Monthly Archives: agosto 2014

Autoestima – a construção começa na infância

Na difícil tarefa de criar os filhos muitos pais, mesmo sem querer, acabam destruindo a autoestima do filho, tornando-o sério candidato à baixa autoestima na vida adulta 

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Criar um filho exige muito mais que alimentação, roupas e presentes. O adulto que queremos que nosso filho seja um dia começa a ser moldado na infância, e, sim somos diretamente responsáveis pelo tipo de pessoa que nosso filho irá se tornar.

Chamamos de autoestima o sentimento de valor que uma pessoa tem sobre si mesma. Na missão de moldar essa confiança nos filhos, alguns pais escorregam e, por vezes sem querer, conseguem reproduzir o efeito contrário e criar uma criança que crescerá achando que é incapaz, com tendência a se desprestigiar.

Você está fazendo isso certo?
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Não existe fórmula mágica para se criar uma criança, mas é sabido que alguns ‘ingredientes’ não podem faltar: afeto, atenção, liberdade e sinceridade são muito mais importantes na construção do caráter do que coisas materiais. As crianças são muito sensíveis e, qualquer sinal de desequilíbrio vindo dos pais, faz com que ela perca o controle também.

A construção desde cedo da autoestima contribui para o desenvolvimento de uma criança mais tranquila, que lida melhor com frustrações, com maior capacidade de aprendizado e criatividade extrema. Na vida adulta, isso reflete em pessoas independentes, determinadas e seguras. Do contrário, a baixa autoestima apresenta indivíduos que sofrem por terem medo de errar, sem coragem de ousar por estarem presas a modelos sociais.

Mas, nem tudo são flores. Como colaborar para a formação positiva da autoestima de nossos filhos?

Devemos lembrar que as crianças são reflexo dos pais. Então, trabalhar a própria autoestima e buscar o equilíbrio e a aceitação sobre si próprio é, efetivamente, a principal atitude a ser tomada.

Muitas vezes, na hora da raiva, acabamos dizendo coisas duras demais para os pequenos que são muito sensíveis. Tomar cuidado redobrado com o que dizemos aos nossos filhos, evitam os traumas que em alguns casos, são irreversíveis.

Por outro lado, os elogios sinceros – e seu filho sabe quais são de verdade – são o maior incentivador da autoestima que uma criança pode ter.

A regra é simples: meça muito bem as palavras e sempre que merecido, elogie!

Cala a boca já morreu!

A melhor maneira de preservar seu filho é mantê-lo longe dos seus problemas de adulto e desenvolver com ele uma relação de confiança e respeito. O pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, listou no portal UOL 10 coisas que os pais jamais devem dizer às crianças. A lista,você confere aqui.

 

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Enalteça as qualidades de seu filho, o prêmio vem à longo prazo mas seu valor é imensurável!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tristeza infinita

A DEPRESSÃO É UMA TRISTEZA PROFUNDA, CAUSADA POR DIVERSOS FATORES; E PODE SER TRATADA COM HOMEOPATIA

O assunto de hoje é a depressão. O noticiário das últimas semanas trouxe diversas informações sobre o tema, com destaque para o suicídio de dois comediantes motivados pela doença. Aqui no Brasil, o membro do grupo “Hermes e Renato”, Fausto Fanti, cometeu suicídio aos 35 anos. Com repercussão ainda maior, a passagem do ator e comediante Robin Williams, aos 63, causou ainda mais comoção e nos levou a refletir sobre o tema.

Robim William cometeu suicídio aos 63 anos

Robim William cometeu suicídio aos 63 anos

Depressão é, realmente, uma doença? Não é um “fricote”? De que maneira a homeopatia pode auxiliar quem está depressivo? Qualquer pessoa está suscetível à depressão?

Não é frescura

Para encontrar as respostas para essas e outras questões, conversamos com o Dr. Francis Mourão, psiquiatra e homeopata.  E ele já iniciou a conversa afirmando: “a pessoa realmente está sofrendo, e muito. E os casos de suicídio são bastante comuns”, alerta.

A depressão surge de uma combinação de elementos: fatores genéticos (ainda não determinados pela medicina); fatores psíquicos (relacionados à vivência anterior de cada uma das pessoas); fatores ambientais (a maneira como está estruturada a família e a educação passada de pais para filhos) e, finalmente, fatores biológicos (que causam alterações dos neurotransmissores de serotonina, prejudicando as sinapses).

A profunda tristeza causada pela depressão tira as esperanças do doente

A profunda tristeza causada pela depressão tira as esperanças do doente

Os medicamentos conhecidos como antidepressivos, antes vendidos como “pílulas da felicidade”, agem, apenas, nos fatores biológicos. Por isso, muitas vezes, fica a impressão de que a doença, a depressão, não está sendo combatida de maneira eficaz.

Além do medicamento

“Vivemos, hoje, um período que estimula a competição e o consumo”, resume o doutor Mourão, pontuando que, nem sempre, o indivíduo consegue corresponder às expectativas que nutre. Ele informa uma estimativa assustadora: até 2020, 20% da população mundial será acometida pela depressão. “Nosso modelo de sociedade e estilo de vida favorecem muito o surgimento da doença”, diz o médico.

Mourão reforça que a depressão e as dependências químicas – de álcool e outras drogas – estão muito associadas, e que não é possível determinar se é o vício que estimula a depressão ou o contrário. “O efeito das substâncias é passageiro. Logo vem a ‘ressaca’”.

Além disso a depressão é uma doença crônica, como a pressão alta. “Uma pneumonia tem começo, meio e fim, dura uma semana. O quadro depressivo nem sempre tem um começo claro; a pessoa está sempre no meio da doença e não sabe se, um dia, ela terá fim”, exemplifica.

O tratamento homeopático é eficiente no tratamento da depressão

O tratamento homeopático é eficiente no tratamento da depressão

Nesse sentido, o uso da homeopatia se apresenta como um método bastante eficaz no combate à depressão, já que, desde a consulta, a homeopatia analisa (e trata) todos fatores que influenciam a vida do paciente. “Não posso afirmar que, no combate à depressão, o antidepressivo seja o bastante. A ideia de uma doença puramente biológica não é real”, ressalta o doutor Mourão.

Apoio e cuidado

Ele lembra que a abordagem da homeopatia ao paciente e bem específica: consulta detalhada, acompanhamento de diversos aspectos, abrangência de remédios – que agem em várias frentes e, não apenas, no combate ‘biológico’ à depressão. E que o apoio da família é determinante para a cura do paciente.

O sofrimento do depressivo é real; doença é crônica mas tem cura

O sofrimento do depressivo é real; doença é crônica mas tem cura

“O sofrimento de um depressivo é muito grande, envolve a todos que estão ao seu redor. A tristeza contamina todo mundo”, avalia o médico, ressaltando a sensação de desesperança que um doente sente. “A pessoa [que está com depressão] começa a não ver saída, perde a esperança. É nesse momento que o suicídio aparece como uma opção”, ressalta.

Por isso, além do acompanhamento de um médico, o paciente precisa do apoio familiar. Mas não é para ficar com dó: “os parentes e amigos têm que intervir e fazer a pessoa procurar ajuda”, finaliza o doutor Francis Mourão.

Com o tratamento adequado, a depressão pode ser curada. Fique atento, não só às pessoas ao seu redor quanto a si mesmo. Não permita que a tristeza seja uma sensação infinita. Busque ajuda.

Ansiedade ou Transtorno de Ansiedade

Todos temos algum grau de ansiedade – e isso é positivo; entenda porque é positivo e quando deixa de ser bom e se torna doença.

A ansiedade é uma reação fisiológica do ser humano, assim como rir, chorar, sentir medo, estar triste, etc. E não é doença: é um mecanismo de defesa, que deixa a pessoa em estado de alerta diante de situações que possam representar alguma ameaça. Todos os animais vertebrados possuem esse sistema – do peixinho no aquário àquele senhor que dorme na cadeira de balanço.

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Os animais e pessoas preocupados, ou seja, ansiosos, foram, ao longo da evolução, favorecidos pela seleção natural. Imagine um cenário pré-histórico e um tigre-dentes-de- sabre aparece, silencioso, procurando alguém para jantar. Aqueles mais inquietos, atentos ao mundo ao redor tinham melhores chances de sobrevivência. Já os mais calmos e distraídos, portanto menos ansiosos, eram os primeiros a serem devorados.

Isso prova também porque vivemos em uma época que todo mundo, em maior ou menor grau, é ansioso. Se os mais calmos eram devorados por tigres-dentes-de-sabre, tiranossauros ou mamutes no período jurássico ou depois morriam mais rápido nas guerras antigas ou nas mais atuais, hoje, pela seleção natural, os ansiosos sobreviveram.

Apesar de não haver mais predadores vorazes à solta esperando o momento de nos atacar, a seleção natural ainda persiste quando analisamos outras ameaças. Cientistas da Universidade Stanford descobriram, por exemplo, que pessoas mais ansiosas perdem menos dinheiro em investimentos financeiros de risco. Isto porque quem é mais ansioso se preocupa mais e aprende mais rápido quando o risco de perder é real. A ansiedade pode ainda salvar a sua pele.

Quando vira doença?

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Durante o momento que uma pessoa está em estado de alerta para não ser atacada pelo predador ou para retirar seu dinheiro daquela aplicação, ou seja, vivendo um momento de ansiedade, ela passa por um processo fisiológico provocado pelo sistema nervoso. Essa experiência proporciona uma alteração de neurotransmissores associados à ansiedade (como a adrenalina, noradrenalina e cortisol) e traz como consequência sintomas físicos (como frequência cardíaca, suor, tremores, etc.) e aumento da percepção de “estar nervoso” ou “assustado”.

Segundo o Dr Francis Mourão, Médico Psiquiatra e Homeopata, a ansiedade pode ser diagnosticada doença quando as reações fisiológicas do sistema nervoso aparecem em intensidade desproporcional ao estímulo, com duração prolongada e gerando sofrimento na pessoa.

“Os sintomas fisiológicos mais comuns do transtorno de ansiedade são boca seca, dificuldade para engolir, palpitações, rubor, palidez, hiperventilação, dormência nos dedos, tremores e diarreia. É comum sintomas comportamentais, como evitar situações ou pessoas, ter ‘rituais’ como uma sequência que tenha que seguir para sair de casa, por exemplo, hipervigilância, prejuízo da atenção, insônia e redução da libido”, explica Dr Mourão.

Tratamento

A medicina alopática recomenda o uso de medicamentos como antidepressivos e psicoterapia.  “Como o objetivo do tratamento homeopático é o restabelecimento do equilíbrio energético do indivíduo, os medicamentos que indicamos para esses casos são para proporcionar uma convivência com a ansiedade de forma mais equilibrada, sem sofrimentos. É comum que a pessoa ao procurar um tratamento homeopático para a sua ansiedade já tenha passado por diversos outros médicos e esteja usando medicações alopáticas. Devido à fragilidade emocional do paciente, é recomendada a retirada gradual da alopatia e, ao mesmo tempo, inicia-se o uso do medicamento homeopático. Em minha experiência não tenho notado interferências entre uma e outra medicação”, explica o Psiquiatra e Homeopata Francis Mourão.

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Dr Mourão também explica que, assim como nos demais tratamentos homeopáticos, o medicamento não é indicado para um sintoma apenas, relacionado à ansiedade, mas para a totalidade de sintomas do indivíduo. “Apesar de sabermos que alguns medicamentos apresentam melhores resultados aos sintomas de ansiedade, a prescrição homeopática deve corresponder à totalidade sintomática do indivíduo e a sua maneira de se relacionar com o mundo de forma geral.”

O especialista lembra, também, que são indiscutíveis os benefícios da atividade física nesses casos, pois a liberação de certos neurotransmissores como endorfinas por meio de exercícios físicos provoca uma sensação de bem estar. Isso aliado ao suporte de psicoterapia pode diminuir o sofrimento do paciente, agilizar o tratamento e proporcionar mudanças comportamentais.

Amamentar é preciso

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O melhor alimento para bebês de 0 a 6 meses é sem sombra de dúvidas o leite materno.

Na semana mundial de aleitamento materno, dando continuidade ao texto “Amamentar: mais que um ato de amor”, vamos falar um pouco mais sobre a amamentação e seus benefícios. Também abordaremos as opções de substitutos nos casos raros em que a mãe por algum motivo não pode amamentar. 

 

Para o bebê, leitinho da mamãe

Alguns minutos após o parto, se este foi normal, e algumas horas, se foi cirúrgico, já se observa o aparecimento do colostro, que é bem branquinho, de aparência fina. Ele corresponde a uma parte inicial do leite, materno rico em açúcares e minerais para repor ao recém nascido toda energia despendida no parto.Do terceiro dia em diante, mais ou menos, já se percebe a descida do leite materno,  mais espesso e de cor branco mais leitoso, que se intensifica no passar dos dias.

O aleitamento materno deve ser estimulado e mantido por 6, 8, 12 meses. Até 6 meses é recomendado o aleitamento exclusivo em livre demanda (numa média de uma mamada a cada 3 horas totalizando de 6-8 mamadas por dia, sendo 1 ou 2 durante a noite).

 

E se o leite materno for insuficiente?

ATE-QUANDO-AMAMENTAR-PARTE-1 A verdade é que não existe leite insuficiente. Como explica a Dra. Ana Lúcia Dias Paulo, pediatra homeopata: “Devemos, primeiramente, ter o entendimento que, como mamíferos que somos, cada mãe produz quantidade e o tipo de leite mais apropriado para o seu filhote, sendo assim, a quantidade de leite materno deve ser ajustada as necessidades do bebê. Com o crescimento dele e o ganho de peso do filho, naturalmente  a produção do leite materno  aumenta na mesma proporção.

Nos casos em que o leite fica insuficiente, devem ser analisadas algumas questões como: alimentação da mãe, a quantidade de água, fatores emocionais, entre outros”

Lembrando que todo líquido que a mãe ingere participa da formação do leite materno sendo a água, sem dúvidas,  o melhor e  mais adequado.

Existem situações específicas em que há real necessidade de complementar a necessidade do bebê, mas estas devem ser muito bem analisadas pelo pediatra. Vale sempre lembrar que o ideal para bebês humanos é o leite humano, se possível, da própria mãe.

Aleitamento misto Quando algum outro leite é oferecido ao bebê além do materno chamamos de aleitamento misto. Conheça algumas possibilidades de complementos lácteos, lembrando que não devem nunca ser oferecidos por conta própria, uma vez que qualquer leite que não seja o  materno, pode ser responsável por situações de intolerância alimentar e consequente surgimento de alergias alimentares.

 

Leite de arroz?

leite-de-arroz3 Quando se trata de aleitamento misto, temos algumas opções além do leite de vaca para esse complemento. É muito comum pediatras alopáticos indicarem aquelas fórmulas lácteas que nada mais são que leite de vaca modificado adaptado à necessidade do bebê, porém existem mais opções, inclusive de leites de origem vegetal, menos agressivos ao delicado sistema digestivo e intestinal do bebê. Veja aqui a descrição básica de cada tipo de leite:

1. Leite de Vaca – com certeza, devemos saber que este leite  deve ser mais apropriado para os bezerros, que são  bebês mamíferos muito maiores que os bebês humanos, portanto, os leites destas 2 mães muito zelosas tem algumas diferenças bastante relevantes. O leite de vaca tem o dobro de proteína que o materno, mas é uma proteína super pesada que lhe confere um aporte maior de calorias, mais que o triplo de cálcio, bem como quantidades de ferro alto,  porém de baixa absorção e principalmente mais que o dobro da quantidade de sal (sódio), e estes minerais juntos em quantidades maiores que o necessário, podem ocasionar ao bebe humano uma série de  consequências:

– anemia por deficiência de absorção do ferro e pelos baixos teores de vitamina E,  e de cobre.

– sobrecarga dos rins ainda imaturos dos bebês, com prejuízo na absorção de cálcio e mineralização dos ossos do lactente, além de comprometer o desenvolvimento da função renal no futuro pela presença de grande quantidade de sódio.

Além de ser deficiente em várias vitaminas, uma vez que o bezerro tem muito menos movimento físico e cerebral que o bebê humano, o que pode determinar um atraso do crescimento e desenvolvimento do lactente.

Todo este desajuste alimentar pode determinar no bebê o aparecimento das cólicas, distúrbios nutricionais e diminuição do apetite futuro desta criança. A intolerância ao leite de vaca pode provocar a presença da constipação intestinal, ou até mesmo diarreia intensa, em bebês pelo  teor e o tipo da gordura presente no leite da vaca.

Cabe comentar que as fórmulas infantis  prontas que existem no mercado para consumo de bebês menores de um ano, são em geral preparadas a partir do leite de vaca modificada, e muitas delas ajustadas as necessidades dos bebês, e a escolha da mais apropriada  deve ser decidida em parceria com o médico pediatra que acompanha a criança, tendo este maiores recursos e conhecimento para auxiliar na escolha da fórmula mais apropriada para a idade e desenvolvimento do lactente.

2. Leite de Cabra – Por ser um leite também de origem animal, apesar da cabra ser um animal de menor porte em relação a vaca,  também este leite pode apresentar uma capacidade  causar anemia e semelhante ao leite da vaca.  Mas, em ambos, a anemia só se manifesta se forem usados como alimento exclusivo por tempo prolongado, pois, este fato deverá ser compensado pela introdução da alimentação por volta do sexto mês do bebê. Quando puro deve ser oferecido ao bebê sempre fervido por 5 minutos e diluído inicialmente a 50%  e depois a 1/3 e finalmente puro conforme a tolerância e necessidades da criança. Atualmente já é possível encontrar este tipo de leite já industrializado no comercio.

3. Leite de Soja – já encontrado industrializado no comércio. A soja apesar de um vegetal tem grande teor de proteínas muito próximo ao leite de origem animal, porém de melhor digestibilidade, sendo assim amplamente indicado para bebês acima dos 2 meses de vida com intolerância aos leites de origem animal, devendo ser ajustado a idade e necessidades do bebê.

4. Leite de Cereais ou Leite de Arroz– Também pode ser uma boa alternativa para bebês com intolerância aos leites de origem animal e insuficiência do leite materno. O uso destes também deve ser analisado e ajustado ao bebê pelo pediatra ou pelo medico assistente. Temos: – leite preparado com grãos de arroz integral tostado (505), farinha de aveia integral, farinha de soja e sementes de gergelim. Este leite poderá ser indicado para bebês após o terceiro mês de vida e já é possível encontrar leite de cereais, ou de arroz  industrializado em comercio especializado.

5. Leite de Amêndoas – A amêndoa é um alimento riquíssimo em gorduras e contém  proteínas de alto valor biológico, e com seu alto teor de ferro pode combater a anemia.

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