Monthly Archives: maio 2014

Um tapinha não dói?

Como construir uma relação de respeito com seu filho e educá-lo sem precisar apelar para violência física, verbal ou psicológica. 

Bater educa? Imagem meramente ilustrativa

Bater educa? Imagem meramente ilustrativa

Foi aprovada no último dia 21 a Lei da Palmada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados. A lei, que foi rebatizada de “Menino Bernardo” ainda tem que passar pelo Senado e divide opiniões. Existem pais defensores do tapinha no bumbum como forma de educar seus filhos e outros que são absolutamente contra.

Para especialistas bater no filho para conseguir com que ele te obedeça é uma armadilha ilusória de que você está no controle, mas que na verdade acarreta aspectos negativos na formação do seu filho como ser humano. A psicóloga infantil Daniela Freixo de Faria fala em seu canal no youtube que as crianças de hoje tem uma intolerância maior a falta de respeito e que viver o respeito em casa é extremamente positivo pois traz para o ambiente familiar harmonia, amor e superação de desafios.

Seu filho te respeita? E você, respeita seu filho? 

Seu filho é seu espelho: toda ação e comportamento que ele apresenta é, na verdade, reflexo de como os pais se comportam. Ensinar a respeitar vai além de conter as birras, muitas vezes, somos exemplo de falta de respeito: como nos comportamos no trânsito, como tratamos as outras pessoas, como cuidamos do meio ambiente e dos animais. Nossos filhos observam-nos o tempo todo e desta observação formam seu olhar sobre o certo e o errado.

Imagem reprodução

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Uma relação baseada em respeito mútuo, demora (até anos) para ser construída, mas ela leva para o ‘respeitar e ser respeitado’, ensina a criança a perceber quando está desrespeitando outras pessoas e ensina aos pais que as crianças são seres com sentimentos e que precisam ser respeitadas desde sempre.

E não para por ai: gritos, ameaças, humilhações e xingamentos são tão nocivos quanto bater numa criança.

Em entrevista ao portal ‘mulher’ do UOL o pediatra Moises Chencinksi explica que  “Se não se bate mais, por ser politicamente incorreto, e de fato inadequado, busca-se outras formas de ‘opressão’ para ‘educar’: gritar, castigar, xingar, ofender, humilhar…”
Partindo dessa lógica o especialista  propõe um questionamento: quem gosta de ser humilhado? Quem aprende algo assim? Quem pode ser feliz sendo tratado dessa forma?

Educar sem bater é possível!

Você pode até achar que uma agressão leve como um tapa no bumbum não faz mal, afinal de contas, quando a criança é corrigida com um ‘tapinha’ você consegue que ela pare de fazer o que estava te incomodando.

Segundo a terapeuta Daniela Freixo, a grande verdade por trás desse tapa é que a criança só para por que tem medo e isso só fará com que os tapas e a cena se repitam.
O caminho da educação pela violência gera medo, distanciamento e mentiras. Ensina à criança, principalmente que: ela deve temer os pais e que deve resolver seus problemas com o emprego de violência.

Imagem: Reprodução do blog pensaralem

Imagem: Reprodução do blog ‘pensaralem’

Respire fundo e conte até dez

Embora pareça difícil, a missão de educar sem desrespeitar não é impossível. O melhor mesmo é contar até dez e usar o diálogo como seu aliado. Vale sair de perto e dizer à criança que só voltará a conversar com ela quando ela (e você) se acalmar.
A rede “Não bata, eduque” defende a educação positiva e dá algumas dicas do que fazer para não precisar recorrer às palmadas na hora de educar seus filhos:

1. Se acalme – Respire fundo antes de chamar a atenção de seu filho ou filha. Evite discutir os problemas enquanto estiver com raiva, porque nesses momentos podemos dizer coisas inadequadas para a aprendizagem das crianças, que podem magoá-las tanto quanto nos magoariam se fossem dirigidas a nós.

2. Sempre tente conversar com as crianças, mantendo abertos os canais de comunicação – Entender porque algo está acontecendo ao conversar com a criança é o primeiro passo para encontrarem a solução juntos.

3. Seja o exemplo – É preciso que você mantenha um comportamento que possa ser seguido pela criança. Por exemplo, beber suco diretamente da garrafa irá ensiná-lo que esse é um comportamento adequado. Assim como falar mal das pessoas depois de encontrá-las. Seu filho aprenderá muito mais com o seu exemplo do que com o que você diz a ele sobre o que é certo ou errado.

Isso vale também para os pequenos atos de higiene do cotidiano: escovar os dentes, lavar as mãos antes de comer, etc. É mais fácil para a criança criar e manter essa rotina se você também a realiza.

4. Jamais recorra a tapas, insultos ou palavrões – Como adultos não queremos ser tratados assim quando cometemos um erro. Então não devemos agir assim com nossos filhos. Devemos tratá-los da maneira respeitosa como esperamos ser tratados por nossos colegas, amigos ou pessoas da família, quando nos equivocamos. Precisamos compreender que as crianças são seres humanos como nós adultos.

5. Não deixe que a raiva ou o stress acumulados por outras razões se manifestem nas discussões com seus filhos – Seja justo e não espere que as crianças se responsabilizem por coisas que não lhes dizem respeito.

6. Converse sentado, somente com os envolvidos na discussão – Isso contribui para uma melhor comunicação. Mantenha a calma e um tom de voz baixo, segure as mãos enquanto conversam. Ocontato físico afetuoso ajuda a gerar maior confiança entre pais e filhos e acalma as crianças.

7. Considere as opiniões e ideias dos seus filhos – Muitas vezes as explicações sobre o ocorrido não são nem escutadas pelos pais. É importante ouvir o que as crianças têm a dizer. Tome decisões junto com eles, comprometendo-os com os resultados esperados. Se o acordo funcionar, dê parabéns. Se não funcionar, avaliem juntos o que aconteceu para melhorarem da próxima vez. A conversa é fundamental.

8. Valorize e elogie as atitudes positivas – Ela colocou a roupa suja no cesto de roupas, fez um desenho para você, amarrou o calçado sozinha ou colocou no lugar algo que você pediu? Elogie. Todas essas pequenas coisas são frutos de um esforço da criança, e o elogio é um estímulo.

9. Busque expressar de forma clara quais são os comportamentos que não gosta e te aborrecem – Explique o motivo de suas decisões e ajude as crianças a entendê-las e cumpri-las. As regras precisam ser claras e coerentes para que as crianças possam assimilá-las.

10. “Prevenir é melhor do que remediar, sempre” – Criar espaços de diálogo com as crianças desde pequenos colabora para que dúvidas e problemas sejam solucionados antes dos conflitos. Integrá-las nas atividades do dia a dia evita que tentem chamar a atenção de outras formas.

Se precisa fazer compras e terá que levar seu filho pequeno, você pode deixá-lo ajudar nas compras, conversando com ele sobre o que está comprando. Peça para ele falar o que acha de um determinado produto. Se for uma criança mais velha, ela pode ter maior mobilidade e ir pegar outros produtos enquanto você está em outro setor do supermercado.

11. Peça desculpas, todos erramos – Caso tenha errado e se arrependido, peça desculpas às crianças. Elas aprendem mais com os exemplos que vivenciam do que com os nossos discursos.

12. Procure compreender a criança e saber o que esperar dela – Uma criança de um ano e meio já consegue se alimentar sozinha e este é um comportamento que deve ser estimulado pelos pais e educadores. Mas é preciso paciência e, ao invés de se irritarem com a possível “lambança” que a criança irá fazer, estimule-a a se alimentar por conta própria. Plástico ou jornais embaixo da cadeira que a criança está comendo torna mais fácil a limpeza do local depois da refeição.

13. Deixe as consequências naturais do comportamento inadequado acontecerem ou aplique consequências lógicas – Consequência natural: a criança está brincando de maneira violenta com seus brinquedos. Você a avisa que ele pode se quebrar, mas ela continua a brincar da mesma maneira até que ele finalmente se quebra. Logo em seguida ela pede para você comprar outro. Neste momento, você deve relembrá-la do aviso que lhe foi oferecido e negociar com ela esta nova compra.

Consequência lógica: a criança não cumpre com o que foi acordado com os pais sobre xingar os irmãos. Ela, então, ficará no “cantinho do castigo” o tempo adequado para a sua idade.

Aproveite as frutas da Estação!

No outono as folhas caem, o clima muda, com dias mais curtose noites mais frias. A umidade do ar diminui. Há mais neblina no início da manhã. Além de afetar o nosso guarda-roupas, o clima também afeta nossa dieta. Comidas especiais, sopas e frutas de época são mais consumidas. Selecionamos algumas frutas que são facilmente encontradas nessa época do ano, para ajuda-los na hora de escolher a melhor opção no mercado.

Abacaxi

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Quase o ano inteiro é possível achar abacaxi nas feiras e mercados, e no outono não é diferente. Indicada para ajudar a regular o colesterol e acelerar a cicatrização, o abacaxi ainda concentra altas taxas de vitamina C, betacaroteno e minerais, o que o torna capaz de melhorar quadros de resfriados, gripes e doenças respiratórias que se alastram mais facilmente nestes meses.

Aproveitamento total: Com as cascas do abacaxi, é possível preparar conservas, doces, sucos e chá, Ao preparar as bebida, troque o açúcar por mel – além de ser natural, a substância tem mais eficácia no tratamento caseiro das indisposições do sistema respiratório.

Mamão

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Rico em fibras, o mamão é um milagroso remédio para o sistema digestivo. regula o funcionamento e previne constipações e prisão de ventre. Também ajuda a manter os ossos fortes e previne a osteoporose, devido às altas concentrações de ácido fólico. Também é sabido que o mamão ajuda no tratamento da sinusite, pois contém bromelina, uma substância que diminui o muco e a inflamação.

Aproveitamento total: Assim como o abacaxi, as cascas do mamão também podem ser utilizadas no preparo de doces.

  Goiaba

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Branca ou Vermelha, a Goiaba é uma ótima aliada à prevenção de gripes e resfriados, porque tem uma grande concentração de vitamina C, superando em 4 ou 5 vezes os níveis encontrados na laranja. Além de conter fósforo, ferro, vitaminas e sais minerais. Para quem quer largar de fumar, a dica é consumir duas ou três goiabas por dia, pois os altos níveis de vitamina C neutralizam os efeitos da nicotina. Além disso possuí um baixíssimo índice de gordura, não preocupando as pessoas que fazem dieta. Aproveitamento total: Assim como o abacaxi e o mamão, a goiaba pode ser usada na totalidade. Suas cascas, para quem não consome com a fruta, pode dar origem a sucos e até pudins e biscoitos caseiros.

Para saber mais, acesse a tabela completa ou deixe um comentário que responderemos.

 

Homeopatia ganha espaço na Odontologia – parte 2

Quando o cirurgião dentista usa a homeopatia? Para quem é indicada? Como é a consulta? Essas e outras questões você confere na postagem de hoje. 

odontologia parte 2

Imagem veiculada na Revista Odonto Magazine

Dando continuidade a matéria sobre a Homeopatia na Odontologia, convidamos a Doutora Jussara Giorgi – Presidente da Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas Homeopatas (ABCDH) para esclarecer as dúvidas mais comuns de quem procura aliar os benefícios da homeopatia ao seu tratamento dentário. A entrevista na íntegra, você confere a seguir:

Blog Homeopatia&Saúde: Qual o perfil de quem procura por profissionais que sejam dentistas homeopatas? A quem você recomenda?

Dra Jussara Giorgi: Bem, no meu caso, a maioria dos pacientes já fazem tratamento médico e muitas vezes é o próprio médico quem encaminha. Em outras, o paciente esta com algum problema, não está conseguindo solução pelo tratamento convencional e acaba procurando por esta solução, em outras, procura na internet, encontram o meu site, www.solucoesemodontologia.com.br, e por responder suas perguntas no contato, vem me procurar. Recomendo tratamento para as pessoas que sejam portadoras de lesões estomatológicas, disfunção da Articulação temporo-mandibular, traumatismos dentários, pré-operatorio cirúrgico, também e especialmente, para aqueles que não conseguem passar por um tratamento odontológico por ter medo e ansiedade pelos procedimentos, mesmo os mais simples.
Logicamente, entram neste grupo, aquelas pessoas que podem apresentar problemas provocadas por distúrbios psicológicos, como muitas vezes, acontece com os pacientes que rangem dentes ou aqueles que são portadores da Síndrome da Ardência Bucal, onde o paciente apresenta queixa de muito ardor, não apresenta nenhuma lesão que justifique este sintoma, mas o incomodo existe, atrapalha o andamento de sua vida, sabe-se que tem fator psicogênico como causa e na maioria das vezes, o tratamento convencional, não consegue solucionar

Blog Homeopatia&Saúde: Gostaria que você falasse um pouco aos leitores, sobre como é a primeira consulta com um dentista homeopata? 

Dra Jussara Giorgi: A primeira consulta, pode-se dizer,  é dividida em duas etapas, sempre fazemos uma avaliação da condição clínica, solicitamos exames complementares quando necessários para que possamos conhecer o problema que é o motivo pelo qual este paciente nos procura e numa segunda etapa,  a consulta homeopática, em que se procura através de perguntas, conhecer mais profundamente este paciente, valorizando sua forma de ser, suas atitudes frente aos acontecimentos da vida, para que possamos individualizar seu tratamento, podendo assim,  prescrever o medicamento mais adequado à ele e ao seu problema.

odontologia parte 2_1

Blog Homeopatia&Saúde: Quais são as situações mais comuns em sua rotina de trabalho onde a homeopatia foi aplicada? Como foi o resultado? 

Dra Jussara Giorgi: Todas as situações que citei acima, quanto aos resultados, os melhores possíveis, como sou Odontopediatra, atendo muitos casos de pacientes que passam por traumatismo e sem duvida, os resultados aparecem rápidos, e em especial dando uma condição melhor ao paciente, diminuindo a dor sem o risco do uso de medicamentos que podem causar efeitos colaterais e reações adversas. Também sou Estomatologista, e nas patologias da cavidade oral, vemos resultados muito bons quando comparados aos tratamentos convencionais e acho que isso, é o que faz o paciente ficar fiel à homeopatia, perceber os bons resultados que vinha buscando.

Para finalizar a Doutora Jussara falou sobre a importância da homeopatia em odontologia,  por tratar tudo aquilo que é possível tratar na alopatia, com eficiência, de uma maneira suave, sem riscos, sem esquecer que existe uma pessoa por traz das queixas e que deve ser considerada para que o tratamento possa trazer os resultados esperados. Enxergar o todo, requer estudo e treino e é por isso que se tem os cursos de pós-graduação para formar CDs (Cirurgiões Dentistas) homeopatas.