Monthly Archives: setembro 2015

Doação de Leite Humano

1º de outubro é o dia nacional de incentivo à doação de leite materno e o Blog Homeopatia e Saúde explica como realizar a doação, quem pode ou não doar. Leia, informe-se e compartilhe, para essa informação chegar a quem precisa.

O leite materno é o primeiro e o mais importante alimento humano. Até no mínimo 6 meses de idade é o único alimento recomendado aos bebês, devendo-se estender a amamentação até o 1º ano de idade. Ele evita inúmeras doenças além de já passar anticorpos para o bebê.

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No caso de bebês prematuros, muitas vezes as mães ainda não têm formado o leite e, nesses casos, é mais do que importante que as crianças sejam amamentadas. Por isso o banco de leite humano é tão importante. Pois através desse leite doado, muitos bebês ganham peso, e tem força para sair da UTI neonatal.

Mas muitas mães que amamentam seus filhos produzem leite em quantidade que sobra. Seus filhos ficam saciados e elas podem ajudar outras crianças.

Como doar?

Para mães que estão nessa condição de doadoras entre em contato com um banco de leite materno. Clique aqui e conheça o mais perto.

Semana do Aleitamento Materno.

Como tirar e armazenar o leite materno?

O leite deve ser retirado depois que o bebê mamar ou quando as mamas estiverem muito cheias. Ao retirar o leite é importante que você siga algumas recomendações que fazem parte da garantia de qualidade do leite humano distribuído aos bebês hospitalizados:

1- Escolha um lugar limpo, tranquilo e longe de animais;
2- Prenda e cubra os cabelos com uma touca ou lenço;
3- Evite conversar durante a retirada do leite ou utilize uma máscara ou fralda cobrindo o nariz e a boca;

4- Lave as mãos e antebraços com água e sabão e seque em uma toalha limpa.

Armazenamento:

– Escolha um frasco de vidro com tampa plástica, pode ser de café solúvel ou maionese;

– Retire o rótulo e o papelão que fica sob a tampa e lave com água e sabão, enxaguando bem;

– Em seguida coloque em uma panela o vidro e a tampa e cubra com água, deixando ferver por 15 minutos (conte o tempo a partir do início da fervura);

– Escorra a água da panela e coloque o frasco e a tampa para secar de boca para baixo em um pano limpo;

– Deixe escorrer a água do frasco e da tampa. Não enxugue;

– Você poderá usar quando estiver seco.

Para tirar o leite para doação, é ideal que seja de forma manual. Despreze os primeiros jatos ou gotas e inicie a coleta no frasco. Se a pessoa tiver dificuldade de retirar seu leite, procure apoio no Banco de Leite Humano mais próximo.

Quem não pode doar?

A doação é voluntária e indicada para mulheres saudáveis. Então, caso haja alguma doença ou tratamento médico em andamento, a doação não pode ser feita. Na dúvida, entre em contato com o banco de leite materno.

Doe, é uma forma de amor!

 

Primeira Dentição

imagesMamães e papais de primeira viagem – e aqueles mais experientes também – costumam se impressionar com as reações dos bebês quando estão nascendo os primeiros dentinhos. Mas a homeopatia pode ajudar nessa fase. Leia na integra o texto do Blog Homeopatia e Saúde e informe-se.

 

É comum que no processo de nascimento dos primeiros dentinhos, alguns transtornos aconteçam na vida de alguns pequenos, mesmo sendo um acontecimento absolutamente fisiológico. E, por serem acontecimento fisiológicos, tendem a se resolverem naturalmente.

Porém, em algumas crianças, essa passagem pode ser dolorida, mais “sofrida”, causando muito mais transtorno. Mas mesmo esses casos mais sofridos se resolvem naturalmente, trazendo um grande ganho ao sistema imunológico, ao final desse processo.

hqdefault“Observamos que os primeiros dentinhos, geralmente incisivos centrais inferiores, nascem por volta dos 5-6 meses de idade, mas podem vir um pouco antes em algumas crianças mais apressadinhas. E as mesmas podem apresentar uma certa irritação, o que as leva a colocar suas próprias mãos ou algum outro objeto na boca a fim de promover uma massagem e aliviar o incomodo, outros salivam demais, chegado a molhar vários babadores durante o dia, tudo é perfeitamente esperado para esta fase”, explica a Pediatra Homeopática Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Além dos desconfortos citados pela doutora, algumas crianças com maior pré-disposição podem apresentar febre. Essa febre pode chegar a 39 graus, uma vez que a dentição constitui um processo de natureza inflamatória.

“Nestes casos, qualquer terapêutica irá agir sobre os sintomas numa busca de alivio, uma vez que a resolução total depende do próprio organismo que deverá, a cada novo dente que nasce, se tornar mais forte, evitando este tipo de manifestação”, completa a pediatra.

A amamentação continua e em algumas crianças com maior intensidade de desconforto é indicada, pois a amamentação além de estimular o sistema imunológico comporta-se como uma massagem local. Os pais devem se manter calmos e com muita paciência.

“O bebê, por desconhecimento, pode morder o bico do seio da mãe; mas a mãe deve evitar qualquer reação impulsiva e pedir com amor e carinho que o bebê não morda mais. Por incrível que pareça, eles entendem a linguagem do amor e obedecem”, explica a doutora.

Outro ponto destacada pela Dra. Ana Lucia é que, à medida em que estes primeiros dentes começam a nascer, a escovação deverá ser estimulada. Vale ressaltar que inicialmente essa escovação deve ser sem pasta somente com água e limpando as gengivas e os dentinhos. Até que pode se utilizar dentifrícios isentos do flúor enquanto os pequenos não sabem cuspir, pois convém evitar que engulam o flúor.

denticao-bebe-dente-leite-20110810-originalApós a primeira dentição estar completa, o que ocorre em média aos 24 meses, um dentista pediatra pode ser procurado, com a finalidade de avaliar esta primeira dentição e possíveis orientações que sejam necessárias aos responsáveis.

Vale lembrar que homeopatia ajuda nesse processo todo, pois trata o indivíduo, seja ele a idade que tenha. “A terapêutica homeopática pode auxiliar com medicamentos que se adaptem ao quadro clinico da criança não só aliviando os sintomas, mas também aliviando as alterações de caráter emocional”, completa Dra. Ana Lucia Dias Paulo.

Emagrecer: O que funciona e o que não funciona?

Dietas milagrosas, que prometem ser definitivas, e receitas que promovem a eliminação dos tais quilinhos extras são divulgadas aos montes nas redes sociais, nos sites e nas revistas populares. Mas será que elas funcionam de verdade? O Blog Homeopatia e Saúde foi descobrir o que há por trás dessas promessas para ter o corpo perfeito. Leia, compartilhe e mude seus hábitos.

Antes de falarmos sobre o que dá certou ou não em uma dieta, é preciso entender que emagrecer e perder peso são coisas diferentes. Emagrecer é resultado da eliminação de gordura corporal. E perder peso significa diminuir quilos na balança (no geral). Acontece que uma pessoa pode perder peso, sem emagrecer. Viu como é diferente?

download (1)“Dependendo de como acontece essa perda de peso, a pessoa pode, na verdade, tornar-se mais gorda em termos percentuais. Por exemplo, o individuo eliminou peso às custas de perda de massa magra, de músculo, e a gordura dela se manteve. Então, do ponto de vista percentual ela está mais gorda”, explica Guilherme Artioli, professor doutor especialista do laboratório de Nutrição e Metabolismo da Escola de Educação Física e Esporte, e docente da Escola de Educação Física, ambos da Universidade de São Paulo, USP.

É importante saber que é possível, e até bem provável, emagrecer sem perder peso, uma vez que o músculo ocupa menos espaço do que a gordura. “É uma coisa que acontece frequentemente quando você faz exercício físico. Perde gordura, mas, ao mesmo tempo, aumenta a massa magra muscular. Então, o peso na balança praticamente não muda. Mas a pessoa emagrece e esse é um resultado muito importante do ponto de vista da saúde e, inclusive, da estética”, explica o especialista.

Para verificar se uma pessoa está mesmo emagrecendo, mais do que ficar atento ao número da balança, outros pontos têm que ser observados, como medidas e a porcentagem de massa muscular que ela tem. Esse valor de massa magra é obtido através de um exame simples, chamado “biopedância” ou em balanças especiais, que a pessoa deve subir sem os sapatos, para que seja medida a porcentagem do corpo de músculos, gordura, ossos, etc.

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Dietas funcionam?

A maioria das dietas propõe retirar itens da alimentação, ou seja, restringir o que se consome. Do ponto de vista do peso, essas dietas podem ser eficazes, pois realmente a pessoa pode eliminar quilos. Porém, uma pessoa pode até conseguir restringir sua alimentação por um tempo, mas a aderência (permanência) em longo prazo dessas dietas restritivas é extremamente baixa.

“Existem estudos que analisam a quantidade de pessoas que se mantêm na dieta ao longo do tempo. Mas depois de um ou dois anos é praticamente zero o número de pessoas que se mantém firmes na restrição. As pessoas vão abandonando essas dietas e até aqueles que possuem muita força de vontade não conseguem transformar essas dietas muito restritivas em hábitos para o resto da vida”, comente Guilherme Artioli.

Quando a pessoa que conseguiu perder peso (não necessariamente emagrecer) abandona a restrição alimentar, voltando aos hábitos alimentares anteriores, a tendência é recuperar o peso, junto com os antigos hábitos. É aí que mora o “efeito sanfona”, ou os ciclos de perder e ganhar peso. “Isso causa efeitos prejudiciais à saúde e já está bem descrito na literatura cientifica. Na verdade, a existência desses ciclos de perde e ganha peso é pior do ponto de vista da saúde, do que manter um peso elevado constantemente”, descreve o professor.

imagesO especialista apontou como prejudicial alguns métodos para emagrecer mais divulgados e praticadas atualmente: “Eu diria que a principal estratégia que as pessoas usam são as dietas restritivas e por dietas restritivas entende-se que as pessoas cortam algum nutriente. Por exemplo, cortam carboidrato ou diminuem muito a ingestão dele. Dieta restritiva também é cortar coisas especificas da alimentação. Ou ainda do ponto de vista calórico, diminuem muito o consumo alimentar geral.  São aquelas pessoas que ‘pulam’ o jantar ou diminuem muito a quantidade de alimentos em todas as refeições. Isso inclui a maioria das dietas da moda do tipo emagreça três quilos em cinco dias, cada um inventa a sua, mas são todas dietas restritivas”, relata Guilherme Artiolli.

Outro ponto a se observar quando se restringe a alimentação que normalmente será de algo que a pessoa gosta, e tem o hábito de consumir, e isso pode desenvolver um caso de compulsão. “Quanto mais a pessoa se priva mais ela pensa naquilo que ela não pode comer. Cedo ou tarde, ela vai ceder à tentação e na hora que ela se permitir, ela terá um episódio compulsivo é muito grande”, expõe o doutor.

 

Qual a solução?

images (1)A alimentação é importante para se manter saudável e para ter qualidade de vida, mas é também uma fonte de prazer. Por isso, o especialista recomenda que ter uma relação saudável com a comida é muito mais importante do que pensar no que pode ou não comer. Aprender a ter prazer com a alimentação não é consumir um único alimento compulsivamente, até não aguentar mais. Pois isso não é uma relação equilibrada.

Resumir a alimentação no pensamento “devo ou não comer isso?” é muito superficial. A questão é “eu sinto desejo de comer esse alimento e o quanto eu desejo comê-lo?”. Algumas vezes, as pessoas comem quantidades absurdas de um tipo de alimento e nem se dão conta de que estão comendo tanto. É a velha história de abrir um pacote de salgadinho ou pegar uma barra de chocolate, ligar a televisão e começar a comer. No começo você até sente o sabor, aquilo te agrada, te dá prazer. Mas, de repente, você está prestando atenção no filme ou em outra coisa e o ato de comer continua. Nem se dá mais conta que está ali num ato mecânico, mas, quando dá conta, já foi uma quantidade exagerada. Então, vem o sentimento de culpa e a experimentação de sensações negativas do ponto de vista psicológico.

Em nutrição existe um conceito chamado mindfull eating, que significa comer consciente. Quando for comer, pense: “Eu vou escolher meus alimentos com base no que mandaram eu comer, no que eu gosto ou no que eu quero naquele momento?”. Por exemplo, digamos que já tenha almoçado, quer uma sobremesa e gosta muito de chocolate, mas escolhe comer uma maçã e passa o resto do dia pensando no chocolate que não comeu. Na hora em que for comer esse chocolate, a chance de consumir uma barra inteira é enorme. Mas se você tiver consciência de que quer comer chocolate agora, vai comer chocolate agora, e não precisará de uma barra inteira, será apenas suficiente para se sentir satisfeito.“Essa é a relação que devemos ter com o alimento, muito mais do que ficar buscando um único jeito certo de se alimentar. Os alimentos que fazem bem, ou o bonzinho ou o vilão. Esse modo de pensar a alimentação que eu creio ser errado”, explica Guilherme.

Para o professor doutor, a melhor, mais saudável e duradoura forma de emagrecer é por meio de uma reeducação alimentar, que faz você ter um relacionamento saudável com a comida e pela prática constante de atividade física:

“Então o ideal é que consiga fazer mudanças nos seus hábitos, que aprenda a se relacionar com a alimentação de tal forma que possa obter o prazer de se alimentar e ao mesmo tempo fazer isso de uma forma saudável e equilibrada. Isso poderia levar a uma perda de peso ou emagrecimento significativo e sustentável em médio e longo prazo. Se tudo isso for combinado com prática regular de exercícios físicos o resultado será ainda melhor”, concluí o especialista.

 

Ser Mulher – Sexualidade e sua saúde!

Blog Homeopatia e saúde, por meio da série “Ser Mulher” traz esse mês um tema indispensável para a saúde, não apenas da mulher, mas de todos os adultos: Sexo: Vamos desvendar o mito e entender qual sua importância para se ter uma vida plena, feliz e saudável.  

images (1)Na maioria dos animais, incluindo nessa lista o bicho homem, o sexo tem uma função biológica, ou seja, é necessário para procriação, para a preservação da espécie. Mas, também, na maioria das espécies, o desejo sexual está ligado de perto à fertilidade. Por isso a cadela só cruza no cio e, por isso também, que quando a mulher ovula, seu desejo sexual aumenta. É biológico.

Além da função biológica, o sexo tem na vida do bicho homem uma função social. É o “motivo” para nossa entrada na fase adulta. Pois, diferente da criança que recebe carinho, proteção, cuidado, precisa ser cuidada, o adulto fundamentalmente cuida de si, e dos outros. Por isso sair de perto dos pais é como um rito de passagem para a fase adulta, o momento que o indivíduo passa a cuidar de si mesmo. Nesse contexto o sexo é o motivo, o motor que leva esse indivíduo a ter momento de passagem para a vida adulta.

Segundo o Dr. Adailton Salvatore Meira, médico, ginecologista, obstetra, sexólogo e especialista em constelação familiar (nosso próximo tema da série Ser Mulher, em outubro), o sexo é estímulo que faz o filho sair de perto do pai e da mãe. E o que faz tanto o homem quanto a mulher buscar ter independência.

“Tradicionalmente o filho não transa na casa do pai e da mãe, ele vai ter que sair de lá, vai ter que ter a vida dele. Sexo é o estimulo que leva o homem e a mulher a crescer, a caminhar para a vida adulta. E a função para afasta-se dos pais. O que te faz comer é a fome. O sexo é o que faz você crescer, sair dos cuidados infantis e viver uma vida adulta”, explica Dr. Salvatore.

Saúde física e saúde emocional

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A saúde física vem do que conhecemos, da alimentação, exercícios, corpo, etc.. Já a saúde emocional está ligada ao que sentimos. Nesse contexto é fundamental uma relação afetiva saudável e nessa relação saudável o sexo faz parte da equação.

“Uma relação afetiva saudável é quando não há dependência um do outro. Eu sou responsável pela minha saúde, pela minha felicidade e você é responsável pela sua saúde, pela sua felicidade. A relação sexual é o motor para que você busque uma vida afetiva saudável. A relação sexual cria um enlace, para que busquemos uma relação afetiva saudável. O sexo é a ligação para esse equilíbrio no relacionamento”, contextualiza o especialista.

Autoestima

autoestima1Essa passagem para a vida adulta, acarreta para todos uma mudança de comportamento. Quanto nos vemos como adultos, quebramos o papel que nos foi dado quando crianças, de ser cuidado pelos outros e passamos a viver para nós, a nós cuidar. Nesse momento assumimos quem somos, nossas responsabilidades e passamos a ter confiança em nós.

Por isso a autoestima está diretamente ligada à sexualidade. Se nesse momento, de busca de um parceiro, falta confiança em si, o relacionamento passa a “o motivo da felicidade”. E como o doutor Adailton disse lá atrás, num relacionamento saudável cada um é responsável por sua saúde, por sua felicidade.

A pessoa tem baixa autoestima quando não vive sua vida, fica preocupada com o que os outros pensam, ou seja, está no papel infantil, que foi dado para ela quando ela ainda era criança e ela ainda não conseguiu seguir em frente.

“Quando a mulher não consegue se assumir no que ela é, ela não consegue viver uma boa sexualidade. Por exemplo são aquelas pessoas que tem vergonha da nudez, de se mostrar par o outro, ou ficam presas a conceitos religiosos, impostos quando são crianças. ”

O fundamental para as pessoas, e nesse caso em especifico para a saúde da mulher, é a tomada de consciência. Ou seja, trazer para você a responsabilidade daquilo que antes estava no seu inconsciente. As informações salvas no inconsciente levam a atitudes e decisões automáticas. A tomada de consciência de cada uma é individual. Cada um acha seu caminho.

“Algumas fazem terapia, outras fazem meditação, outras yoga, outras dança, sendo que a constelação familiar sistêmica é uma dessas formas. Num primeiro momento essa tomada de consciência é dolorida. Abrir a janela do inconsciente e olhar é dolorido, mas depois passa a ser bom, porque é liberdade. Vem a saúde plena com suas escolhas”, completa Dr. Adailton.

Equilíbrio no relacionamento

Sexo é uma força de conexão, é o que leva para buscar o outro. Mas quando a canseira, o stress deixa um do casal esgotado, essa força fica comprometida, e consequentemente o desejo sexual diminui. Mas quando a pessoa está feliz, satisfeita com o trabalho que exerce, com os resultados, equilibrada, é natural que o desejo sexual aconteça no relacionamento.

“O problema é quando há uma diferença do desejo no casal, quando um tem a mais que o outro. Nesse caso um acaba sublimando esse desejo, em função de manter esse relacionamento que passa a ser o alvo mais importante”, comenta Dr. Adailton.