia para melhorar a fala e comunicação. Terapia comportamental para facilitar o convívio diário. Terapias em grupo que podem ser alguma atividade física como a natação, desde que a criança se sinta confortável na água, para melhorar a interação social da criança.

Apesar do autismo ainda não ter cura, o tratamento, quando realizado corretamente, pode facilitar os cuidados com a criança. E, principalmente, tornar a vida do autista e dos familiares bem mais fácil.

Somente com paciência, amor e atenção dos familiares a criança pode levar uma vida bem próxima da normalidade, podendo estudar e futuramente trabalhar sem restrições, fez questão de pontuar a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Como é o sono da criança nas várias idades

O sono da criança é mais importante do que imaginamos. Todos somos capazes de lembrar um momento onde não dormiu o suficiente. Está ai um problema que deixa a todos grogue e pesado. Com aquele sentimento de que não está desempenhando o seu melhor. Para tirar algumas dúvidas sobre o assunto a Dra. Ana Lucia Dias Paulo vai falar um pouco sobre a importância do sono da criança.

O sono da criança não é menos importante que comer, beber ou a segurança em suas vidas. Embora isso não seja assim tão obvio, mas muitos pais não permitem que o filho durma tanto quanto precisam para funcionarem e se desenvolverem adequadamente.

Dormir muitas horas durante o dia é muito bom para as crianças.  Pois isso indica sono da criança profundo atingindo todas as fases necessárias para o descanso dos pequenos, explica a Dra. Ana Lúcia Dias.

As crianças, no geral, começam a dormir direto sem acordar para mamar a partir dos 3-4 meses de vida. Desde que a amamentação seja adequada e tenha rotina durante o dia, deixa claro a Dra. Ana Lucia.

Veja a seguir um quadro onde a Dra. Maria Lucia sinaliza o quanto as crianças precisam dormir nas diversas fases de seu crescimento.

Bebês (de 1 à 24 meses) – eles precisam dormir até 18 horas por dia. Por isso, são considerados os maiores sonhadores.

Crianças de 2-7 anos de idade – crianças nessa faixa etária precisam dormir de 8-10 horas por noite. Um soninho de 1 hora ou 2 vezes durante o dia também é recomendado.

Idade em idade escolar (após os 7 anos até o início da adolescência) – precisam dormir no mínimo 8 horas por noite. Nessa fase elas não dormem mais durante o dia.

Adolescência (dos 13 anos em diante) – também precisa dormir 8 horas todos os dias para ter bom rendimento escolar e humor para as atividades do dia a dia.

Qual o melhor horário para dormir?

Outra coisa importante que os pais precisam saber é que os bebês e as crianças até 7 anos devem e precisam deitar antes das 20 horas. Isso é essencial para que às 8 da noite estejam dormindo com os olhos fechados para permitir o bom desempenho do hormônio do crescimento, acrescentou a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Você sempre pode contar com o Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, para tirar todas as suas dúvidas. Se quiser saber mais sobre o sono da criança acesse: https://goo.gl/z7J7Ac

Homeopatia e a internação Infantil

A saúde e o bem-estar de seus filhos é a maior preocupação dos pais. Por isso quando as crianças passam por algum problema de saúde que leva a internação infantil esse é um momento muito delicado para toda a família. Uma vez que os corpos em desenvolvimento são mais suscetíveis a doenças.

A homeopatia é uma ciência ideal para os pais que desejam proporcionar alívio nos sintomas das doenças genéticas ou naturais comuns da infância. Assim como ajudar as crianças a crescerem mais fortes e saudáveis.

No Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, a Dra. Ana Lucia vai falar um pouco sobre os principais problemas que podem levar a internação infantil.

Se a criança realizar o tratamento homeopático corretamente, com família levando os pequenos as visitas ao médico no tempo correto. Provavelmente, a internação pode ser evitada e proposto o tratamento na residência da criança, tranquiliza a Dra. Ana Lucia Dias.

Quais as maiores causas de internação das crianças?

Com relação aos bebês até quatro meses os quadros de febre alta, situações de comprometimento respiratório importante como as bronquiolites são a maiores causas de internação.

Já as crianças maiores as convulsões recorrentes, quedas de altura, e os acidentes importantes são as maiores causas de internação infantil. Explica a Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Mas o que os pais podem fazer para evitar a internação infantil?

O que os pais podem fazer para evitar a internação infantil é cuidar da alimentação de seus filhos desde o nascimento. Manter o aleitamento materno, exclusivo, até os seis meses de vida. Depois desse período é preciso manter uma alimentação mais balanceada e saudável, preferindo sempre os alimentos naturais e comida caseira, indica a Dra. Ana Lucia.

Ainda segundo a Dra. Ana Lucia os pais precisam entender e respeitar as crianças em todas as diferentes fases de sua vida. Entretanto, isso não significa que devem fazer todas as vontades da criança. Mas sim por meio da verdade apresentar limites, estimular a amizade, fraternidade e amor para criar um adulto saudável e feliz.

Se quiser ler mais sobre bronquilite e crianças acesse: https://goo.gl/8YxLBN

Emergências médicas infantis e o tratamento homeopático

Como seres em construção as crianças estão sempre se movimentando com o objetivo de desvendar o mundo que as cerca. Por isso toda vez que as crianças ficam amuadas, tristonhas e sem aquele brilho nos olhos os pais suspeitam logo se tratar de emergências médicas infantis. Dá um aperto no coração perceber que o seu filho está doentinho, mas isso não é motivo para se desesperar. Afinal são coisas que acontecem.

O melhor sempre é manter a calma e procurar ajuda médica.

Assim para facilitar a vida dos pais que não sabem como agir nesse momento tão delicado, que a Dra. Ana Lucia Dias Paulo decidiu compartilhar algumas dicas para os pais ajudarem os filhos quando surgem as emergências médicas infantis.

Os pais devem procurar o pronto-socorro somente nos casos em que não tenham um pediatra de sua confiança para dar atendimento. Ou quando o próprio pediatra oriente a visita ao pronto-socorro.

O pronto-socorro deve ser procurado em situações de mais graves como quedas, fraturas, contusões importantes, quadros clínicos como queimaduras, vômitos ou diarreias intensas, explica a Dra. Ana Lucia.

Os pais podem fazer uma avaliação rápida da situação da criança usando como parâmetro o estado geral do pequeno. Se o humor, apetite e ânimo, estiver comprometido ou alterado isso pode ser indicativo de que de a criança precise de atendimento imediato.

As emergências médicas infantis mais comuns

As doenças pulmonares, principalmente, levam os bebês ao pronto-socorro, pois os menores não possuem grande capacidade de eliminação do catarro e podem necessitar de atenção profissional para isso.

Ainda nos primeiros anos de vida são os acidentes na piscina, tanques ou até mesmo cozinha e ambientes domiciliares que os pais devem ficar mais atentos e orientar os pequenos a evitar ou monitorar as crianças nesses locais.

As queimaduras, torções, fraturas e intoxicações alimentares são mais frequentes nas crianças maiores e adolescentes. Por isso acompanhar os filhos nas atividades do dia a dia pode ser a melhor solução a fim de prevenir esse tipo de problema.

Às vezes os pais acreditam que o problema dos filhos se tratar de emergências médicas infantis e correm com os filhos para o pronto-socorro. Como a homeopatia é uma ciência que trata individualmente o paciente, seja bebê, criança ou adulto, no atendimento pessoal, o médico assistente já pode orientar os pais nas diferentes situações apresentadas.

A Dra. Ana Lucia Dias Paulo destaca o risco que está presente nas visitas ao pronto-socorro, entretanto nos casos de emergências médicas infantis a visita é imprescindível. O que os pais podem fazer para reprimir a contaminação é evitar horários de maior fluxo de pessoas nesses serviços.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, mantêm o compromisso de tirar todas as suas dúvidas sobre saúde.

Doenças no ouvido na infância

Se o bebê está irritado, chorando mais do que o normal e puxando a orelha, isso pode ser um sinal de doenças no ouvido na infância. A dor de ouvido é um problema muito comum, particularmente em crianças. Os pais costumam ficar muito preocupados quando isso acontece. Entretanto a dor de ouvido é causada por uma infecção menor e, muitas vezes, melhorará em alguns dias mesmo sem tratamento.

O Blog Homeopatia e Saúde, um espaço informativo da Clínica Similia Homeopatia de qualidade em São Paulo – próximo da Av. Paulista, filiada ao Dr. Ariovaldo Ribeiro e a Dra. Ana Lucia Dias Paulo, apresenta mais um texto escrito pela Dra, Ana Lucia Dias que pretende sanar as dúvidas dos pais acerca das doenças no ouvido na infância.

Segundo a Dra. Ana Lucia o ouvido é uma câmara fechada, no qual a orelha, uma estrutura cartilaginosa, protege o conduto auditivo e todo o ouvido. O ouvido é o órgão que se comunica com todo o restante da face, principalmente seios da face, dentes, especialmente os molares (que ficam no fundo) e olhos. Podendo ser uma importante via de saída de secreções acumuladas nessas estruturas.

Por isso a criança pequena poderá sentir algum desconforto nos ouvidos no momento do nascimento dos dentes, sobretudo dos dentes do fundo (molares). Apesar de alguns dentistas não concordarem, os pediatras com certa frequência examinam as crianças e a única alteração encontrada é justamente o nascimento de algum dentinho. Que pode ser a causa de dor no ouvido.

Nessas situações o que pode aliviar a dor é aquecer o local, usando bolsa de água quente ou toalhas aquecidas. Sendo que o problema pode se resolver em questão de horas com a erupção dos dentes em questão.

A Dra. Ana Lucia Dias lembra que as doenças no ouvido na infância mais comuns são as otites, que podem ser otites externas eczematosas. Essa otite externa eczematosa pode se apresentar através de reação alérgica na pela da orelha, que pode acontecer em crianças alérgicas em diferentes áreas do corpo. Esse problema pode ser tratado pela homeopatia, mas levando-se em conta a totalidade da criança.

Doenças no ouvido na infância

Também temos as otites externas inflamatórias, aqui sim poderemos ter um processo inflamatório  do revestimento do conduto aditivo externo, que pode ser causado pelo uso das hastes flexíveis. Inflamação essa que pode descamar o conduto ou até mesmo contaminar o conduto. Assim, na medida do possível, deve-se evitar o uso de hastes flexíveis.

Outra causa de dor no ouvido é a natação, pois a água da piscina pode ficar presa no conduto dando dor até mesmo ao toque ou na mastigação.

Além das situações descritas acima, podem ocorrer ainda nessa região os furúnculos, que podem ser um nódulo inflamatório bastante doloroso, uma vez que chega ocupar a 1/3 do conduto.

Ainda existe a otite média, que compromete o ouvido médio. Problema que pode ser extremamente doloroso em crianças, sendo necessário atendimento, exame e tratamento imediato. Estas otites, bem como as recorrentes ou crônicas, podem ser tratadas pela homeopatia com grande taxa de sucesso, uma vez que é um tratamento personalizado.

Os cuidados em relação à saúde das crianças devem ser contínuos. Quanto as doenças no ouvido na infância, principalmente, em crianças que são mais suscetíveis a enfermidades nessa região, é preciso cuidado redobrado na piscina. O tratamento da água deve ser observado para que não seja mais um fator agravante. Os pais devem ficar atentos e ter os cuidados necessários quando as crianças forem expostas a mudanças de temperaturas, friagem ou vento, adverte a Dra. Ana Lucia Dias.

Com relação ao tratamento correto de piscina é preciso tomar alguns cuidados, visto que piscinas cloradas podem sensibilizar grandemente crianças alérgicas e as salinizadas podem além de ressacar demais a pele sensível das crianças estimular, ainda mais, a produção de muco nos alérgicos.